Eugênio Staub, presidente da Gradiente, que em 2002 abriu voto para Luiz Inácio Lula da Silva (PT), avisa por sua assessoria que vai ficar longe das questões políticas. O empresário Paulo Skaf, hoje presidente da poderosa Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), também está escaldado: não fala sobre a campanha nem declara voto.
A baixa mais sensível é de um amigo de Lula. Em 1984, quando o ex-sindicalista representava um risco para a estabilidade do mercado, Oded Grajew foi o primeiro empresário a se aproximar de Lula. Hoje, Grajew preside o Conselho Deliberativo do Instituto Ethos e se confessa decepcionado, descartando envolvimentos com o PT: “Sou amigo de Lula, mas não sou mais simpatizante do PT”. (Do jornal Zero Hora, de Porto Alegre).
MEU COMENTÁRIO:
Esses empresários brasileiros continuam sendo os reis do oportunismo. E não têm vergonha cara. Deles não se ouve uma censura sequer contra a podridão que cobre a Nação brasileira em decorrência dos escândalos patrocinados pelo PT e seus sequazes. E esse Grajew ainda tem o descaramento de afirmar que é amigo de Lula. Provavelmente todos eles devem ao erário. Só pode ser.
Várias investidas do PCC contra alvos civis foram registrados entre a noite de sexta-feira e a tarde deste sábado na capital e cidades do interior paulista. No ataque mais recente, às 12h30, bandidos incendiaram um ônibus no Jardim Novo Campos Elísios, em Campinas. Segundo o Corpo de Bombeiros, ninguém ficou ferido. Este foi o único atentado promovido pela facção criminosa à luz do dia.
Já entre a noite de sexta e a madrugada de sábado, outras cidades do interior e vários pontos da capital foram palcos de ataques. Em São Paulo, o Corpo de Bombeiros teve que conter ao menos cinco incêndios criminosos que podem estar relacionados ao PCC. (Clique aqui para ver o balanço dos atos terroristas em São Paulo nas últimas horas).
MEU COMENTÁRIO
O que continua me intrigando é o fato de que até agora não se ouviu um sinal de revolta, de censura forte aos atos terroristas por parte do governo lulo-petista. O que se ouve e se lê na mídia são acusações ao governo paulista. Nas ruas se verifica uma verdadeira guerrilha urbana que parece obedecer a uma estratégia bem definida destinada a criar um clima de pânico e terror.
Pergunta-se: fazem isto apenas como um desesperado apelo por melhores condições carcerárias?
E NÃO DEIXE DE LER O ARTIGO "SEGURANÇA E POLÍTICA" DO JORNALISTA MÁRIO WATANABE, QUE ASSINA SEUS POSTS COM O PSEUDÔNIMO DOM QUIXOTE, NO SEU BLOG "LUNETA". CLIQUE AQUI E VÁ DIRETO ATÉ LÁ.
Concurso de Miss Universo sempre teve o seu encanto. Todas as vezes que tive oportunidade de ver um concurso de miss, lá estava eu. Mas com o tempo esse tipo de evento perdeu o prestígio de outrora. Mas a prova é que um punhado de mulheres jovens e bonitas continua chamando a atenção. Pelo menos a minha. Jamais abrirei mão de um bom concurso de miss. Agora há pouco encontrei a galeria com todas as candidatas. Esta é Rafaela Zanella, a brasileira. Tem 19 anos de idade e 1,80 de altura. Eita! E para quebrar a monotonia das notícias desgraçadas do terrorismo, de Lula, do PT e da seleção brasileira, clica aqui para ver todas essas maravilhas.
Quando o Senador Jorge Bornhausen fez alusões sobre a possibilidade de o PT estar manipulando os ataques terroristas em São Paulo, não estava inventando nada. Basta que se preste a atenção no comportamento desse político. Bornhausen é conhecido por ser uma pessoa calma, educada, discreta e econômica nas palavras. Se for feito um inventário do noticiário político dos últimos anos ver-se-á que Bornhausen dificilmente comete gafes ou hostiliza seus adversários com palavreado chulo. Portanto, quando Bornhausen manifestou-se sobre o episódio o fez calcado em fatos reais que começam a vir à tona e que já eram do conhecimento dos setores de segurança pública e das lideranças do PSDB paulista.
Não tivessem consistência as advertências de Bornhausen os setores petistas não teriam reagido com tamanha virulência. Bornhausen, de forma clara e em poucas palavras, detonou o PT, direcionando as investigações policiais e a pauta dos jornais para a questão da “partidarização” das ações do crime organizado.
A lógica que orienta a ação dos traficantes e bandoleiros comuns jamais hostiliza as forças de segurança, já que procura sempre atuar de forma sub-reptícia. O que está se verificando – e isto já aconteceu no Rio de Janeiro – é um confronto armado que corresponde aos manuais que ensinam a prática da guerrilha urbana. Ora, criminosos comuns não costumam ter vinculações políticas e, historicamente, todas as rebeliões em penitenciárias aconteceram por outros motivos, como as condições carcerárias, maus tratos, entre outros quesitos correlatos.
Ao comentar as declarações de Bornhausen, o ex-Prefeito José Serra, candidato ao governo paulista (está na Folha de São Paulo de hoje) disse o seguinte: "Basta você olhar os manifestos do crime organizado, o que eles dizem sobre a política, coisas que se diz que eles [criminosos] dizem, inclusive nas gravações. É fato que uma das cooperativas de perueiros em São Paulo é ligada ao ex-secretário de transportes de São Paulo [Jilmar Tatto, durante a administração de Marta Suplicy]. Chegou-se, inclusive, a ser pedida a prisão dele. Há ligações notórias com esse pessoal."
Por sua vez, a própria Folha apurou que “grampos telefônicos feitos em maio pela polícia paulista revelaram supostas ordens de um dos líderes do PCC a seus subordinados para que atacassem políticos do PSDB e poupassem petistas. Os atentados contra políticos, porém, nunca ocorreram”. Finalmente, cumpre notar que até agora, de Lula e das lideranças do PT ouviu-se apenas censuras protocolares ao terror que castiga São Paulo, enquanto também não se tem notícia de que órgãos governamentais federais tenham sido atingidos pelos criminosos.
Para completar, Lula embarca hoje à noite no seu confortável avião de luxo para mais uma de suas viagens internacionais, desta feita à Rússia, país que integrou a ex-URSS mas que não quer mais saber da opressão esquerdista. Trocou o comunismo pela democracia liberal. Ao que parece, seu povo não deseja voltar ao passado.
Clique aqui para ler a matéria da Folha de São Paulo (assinantes).
E aqui para saber o que como age a guerrilha urbana. Confira. Vale a pena. Está tudo na internet. É o preço que se paga pelas liberdades democrátias, permitindo-se a convivência com um bando de tresloucados.
Em seu boletim de hoje via e-mail, o Prefeito César Maia diz o seguinte a respeito do comportamento do Presidente da República ante os atos de violência e baderna em São Paulo: "O uso eleitoral dos eventos de violência em SP, torna Lula - presidente e constitucionalmente responsável pelo combate ao tráfico de drogas e ao uso ilegal de armas - desqualificado para o exercício do poder. Se Lula quer com isso ferir a política de segurança do PSDB em SP para tirar dividendos eleitorais, de fato está afetando a sua própria integridade moral e administrativa. Há uma palavra em português para isso: molecagem. Como moleque está se comportando Lula. Se não bastasse mais nada, esse fato - analisado psicanaliticamente por dentro - seria suficiente para os que não sabiam, saberem: o Brasil não tem presidente. O que tem é um moleque no exercício da presidência, que nem suas responsabilidades conhece".
Endurecer a repressão é a
única forma de evitar o pior
Ainda segundo César Maia: "
Quando da onda de atentados atribuídos ao PCC em SP, dois meses atrás, a polícia de São Paulo soube que alguns ônibus foram incendiados por marginais do transporte se aproveitando dos fatos para afetar a concorrência. Ontem policiais seniores consultados em vários Estados brasileiros e na PF, eram uníssonos em afirmar que o patrulhamento de rua deve endurecer de forma a desestimular que gangs de diversos tipos usem o efeito demonstração dos fatos e a versão PCC para engrossar o caldo. Usam como exemplo o efeito que buscavam os pichadores no auge: colocavam suas assinaturas e se deleitavam com isso depois, vendo. Estes policiais afirmam que só o endurecimento nas ruas separará o joio do trigo. Estimam ser possível que metade dos ataques de ontem não tenham que ver com o PCC. E que quem não pensar assim pode ter um desvio de foco na investigação, e na antecipação por ações de inteligência".
Começaram a aparecer notícias nos sites de jornais e outros portais sobre o fato de que o Governador Cláudio Lembo aceitaria a ajuda do Governo Federal para combater o terrorismo em São Paulo. Isto já apareceu no site UOL, no Terra, entre outros, mas lendo-se o texto verifica-se que Lembo afirma aceitar apenas a ajuda do setor de inteligência. Constata-se que os editores dessas matérias forçam a barra no título induzindo o leitor a crer que Lembro concordaria com a intromissão do Governo Federal na área da segurança de São Paulo.
Em todos esses textos começam também a aparecer com insistência a afirmativa do Ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, de que não se cogita intervenção no Estado de São Paulo. Se não há necessidade de intervenção por que se insiste em falar seguidamente nessa hipótese? Lembo inclusive já disse que a tal cantada e decantada Força Nacional mais atrapalharia do que ajudaria. São Paulo tem a polícia mais bem aparelhada e numerosa do País.
Outro fato a ser notado: de repente os líderes do PSDB e do PFL começaram a dar declarações vinculando a onda de violência com interesses eleitoreiros do PT. A mostrar que por trás do que acontece em São Paulo deve a haver algo mais que uma revolta de bandidos postulando apenas por melhoria de condições carcerárias. Inclusive porque foram os próprios presos que destruíram, por exemplo, a penitenciária onde estavam no interior paulista. Quebraram tudo para criar uma situação insustentável para o governo. É isto que fica cada vez mais evidente, enquanto lideranças petistas continuam responsabilizando as autoridades paulistanas pela violência, ao mesmo tempo em que promovem, através de seus arautos e de jornalistas macomunados com o poder, a vitimização dos criminosos. Pelo visto, contra a Polícia Federal não se registram ataques.
Teoria conspiratória? Tomara que seja.
VIOLÊNCIA JÁ ATINGE INTERIOR
Vejam só:Na pacata Barrinha, a população ficou assustada com os ataques. No pátio da garagem da prefeitura, o único caminhão de lixo, reformado há quatro meses, foi totalmente destruído. O carro-pipa foi parcialmente danificado. Um coquetel molotov foi jogado contra a casa de um policial militar. A sede do Conselho Tutelar e a base da Guarda Civil Municipal foram arrombadas e incendiadas, com destruição parcial de documentos e móveis.
Clique aqui e não deixe de ler esta matéria que acaba de ser publicada no site do Estadão.
Segundo o Blog do Noblat (link permanente na coluna ao lado), o alto comando da campanha de Alckmin comemora neste momento no gabinete do senador Tasso Jereissati, presidente do PSDB, a mais recente pesquisa nacional de intenções de voto do Instituto Vox Populi a ser divulgada amanhã pela Rede Bandeirantes de Televisão e a revista Carta Capital.
A estarem certos os números, Lula caiu três pontos (de 45% para 42%); Alckmin subiu um (de 31% para 32%), Heloísa Helena cresceu três (está com 7%) e os demais candidatos somam 3%, informa Leandro Colon, repórter do blog. Na simulação de segundo turno, Lula aparece com 45% e Alckmin, 40%. A margem de erro da pesquisa é de 2,2 pontos percentuais. Foram ouvidas 2 mil pessoas entre os dias 8 e 10 do mês em curso. Haveria, pois, um empate entre Lula e os demais candidatos. E, nesse caso, se a eleição fosse hoje, seria decidida em segundo turno.
Alckmin teve notícia sobre outra pesquisa - essa feita por Tolentinos & Associados. Nas sete cidades da região do Grande ABC paulista, Alckmin derrota Lula em seis, inclusive São Bernardo do Campo, berço do PT, e só perde em Diadema.
A pesquisa será publicada na edição de amanhã do jornal Diário do Grande ABC.
Enquanto os bandoleiros espalham o terror em São Paulo assassinando inocentes e até atingindo crianças, o site petista Carta Maior, hospedado no UOL, site do jornal Folha de São Paulo, traz em destaque uma ampla matéria invocando os direitos humanos em favor dos criminosos. O site é financiado pela Petrobras, já que na sua abertura tem um banner de propaganda da empresa. Sendo uma estatal, o Governo lulo-petista é conivente com a publicação desse sórdido panfleto. Como já frisei neste blog, os direitos humanos só podem ser invocados em favor das pessoas de bem, corretas e honestas e nunca para defender criminosos. Fica clara, portanto, a utilização político-eleitoral dos ataques perpetrados pelas facções criminosas em São Paulo, já que a aludida reportagem procura imputar a responsabilidade pela explosão do terrorismo não aos bandidos, mas às autoridades paulistas e à sociedade.
Veja o que diz a matéria do site petista Carta Maior, reproduzindo palavras do deputado do PT Luiz Eduardo Greenhalgh:
“Na sociedade predomina o desprezo aos internos no sistema prisional. Não há sensibilização suficiente para provocar a mobilização eficaz face às condições de saúde deploráveis, os ambientes superlotados, a ausência de atividades laborais e educativas. O quadro resultante, absolutamente crítico, exige respostas imediatas na forma de políticas públicas que envolvam todas as instituições responsáveis e a sociedade civil. A crise no sistema prisional não é um problema só dos presos, é um problema da sociedade. E toda a sociedade passará a sofrer o agravamento das conseqüências de sua própria omissão”.
Greenhalgh e o Carta Maior deveriam perguntar para a mãe do menino queimado num ônibus alvo de um coquetel molotov, se ela considera que a violência é causada pela sociedade.
O que é muito estranho é que um jornal como a Folha de São Paulo e o site UOL, de propriedade daquela empresa, façam seguidas chamadas de destaque para o Carta Maior, que não passa de um panfleto produzido por sequazes de Lula e do PT pagos com dinheiro público, via Petrobras.
Clique aqui para ler a matéria invocando os direitos humanos em favor dos bandoleiros. E aqui para ler a triste história do menino queimado no ônibus.
O presidente nacional do PFL, senador Jorge Bornhausen (SC), lançou ontem a suspeita de envolvimento do PT nas ações comandadas pelo PCC contra policiais civis, prédios e veículos em São Paulo. "O PT pode estar manuseando, manipulando essas ações." Ainda segundo o senador, um dos principais articuladores da candidatura do tucano Geraldo Alckmin à Presidência, "o PT vive no submundo e nada mais me espanta nesse partido". E continuou: "O PT vive no submundo de Santo André [onde o prefeito petista Celso Daniel foi assassinado], vive no submundo do mensalão [acusação de pagamento de votos no Congresso] e vive no submundo do MSLT [o movimento de sem-terra que invadiu e depredou o Congresso e cujos líderes estão sendo denunciados]. Então, tudo é possível, nada seria surpresa".
(Clique aqui para ler esta matéria da Folha de S. Paulo desta quinta-feira)
Ao invés de responder com todo o rigor da lei aos ataques terroristas que paralisaram São Paulo há dois meses, o governador Cláudio Lembo usou o discurso dos sociólogos da USP, do PT e dessas organizações de direitos humanos, para culpar a “elite branca” pela situação. O resultado está aí. Nesta madrugada os terroristas voltaram à carga, perpetrando 48 ataques em diferentes pontos do Estado de São Paulo, acertando 53 alvos e deixando cinco pessoas mortas.
Enquanto isso Lula, valendo-se do episódio, tentou faturar mais uma vez e ofereceu a Lembo a Força Nacional. Lembo recusou, alegando que a polícia paulista é das mais bem equipadas do país.
O que fica cada vez mais evidente é que Lula e o PT querem fincar suas garras em São Paulo, onde o ex-prefeito José Serra lidera as pesquisas eleitorais com vistas ao Governo do Estado. Alckmin, igualmente, bate Lula em São Paulo. Por ser São Paulo o Estado mais forte do país economicamente, essa tendência oposicionista poderá irradiar-se para outras regiões do País. As pesquisas mostram que Alckmin cresce.
A onda de violência acaba sempre sendo capitalizada por Lula e seu candidato ao governo paulista, o senador Aloísio Mercadante. Ambos insistem em que o culpado pelos ataques terroristas é o Governo de São Paulo com o objetivo claro de responsabilizar o agora candidato Geraldo Alckmin.
No episódio ocorrido há dois meses, quando a polícia paulista agiu duramente contra os bandoleiros, diversas organizações ligadas ao PT invocaram questões de direitos humanos, embora não tenham dito uma só palavra sobre os policiais mortos nos ataques. Ao invés de ficar adulando Lula e acusando a “elite branca”, o Sr. Cláudio Lembo tem que governar e, na situação atual governar significa proteger a população, o patrimônio das pessoas e das empresas e, sobretudo, a vida. Para isso, o Governador tem que determinar aplicação da lei com todo o rigor e colocar o efetivo policial nas ruas, deixando o discurso sociológico para os pseudos intelectuais das ONGs do PT.
(Clique aqui para ler sobre o balanço da violência. E aqui para ver o que diz Lula).
O porta-voz da Associação Paulista dos Oficiais da PM, coronel da reserva Ricardo Jacob, disse em entrevista a Paulo Henrique Amorim nesta quarta-feira, dia 12, que o Estado de São Paulo desarmou a polícia. “Estamos tentando tomar medidas enérgicas para fazer com que o Governo adote providências enérgicas também para combater a criminalidade”, disse Jacob. Para o coronel, a Secretaria de Segurança diminuiu o número de homens nas viaturas e diminuiu o número de rondas ostensivas “por medo e pressão”. Jacob disse também que o governo estadual “se rende à pressão dos direitos humanos”. Ele criticou também o baixo valor de recursos destinados para a segurança – R$ 120 milhões.
(Clique aqui para ler a entrevista do Coronel no site Conversa Afiada).
Lula agora tenta culpar oposição pelo veto que ele mesmo determinou no sobre o aumento de 16,67 % aos aposentados e pensionistas do INSS. Alega que a oposição poderia ter criado uma rubrica no orçamento reservando os recursos para esta despesa. Esquece que há uma redação alternativa, proposta pelo PFL, que preserva o reajuste de 5% e determina um adicional de 11,67% em um parágrafo à parte. (Clique aqui para ler a matéria sobre a tentativa de Lula de culpar a oposição).
Lula continua vivendo como um imperador e nega míseros l6,67% de reajuste para os velhinhos do INSS. Há recursos sim Lula. Mas você quer usá-los na campanha de sua reeleição, comprando parlamentares e cabos eleitorais, criando cargos, enfim, usando e abusando dos recursos públicos para abastecer a sua generosa conta bancária. Os velhinhos do INSS não são importantes para os seus planos. Quem diria...
Está no blog do Juca Kfouri: A revista alemã, a Der Spiegel, traz uma reportagem com o seguinte título: “Por que a Fifa pode cancelar o título da Itália”. O texto original e o link da notícia estão a seguir.
“ Se as palavras do jogador de 32 anos – Materazzi – forem confirmadas e o conteúdo dos insultos comprovados, ele e seu time podem enfrentar pesadas conseqüências. Em março deste ano, a Fifa, em uma conferência, estabeleceu novas multas contra racismo. No artigo 55, da resolução 4 do Regulamento Disciplinar da Fifa, lê-se o seguinte: “Caso comportem-se jogadores de federações oficiais ou de clubes, bem como expectadores de alguma maneira discriminatória ou inumana como dizem os pontos 1 ou 2 deste artigo, as equipes punidas automaticamente perderão três pontos ... ou em partidas eliminatórias as referidas equipes serão desqualificadas.”
O texto em alemão:
Wird dem 32-Jährigen zweifelsfrei der Wortlaut seiner Beleidigung nachgewiesen, drohen ihm und seinem Team womöglich harte Konsequenzen.
Erst im März dieses Jahres hat die Fifa auf einer Konferenz neue Strafen gegen Rassismus beschlossen. Im Artikel 55, Absatz 4 des Fifa-Disziplinarreglements heißt es: "Verhalten sich Spieler, Offizielle von Verbänden oder Clubs sowie Zuschauer in irgendeiner Form diskriminierend oder menschenverachtend gemäss Abs. 1 und/oder 2 dieses Artikels, so werden der betreffenden Mannschaft, sofern zuordbar, bei einem ersten Vergehen automatisch drei Punkte abgezogen. (...) In Spielen ohne Punktevergabe wird die entsprechende Mannschaft, sofern zuordenbar, disqualifiziert."
Os assessores de Alckmin deveriam ler a matéria do Financial Timesa respeito das chances do candidato de derrotar Lula. O jornal britânico analisa o discurso e a postura de Alckmin. Esses mesmos assessores também deveriam atentar para o comportamento dos empresários. Por exemplo: no Encontro Empresarial Brasil-Alemanha, o presidente da poderosa BASF, Jurgen Strube, admitiu que pouco importa o partido que vençaas eleições. "O que queremos é estabilidade, seja na área política, seja na econômica", explicou.
O que surpreende é que um executivo do porte de Strube profira tamanho disparate. Só pode estar completamente desinformado ou mal informado pela direção da Basf no Brasil. É difícil acreditar que uma empresa desse porte e importância possa ignorar a questão mais importante dessas eleições que se situa exatamente no aspecto político da gestão do Estado. E há uma grande diferença entre o lulo-petismo e, no caso, seu principal oponente, Alckmin, apoiado por um arco de partidos que já tem alertado para o fato de que um segundo mandado do governo lulista poderá imitar o que acontece na Bolívia ou na Venezuela. Pode, por exemplo, nacionalizar a Basf e outras multinacionais. A turma do MST e Via Campesina, braços armados do PT, odeiam multinacionais. Portanto, Sr. Jurgen Strube, importa sim o partido que vença as eleições presidenciais brasileiras.
Enquanto isso, aqui no Brasil, a FIESP já se apressou em apoiar o empréstimo que o BNDES fará à Bolíviapara importar produtos brasileiro. Os empresários tupiniquins, e eu os conheço muito bem, esfregam as mãos por um dinheiro rápido que lhes pode chegar às mãos. Nunca enxergam no médio prazo. Têm o péssimo hábito de adular quem está no poder, sempre à espera de benesses.
Portanto, se Alckmin deseja melhorar seu desempenho como candidato que preste a atenção no que está acontecendo e mande a assessoria da campanha se mexer.
A Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), que no ano passado tentou aprovar o famigerado Conselho Federal de Jornalismo (CFJ), voltou à carga novamente, desta feita e sob o pretexto de redefinir funções da carreira e ampliar a exigência do diploma de jornalista para ingresso na profissão. Projeto nesse sentido foi aprovado a toque de caixa, no Senado, para desafogar a pauta e passou despercebido pela imprensa, tendo saído praticamente sem alterações da Câmara, onde foi apresentando, a pedido da FENAJ pelo deputado Pastor Amarildo (PSC-TO).
O projeto inclui no elenco das "atividades privativas" do jornalista a figura do assessor de imprensa e interfere na autonomia das instituições de ensino superior, exigindo que professores de disciplinas teóricas e práticas de jornalismo tenham diploma de jornalista. Com isso, economistas, diplomatas e cientistas políticos não mais poderão ensinar economia, teoria política e relações internacionais nos cursos de jornalismo. Antigos jogadores da seleção brasileira ficam proibidos de atuar como comentaristas em jogos de futebol. E economistas, engenheiros, médicos, advogados, cientistas políticos, dentre outros especialistas, não podem ter colunas nos jornais, o que inviabiliza a informação especializada. (Clique aqui para ler a matéria completa).
Já disse aqui neste blog que, embora sendo jornalista, sou contra qualquer tipo de legislação que limite a liberdade de imprensa, de opinião e de informação. Isto não quer dizer que não possa existir, como em outros países, uma instância regulatória da profissão, mas desligada do aparelho estatal. A OAB é um exemplo. No caso do jornalismo, em função de dispositivo constitucional existente em todos os estados democráticos, não cabe a regulamentação da profissão de jornalista e nem qualquer outra medida que possa tolher a liberdade de expressão, opinião e informação. Estranhamente, a Fenaj não dá um piu sobre o entulho autoritário que representa a Lei de Imprensa da ditadura militar, criada no interesse daquele regime discricionário.
Equivoca-se mais uma vez a Fenaj ao lançar mão de um corporativismo atrasado que, ao invés de garantir o mercado de trabalho para os jornalistas, pode abrir um perigoso flanco aos ataques à liberdade de imprensa.
O diretor do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente advertiu que a mudança climática afetará principalmente a América Latina, por possuir maiores recursos hídricos. No entanto, não se ouve uma só palavra em favor daquilo que é mais importante para um equilíbrio sócio-ambiental, que é o controle da natalidade. Ainda mais que a projeção que a ONU faz com relação ao crescimento populacional indica que em 2050 a população da Terra duplicará. Ainda bem não estarei mais aqui.
Para ler as catastróficas previsões da ONU, clique aqui.
Acontece exatamente com tenho dito aqui: censurar blogs transformou-se numa insana tarefa. Ou melhor, a censura nos tempos da grande rede mundial de computadores torna-se praticamente impossível, a não ser que os autoritários e ditadores de plantão detonem os satélites de comunicação, destruam o back-bone ou algo semelhante. Entretanto, tudo isso se torna impossível na medida em que o mundo hoje está completamente interligado na internet e totalmente dependente dela. No Rio de Janeiro, a Justiça determinou a retirada do ar do Blog do Pero Vaz de Caminha, aquele que o Senador Sérgio Cabral acusou de ser de propriedade do prefeito César Maia. O Blog já está de volta hospedado em outro servidor e provavelmente em outro país.
Clique aqui e conheça esse polêmico blog que agita a campanha eleitoral no Rio de Janeiro.
Com a obrigatoriedade de abrir as contas no processo de registro de candidaturas, fortunas lícitas e duvidosas vêm à tona. Sem querer entrar no mérito das contas bancárias de Lula, Alckmin ou Quércia, desejo apenas levantar uma questão que envolve uma visão de mundo dos brasileiros e que prejudica enormemente o País: o lucro, o acúmulo de riqueza, continuam sendo satanizados. Boa dose do dogma católico resumido no ditado bíblico segundo o qual é mais fácil um camelo passar no fundo de uma agulha do que um rico entrar no reino dos céus é, em boa medida, responsável por um tipo de ação e relação social que influi de forma negativa no processo econômico. A contra-reforma deitou raízes produndas por aqui pela influência ibérica.
Clique aqui para ter um exemplo de como a riqueza é tratada de forma preconceituosa. Ora, a riqueza decorrente da corrupção, da roubalheira, do desvio de recursos públicos obviamente tem de ser rechaçada. Em contrapartida, o lucro obtido pelo trabalho e pelo risco de empreender, tem de ser louvado.
Imagine um país sem empresários, sem esses agentes econômicos que arriscam suas economias para abrir uma indústria que gera centenas de empregos e impostos para o erário?
Enquanto rola dinheiro do erário à vontade para comprar um avião presidencial de luxo; pagar mensalão para comprar apoio de parlamentares ao Governo; financiar as viagens internacionais de Lula; conceder aumento de 15% para os funcionários da Câmara Federal onde o salário médio alcança cerca de R$ 10 mil, Lula veta o aumento aos aposentados e pensionistas do INSS alegando que não há recursos disponíveis. Escrito por Aluizio Amorim às 12h48
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QUADRO ELEITORAL COMEÇA A MUDAR
Lula e o PT tentarão outra
vez enganar a classe média
Este blog tem acertado no que respeita às análises políticas e econômicas aqui formuladas. Neste domingo, em post mais abaixo, questionamos matéria veiculada pelo jornal O Globo que aponta um crescimento da classe média. Até há pouco já havia 9 comentários de leitores. Todos eles também questionando a veracidade dos números apresentados pelo jornal da Rede Globo e adicionando informações e comentários importantíssimos. A prova de que este blog e seus leitores estão certos pode ser encontrada em matéria do Estadão informando que Lula e o PT já estão de cabelo em pé porque as pesquisas indicam que a classe média negará o voto a Lula. Ora, se a classe média está descontente e em franca decadência, a reportagem de O Globo, objeto do aludido post, cheira a matéria encomendada.
Clique aqui e veja o que os estrategistas do governo lulo-petista querem inventar para iludir mais uma vez a classe média, que é o extrato da sociedade brasileira com maior instrução e informação. E o que resta da classe média ainda forma opinião, sem falar no fato de que se constitui numa expressiva cifra de sufrágios.
Os jogadores Italianos vibram com a conquista do tetra
No campo, o grande vencedor é
a Itália. Fora dele, a Alemanha.
O jornalista Antonio Bulhões escreveu uma matéria especial para o site ABKnet (link permanente na coluna ao lado) sobre a Copa do Mundo na Alemanha. Diz ele: no gramado, venceu a Itália. Fora dele, o campeão é, disparado, a Alemanha, país anfitrião, que mostrou ao mundo o que é alegria e festa, mesmo quando se é o perdedor no campo de jogo. A copa 2006 transferiu dos estádios para as ruas com telões o quartel-general dos torcedores. Leia ainda como Beckenbauer, maior jogador alemão de todos os tempos, é ligado no Brasil e dá sua força a Pelé. Vale a pena conferir.
Telão em Sttutgart: festa sempre bem organizada nas ruas.
De repente eis que surge em O Globo deste domingo uma matéria de economia dando conta de um crescimento da classe média brasileira. A matéria está amparada por uma profusão de dados estatísticos que comprovariam essa inusitada mobilidade social. Por coincidência, neste sábado pela manhã conversei com um comerciante aqui de Florianópolis que me dizia o seguinte: “você está vendo este movimento todo aqui no centro da cidade neste sábado porque é começo do mês. Em três ou quatro dias as pessoas consomem o salário e tudo volta ao normal, com o consumo caindo violentamente. Meu negócio tem registrado uma queda vertiginosa se comparado com o ano passado”. Esse comerciante opera na área da alimentação. Dificilmente concordará com a reportagem de O Globo.
Caríssimo leitor que me honra com sua visita ao blog. Gostaria de saber a sua opinião sobre essa afirmativa do jornal O Globo que tenta nos fazer crer que a classe média está crescendo no Brasil.
O CNE (Conselho Nacional de Educação) decidiu nesta sexta-feira (07/07), por unanimidade, que as escolas de ensino médio devem oferecer as disciplinas de filosofia e sociologia aos alunos. A medida torna obrigatória a inclusão das duas matérias no currículo do ensino médio em todo o país, ampliando o que já era praticado em 17 Estados. Até aí tudo bem. Entretanto, o relator da proposta, o conselheiro César Callegari, diz que a decisão estimulará os estudantes a desenvolverem o “espírito crítico”. E arremata: "Isso significa uma aposta para que os alunos possam ter discernimento quando tomam decisões e que sejam tolerantes porque compreendem a origem das diversidades", disse.
Quando esse conselheiro fala a palavra “diversidade”, aí eu começo a ficar preocupado, já que se trata de um conceito (se é que é um conceito) através do qual o governo lulo-petista tem justificado uma série de medidas cretinas, a começar pela instituição do racismo, ao criar cotas para negros ou como querem, de forma eufemística, “afro-descendentes”. Isto sem falar no fato de que desejam implantar uma disciplina que contempla o ensino de “africanidades”, como se a história do Brasil já não se ocupe deste assunto.
Finalmente: tomara que essas aulas de filosofia e sociologia não sirvam para incutir na cabeça dos alunos o pensamento único baseado naquilo que rotulam como “esquerda”. Quero saber se a bibliografia trará, além de Marx e seus devotos, sociólogos como Max Weber e filósofos da estatura de um Karl Popper, ou seja, pensadores que têm os pés na Terra e abominam as ideologias. Se assim for, isso é bom.
Digo isto pelo fato de que aqueles que professam o pensamento único, tipo uma Marilena Chauí, falam muito em diversidade. Menos na diversidade das idéias.
Uma representação e um blog fora do ar. O blog “Pero Vaz de Caminha”, supostamente escrito pelo prefeito do Rio, César Maia, não agradou Sérgio Cabral, que representou não só contra o Prefeito, mas também contra o Google que hospeda o blog. Tal fato mostra o poder de fogo dos blogs já neste alvorecer da campanha eleitoral. Duvido, entretanto, da eficiência da censura tradicional às informações que circulam na internet. O ato repressivo com base na lei eleitoral pode gerar exatamente o contrário daquilo que imagina quem postulou em juízo. Os políticos, quase todos da velha-guarda e info-fóbicos, serão liquidados mais cedo ou mais tarde por uma nova forma de fazer campanha. Ou alguém duvida que os blogs são formadores de opinião? Este é o viés libertário da ciência aplicada, ou seja a tecnologia.
Clique aqui para ler a matéria sobre a representação contra César Maia e o Google.
O ex-coordenador geral da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), engenheiro Carlos Viana, confirmou ao Correio da Bahia que foi criminosa a disseminação da vassoura-de-bruxa, praga que causou prejuízos à região sul do estado estimadas em US$10 bilhões e que deixou cerca de 200 mil desempregados. Viana garantiu ainda ter encontrado em diversas fazendas galhos infectados amarrados a pés de cacau.
Contou que em maio 1989 - cerca de dois meses após a detecção do primeiro foco da praga, em Uruçuca (distante cerca de 50 km de Itabuna) -, descobriu um saco contendo galhos de cacaueiros infectados com vassoura-de-bruxa em uma mesa do Centro de Pesquisa do Cacau (Cepec), órgão da Ceplac responsável pelos estudos relacionados à lavoura. "Junto ao embrulho, havia um bilhete escrito à mão, em letra de forma, dizendo: `Seus idiotas, a vassoura-de-bruxa já está espalhada aí, na cara de vocês", relatou. (Clique aqui para ler toda a matéria).
A ação dos bioterroristas teria sido deflagrada em represália ao que qualificaram de “barões do cacau", a mostrar que a cretinice ideológica não tem limites.
O placar eletrônico oficial com a totalização dos votos.
Eleição ganha-se na urna e não
no tapetão como quer Obrador
O candidato governista Felipe Calderón ficou em primeiro lugar na contagem oficial dos votos das eleições presidenciais do México, com 0,57 ponto porcentual de vantagem frente a seu rival populista, Andrés Manuel López Obrador. Com 100% das urnas apuradas, o Instituto Federal Eleitoral (IFE) informou que Calderón obteve 35,88% dos votos, enquanto López Obrador ficou com 35,31%.
Obrador alega que pelo fato de que a vantagem de Calderón é muito pequena, houve fraude. É de se perguntar: caso o resultado favorecesse Obrador por certo ele não levantaria qualquer suspeita. O fato positivo é que o México está livre da praga populista, que se auto-intitula de “esquerda” e Calderón já trata de articular um governo de unidade com outros partidos reforçando a democracia liberal.
A demissão do secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Ivan Wedekin, trouxe novamente ao debate aquilo que o governo lulo-petista tem em mente: lotear as terras para entregá-las aos supostos “sem terra”, já que no meio do movimento do MST estão desde “sem terra” verdadeiros até agitadores profissionais e oportunistas. O episódio do ataque à Câmara dos Deputados pelo MLST mostrou bem isso. Ou o PT vai querer fazer crer que Bruno Maranhão é um “sem terra” ou aqueles agitadores que apareceram no vídeo apreendido são “agricultores”? Bom, o que Wedekin deixou claro é que considera uma “loucura” a medida governamental que prevê a revisão dos índices de produtividade da terra para fins de reforma agrária. Sabe-se que Luiz Carlos Guedes Pinto, o novo ministro da Agricultura é amigo de João Pedro Stédile, o comandante da guerrilha rural que mora no bairro chique classe média Perdizes, em São Paulo, seria simpático a essa medida que apavora os produtores rurais.
Pensem bem. Ao transformar grandes fazendas e minifúndios improdutivos o governo lulo-petista poderá determinar a marcha ré da agricultura brasileira. Diamantino Silva Filho, advogado dos proprietários da Fazenda Teijin, no Mato Grosso do Sul, ocupada pelo MST, alertou para o fato que “o Incra estabeleceu que a menor fração que esta fazenda pode ser dividida é de 45 hectares porque entende que menos que isso seriam minifúndios improdutivos. No entanto, pretende entregar para cada família um módulo de 25 hectares, o que significa que essa terra não vai ser suficiente para a subsistência da família,” explica o advogado.
Depreende-se desses fatos que o INCRA fará um picadinho daquelas terras. Posteriormente é bem possível que esses lotes sejam vendidos aos espertalhões por um preço baixíssimo. A reeleição de Lula representa o maior perigo para a economia brasileira, sem falar no aspecto institucional. Sem um contra-peso político Lula assumirá com todas as letras a condição de “pai dos pobres”, iniciando um retrocesso institucional para consagrar o populismo como regime de governo.O estado de direito democrático, consubstanciado no primado da lei e na obediência aos preceitos constitucionais, está seriamente ameaçado pelo caudilhismo sindicalista.
Clique aqui para ler a matéria da demissão de Wedekin. E aqui para saber o que está acontecendo na fazenda Teijin.
O candidato governista Felipe Calderón é o novo presidente do México, segundo o resultado da apuração oficial dos votos do pleito do último domingo, praticamente encerrada na manhã desta quinta-feira. Apesar de praticamente incontestável, o resultado não foi aceito pelo oposicionista Andrés Manuel López Obrador, que já anunciou que acionará a justiça para que a contagem seja revista.
Com 99,56% dos votos apurados, Canderón, do Partido de Ação Nacional (PAN) venceria mesmo que todos os sufrágios restantes fossem para López Obrador, do Partido Revolucionário Democrático (PRD). O candidato panista obteve 36.82% dos votos, enquanto López Obrador aparecia com 35,37%.
As informações dão conta, entretanto, que Obrador está inconformado com os resultados e tenta mobilizar seus partidários para tentar ganhar no tapetão. O México dá o grande exemplo para o restante da América Latina ao repudiar o populista Obrador, uma versão mexicana de Lula. Ao que tudo indica as eleições nesse país foram democráticas e normais. Esta é a boa notícia do dia de hoje.
A denúncia feita pelo Ministério Público, de manipulação de ações da Vale do Rio Doce, descreve como, em apenas um dia, seis diretores e sete membros do conselho de administração do InvestVale, clube de investimentos dos empregados da companhia, lucraram R$ 4,48 milhões. Ao todo, os ganhos chegaram a R$ 40 milhões. (Descobri lá no Blog do Sombra, link permanente na coluna ao lado).
O golpe é estarrecedor. É por essas e outras que a gente sempre vê os endinheirados por aí fazendo festa, enquanto a maioria permanece patinando e pagando o olho da cara em impostos que são garfados diretamente do salário da classe média.
Leia a matéria completa clicando aqui(site do MPF) eaqui(site do Estadão).
Quem diria, hein? A Petrobras está financiando, por tabela, a propaganda eleitoral de Obrador, candidato que tenta agora ganhar no tapetão as eleições mexicanas. É que ao patrocinar o site Carta Maior, instrumento de propaganda de Lula e do PT, a empresa, também, por tabela, intromete-se numa questão política interna do México. É que o bando de fanáticos e aproveitadores da grana fácil que vem da Petrobras e que escrevem em Carta Maior, estão agora insuflando Obrador a colocar o povo nas ruas para tentar virar o jogo que lhe é contrário.
Atenção Tribunal de Contas da União. Vamos ver as contas da Petrobras e quanto ela está pagando para esses arautos do Governo Lula. Só não há dinheiro para dar aumento para os aposentados. Para a camarilha de puxa-sacos ideológicos não falta nada.
Florianópolis está entre as dez cidades mais dinâmicas do mundo segundo a revista Newsweek. De fato, a capital catarinense tem crescido muito nos últimos anos, principalmente por conta de suas belas praias, do turismo, do fato de ter um número de habitantes ainda pequeno e por estar livre de indústrias pesadas e poluentes. A promessa econômica de Florianópolis, além do turismo, poderá estar no setor de tecnologia, como nota a Newsweek, insinuando um novo Silicon Valley, com praias! Inúmeras reportagens da mídia têm se encarregado de divulgar Florianópolis como um oásis. O que não corresponde totalmente à verdade. O crescimento abrupto já complica a vida de quem vive aqui. Mas em comparação com as demais cidades grandes e de porte do médio do Brasil, a capital catarinense “ainda” possui uma boa qualidade de vida, embora comece a ser contaminada pela violência. Vejam o que diz a revista, na matéria intitulada "The Ten most Dynamic Cities":
Bigger yet Better On 'MagicIsland,' a virtuous cycle began with a ban on heavy industry.
One of the sad truths of the developing world is that an urban population boom has so often been bad news. From Jakarta to Rio de Janeiro, more people have typically meant more ghettoes, more crime, and less economic life. That's one reasons urbanites in big cities are moving to places like Florianópolis, an island city 700 kilometers south of São Paulo, where bigger doesn't always mean worse.
Between 1970 and 2004, Florianópolis's population tripled. So did the number of shantytowns. But the local economy grew fivefold, and incomes grew in step. Opportunity seekers, urban and rural, white collar and blue, poured in. With a hundred or so beaches lining the "magic island," tourism is thriving. And while many Brazilian cities are struggling to graduate from smokestacks to services, Florianópolis is succeeding. Thanks in part to a federal rule that for decades barred heavy industry on the island, town stewards promoted cleaner public works, and wound up with a network of public and private universities that make this one of the most scholarly cities in Brazil.
To tend to the demanding academic crowd, the city invested heavily in everything from roads to schools, and now Florianópolis ranks high on every development measure, from literacy (97 percent) to electrification (near 100 percent). By the late 1990s, private companies were flocking to the island, or emerging from a technology "incubator" at the federal university. (Among the innovations it hatched: the computerized voting machines that have made Brazilian elections fraud-free and efficient.) Local officials now say their aim is to be the Silicon Valley of Brazil, with beaches. Don't count them out.
O Prefeito Cesar Maia, na sua news-letter que recebo diariamente, envia um link para o YouTube, onde num vídeo comenta a performance de Calderón nas eleições mexicanas. Candidato da situação, começou na rabeira das pesquisas, enquanto o populista Obrador, uma versão mexicana de Lula, mantinha-se disparado na frente. Calderón começou então a bater forte no seu principal oponente, desnudando-o ante a opinião pública, mostrando quais seriam as conseqüências para o México caso Obrador fosse vitorioso. Bateu e bateu forte. Calderón agora é tido com virtual vencedor, enquanto Obrador esperneia tentando ganhar no tapetão, já que a diferença entre os dois está em menos de 1% dos votos. Mas Calderón continua na frente.
Clique aqui e veja o vídeo com o comentário de César Maia. Vale a pena, principalmente para o próprio Alkmin e sua assessoria.
A Polícia Federal concluiu o inquérito sobre a invasão e depredação de instalações da Câmara dos Deputados por militantes do Movimento de Libertação dos Sem-Terra (MLST). Ocorrida em 6 de junho passado, a baderna deixou 38 pessoas feridas, duas delas gravemente e causou um prejuízo de R$ 106 mil .
Por conta do episódio, 115 manifestantes - 42 deles presos - estão indiciados nos crimes de lesão corporal, formação de quadrilha, corrupção de menores e danos ao patrimônio público e privado. Somadas, as penas podem chegar a até 12 anos de prisão.
Lula, o pai dos pobres, já visou que vetará o aumento de 16,6%aprovado pelo Senado para todos os aposentados e pensionistas do INSS, independentemente do valor do benefício que recebem. Claro, os parlamentares já sabiam disso de antemão, mas tinham que dar uma desculpa aos aposentados estendendo o benefício na base do faz-de-conta. Isto porque aprovaram um generoso aumento aos funcionários da Câmara: 15%. Com isso, o salário médio dos funcionários da Câmara passa a ser de R$ 10 mil. Lula alega que não há dinheiro para custear o aumento aos aposentados e pensionistas. Mas para pagar o mensalão e desviar recursos públicos para outros conhecidos trambiques, nunca faltou dinheiro. Lula, o PT, mais os quarenta ladrões, junto com os senadores e deputados mentirosos e trambiqueiros que vão para o inferno.
Conheça alguns quadros da extraordinária pintora art deco Tamara de Lempicka. Clique aqui e vá direto ao Sik Site (link permanente na coluna ao lado), onde há uma exposição e um resumo biográfico da artista.
O ex-secretário de Administração Penitenciária de São Paulo, Nagashi Furukawa, disse nesta terça-feira, 4, em depoimento à CPI do Tráfico de Armas, que os serviços de inteligência da Polícia levantaram indícios de que a onda de violência desencadeada em maio, em São Paulo, pelo Primeiro Comando da Capital (PCC) era um investimento que tinha por objetivo dificultar a eleição do candidato da coligação PSDB/PFL à presidência da República, ex-governador Geraldo Alckmin.
Furukawa na verdade está dizendo o que todos pensam. E como tendo sido chefe de uma área penitenciária, não está inventando história porque a polícia sabe onde estão os bandidos, como eles agem e o que pretendem. No caso da violência em São Paulo ficou muito claro que não estavam protestando apenas pelas condições carcerárias ou transferências de presos. Se uma autoridade da área policial faz uma afirmação dessa perante uma CPI não está inventando nada. Fala, evidentemente, com base nos dados do setor de inteligência da polícia paulista que é uma das mais bem equipadas do País.
Temos então o governo de Lula e seus sequazes do PT articulados com o crime organizado, algo inédito na história da política brasileira. A teia diabólica montada pelo lulo-petismo deve envolver, seguramente, setores do MST, MLST, Via Campesina, movimento dos sem teto e todas as ONGs que gravitam em torno dessas organizações para lavar dinheiro com vistas a alimentar a campanha de Lula à reeleição. Mercadante, em São Paulo, também se beneficia dessa sórdida trama. É só fazer uma simples indagação: quem é o prejudicado pela violência em São Paulo no âmbito político-eleitoral?
(Clique aqui para ler a matéria do depoimento de Furukawa).
O ex-ministro da Roberto Rodrigues, o vice-presidente José Alencar (e/atrás), a ministra Dilma Roussef (d/atrás) aplaudem enquanto o Lula abraça o novo ministro da Agricultura, Luis Carlos Guedes Pinto, durante cerimônia de posse, no Palácio do Planalto, em Brasília, nesta segunda. Para quem não sabe, Guedes Pinto é amigo do dirigente do MST, o agitador Pedro Stédile. Com Guedes na Agricultura, abre-se a porteira para Stédile e seus bandoleiros, travestidos de sem terra, invadirem propriedades. Eu só não entendo o que o ex-Ministro Roberto Rodrigues está aplaudindo.
O candidato de esquerda à presidência do México, André Manuel López Obrador, do Partido Revolucionário Democrático (PRD), disse nesta segunda-feira que irá usar todos os meios legais para contestar a aparente vitória eleitoral de seu rival, o conservador Felipe Calderón.
Esta matéria está no site do Estadão e o leitor poderá observar como o jornalista trata a matéria, tipificando Obrador como “de esquerda”, enquanto seu adversário, Calderón é qualificado de “conservador”. Num post abaixo analiso esta questão relativa aos rótulos que a mídia aplica a determinados candidatos. Os fatos dão conta que desde a madrugada desta segunda-feira, a partir das pesquisas de boca-de-urna, Calderón está vencendo. Vence de forma apertada, mas vence e, ao que parece, o pleito foi livre e democrático. Então, o mote da informação sobre Obrador é que ele quer ganhar no tapetão. Esta é que é a verdade.
Misturam-se os fatos com a ideologia e o fanatismo. Para quem vive a experiência de um governo populista dito de “esquerda” no Brasil, que faz tábula rasa do estado de direito democrático, que incentiva e financia a depredação de laboratórios de pesquisa, invasões de propriedade privada e que mantém um programa assistencialista para eternizar a pobreza, é de arrepiar que um país do tamanho do México seja entregue à bandalha que se arroga a condição de liderança revolucionária. Estamos vendo este filme por aqui. Acautelem-se mexicanos. Não entreguem o seu país a essa malta ordinária.
Clique aqui para ler a matéria sobre a virtual vitória de Calderón. E aqui para ver a armação de Obrador.
Ligo o rádio do meu carro e escuto o noticiário da rádio CBN sobre as eleições do México. A apresentadora anuncia que irá entrevistar um desses sociólogos da USP. Na abertura da matéria ela tipifica o candidato da situação, Felipe Calderón (PAN) de “conservador” e o oposicionista Andrés Manuel López Obrador (PRD), como “esquerdista”. Mas não é apenas a rádio CBN que rotula os políticos sem prestar a atenção para a operacionalidade dos conceitos. O que o jornalista faz neste caso é tomar a ideologia como fato.
Em toda a mídia os jornalistas continuam utilizando esses conceitos como “esquerda”, “direita”, “conservador”, com o sentido que lhe emprestava a filosofia política da primeira metade do século passado, quando algumas utopias da modernidade, entre elas o socialismo, ainda constituíam uma promessa de liberdade.
Acontece que o desmoronamento da União Soviética, ícone da revolução socialista, veio mostrar ao mundo que o universo socialista era uma grande mentira e que o regime soviético era o exemplo mais eloqüente de uma ditadura sanguinária. E onde restam espectros da promessa socialista, como Cuba e China, por exemplo, têm-se regimes de ditatoriais. Em nível prático a proposta socialista tornou-se completamente inviável. Perguntem aos russos, eslovenos ou ucranianos se querem de volta o velho regime.
Ora, então o conceito de “esquerda” perdeu o sentido original e o mundo descobriu, finalmente, que o bom e velho liberalismo forjado nas lutas da burguesia contra o despotismo das monarquias absolutistas da Europa, teria de ser reconsiderado. Não é à toa que os países mais desenvolvidos do mundo são democracias liberais. Isto é um fato irretorquível. Esses Estados democráticos não surgiram com base no receituário socialista. O conceito original de “esquerda” vincula-se à noção da possibilidade de uma revolução social redentora e libertária. Mas o ponto crucial dessa noção é falso. Segundo ensina Bobbio em seu livro Liberalismo e Democracia, a liberdade, para o socialismo, funda-se na igualdade; enquanto que no liberalismo, na desigualdade.
Como os homens não são naturalmente todos iguais, a tese liberal é muito mais flexível por assimilar esta comezinha lei da natureza. Ao fazer isto consagra o individualismo, contrapondo-se ao coletivismo naturalmente impossível. Nem por isso vai prescindir da estrutura estatal e, sobretudo, do direito racional formal. Mas sujeita o Estado à sociedade e não o contrário, como deseja a engenharia social dos socialistas. Os socialistas gostam de encher a boca para exaltar a “diversidade” cultural, ecológica e racial. Menos a “diversidade política”, exatamente pelo seu viés verdadeiramente libertário, porque repousa sobre o direito à individualidade garantida pela impessoalidade da lei (direito racional), sobre a qual é erigido o Estado de direito democrático.
Dito isto é fácil entender por que os conceitos de direita e esquerda não fazem mais nenhum sentido. Se a “esquerda” reivindica o igualitarismo, tende a sujeitar a sociedade ao Estado. Se a “direita” postula a prática dos preceitos liberais, aceita a diversidade política e o individualismo, sujeita o Estado à sociedade. A direita, entendida como tal, representa a garantia da liberdade.
Tratar de forma igual desiguais é mais ou menos como pretender alterar a lei da gravidade.
A foto acima é do centro de documentação da cidade alemã de Nuremberg que apresenta uma mostra permanente sobre o Nacional-Socialismo intitulada "Fascinação e Violência". O visitante é informado através de mapas, fotos, filmes e documentos da era nazista, podendo também participar de simpósios sobre temas variados, como por exemplo o papel da cineasta Leni Riefenstahl no Terceiro Reich. Nuremberg por muito tempo tentou livrar-se do fantasma do nazismo, já que fora a cidade predileta de Hitler e onde o Partido Nazista fazia as suas grandes convenções. Insistentemente procurada por turistas atrás dos resquícios do Terceiro Reich, finalmente Nuremberg decidiu assumir esse passado trágico edificando um majestoso centro de documentação, considerado um marco no tratamento do legado arquitetônico nazista. (Clique aquipara ler esta reportagem). Escrito por Aluizio Amorim às 22h34
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Professora dos departamentos de filosofia da USP e da Unicamp, Maria Sylvia de Carvalho Franco passou os últimos quarenta anos de vida acadêmica nadando contra a corrente. Uma das raras intelectuais independentes da academia brasileira, mormente dominada por aqueles que se autodenominam “esquerdistas”, Maria Sylvia sempre manteve uma postura acadêmica não-alinhada passando ao largo de estereótipos ideológicos. A Veja desta semana traz uma entrevista com esta professora, esposa do filósofo Roberto Romano.
Aqui, um excerto da entrevista: “No PT, há dois tipos de intelectual. O primeiro é correto, mas tem um fanatismo exacerbado. São pessoas que não tiram vantagem nenhuma de apoiar o PT, às vezes dão de si e do próprio bolso, sem receber nada em troca. Mas são capazes de cortar relações com você só porque você faz críticas ao PT. É um apego ideológico, e ideologia emburrece. O segundo tipo é o intelectual de um oportunismo atroz, como Marilena Chaui. Uma pessoa com a formação dela não pode dizer que, quando Lula abre a boca, o mundo se ilumina. É uma professora universitária que diz que o mundo é iluminado por alguém que faz a apologia da ignorância, que é capaz de dizer "minha mãe nasceu analfabeta". Alguns membros do PT fazem essa apologia.”
Para ler a entrevista na íntegra, clique aqui. Mesmo que não seja leitor de Veja, já que este link remete para o site do UOL, que reproduziu a matéria. Vale a pena ler.
O fatídico gol de Henry. Brasil não teve nenhuma chance.
Ufanismo não ganha a Copa.
Agora o jogo será político.
Desde o início da Copa do Mundo o Brasil não teve um desempenho que se esperava de uma seleção favorita. O time de Parreira foi fracote sempre. Bastou pegar pela frente uma equipe forte para sucumbir. Quarteto mágico foi o que se viu no ataque francês comandado pelo genial Zidane. O Brasil não tem um craque à altura de Zidane. A seleção francesa deu um verdadeiro baile e mostrou que sabe jogar futebol. Ainda dizem que Ronaldinho Gaúcho é o melhor do mundo. Comparado com Zidane é zero. O resultado do jogo de hoje só confirmou o que todos os torcedores brasileiros pressentiam. Agora, finda a participação do Brasil na Copa, o jogo passa a ser eminentemente político. Acalmam-se os excessos ufanísticos. Nem o verde e o amarelo são mais verdes e amarelos aqui. Que venha agora a campanha eleitoral e que essa energia toda que os brasileiros costumam gastar fazendo torcida, seja canalizada para o pleito tirando do caminho a quadrilha que por enquanto domina o jogo, aplicando rasteiras e golpes baixos. Em muitos aspectos a política e a economia desorganizadas costumam afetar a Nação por inteiro. Na atualidade o Brasil está institucionalmente enfermo. Como construir-se um verdadeiro orgulho nacional que se contraponha a esse ufanismo? Como mudar-se essa cosmovisão brasileira historicamente derrotista? Seguramente não será com um populismo cucaracha. Perdemos no campo de futebol, mas poderemos vencer no campo da política buscando-se uma alternativa que garanta o respeito às instituições democráticas.
(O resumo do jogo está na crônica esportiva do site do UOL, de onde tirei a foto acima. Clique aqui para ler mais)
Jane Fonda como Barbarella, quando era uma gatinha.
Agora, na capa do livro, com 69 anos de idade.
Jane conta tudo. Inclusive as
orgias que fazia com Vadim.
Minha Vida Até Agora é a autobiografia de Jane Fonda, mas bem que poderia ser um manual de psiquiatria. A autora, agora com 69 anos, é obsessiva, filha de uma suicida, tem crise de identidade, distúrbios alimentares, problemas com a auto-imagem e baixa auto-estima, insiste na transferência da figura paterna e, enfim, não fosse ela a charmosa estrela de cinema, poxa vida, tudo isso seria um pouco demais para se ler antes de dormir.
E tem também as passagens que chamaram muito a atenção quando o livro foi lançado nos Estados Unidos no ano passado, quando Jane conta que participou de orgias nos anos 60, para agradar ao então marido, o cineasta francês Roger Vadim - estas, sim, são boa leitura para antes de dormir.
Clique aqui para ler a matéria. E aqui para ler um capítulo do livro.