Olhem aí! Um novo apagão aéreo está para começar. Os aeroportuários de Cumbica estão fazendo corpo mole, coisa que denominam “operação padrão”. O que precisa é privatizar de uma vez a Infraero esse maldito cabide de emprego totalmente aparelhado pelo PT.
Vão trabalhar vagabundos! Vejam se há operação padrão nas empresa privadas? Todos trabalham arduamente. O Brasil, que está na rabeira dos países mais competitivos do mundo, precisa urgentemente de capitalismo.
Notem: só ocorrem greves em empresas estatais aparelhadas pelo bando fascista do PT via CUT e demais organizações pelegas.
Os Estados Unidos são a economia mais competitiva do mundo, com as melhores universidades e empresas inovadoras que eclipsam as preocupações quanto à saúde fiscal do país, afirmou na quarta-feira o World Economic Forum(WEF).
Em seu índice mundial de competitividade para 2007, o WEF, sediado na Suíça, disse que as dimensões do mercado dos Estados Unidos "fazem dele o país mais produtivo e com maior potencial de inovação no mundo".
Isso apesar dos imensos déficits orçamentários e comerciais de Washington e da erosão do dólar norte-americano, que levou muita gente a questionar se o país líder da economia mundial por tanto tempo estava perdendo terreno para economias emergentes como China e Índia.
O Chile, em 26o lugar, é a mais competitiva das economias latino-americanas, segundo o relatório. O México ocupava a 52a posição, o Brasil a 72a e a Argentina vinha, nas palavras do fórum, "em um decepcionante 85o lugar".
MEU COMENTÁRIO:a persistir o triunfo das ditas esquerdas no Brasil e no restante dos países latino-americanos o atraso de todo o Continente será avassalador. É incrível a ignorância total da população deste continente. Trata-se, não só de miséria econômica, mas sobretudo de miséria cerebral que impede a maioria da população a enxergar os fatos, aquilo que realmente acontece e quais os caminhos que devem ser seguidos.
Aguinaldo Silva recebe afagos de artistas. E manda ver no blog.
Pro pessoal do PT nem mesmo a
pedofilia é crime, diz Aguinaldo.
O novelista Aguinaldo Silva tem um bloge está deixando a direção da Globo de cabelo em pé, segundo observa o Estadão. É que o blog é um ótimo recurso para bombar a novela Duas Caras. Entretanto, Aguinaldo não se restringe a falar apenas de novela.
E vai fundo num trivial variado que contém, sobretudo, críticas contundentes a respeito dos diferentes assuntos, envolvendo a política e até mesmo o caso do padre Júlio Lancelotti.
Vejam por exemplo este post intitulado “Milho pra galinha marinquinha”, onde Aguinaldo alfineta os petralhas:
Repórter do antigo JB – lembram como era bom? Mas isso foi há tanto tempo... Eu ainda era menino! – me pergunta na bucha: qual é a próxima baixaria? E eu respondo com uma pergunta: de quem, do Padre Júlio Lancelotti? Ela é claro, nem sorri, apenas murmura alguma coisa entredentes. Já sei que, como aconteceu nos tempos de Senhora do Destino, o jornal vai me chamar de “devasso” e dizer que eu uso minhas novelas pra fazer “apologia do homossexualismo”.
Pois esta vai ser a próxima baixaria: semana que vem o coitado do Bernardinho, vítima de um complô da enteada Amara, vai ser pego em flagrante pelo pai na cama... Com outro homem! Tudo isso depois de um jantar no qual, a exemplo daquele chez Barretão desta semana, vai acontecer de tudo.
Mas, a propósito do Padre em questão: gente! A melhor coisa do mundo é ter carteirinha do PT, pois aí você está isento de tudo. Pro pessoal do PT nem mesmo pedofilia é crime!
Eu sei que estou me arriscando ao escrever esse tipo de coisas, pois amanhã a mulher que me chamou de “cachorro safado” lá na Visconde de Pirajá me aparece pela frente de novo... E Deus sabe do que ela vai me chamar agora. Seria de corça, antílope, gamo, alce, gnu, veado?...
Por isso, vamos falar de coisas mais amenas? No universo paralelo que o JB retrata as pessoas estão desligando a televisão por causa da baixaria em DUAS CARAS. Mas na vida real, incluindo esse blog, está acontecendo justamente o contrário: a audiência média da novela, desde a estréia, já aumentou sete pontos.
Começamos com 36, e esta semana chegamos a 43. Ou, como diria o Menino Maluquinho, personagem imortal criado pelo grande cartunista Ziraldo: de grão em grão a galinha enche o papo. Mais uma pergunta, pois adoro ler as respostas maravilhosas de todos vocês: Bernardinho deve ou não transar com Dália?...
O senador Renan Calheiros demonstra ter o hábito da incorreção moral e ética. Uma semana sim e outra também, surgem na imprensa investigativa mais estripulias do presidente licenciado do Senado Federal com o mau uso do dinheiro público.
A origem das malfeitorias é a mesma, ou seja, o superfaturamento nas licitações realizadas por entidades estatais, dirigidas e aparelhadas por gente que o senador escolheu a dedo para praticar determinadas operações de caráter não republicano.
Uma verdadeira organização criminosa está a serviço do senador alagoano, cujos tentáculos alcançam uma parcela considerável de órgãos da administração pública, nos seus diversos níveis. Deixa de ser surpresa, a partir desses fatos, o comportamento de Renan Calheiros quando se referia a Brasília como a minha Murici.
Realmente, auditorias realizadas pelo poder público encontraram uma estreita relação entre as emendas patrocinadas pelo senador e as empresas que ganharam as licitações em algumas prefeituras de Alagoas, inclusive a do município de Murici administrada por seu filho Renanzinho Calheiros.
Muitas delas, comprovadamente, são empresas fantasmas com endereços falsos. Entre uma chantagem e outra, contra os senadores que votarão pela cassação do seu mandato de senador, Renan Calheiros negocia com o governo sua absolvição em troca dos votos necessários para a manutenção da CPMF.
De lambuja, renunciaria à presidência do Senado Federal. O acordo já se encontra na mesa do presidente da República, só falta combinar com a oposição e com alguns poucos senadores do PT ético.
Enquanto isso, do outro lado do balcão, deputados e senadores fiéis ao governo negociam a liberação de emendas do orçamento da União, aquelas tais que azeitam as contas bancárias de empreiteiros e parlamentares, sob o argumento falso de que serão usadas em benefício do povo.
Afinal, com a manutenção da CPMF o tesouro nacional receberá, em 2008, 40 bilhões de reais. Nada mal para quem, no privado, luta por um terceiro mandato, apesar de Lula negar em público suas intenções “chavistas”.
O contribuinte brasileiro entrega ao governo 36% do PIB em tributos, o que o coloca no mesmo nível dos contribuintes de economias como as da Suécia e Alemanha. Ocorre que nesses países os serviços prestados pelo Estado são de primeira linha, ao contrário do Brasil onde os serviços públicos lembram os do Haiti.
Na verdade, pagamos impostos de primeiro mundo e usufruímos serviços de terceiro mundo. Para se ter uma idéia do que pagamos para o erário, o Brasil ocupa a primeira colocação quando se trata da carga tributária sobre o consumo.
Como o tributo está embutido no preço do produto o consumidor não sente, pois desconhece o quanto está desembolsando para o governo. A perversidade do sistema tributário brasileiro está no fato de que os que mais sofrem são aqueles que estão na base da pirâmide.
(*) Nilson Borges Filho é doutor em Direito, professor e colaborador deste blog.
É engraçado. Quando uma criança é arrastada até a morte pelas ruas do Rio de Janeiro; quando os bandidos fazem arrastão em praias e prédios; quando assassinam pessoas friamente; quando espalham o terror nos morros cariocas; quando torturam até a morte pessoas como o jornalista Tim Lopes, para citar apenas alguns exemplos referentes à odiosa escalada da violência no Brasil, não se ouviu um pio da presidente do grupo tortura Nunca Mais, Cecília Coimbra.
Entretanto, essa mulher está agora implicando com o filme Tropa de Elite e pretende solicitar ao Ministério Público que abra uma investigaçãosobre os métodos de operação do Bope. O tortura Nunca Mais anuncia uma campanha “Contra a banalização da tortura”. Evidentemente a campanha coloca sob suspeição a polícia, mas não os bandidos.
Enquanto entidades como o Tortura Nunca Mais continuarem a passar a mão em cabeça de bandidos e a tratá-los como excluídos sociais, preocupando-se mais com esses botocudos do que com as suas vítimas, a questão da violência no Brasil não terá solução jamais.
Nem um pio de Cecília Coimbra quanto à cena do filme que mostra os marginais ateando fogo contra o sujeito na ONG, depois de metê-lo dentro de pneus. É o que os marginais denominam sarcasticamente de “micro ondas”. Queimam as pessoas vivas dentro de pneus para não deixar pistas.
Entretanto, Cecília Coimbra não irá fazer uma campanha contra os vagabundos. Jamais exclamará fogo nos botocudos! Ela deseja exterminar o BOPE, ela quer criminalizar a ação da polícia, enquanto se cala perante a ação deletéria da bandidagem.
Em termos morfológicos todos os cérebros são iguais. Mas diferem no funcionamento.
Synbios. Guarde este nome.
A verdadeira revolução vem aí!
Enquanto o jornalismo botocudo latino-americano foca suas atenções na discussão de bizarros planos bolivarianos, demonizando o capitalismo e raciocinando com base em conceitos de direita, esquerda e revolução, ou ainda fazendo eco ao besteirol proferido pelos ecochatos, nos laboratórios do mundo desenvolvido a ciência avança de forma arrasadora particularmente naquilo que os cientistas denominam “modificação genética”, ou simplesmente GM (sigla em inglês).
Uma reportagem do jornal britântico The Guardianoferece um aperitivo do que vem por aí e mostra até que ponto o mundo botocudo, isto é, fora do âmbito anglo-saxão, patina no atraso. E não tem volta.
Tudo se resume no vasto campo de pesquisa na área da “biologia sintética”, que já tem um nome a partir da junção dessas duas palavras, em inglês, é claro: Synbios.
Com base na Synbios será possível “reformular a natureza”, obtendo, por exemplo, medicamentos anti-maláricos a partir da artemisina sintética em abundância e de forma barata. Essa droga fitoterápica é extraída de algumas plantas que são muito raras no planeta.
Os biólogos sintéticos anunciam ainda a possibilidade de mitigar o aquecimento global com a fabricação de bactérias capazes de aborver o dióxido de carbono ou impedir poluição causada com acidentes envolvendo o derrame de petróleo nas águas.
São alguns dos pequeninos exemplos de como já na próxima década o discurso idiota, particularmente das esquerdas e de peseudo cientistas, receberá a inclemente pá de cal da ciência. E fim de papo. A Synbios será a ordem do dia e muito se falará dela com a mesma sofreguidão com que se fala hoje nos computadores e na internet.
Enfim. A Synbios abre um campo de pesquisas inaudito e decretará uma avassaladora revolução tecnológica, um fantástico salto que solucionará diversos problemas que castigam a humanidade, embora traga consigo os seus perigos naquilo que é respeitante à “refabricação da natureza”. Bem, nada que humanos, esses chimpanzés melhorados fazem é perfeito.
Ocorre que a ciência não é boa e nem má. E jamais dirá o que devemos fazer e como devemos viver. Indagações na ordem moral e ética não deterão, porém, o seu avanço. O uso que a humanidade faz das descobertas científicas decorre de uma escolha. A física atômica abriu o campo para a medicina nuclear voltada à cura de moléstias graves e, ao mesmo tempo, ensejou a fabricação da bomba atômica.
E para concluir, repito: o Brasil e toda a América Latina, mais os países afro-asiáticos estão fora dessa parada científica. E nunca superarão o atraso. Não é falta de governo, nem de vontade política, nada.
A evolução da espécie, face a injunção de inúmeras variáveis, determinou o aparecimento de uma ampla gama de tipos humanos. Isto independe de cor, de raça e o que o valha. Circunscreve-se à genética responsável pela construção cerebral.
O que o cientista James Watson proferiu em Londres recentemente com relação à África e que foi interpretado como racismo pela estupidez do politicamente correto trata-se de uma tremenda injustiça. Watson queria dizer apenas que a ciência haveria de responder, mais adiante, a insistente indagação: por que determinados pontos do planeta são atrasados e não superam os seus problemas? O cientista, na sua alocução, disse claramente que a ciência, ao responder mais adiante a esta questão estaria no caminho de eliminar os flagelos da humanidade.
Lamentavelmente a matéria que inspirou este meu modesto artigo está em inglês no site do The Guardian. Clique aqui e vá até lá. A dica me foi passada por email pelo atento Paulo Castellari Filho (o Nathal), consultor de mercado de capitais em São Paulo e que mantém o Blog do Nathal (link permanente na coluna ao lado).
Fernando de Barros e Silva é o mais novo cupincha do Lulismo e disputa a tapa com Elio Gaspari a primazia de puxar o saco do Apedeuta. Vejam o que ele escreve na Folha desta segunda-feira sob o título “LuLa 3º, Modos de usar”...hummm... Gaspari que se cuide.
“Não é difícil perceber que as especulações sobre o terceiro mandato para Lula mobilizam hoje sobretudo dois grupos de interesses conflitantes. O primeiro, como é óbvio, encontra-se difuso no petismo, movido pela constatação de que o partido não tem nome viável para a sucessão de 2010 e vê a oposição despontar como favorita.
Confrontado com a perspectiva de ser desalojado do poder, o PT reage com o que tem à mão -mais Lula. Como não há, na prática nem no horizonte, projetos políticos ou nacionais em disputa, é da preservação da boquinha que se trata.
Do outro lado, também envolvida no zunzum do terceiro mandato, mas por razões opostas, encontra-se a fatia venezuelana da oposição brasileira, aquela que, à revelia dos dados da realidade, insiste em projetar a sombra do chavismo sobre os atos e rumos do governo Lula.
Não cola porque falta verossimilhança aos delírios dessa extrema direita alvoroçada, sempre atrás de pretextos tolos para nos alertar aos berros que o império da lei e a boa ordem democrática estão em perigo. Cadê o capitão Nascimento?
Lula é mesmo um presidente frustrante -estamos de acordo. Pois frustrará também -ou muito me engano- os que, amigos ou inimigos, gostariam de vê-lo engajado numa cruzada pelo terceiro tempo.
Não porque não goste do poder -até demais-, mas porque sabe que o custo político para repetir FHC, mudando as regras do jogo em benefício próprio no meio do caminho, seria mais alto do que a conta apresentada aos tucanos.
Se, no lugar da hipótese da emenda constitucional, fosse convocado um plebiscito, seria fácil arriscar um palpite: Lula 3º venceria com folga. O preço, porém, de uma eleição antecipada no meio do mandato é a divisão inevitável do país, com o provável envenenamento precoce do que lhe resta de governo e glória.
Lula não precisa disso. Arriscar algo ou dividir o país é tudo o que evitou desde que chegou lá. Ele é o grande anestesista dos conflitos de uma sociedade fraturada. Este, acreditem, é seu legado e seu limite”.
José Ribamar Coelho dos Santos, que atende pela alcunha de Zéca Baleiro (e ainda diz que é nome artístico) escreve na Folha de hoje um artigo. Dizem que ele é músico. Nunca ouvi nada desse sujeito. O que escreve (arg!) a respeito – ainda - do roubo do Rolex do Huck, revela o tamanho do seu cérebro. Cai de pau na revista Veja, qualificando-a com "reduto da ultradireita caricata" e pega pesado com o jornalista Reinaldo Azevedo. Neste caso, vou deixar para o Reinaldão. Aposto que será divertido.
Vai ver que esse Zeca andou metendo a mão no baleiro petralha. Afinal, está aí a TV Lula, prenhe de boquinhas para esses "artistas".
Kirchner deu um tempo e entregou (entregou?) o poder para a mulher numa eleição que era favas contadas. Cristina levou fácilante uma oposição claudicante e dividida. Lá, com a aqui, a classe média está sendo aniquilada. Lá como aqui, o governo apóia-se no pobrismo. Lá como aqui, o programa de metas do governo é o populismo rasteiro e barato. Nem tão barato assim. A classe média paga a conta e ainda leva uma cusparada na cara.
Embora notícia de escândalo no Brasil já não escandalize mais ninguém, anuncio que o Ministério Público está fazendo uma devassa no Mato Grosso do Sul e encontrou fortes indícios de que Zeca do PT, ex-governador por duas vezes naquele Estado, teria – reparem o tempo do verbo - supostamente (epa!) se utilizado da conhecida prática do mensalão (*) para conseguir os apoios necessários no sentido de levar a bom termo a sua administração.
(*)Novo verbete: Mensalão – prática introduzida na administração pública brasileira pelo Partido do Trabalhadores – PT, com a finalidade de remunerar parlamentares no sentido de agilizar (epa!) os trâmites legislativos. O Mensalão é um pagamento extra feito geralmente em espécie com dinheiro público a parlamentares todos os meses, daí o nome “Mensalão”. Este neologismo, que entrou para o vernáculo, foi criado por Roberto Jefferson, político brasileiro. Sinônimo: erro.
A música do blog traz hoje para vocês o cantor canadense Michael Blubé interpretando a conhecidíssima The More I See You, uma música que fez enorme sucesso no final dos anos 60 e se tornou um standard e já foi gravada por inúmeros cantores e bandas.
O arranjo, com tempero jazzístico executado por uma excelente big band, está bom demais. A gravação é de uma apresentação de Bublé ao vivo em Sidney, na Austrália.
Este cantor, nascido em 1975, faz parte da nova geração de artistas que transitam pelo jazz. Mas todos eles continuam a gravar os magníficos standards americanos. Há criações musicais das décadas de 30 a 60 que são insuperáveis.
Foi um interregno na história da música dos mais generosos em criatividade. Tanto é que esses novos talentos, como Diana Krall, Eldar, Jim Tomlinson, Stacey Kent, Jamie Cullum, Renee Olstead, Lisa Eckdahl e Silje Nergaard – para citar os que me vêm agora à cabeça – incluem standards em seus repertórios.
Talento e criatividade são extremamente rarefeitos. A música é arte e, como tal, só emerge do cérebro daqueles que possuem elevada sensibilidade.
O que eu acho ridículo é quando leio, escuto e vejo na televisão essa historia de DJ, aqueles sujeitos que não conhecem nem a clave de sol e posam de artistas. Tal DJ “vai tocar” em tal casa noturna. Tocar o quê? Aquela engenhoca eletrônica que produz ruídos e corrompe músicas?
Ainda bem que nem todos os jovens são estúpidos. Michael Bublé é um exemplo, como os demais artistas que citei.
Agora é clicar e escutar Bublé mandando ver cercado de músicos por todos os lados. Ave big band! E vade retro os DJs e suas engenhocas, emblema de uma época destituída de glamour, elegância e sensibilidade.
Duas pessoas armadas assaltaram o arcebispo emérito da Paraíba, Dom Marcelo Carvalheira, 80 anos, na noite de sábado (27). O religioso teve o carro roubado próximo à Praça da Picanha, na avenida Norte, logo após o viaduto de Santo Amaro, no Recife.
O veículo foi abandonado pelos assaltantes perto da comunidade de João de Barros, por volta das 22h.
Segundo o arcebispo informou que ele e o secretário foram colocados no banco traseiro.
Os dois seguiram até uma casa na periferia do Recife. Vizinhos desconfiaram da movimentação e chamaram a polícia.
Pouco depois, o arcebispo e o secretário foram libertados. A Polícia Civil já prendeu os dois assaltantes por volta das 23h deste sábado.
"Fui até a delegacia na noite de ontem (sábado) para ver se os meninos (supostos assaltantes) estavam bem. Pedi para que os policiais não deixassem que algo de ruim acontecesse a eles", disse o arcebispo, que participou de uma missa no Mosteiro de São Bento, em Olinda, na manhã deste domingo (28). (Do site G1).
MEU COMENTÁRIO: enquanto bandido for considerado excluído social o problema da violência no Brasil não acabará, pelo contrário, aumentará de forma astronômica nos próximos anos.
Quem for honesto, trabalhador, branco e heterosexual provavelmente será escorraçado no Brasil num futuro próximo.
Um país em que a cretinice é elevada à condição de inteligência e saber nunca dará certo. Creio que se pode contar nos dedos no Brasil – e particularmente dentro da categoria dos jornalistas da grande mídia – os cérebros realmente inteligentes no Brasil.
Um formidável exemplo do que estou afirmando encontra-se num artigo de Gilberto Dimensteins, que está no site da Follha Online. E este cidadão faz parte do Conselho Editorial da Folha de São Paulo, um dos principais jornais do país.
Exercitando até dizer chega o politicamente correto, ele tenta desmontar uma hipótese já provada por sólidas estatísticas que a eliminação de gravidez indesejada concorre para diminuir a violência e as iniqüidades. O argumento que Dimenstein utiliza está no próprio título do seu artigo: “E se tivessem abortado Lula?” – ao que eu retruco de forma imediata, sem pestanejar: seria ótimo!
E Dimenstein, com aquela sua vocação inata de Madre de Calcutá, assinala: “Se tivessem abortado Lula, perderíamos um personagem associado, gostem ou não dele, ao avanço da democracia no país. Mas se ele não contasse com uma mãe acolhedora, a chance de estudar (notem a importância com que ele fala de seu curso no Senai) e ter um emprego, provavelmente aquela inteligência seria usada para a violência”.
Viram só. Dimenstein está classificando o Apedeuta como um ser inteligente. Ora, Lula é um espertalhão. Isto não quer dizer, de maneira nenhuma, que é inteligente.
E ainda por cima coloca Lula como um homem que fez avançar a democracia no Brasil, quando se sabe que o Apedeuta é o condutor do governo mais corrupto da história brasileira e que agora se empenha para eternizar-se no poder.
É por essas e outras que continuo a afirmar que 99,9 % dos brasileiros são constituídos de cretinos de todos os gêneros.
Se lula e Dimenstein forem inteligentes eu sou o Rei da Cocada Preta.
Quem quiser ler verborragia idiota do Gilberto Dimenstein, clique aqui. Argh!
A loucura insana do PT pelo poder, coadjuvado pela bandalha do PMDB e, mais recentemente, pelo PSDB que, tudo indica, deve também estar metendo a mão no baleiro petralha, está conduzindo o Brasil à ruína. Não tenham dúvida leitores.
Enquanto o Brasil deveria formalizar acordos com os Estados Unidos e a União Européia, alinhar-se com os países democráticos e desenvolvidos para crescer, trata de se ajoelhar diante do boçal ditador da Venezuela.
Na Câmara dos Deputado o projeto de acolhimento a Venezuela ao Mercosul está praticamente aprovado, embora Chávez já tenha dado sobejas indicações de que pretende ser o maestro da parada.
Por trás dessa inclinação do petismo pró-Venezuela se esconde os inconfessáveis interesses do PT no diabólico plano populista que arrasta o continente sul-americano para o atraso. Sem falar no fato de que Chávez já dobrou Lula e seus sequazes, envolvendo-os na criação do Banco Sul Americano no qual o Brasil, como associado, deverá investir alguns bilhões.
Todos os recursos hauridos pela população brasileira estão sendo canalizados para saciar o apetite incontrolável do petismo pelo poder.
Enquanto a dengue se espalha pelo país, que não tem uma cidade sequer com esgoto sanitário completo e asséptico, e sem que seja investido um tostão seriamente em infra-estrutura, sobretudo, na área da energia elétrica e da logística, o governo de Lula e seus sequazes dirigem todas as ações em prol do 3º mandato e usam todos os recursos do erário para comprar, um a um, esses políticos vagabundos, que se vendem de forma vil e traiçoeira mergulhando no lodaçal da corrupção.
A articulação do petismo com Chávez faz parte, evidentemente, do tenebroso Foro de São Paulo, assunto que parece ser deliberadamente escamoteado pela grande mídia. Eis aí uma ótima pauta para sair desse samba de uma nota só em que se transformou o noticiário político dos últimos meses.
Em editorial intitulado “Um presente para Chávez”,em sua edição deste domingo, o jornal O Estado de São Paulo adverte para essa aventura bolivariana na qual o petismo lança a Nação brasileira.
“O governo brasileiro deu mais um passo para entregar o Mercosul ao presidente venezuelano Hugo Chávez e para sujeitar a seus caprichos e interesses a diplomacia comercial de Brasília.
A bancada governista conseguiu fazer aprovar na Comissão de Relações Exteriores da Câmara dos Deputados o ingresso da Venezuela no bloco formado, até agora, por Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai. A proposta de lei será votada no plenário da Casa e depois será submetida ao Senado, podendo, portanto, ser derrubada.
Mas isso dependerá de um duro trabalho da oposição. A insistência do governo e as alegações dos governistas a favor do projeto são sinais de péssimo agouro não só para a diplomacia econômica, mas também para o futuro político da região.
Quem aceita os objetivos e os métodos de Chávez e as suas milícias como democráticos poderá aceitá-los também no Brasil e noutros países da região”. Clique aqui para ler na íntegra.
“Não podemos passar a mão na cabeça dos marginais, com a desculpa de que eles são excluídos sociais. Dentro desses conceitos vagos, as pessoas navegam sem rumo. Não fujo da discussão, mas não me apresentem discursos acadêmicos como se eles fossem solução.
A meu ver, esse é um equívoco que as ONGs cometem, pois não conseguem enxergar nada além das ciências sociais. Não há dúvida de que a miséria e a falta de oportunidades para os jovens estão entre as causas da violência. Essa legião de jovens desempregados, sem opção, constitui um problema e um enorme desafio.
Mas quando a polícia age desarmando o tráfico, combatendo as quadrilhas, está fazendo um trabalho de intervenção social. Está recuperando para a sociedade áreas tomadas pelos bandidos.
Está contribuindo para acabar com o drama dos moradores de favelas onde, para enterrar o corpo de uma pessoa que morreu de causas naturais, é preciso colocar o cadáver num carrinho de mão e levá-lo até um local onde o rabecão possa pegá-lo.
O estado tem de entrar lá e atuar. O que fazemos é abrir esse caminho. O traficante não pode ser referência para as crianças”.
A declaração acima é de um trecho da entrevista concedida à Veja pelo Secretário de Segurança do Rio de Janeiro, José Mariano Beltrame. Dia desses ele foi aplaudido de pé num evento público.
Muitos já o consideram uma espécie de Capitão Nascimento, o personagem principal do filme Tropa de Elite.
Vale a pena ler a entrevista que está na Veja que foi às bancas neste sábado.
Este vídeo contém um filme sobre o Rio de Janeiro de 1936 que faz parte da série de documentários “Traveltalk” produzida por James A. Fitzpatrick e intitulada “The voice of the Globe”. O nome do filme: “City of Splendour”, ou seja, “Cidade do Esplendor”. As filmagens para Metro Goldwin Mayer são daquele ano.
O título da película tem tudo a ver com a realidade do Rio de Janeiro há 71 anos e correspondia ao epíteto de “Cidade Maravilhosa”, cheia de encantos mil. Dá para imaginar o arrebatamento do cineasta que produziu o documentário. Belezas naturais exuberantes, praias maravilhosas, calma e tranqüilidade. Uma espécie de paraíso.
Reparem as ruas e praias limpas, os jardins com flores, as crianças na praia brincando livremente, a morena tirando um cochilo dentro de um balaio.
Que tipo de reflexão honesta é possível fazer quando se assiste a este vídeo? A primeira coisa que fica evidente é que a degradação da qualidade de vida das cidades decorre principalmente do aumento da população.
No caso de países de clima tropical como o Brasil, principalmente na parte norte do seu território, o calor por si só leva à indolência. É possível viver ao relento pela ausência de frio rigoroso. Não há necessidade de construções residenciais complexas com aquecimento. Qualquer caixa de papelão pode se transformar numa cama.
A ausência de neve e geadas aliada ao calor e à umidade determinam a abundância de florestas e seus frutos que alimentam os homens e os animais. Não há necessidade do árduo trabalho de armazenamento do feno para alimentar o gado no inverno e nem mesmo o estoque de combustíveis para o aquecimento, imposições vitais em regiões de clima frio.
Enfim, são inúmeras as variáveis que concorrem para um fato notório: a maioria dos países de clima quente está entre o que há de mais atrasado do planeta, fato que se torna muito mais evidente na medida em que cresce a população. A rudeza e inclemência do clima obrigam à disciplina e ao trabalho.
O vídeo acima mostra que enquanto a população do Rio de Janeiro era pequena os problemas no âmbito social eram irrelevantes. A explosão populacional nos anos subseqüentes e sua concentração urbana fizeram surgir a violência.
Os recursos de sobrevivência dados in natura pela natureza escasseiam nos centros urbanos. Combinando-se isso com a indolência de uma cultura já pouco afeita ao trabalho se tem todos os ingredientes que determinam a desintegração e o desequilíbrio social. Mais população, mais demanda por alimentos, a base da sobrevivência e da proliferação da espécie.
É possível reversão dessa funesta realidade atual que tanto contrasta com a leve doçura e a tranqüilidade que tipificava as condições sócio-econômicas do Rio de Janeiro e do resto do Brasil registradas nos anos 30?
A resposta é sim. É possível reverter este quadro desde que se implantem algumas medidas, sendo que dentre elas, o severo controle da natalidade é a número 1. É possível prever que só e apenas essa medida levada seriamente à prática mitigue grande parte dos problemas que afetam o Brasil e todo o continente Sul-Americano e os afro-asiáticos.
A par dessa iniciativa heróica, outras devem ser tomadas conjuntamente, como a descriminação do aborto e a esterilização em massa. É compreensível a repulsa da maioria da população à implantação de medidas radicais. Isto decorre de uma imposição naturalística. Valores de ordem moral renitentes correspondem sempre aos ditames da natureza que induzem à proliferação. Isto é genético. As criaturas são mortais, porém o gene é imortal! mas necessita de seu veículo para continuar existindo.
Cabe aqui uma digressão esclarecedora: isto requer, portanto, além das medidas restritivas à natalidade, de uma ação educativa que implica uma nova pedagogia, liberta das teias religiosas, do preconceito e de valores tidos como “politicamente corretos”.
Um verdadeiro estado laico tem o dever de colocar a ciência à frente da estupidez das crendices religiosas. A evocação de um deus extra-mundano onipresente, que regularia a vida, o universo e que puniria os incréus ampara-se ainda na repulsa aos resquícios do pecado da feitiçaria.
O que alinho aqui decorre do conhecimento advindo do triunfo da ciência que apagou as fogueiras da inquisição da Igreja Católica.
Retomando, para finalizar, aquilo que é respeitante às medidas capazes de por fim à violência e ao predomínio absurdo de toda a sorte de iniqüidades que degradam cidades maravilhosas como o Rio de Janeiro de 1936, como enfoca o vídeo, são necessárias, além do controle da natalidade, medidas repressivas; fechamento de bares a partir das 23 horas; criminalização das drogas (tráfico e uso); punição de pais que permitem filhos fora da escola; toque de recolher da 1 às 5 horas da madrugada e adoção da pena de morte.
E, claro, colocar a bandalha do PT, MST, CUT, et caterva, para correr.
Duvido que isso não coloque um paradeiro na nefasta ação dos botocudos.
Veja o vídeo. Como era bonito o Rio de Janeiro em 1936. Você já imaginou viver numa cidade assim. Isto é possível. Não se trata de um sonho. Afinal, isto um dia já foi civilizado.
Agradeço o meu amigo, jornalista e tradutor Alexandre Raposo, pelo envio do link do vídeo. Raposo, com razão, tem saudades de sua terra, o Rio de Janeiro. Hoje ele vive hoje aqui em Florianópolis, para onde veio depois que passou a distinguir, pelo som do estampido, quando os tiros eram da polícia ou dos marginais no bairro onde vivia no Rio.
A favela da Rocinha é uma "fábrica de produzir marginais". A frase é do governador Sérgio Cabral. Ele acrescentou que a Rocinha só vai parar de fabricar marginais quando o aborto for legalizado. Finalmente um político admite que o maior problema do Brasil é o brasileiro.
Na mesma reportagem, Sérgio Cabral comparou a Rocinha à Zâmbia. Até aí tudo bem. Ninguém discute que a Rocinha seja igual à Zâmbia. Espantei-me apenas quando ele comparou Copacabana à Suécia. E o Méier à Suécia.
Sérgio Cabral é nosso James Watson. James Watson, um dos descobridores da estrutura do DNA, declarou que o preto africano é menos inteligente do que o branco europeu.
Anteriormente, ele já declarara que os estudos genéticos permitiriam abortar todos os fetos defeituosos. O governador do Rio de Janeiro descobriu o DNA da marginalidade entre os africanos da Rocinha e agora quer abortá-los. Segundo ele, ficaremos mais seguros. Ficaremos mais inteligentes também?
Uma semana antes de Sérgio Cabral apresentar suas teorias eugenistas, os policiais cariocas, a bordo de um helicóptero, mataram uns marginais no Morro da Coréia.
A Secretaria de Segurança Pública explicou que seria difícil efetuar uma operação análoga nos morros da Zona Sul, porque "um tiro em Copacabana é diferente de um disparado na Coréia". Copacabana é a Suécia. Ali só vale o aborto em massa.
No ano passado, o Brasil teve 44 663 assassinatos. O dado acaba de ser publicado pelo governo federal. No mesmo período, de acordo com o site do Iraq Coalition Casualty Count, a guerra no Iraque produziu 18.655 mortes.
Os americanos alarmaram-se tanto com esse número que aceitaram mandar mais 30 000 soldados para lá. O resultado?
Em fevereiro de 2007, quando as novas tropas desembarcaram no país, registraram-se 3 014 mortes. Em agosto, elas já haviam diminuído para 1.674. Em setembro, 848. Em outubro, até a última quinta-feira, morreram 531 iraquianos.
Consulto todos os dias o site do Iraq Coalition Casualty Count. Consulto todos os dias também o site do Iraq Body Count, onde cada confronto fatal recebe um código e uma ficha de ocorrência. A ficha k7633 relata a morte de um professor da universidade religiosa de Al Sadr.
A ficha k7634 assinala dois cadáveres encontrados em Al Kifl. Os americanos parecem se preocupar mais com os assassinatos de iraquianos do que os brasileiros com os assassinatos de brasileiros.
Pior do que a idéia de Sérgio Cabral de abortar os marginais zambianos da Rocinha só mesmo o Pronasci, aquela idéia de Lula de dar um dinheirinho mensal aos marginais para evitar que eles cometam crimes. O programa foi apelidado de Bolsa Bandido ou Bolsa Pivete. Prefiro chamá-lo mais simplesmente de Bolsa Júlio Lancellotti.
Cedo ou tarde, o Iraque será pacificado e a autoridade local poderá comparar Al Kifl à Suécia. A Zâmbia de Sérgio Cabral e Lula continuará com seus 44.663 assassinatos. Se tudo correr bem. (Coluna do Diogo Mainardi na Veja que está nas bancas neste sábado).
Caixas de leite enterradas no Rio Grande do Sul. Leia mais.
Caso do leite revela baixeza
do empresariado botocudo
O que está acontecendo com a adulteração do leite no Brasil, quando empresários botocudos passaram a adicionar soda cáustica e água oxigenada nos leites longa vida, dá bem a medida do caráter desses vagabundos que ostentam a condição de “empresários”.
Essas susbstâncias são adicionadas para conservar o leite fora de refrigeração. Funcionam como conservantes.
Se você examinar o rótulo dos produtos de fabricação botocuda verá sempre a composição dos aditivos químicos em letras microscópicas. Os conservantes são apenas designados com estranhas fórmulas e expressões tipo XI.I.XX, ou coisa que valha.
Código de Defesa do Consumidor é uma piada. A vigilância sanitária uma mentira, porque tudo indica que não colhe amostragens de forma permanente para analisar. A coisa foi descoberta face às denúncias de cooperativas e de ex-funcionários das empresas envolvidas no ato criminoso. Se for dada uma geral rigorosa nas fábricas botocudas de alimentos a maioria será considerada irregular, tenho certeza. Como também deveriam ser interditadas a maioria de restaurantes, lanchonetes e congêneres.
Mas voltando ao leite, as adições de soda cáustica e água oxigenada estabilizam o produto e a acidez some por encanto. Fazem isso por ser mais barato do que a conservação sob refrigeração e, mais ainda, pela quantidade de microorganismos patogênicos contidos no leite pelas péssimas condições de higiene. Leite longa vida no Brasil é uma nojeira.
Agora mesmo o site do Estadão está publicando uma matéria detalhando tudo o que está acontecendo com o leite. É um caso vergonhoso, gravíssimo e levanta o tapete que encobre a imundice que grassa na indústria da alimentação no Brasil.
A confiança dos laticínios brasileiros está comprometida, seriamente abalada e, repito, revela aspectos éticos e morais de um empresariado vagabundo, picareta e mentiroso que vive adulando o governo sempre temendo qualquer tipo de fiscalização, seja ela na área tributária como também no aspecto da higiene.
Tudo isso prejudica em primeiro lugar a saúde dos consumidores e, ainda por cima, destrói o conceito dos produtos alimentares brasileiros. Significa também prejuízo em cadeia que se refletirá na diminuição das exportações e, por conseguinte, na diminuição do nível de emprego.
Quando eu afirmo aqui que a maioria da população brasileira é constituída de chimpanzés com capacidade de memória para reter apenas a sacanagem há quem me conteste. Está aí a prova cabal do que eu afirmo.
E o que vai acontecer? Nada. Ainda mais quando está no poder o governo mais corrupto da história da República. Provavelmente todo esse escândalo do leite será resolvido em conciliábulo e condicionado ao eventual apoio desses empresários vagabundos ao governo petralha. Tudo se resume à aprovação da CPMF.
Vale tudo. Até soda cáustica no leite, desde que o governo petralha continue eternamente no poder.
Hoje à noite vou dar uma passada pelos supermercados para checar e fotografar as gôndolas que estiverem carregadas com essa imundice. Os supermercados, mercearias e congêneres também passam a ser responsáveis. Quem garante que todo o leite que se consome no país não está contaminado?
Por isto mesmo a ordem continua sendo: FOGO NOS BOTOCUDOS !!!
O Brasil é o lixo ocidental. Seu povo uma tropa de semoventes, uma subespécie do gênero humano.
As autoridades dos Estados Unidos ofereceram até US$ 150 mil de recompensa por informação que leve à captura dos autores dos incêndiosque arrasaram grande parte da região sul do estado da Califórnia.
O chefe de bombeiros do condado de Orange, Chip Prather, informou que a recompensa foi oferecida após a constatação de que pelo menos um dos incêndios, perto de Santiago, foi provocado deliberadamente.
"Foi um caso confirmado de piromania. Encontramos as provas no local", disse.
Prather explicou que o escritório do governador Arnold Schwarzenegger, a Agência de Álcool, Tabaco, Armas de Fogo e Explosivos e a Agência de Pesquisas Federais (FBI) contribuíram com US$ 50 mil cada uma para a recompensa.
Schwarzenegger afirmou que quem quer que seja declarado culpado pelos incêndios receberá um duro castigo da Justiça.
O Departamento de Bombeiros de Los Angeles investiga um homem, identificado como Catalino Pineda, que teria causado um dos incêndios no vale de San Fernando, no noroeste da cidade.
A porta-voz do departamento, Kate López, disse à rede de televisão CNN que Pineda foi detido na quarta-feira. Testemunhas disseram que viram o suspeito ateando fogo a uma encosta.
MEU COMENTÁRIO:demorou! É claro que não poderia surgir de repente uma sucessão de focos de incêndio. E não acredito que se trate de piromania, mas de uma ação deliberada e cuidadosamente planejada contra os Estados Unidos.
Alguns poderão objetar ao que estou intuindo. Dirão que se trata de uma teoria conspiratória ou coisa que valha. Mas há indícios de que este é mais um atentado terrorista.
Duvido que possa ocorrer, simultaneamente, vários focos de incêndio numa mesma região. Aí tem. Atenção CIA e FBI! Vão fundo na investigação! Tudo indica que os incêndios decorrem de uma grande ação botocuda contra os Estados Unidos.
Observem que o incêndio foi deflagrado no Estado mais rico, próspero e organizado dos Estados Unidos.
Vejam no vídeo acima a ampla reportagem da Midwest Television sobre o inferno em que se transformou a Califórnia. Malditos botocudos.
FOGO NOS BOTOCUDOS, TIO SAM! FOGO! FOGO NELES!
FOTO DO SATÉLITE:
Estranho: incêndios em vários pontos simultaneamente. Aí tem.
Vejam este vídeo e o depoimento da mãe do segurança assassinado pelo MST, quando os arruaceiros teleguiados pelo PT promoviam a invasão de uma propriedade no Paraná. Descobri lá no blog Pensadores Brasileiros, com link permanente na coluna Troca-Links aqui neste blog.
A tucanalha enchendo o bucho com os petralhas: um deboche.
Tucanalha não exige nada sério
e vai aprovar a maldita CPMF
Pois não é que o Tasso Jereissati teve a coragem de dizer que se surpreendeu com a concordância do governo petralha em aceitar a propostada tucanalha para votar a CPMF? Esse "elemento" é o maior cara de pau, um empulhador.
Está certo que a maioria da população brasileira é constituída de botocudos. Mas a maioria não quer dizer a totalidade. Então que Tasso Jereissati vá contar história da carochinha lá na caatinga cearense.
Sabem quais são as exigências do PSDB para votar a favor da maldita CPMF? Então vejam:
O senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) informou que o ministro da Fazenda, Guido Mantega, em reunião que terminou nesta quinta-feira, 25, aceitou negociar a emenda de prorrogação da CPMF em torno de cinco princípios apresentados pelo PSDB.
Os cinco pontos são: apontar de forma clara e firme a redução da carga tributária; reduzir as despesas correntes de custeio; criar uma Lei de Responsabilidade Fiscal para o governo federal; aumentar a parcela da arrecadação da CPMF destinada à área de saúde; e compromisso com a reforma tributária em um ano.
E Tasso fica surpreso com a anuência de Mantega, o tatibitate ministro da Fazenda. Bidu! Quem não aceitaria uma proposta dessas que jamais será cumprida, que não envolve nenhum condicionamento. Reduzir despesas correntes de custeio? Hahahahahah...Fala sério tucanalha!
MAIS UM ESCÂNDALO: CONTRATOS SUPERFATURADOS NA INFRAERO!
Senador acusa petista de
ser “chefe de quadrilha”
O relatório final da CPI da Crise Aérea no Senado pediu o indiciamento de 23 pessoas e listou irregularidades apontadas pelo Tribunal de Contas da União em obras de 11 aeroportos. O total de dinheiro público desviado teria sido de quase R$ 500 milhões.
O relatório final da CPI da Crise Aérea do Senado, apresentado nesta quarta-feira, denunciou irregularidades na empresa que controla os aeroportos no Brasil. O documento pede o indiciamento de um ex-presidente da Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero), o deputado federal Carlos Wilson, do PT de Pernambuco, e de mais 22 pessoas.
O objetivo da CPI era investigar os motivos da crise no setor aéreo. O relatório tem um capítulo inteiro sobre a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Disse que a Anac protege mais as empresas do que os consumidores e pediu o indiciamento de 23 pessoas. Entre elas, a ex-diretora da agência, Denise Abreu, e o procurador da Anac Paulo Gomes.
Eles apresentaram um documento sem validade para convencer a Justiça a liberar a pista do Aeroporto de Congonhas no início do ano.
O relatório também listou irregularidades apontadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU) em obras de 11 aeroportos.
Somado, o total de dinheiro público desviado teria sido de quase R$ 500 milhões. Segundo o relatório, duas organizações criminosas atuavam na Infraero. O objetivo era desviar dinheiro público em contratos de publicidade e em obras nos aeroportos.
O relator, senador Demóstenes Torres, disse que o ex-presidente da Infraero, o deputado do PT de Pernambuco Carlos Wilson, comandava o esquema e pediu o indiciamento dele por formação de quadrilha e por crime contra a administração pública.
“Hoje ele quer posar de São Jorge em prostíbulo. Disse que viu tudo e não participou de nada. O Senhor Calros Wilsom é realmente o chefe da quadrilha”, afirmou o relator da CPI, o senador Demóstenes Torres (DEM-GO).
O PT reagiu ao pedido de indiciamento do deputado Carlos Wilsom e conseguiu adiar a votação do relatório para a próxima semana.
“Acho que tem obras que vieram antes do governo do presidente Lula, antes de 2003, como a obra do Aeroporto de Campinas e a do Aeroporto de Salvador. Mas terça-feira nós vamos fazer esse debate”, disse o senador João Pedro (PT-AM).
O deputado Carlos Wilson disse, por meio de nota, que recebeu o relatório com indignação. Afirmou que ele é baseado em ilações e que as provas vão revelar quem é o verdadeiro chefe de quadrilha e o que está por trás da CPI do Apagão Aéreo.
Em nota, a ex-diretora da Anac, Denise Abreu, declarou que o pedido de indiciamento dela não tem sentido e afirmou que nunca teve qualquer favorecimento político ou financeiro.
Já o procurador da agência, Paulo Gomes, disse que só vai se pronunciar depois que o relatório for votado. (Do Jornal Nacional).
A Polícia Civil de São Paulo decidiu investigar o padre Júlio Lancelotti por suposta corrupção de menores. Ontem, foi instaurado inquérito com base no depoimento de uma ex-funcionária da Casa Vida 2, na Mooca (zona leste de SP), uma das entidades ligadas ao padre.
Ela, segundo a polícia, afirmou ter presenciado Lancelotti em "atos libidinosos" com um adolescente, entre 15 e 16 anos. O crime de corrupção de menores prevê pena de um a quatro anos de prisão.
Os policiais envolvidos na investigação disseram não poder dar detalhes do que seriam os "atos libidinosos", mas afirmaram não se tratar de relação sexual. Disseram não poder também informar o nome dessa testemunha, a pedido dela.
Segundo o delegado Marco Antônio Bernardino Santos, a mulher diz ter trabalhado durante nove meses na entidade e que o fato narrado aconteceu em 1999. "Ela disse que ouvia falar coisas desse tipo [que o padre tinha relacionamentos com menores], mas que nunca acreditou. Até que viu."
Ainda segundo a polícia, a ex-funcionária disse não saber informar o nome do adolescente, mas diz acreditar que pode identificá-lo. Outros funcionários da casa também serão ouvidos pela polícia, que tentará primeiro identificar o menor.
Os policiais que investigam a suposta corrupção de menores são os mesmos encarregados de investigar a denúncia de extorsão que o padre disse ter sido vítima. O religioso afirma ter dado cerca de R$ 80 mil durante três anos a Anderson Marcos Batista, um ex-interno da Febem que fazia ameaças a ele, inclusive de acusá-lo publicamente de pedofilia.
Santos disse não saber se a testemunha ouvida é a mesma mulher apresentada anonimamente pela Rede Record no último domingo, que relatou ter visto o padre beijar um adolescente. "Nem perguntamos isso para ela", afirmou o policial.
Procurado, o padre Júlio disse que não vai comentar o assunto até ter conhecimento do teor do depoimento da ex-funcionária.
A Arquidiocese de São Paulo informou ontem, por meio de sua assessoria, que as acusações contra o padre são infundadas. (Da Folha de São Paulo desta quinta-feira).
Eis aqui quatro garrafas da famigerada “água louca”, considerada sempre uma boa idéia nos mais abjetos botecos pé sujo.
Entretanto ninguém imaginaria nunca “neste país” que a 51 acabasse se tornando o mais expressivo ícone do Brasil.
Mesmo despojada do glamour de outros destilados, como os legítimos uísques escoceses que têm de envelhecer em barris de carvalho para terem lugar de honra em sofisticados pubs ingleses, a 51 acabou se tornando um emblema do Brasil.
PERGUNTA: Quem celebrizou a pinga 51?
Use os comentários para responder a esta pesquisa cultural do Departamento de Marketing do blog.
Aproveite para testar seus conhecimentos e verificar se você está realmente ligado e atento para esse fenômeno mercadológico que acontece “neste país”.
SÓ SOLUÇÃO RADICAL EVITARÁ A DESINTEGRAÇÃO DO BRASIL!
Cabral defende aborto. Isto
é certo. Mas não é só isto.
O governador Sérgio Cabral Filho (PMDB), 44 anos, propõe a legalização do aborto como forma de conter a violência no Rio de Janeiro.
Em entrevista ao G1 na última segunda (22), ele se valeu das teses dos autores de "Freakonomics", livro dos norte-americanos Steven Levitt e Stephen J. Dubner, que estabelece relação entre a legalização do aborto e a redução da violência nos EUA.
"Tem tudo a ver com violência. Você pega o número de filhos por mãe na Lagoa Rodrigo de Freitas, Tijuca, Méier e Copacabana, é padrão sueco. Agora, pega na Rocinha. É padrão Zâmbia, Gabão. Isso é uma fábrica de produzir marginal", declarou.
Para o governador, os confrontos com criminosos nas favelas do Rio só vão terminar "quando a ordem pública puder chegar através de várias maneiras, dentre elas com o policial podendo andar fardado em qualquer lugar". (Clique aqui para ler tudo o que disse Cabral).
MEU COMENTÁRIO: o governador Sérgio Cabral tem razão, mas não disse tudo. O que tenho afirmado aqui no blog é que, além da descriminação do aborto são necessárias outras medidas conjuntas para evitar a desintegração total da Nação brasileira.
Além da descriminação do aborto, é fundamental:
a)controle severo da natalidade com a esterilização em massa, principalmente através da vasectomia e ligadura de trompas, cirurgias que devem ser incentivadas e bancadas pelo Estado;
b)se possível inclusão de droga esterilizante na alimentação doada às favelas;
c)adoção da pena de morte;
d)tolerância zero;
e)aumento dos efetivos policiais repressivos e preventivos;
f)proibição de funcionamento de bares e similares após as 23 horas;
g)escola em tempo integral;
h)abertura de frentes de trabalho na zona rural para a mão-de-obra desqualificada;
i)ordenamento severo na ocupação de áreas para habitação;
j)manter probição severa ao tráfico de drogas;
k)severa penalização para usuários de drogas.
Duvido que com essas medidas não se ponha fim à escalada da violência botocuda. O resto é conversa fiada de sociólogos, antropólogos e intelectuais politicamente corretos e aqueles que se auto-intitulam “de esquerda”.
Há algo pior do que os petralhas? Há. O PSDB. Trata-se de um bando de vagabundos, mentirosos, traidores, safados, porcos imundos, fantoches do Apedeuta. Não só aprovarão a CPMF como também a medida provisória que institui a TV Petralha e tudo que o Apedeuta mandar.
Quando eu afirmo que a população brasileira é constituída de 99% de chimpanzés, há quem se oponha. Pois reafirmo e desafio alguém que me prove o contrário.
O que está acontecendo no Brasil neste momento não tem paralelo na história da República. E a explicação só pode se dar sob o viés naturalístico.
É um fenômeno de ordem genética ocorrido com evolução das espécies que produziu o “homem botocudo”.
Tudo será como antes, ou pior, no mundo botocudo.
E tudo isto é a prova mais concreta de que não há civilização fora do mundo anglo-saxão.
Alô, Alô, Sponholz. Manda aí uma ilustração com um bando de tucanos cagando em cima do Brasil. (Perdoem-me leitores, mas tenho que usar termos chulos para poder designar com exatidão quem são esses caras do PSDB).
Aguardem. Nunca estivemos tão perto da instituição da República Bolivariana do Brasil. E com o aval da Oposição. Na Venezuela ainda registrou-se alguma reação. Aqui o adesismo será de 100%.
No dia em que o Planalto inicia uma ofensiva para a aprovação da CPMF, o Senado livra o senador tucano Eduardo Azeredo (MG) de investigação sobre o mensalão mineiro (não é mensalão, é caixa 2) e congela a sexta representação contra o presidente licenciado do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). As decisões foram tomadas nesta terça-feira pela Mesa Diretora da Casa, sob o comando do petista Tião Viana (AC), que assumiu interinamente o comando do Senado.
O arquivamento da denúncia contra Azeredo pode ser interpretado como um sinal do governo ao PSDB. O partido é peça-chave para aprovar a prorrogação do "imposto do cheque" no Senado. (Clique aqui para ler mais).
MEU COMENTÁRIO:o PSDB se apetralhou, subordinando-se a Lula e seus sequazes para livrar o picareta Azeredo. No texto acima que é do site do Estadão há um erro: não é “mensalão mineiro”, mas caixa 2; mensalão caracteriza-se pela compra de parlamentares para votarem a favor de projetos do governo.
Isto não diminui a culpa de Azeredo, embora não seja mensalão. Há uma insistência do PT em denominar “mensalão mineiro”, para confundir a opinião pública e colocar tudo no mesmo patamar da imundice.
O que o PSDB está fazendo é corrupção. O PSDB transforma-se agora num partido corrupto e comparsa dos petralhas.
Não é à toa que o tucano é o emblema do PSDB, já que esta é uma ave que sofre de incontinência intestinal.
Não foi por falta de aviso. O alerta partiu, há alguns anos, do principal negociador comercial dos Estados Unidos, Robert Zoellick. Os chineses vêm aí, disse ele, e os brasileiros estarão mais protegidos se tiverem um acordo comercial com os Estados Unidos.
O governo brasileiro preferiu menosprezar a advertência e torpedear a Área de Livre Comércio das Américas (Alca).
No começo de 2004, quando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva completava o primeiro ano de mandato, as possibilidades de acordo já estavam esgotadas, graças a um esforço bem orientado pelos novos estrategistas internacionais do País. Seria inevitável, provavelmente, algum estrago causado pela concorrência chinesa, mas poderia ter sido menor.
O balanço recém-preparado pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e divulgado em primeira mão pelo Estado, nessa segunda-feira, vale uma boa reflexão sobre as ilusões diplomáticas do petismo.
MEU COMENTÁRIO:o que está exposto acima é parte do editorial de O Estado de São Paulo de hoje. O País teria ganho se o governo tivesse levado a sério as palavras de Zoellick, quando negociava acordos comerciais em nome dos Estados Unidos.
Entretanto, o Apedeuta jogou para a arquibancada e, há alguns anos, o chamou de sub do sub do sub. Foi um momento de glória diante da claque petista. Atualmente Zoellick é o novo presidente do Banco Mundial.
O título do editorial é sugestivo: “O gringo bem que avisou”. Clique aqui e leia o editorial completo. É importante.
A música do blog traz hoje uma apresentação do saxofonista itialiano Stefano Di Battista, considerado um dos músicos mais conceituados do jazz europeu. Neste vídeo, de 2005, ele executa Night in Tunísia, composição de Dizzy Gillespie que se tornou um clássico. Integram ainda o quarteto o pianista Eric Legnini, o baixista Rosário Bonaccorso e o baterista André Ceccarelli.
Di Battista está no Brasil para duas apresentações no Tim Festival: sexta-feira, em São Paulo, e sábado, no Rio de Janeiro. A vinda do músico ao Brasil coincide com o lançamento de seu novo CD, Trouble Shootin , pela gravadora EMI/Blue Note. A conferir.
A Polícia Civil vai investigar o contrato da ONG Centro Social Nossa Senhora do Bom Parto, gerenciada pelo padre Júlio Lancelotti, 64, com a Prefeitura de São Paulo. A entidade recebe R$ 581 mil mensais para manter 36 serviços na zona leste, como a administração de creches. No mês passado, o padre procurou a polícia e acusou um ex-interno da antiga Febem de extorsão.
Disse à polícia ter repassado cerca de R$ 50 mil ao suposto criminoso e seus cúmplices. Anderson Batista, 25, o ex-interno, sua mulher, Conceição Eletério, 44, e os irmãos Everson e Evandro dos Santos Guimarães tiveram a prisão decretada. Só Everson foi preso. O padre afirma ter sido chantageado por três anos.
A polícia quer saber se algum valor dado ao suspeito foi pago com dinheiro da ONG, conforme relatou ontem à polícia o advogado do ex-interno, Nelson Bernardo da Costa. O advogado, porém, não apresentou documentos que comprovem a origem do dinheiro movimentado pelo seu cliente. Ele disse que Batista deve se entregar.
"O Anderson recebeu mais de R$ 50 mil. Esse dinheiro do padre era da ONG, nunca houve extorsão", disse o advogado. "Precisamos investigar como é o contrato da ONG e como o padre gerenciava os recursos", disse o delegado André Luiz Pimentel. "De qualquer forma, o padre ainda é vítima."
Lancelotti afirma ter rendimento mensal de R$ 3.480 -R$ 1.000 da ONG e R$ 2.480 por prestar atendimento a internos da antiga Febem em liberdade assistida. Ele disse ter pago os chantagistas com economias pessoais e doações de amigos. (Da Folha de São Paulo desta terça-feira).
Acabo de receber o boletim noticioso da Assembléia Legislativa de Santa Catarina, anunciando o lançamento de um livro intitulado “Infância, Educação e MST – Quando as crianças ocupam a cena”.
É o no mínimo estranho que a Assembléia Legislativa acolha um evento que faz apologia de um movimento ilegal e que há muito tempo ultrapassou sua finalidade inicial que era a busca da reforma agrária. Hoje todos sabem que o MST dirige suas ações contra o regime democrático. Filho do PT, o MST age como o seu criador. Utiliza as instituições democráticas – agora o parlamento catarinense – para destruí-las.
E, como comprova esse livro a ser lançado amanhã, nem as crianças escapam à sanha desse bando de desordeiros fascistas. A própria autora, sem qualquer pejo diz que seu livro “...busca estabelecer interlocução com as crianças dando a elas uma posição de sujeitos falantes, que subvertem, transgridem e permanecem, acima de tudo e apesar de tudo, crianças”. Humm...
Admira-me que os deputados catarinenses acolham os prosélitos desse nefasto movimento.
A Assembléia não só acoita a bandalha do MST como ainda divulga o evento através de seu setor de comunicação, sujeitando-se deletéria patrulha dos deputados petralhas. Eis a íntegra do press-release.
“Está marcado para amanhã (23), às 19 horas, no Espaço Cultural Jerônimo Coelho, na Assembléia Legislativa, o lançamento do livro “Infância, Educação e MST – Quando as crianças ocupam a cena”, de autoria da escritora e pesquisadora Deise Arenhart. O livro aborda, analisa e reflete sobre a constituição da infância no contexto da luta social do Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra (MST). Compreendendo o próprio MST como sujeito educativo na formação dos Sem Terra, destaca, principalmente, a relação que as crianças estabelecem com a Pedagogia desse movimento social.
Guiam as reflexões abordadas no livro algumas questões, tais como: O que é ser criança Sem Terra? Que experiências pedagógicas perpassam a constituição da infância no MST? Como as crianças percebem, significam e produzem a pedagogia do MST? Para que e como o MST educa? O que identifica as crianças Sem Terra e o que as diferencia de outras crianças? Como se relacionam, mutuamente, fatores como classe social, cultura e geração na constituição do ser criança Sem Terra?
Segundo a autora, “o mérito do livro é de ter abordado questões tão complexas a respeito da constituição do ser criança /no/ e /em/ Movimento, a partir delas mesmas”. Assim, busca estabelecer interlocução com as crianças dando a elas uma posição de sujeitos falantes, que subvertem, transgridem e permanecem, acima de tudo e apesar de tudo, crianças. Além disso, enfatiza Deise, “a obra não negligencia o papel das teorias, apoiando-se em autores clássicos e contemporâneos de referência para os estudos da infância e educação”.
O Partido do Povo Suíço (SVP) ampliou sua bancada parlamentar na eleição de domingo, recebendo 29 por cento dos votos após uma campanha marcada pela polêmica sobre a imigração.
O SVP, que já tinha a maior bancada, disse que não vai exigir mudanças na composição da coalizão de governo nem do Conselho Federal, o poder executivo composto por sete ministros dos quatro maiores partidos. A vitória do SVP já era muito esperada.
A campanha do partido foi marcada pelo protagonismo de seu líder, o populista Christoph Blocher, e por um cartaz em que "ovelhas brancas", representando os suíços, expulsavam uma "ovelha negra" imigrante do país. O partido acusa estrangeiros pelo aumento da criminalidade na Suíça.
A campanha foi muito criticada pelos adversários, e - coisa rara na Suíça - houve incidentes de violência durante um comício do SVP em Berna.
O presidente do SVP, Ueli Maurer, disse que o resultado é o melhor obtido por qualquer partido suíço desde 1919. Ele prometeu manter a agenda do partido, que inclui arquivar qualquer proposta ainda existente de adesão à União Européia.
"A questão da ascensão à União Européia deve desaparecer do último cérebro agora", disse Maurer após o anúncio dos primeiros resultados. "Vamos reduzir impostos. Vamos criar segurança." (Do site do Estadão).
MEU COMENTÁRIO:Em boa hora o povo suiço diz não à invasão bárbara dos botocudos. Os botocudos de todos os quadrantes do planeta são sempre politicamente corretos, de esquerda, defendem as ditaduras como a de Fidel Castro e as teocracias islâmicas. Enfim, defendem as iniqüidades, mas emigram sempre para os países desenvolvidos, democráticos e liberais.
Ou alguém pensa que esses vagabundos vão para Cuba, China, Irã ou Venezuela?
É isto aí suíços. Fogo nos botocudos! Deportem os vagabundos e limpem o país, do contrário haverão de arrepender-se.
Depois de vazar na internet antes mesmo do lançamento nos cinemas, o filme Tropa de Elite continua a bombar na rede. Se existisse, o Capitão Nascimento seria não um, mas uma legião de pessoas virtuais, com mais de mil perfis no Orkut, mais de mil vídeos no YouTube e até umBlog Capitão Nascimento.
Mas o que faz tanta gente querer se passar pelo policial do Batalhão de Operações Especiais (Bope) do Rio? “Ele virou um herói no Brasil porque é um general durão como nunca existiu no País. É como se fosse o Wolverine (personagem durão da equipe de mutantes X-Men, criada nos quadrinhos da Marvel), mas brasileiro. Um baixinho que não dá mole”, diz o “marqueteiro” do blog do Capitão Nascimento, que não quis se identificar.
“Acho que todos trazem dentro de si um pouco do Capitão Nascimento no que diz respeito à vontade de fazer justiça”, diz o gerente administrativo, C.S.P., de 26 anos, que tem um perfil falso do personagem principal do filme de José Padilha. Para o publicitário Leonardo de Sousa, de 31 anos, “é uma maneira de se manifestar, de mostrar sua indignação com o governo ou com o sistema em geral”.
No final, sobrou até para o Botafogo, neste vídeo intitulado "Tropa de Sofredores". Vale a pena assistir para dar boas risadas. A galera é tão criativa que chega a botar no bolso muitos programas humorísticos da televisão brasileira. (Clique aqui para ler esta matéria completa com todos os links e comunidades do Orkut inspiradas no filme e aqui: Capitão Nascimento, o herói indesejado).
Dá-lhe Capitão Nascimento!...heheheh...o vídeo é muito engraçado, embora deixe a galera do Botafogo um tanto chateada...hehe
O mais novo baluarte do Banco Botocudo do caudilho Hugo Chávez é Mantega, o ministro da Fazenda do governo petralha. Há dias ele vem atirando contra o Fundo Monetário Internacional– FMI, defendendo uma modernização do órgão e satanizando os países ricos. Parece até que já andou acertando com Chávez. Bom, em se tratanto de petralha, tudo pode acontecer.
Agora, se não fosse o FMI muitos países, inclusive o Brasil, teriam sucumbido às crises da economia internacional em passado recente. O socorro do FMI foi providencial.
Por outro lado, causa espécie que um ministro da Fazenda agrida os países ricos. Ora, quando mais ricos eles ficarem melhor para o Brasil e para o mundo. Ou Mantega está querendo insinuar que economias fortes como a americana causam prejuízos para o Brasil? Que melhor seria que tudo virasse uma Burkina Faso?
De qual compêndio de economia Mantega tirou essas lições?
O que segue são excertos de um artigo no Observatório da Imprensa, assinado por Walter Falseta Jr, defendendo o padre Júlio Lancelotti, aquele do misterioso Pajero. O artigo é de 16 de janeiro de 2006.
Felizmente, milito entre aqueles jornalistas "amigos" do padre Júlio Lancelotti, sacerdote católico que tanto incomoda aos poderosos da mídia criminosa e das castas cínicas neoliberais. Posso afirmar que o clérigo da Moóca figura entre os paulistanos mais respeitáveis, honestos e altruístas que conheci. Por isso, tenho colaborado voluntariamente em um de seus belíssimos projetos com o "Povo da Rua".
Tentei adivinhar quando emergiria, em toda plenitude, essa aguda e inevitável contenda na maior cidade brasileira: de um lado, a Pastoral de Rua e seu líder; de outro, Veja e aquilo que costumávamos epitetar vanguarda do atraso.
Mais adiante:
“À margem direita do rio, empina-se arrogante a torre do "pecado", hoje convertida em bunker dos corleones da comunicação. Entre tantos colegas de boa índole, mistura-se o que há de pior em nossas fileiras, empenhados num maquiavélico processo em que a manipulação da doxa tem por objetivo destruir a episteme. O panfleto mente! Depois, distorce, trama, sabota, e agride. Em seus quadros, mantém os mais obstinados inimigos da verdade, dedicados a restaurar preconceitos, atiçar ódios e instituir intolerâncias. Mais que tudo, entretanto, a colorida cartilha do mal esforça-se por injetar nas veias da classe média a desconfiança e o medo”.
Cruzes! Vade retro satanás!...hehehe...
(Clique aqui para ler o artigo inteiro. Mas é bom munir-se daquele saquinho providencial criado pelo meu amigo Orlando Tambosi).
Por meio do Fraudômetro é possível calcular a probabilidade de que uma determinada situação ou operação suspeita tenha mais ou menos características fraudulentas.
O Fraudômetro é extremamente oportuno, principalmente depois que o Brasil foi colhido por um turbilhão de corrupção a partir do governo petralha. Acaute-le e use sempre o Fraudômetro quando se defrontar com uma situação que tem tudo para degenerar em fraude e trambiques variados.
Todo o cuidado é pouco para quem tem de viver no lixo ocidental. Clique aqui e faça um testeonline em poucos segundos.
Resolvi transcrever aqui a coluna de Antônio Cícero, na Folha de São Paulo deste sábado, no caderno Ilustrada, pelo comentário que faz a respeito do livro de Richard Dawkins “Deus, um delírio” e, em especial, por pinçar da obra, um aspecto importantíssimo que é a desmontagem do mito que se construiu para afirmar que Einstein era um crente. Trata-se de um mentira. Einstein era um sujeito inteligentíssimo, o bastante para não acreditar em deus. Prestem a atenção nas distinções entre deísmo, panteísmo e teísmo.
Eis aqui a íntegra do artigo. Vale a pena ler:
NA COLUNA passada, fiquei de comentar o livro de Richard Dawkins "Deus, um Delírio". Afirmei então que o considerava um livro desigual, mas que merecia ser lido.
Trata-se de uma obra ambiciosa, pois pretende demonstrar, para um público culto, porém leigo, não apenas que a probabilidade de que Deus não exista é infinitamente maior do que a probabilidade de que exista, mas que o ateísmo é uma posição eticamente superior ao teísmo.
Segue-se que uma sociedade democrática composta de indivíduos que, em sua maioria, conseguissem dispensar a religião -ou, pelo menos, torná-la assunto puramente privado- teria grande probabilidade de ser melhor e mais feliz do que as sociedades em que isso não havia ocorrido.
Tal convicção explica por que "Deus um Delírio" não tem apenas um objetivo teórico, mas também -e sobretudo- prático. Não se trata, para o seu autor, meramente de interpretar, mas também de transformar o mundo. Daí o seu caráter militante.
Muito esquematicamente, pode-se dizer que o esforço de Dawkins se encaminha por três vertentes diferentes, porém interligadas: a do esclarecimento de determinados conceitos, a da crítica ao teísmo e a da defesa do ateísmo.
No que diz respeito ao primeiro ponto -ao qual, dadas as limitações espaciais, terei que me limitar, ao menos no presente artigo-, Dawkins faz algumas distinções como, por exemplo, entre deísmo, panteísmo e teísmo, entre as diferentes modalidades de agnosticismo etc. O sentido dessas distinções elementares não é meramente didático, mas polêmico.
Explico. Creio não ter sido o único adolescente que, ao manifestar certas dúvidas, ouvia dos adultos reprimendas como: "Quem é você para duvidar da existência de Deus, quando os maiores gênios da humanidade, como Einstein, acreditam nela?".
Pois bem, as distinções feitas por Dawkins se dirigem contra esse tipo de argumento. É que grande parte dos pensadores citados como crentes em Deus são, na verdade, deístas ou panteístas; e nem estes nem aqueles acreditam num Deus pessoal, tal qual o das religiões abraâmicas, que são o judaísmo, o cristianismo e o islamismo.
Para a maior parte dos deístas, "Deus" é o nome do princípio e causa do universo, no qual, porém, uma vez criado, jamais interfere. Sendo assim, o Deus dos deístas não produz milagres nem se interessa pelos homens.
Pode haver algo mais distante do Deus do Velho ou do Novo Testamento? Sim: o Deus dos panteístas, que se identifica com o próprio universo, a natureza ou as leis da natureza. Tal é o Deus de Einstein, que, neste ponto, se identifica, segundo ele mesmo, com Spinoza.
A rigor, pode-se, portanto, dizer que o descobridor da teoria da relatividade se encontra muito mais próximo do ateísmo do que do Deus de Abraão. "Não creio num Deus pessoal", afirmou ele certa vez, "e jamais neguei isso: sempre o exprimi com clareza".
Como, então, forjou-se o mito da religiosidade de Einstein? Entre as razões para se pensar que ele acreditava em Deus está, sem dúvida, o seu uso metafórico -por puro charme- dessa palavra. Algumas das suas mais famosas declarações são "Deus não joga dados", que, como diz Dawkins, pode ser interpretada como "o acaso não se encontra no cerne das coisas", ou a pergunta retórica "Deus tinha escolha, ao criar o universo?", que se pode entender como "o universo poderia ter começado de outro modo?"
Porém, mais importante é que, como Dawkins observa, com razão, é comum entre os cientistas e racionalistas uma reação quase mística -mas que nada tem de sobrenatural- à natureza e ao universo. "Se há algo em mim que pode ser considerado religioso", disse Einstein, "é a admiração incontida pela estrutura do mundo, na medida em que a ciência é capaz de revelá-la".
O fato de que há, no fundo, uma incompatibilidade entre essa atitude e a religião é expresso pela perplexidade que o astrônomo Carl Sagan, citado por Dawkins, exprime ao se perguntar: "Como é possível que nenhuma grande religião tenha olhado para a ciência e concluído: "Isto é melhor do que pensávamos! O universo é muito maior do que nossos profetas haviam dito, mais grandioso, mais sutil, mais elegante'?".
Confesso sentir um espanto semelhante ao de Sagan. Ademais, parece-me que, para cada ser humano, a maior maravilha e o maior mistério é que seja dada justamente a ele, seja lá quem ele for, a consciência de tal maravilha e de tal mistério.
A revista Veja desta semana traz como matéria de capa o aquecimento global. Aborda a questão de forma equilibrada sem ceder aos exageros que têm transformado a ecologia numa religião.
Mostra que, ao lado de catastrofistas como Al Gore, que utiliza a ameaça climática como tema para promoção pessoal e política, há um respeitável número de cientistas e ambientalistas que, sem descurar o problema, mostra que muitas afirmações prevendo o inferno na Terra amanhã não passam de falácias.
O dinamarquês Bjorn Lomborg, da Copenhagen Business School, é o mais prestigiado dos cientistas céticos com relação ao aquecimento global. Eleito pela revista Time como uma das 100 pessoas mais influentes do mundo, ele acaba de lançar o livro Cool It: The Skeptical Environmentalist's Guide to Global Warming, ainda sem tradução no Brasil.
Reproduzo como segue a entrevista que Lomborg concedeu à VEJA que foi às bancas neste sábado:
DIARIAMENTE SURGEM NOTÍCIAS PREVENDO MUDANÇAS CLIMÁTICAS DRÁSTICAS. ESTAMOS DIANTE DE UMA CATÁSTROFE IMINENTE? É claro que o aquecimento global existe e representa um problema, mas estamos assustados demais com ele. O aquecimento global é uma questão de longo prazo, com conseqüências perceptíveis dentro de 100 anos. De fato, ele pode aumentar o risco de desastres naturais, mas em proporção muito menor do que se diz.
O QUE PODE SER FEITO HOJE PARA EVITAR OS DANOS DO AQUECIMENTO GLOBAL NO FUTURO? Nas atuais circunstâncias, muito pouco pode ser feito. Hoje, 13% da energia usada no mundo é renovável. Estima-se que, em 2030, essa cifra não passe de 14%. Se queremos reduzir as emissões de carbono, temos de investir em pesquisa para tornar as energias alternativas mais baratas e viáveis economicamente. Trocar as lâmpadas da casa por modelos econômicos é uma atitude louvável, mas as mudanças precisam ser estruturais. Reduzir drasticamente as emissões de carbono nos próximos dez ou vinte anos, como propõem alguns governos, é atropelar a realidade.
O SENHOR DIZ QUE HA QUESTÕES AMBIENTAIS MAIS IMPORTANTES DO QUE O AQUECIMENTO GLOBAL. QUAIS SÃO ELAS? Num planeta onde 15 milhões de pessoas morrem todo ano por causa de doenças infecciosas que poderiam ser evitadas, e no qual só se fala em efeito estufa, me parece que estamos invertendo nossas prioridades. Mais importante que o aquecimento é o combate à aids, à fome e à malária. Há coisas incríveis que podemos fazer agora, com melhores resultados e a um custo bem inferior ao do combate ao aquecimento global.
QUE OUTRAS COISAS DEVERIAM SER FEITAS EM VEZ DE COMBATER COM URGÊNCIA O AQUECIMENTO? Quando um furacão atinge o Haiti, ele é muito mais letal do que quando atinge a Flórida. Isso porque os haitianos são mais pobres e têm menos condições de tomar medidas preventivas contra os danos dessas catástrofes. Se conseguíssemos romper com o círculo da pobreza e investíssemos em mais infra-estrutura em regiões carentes, deixaríamos as populações menos vulneráveis aos efeitos das mudanças climáticas. Fornecer água potável, saneamento, cuidados médicos e educação a todas as populações pobres do mundo, segundo a ONU, custaria 75 bilhões de dólares. É metade do custo anual que os países teriam se conseguissem cumprir 100% de suas metas de cortes na emissão de carbono.
O padre Júlio Lancellotti era o coordenador da Pastoral do Povo de Rua. A partir de agora, ele será conhecido também como o coordenador da Pastoral da Mitsubishi Pajero.
Recapitulo. Em meados de 2005, segundo o próprio padre Júlio Lancellotti, um assassino chamado Anderson Batista o acusou de abusar de seu enteado de 8 anos e passou a chantageá-lo com pedidos regulares de dinheiro.
Como um Michael Jackson da Mooca, o padre Júlio Lancellotti negou ter abusado do menino. Como um Michael Jackson do Belenzinho, ele preferiu pagar o chantagista mesmo assim. No total, foram mais de 50 000 reais, incluindo o pagamento de vinte parcelas de uma Mitsubishi Pajero.
A polícia terá de esclarecer todos os aspectos do relacionamento do padre Júlio Lancellotti com o chantagista, definido pelo advogado deste último como "amizade íntima". Foi chantagem? Foi presente?
A polícia terá de esclarecer igualmente se o dinheiro usado para pagá-lo saiu de suas economias pessoais ou da entidade beneficente que ele dirige. O padre Júlio Lancellotti declarou que pode contar apenas com os 1 000 reais que recebe da Igreja. Mentira.
Desde 1975, ele é funcionário contratado da Febem, e continua a ganhar do estado um salário de 2 480 reais. Além disso, a prefeitura repassa mensalmente à sua ONG, Bom Parto, 500 000 reais. É preciso saber se a Mitsubishi Pajero foi comprada com esse dinheiro.
No ano passado, o padre Júlio Lancellotti acusou a prefeitura paulistana de "práticas higienistas", por querer tirar os moradores de rua do centro da cidade, oferecendo-lhes "só um albergue".
Pode-se argumentar que o padre Júlio Lancellotti ofereceu ao morador de rua que ameaçou denunciá-lo por pedofilia muito mais do que um albergue. Ofereceu-lhe o aluguel de uma casa, uma bicicleta, uma motocicleta, um terreno, uma viagem à praia e – ei-la – uma Mitsubishi Pajero. Bem que ele poderia estender sua "amizade íntima" a todos os moradores de rua da cidade.
VEJA publicou uma reportagem sobre a disputa entre a prefeitura paulistana e o padre Júlio Lancellotti. Ele chamou a revista de "autoritária". A petista Maria Vitória Benevides foi mais longe – chamou VEJA de "fascistóide".
E o Observatório da Imprensa comentou a reportagem num artigo cheio de termos de duplo sentido, cujo significado só agora consegui entender: "o rabo do texto", "erguer o traseiro", "jornalismo de latrina", "o padre Júlio estende a mão", "via inversa", "amante da dialética", "iguaria de fel", "vanguarda do atraso".
O padre Júlio Lancellotti participou de todas as campanhas eleitorais de Lula.
Em 2002, ao tratar do problema dos menores abandonados, Lula apresentou a seguinte solução: "Você pega o padre Júlio e bota ele para cuidar de criança, ele vai cuidar melhor do que qualquer aparelho de estado". Dependendo do que a polícia descobrir, talvez não seja uma idéia tão boa assim botar o padre Júlio para cuidar de criança. (Coluna do Diogo Mainardi que está na Veja que foi às bancas neste sábado e está na internet).
Reproduzo após este prólogo, o texto integral do editorial deste sábado de O Estado de São Paulo, que foi ao ponto. Aliás, é o único jornal brasileiro que publica editoriais de qualidade, não só com relação ao texto mas, sobretudo, no que se refere ao assunto abordado. Também não se esconde atrás de metáforas subterfúgios estilísticos.
Diz o que deve ser dito, como faz na edição de hoje com o editorial intitulado “TV Pública”, alertando para o fato que o governo envia ao Congresso em forma de Medida Provisória a lei que cria a TV Petralha, para evitar que isto seja amplamente debatido em nível parlamentar que é o caminho certo num regime verdadeiramente democrático.
Em boa hora o Estadão concita o Congresso Nacional a rejeitar essa medida provisória vagabunda cuja intenção é revestir de legalidade uma afrontosa ilegalidade, já que o único objetivo desse estrupício denominado “TV Pública" é fazer propaganda do governo e idiotizar as massas.
Os parlamentares têm o dever moral e ético de rejeitar, sem maiores delongas, mais essa ignomínia botocuda do governo do PT.
Eis o texto integral do editorial do Estadão:
A medida provisória que cria a TV pública confirma os temores de quem acreditava que o governo Lula, a pretexto de criar uma rede de comunicação que apoiasse as manifestações culturais regionais e estimulasse a produção nacional de programas educativos, informativos e culturais - no sentido amplo da expressão -, na verdade montasse um esquema chapa branca de promoção dos interesses do governo.
Da maneira como está sendo constituída, essa não será uma TV pública - por definição alheia aos interesses do governo e infensa à influência e à propaganda dos governantes de turno -, mas uma TV governamental.
A primeira evidência de que o governo federal está mais preocupado em montar uma rede de comunicação para divulgar as suas realizações e sua propaganda - e não uma TV com finalidades educativas e culturais - é o instrumento escolhido para sua instituição: a medida provisória. Isso mostra que o governo quer evitar o debate em profundidade - que haveria se a matéria fosse tratada em projeto de lei -, primeiro, sobre a necessidade da criação de tal rede e, depois, sobre os mecanismos que a preservariam da indesejada influência governamental.
Fosse o Congresso Nacional mais cioso de suas prerrogativas, devolveria ao Planalto essa medida provisória - mais uma - que não preenche os requisitos indispensáveis de relevância e urgência que a Constituição exige para a edição desse tipo de ato.
A previsão de que em dezembro devem se iniciar, no País, as transmissões da televisão digital - um processo que se estenderá por uma década - não caracteriza urgência. E não há relevância na criação de um “sistema complementar ao sistema privado de serviços de radiodifusão”, quando se sabe que há décadas funciona, com essa mesma finalidade, a rede Radiobrás, cujo patrimônio, de resto, constituirá o patrimônio da tal TV pública.
A TV pública - ou Empresa Brasil de Comunicação (EBC) - terá, diz a medida provisória, “autonomia em relação ao governo federal para definir produção, programação e distribuição de conteúdo no sistema público de radiodifusão”.
Essa seria, de fato, a prerrogativa de uma empresa pública de comunicação. Mas não se pode esperar tamanha isenção e imparcialidade de um organismo cujos diretores são, direta ou indiretamente, escolhidos pelo presidente da República.
Começa que o estatuto da EBC será definido por decreto presidencial. O Conselho de Administração será constituído por um presidente, indicado pelo ministro da Comunicação Social, pelo presidente da Diretoria Executiva (nomeado pelo presidente da República), por dois conselheiros indicados pelos ministros do Planejamento e das Comunicações e por um conselheiro indicado conforme o Estatuto (feito pelo presidente da República).
O Conselho Curador, que deveria zelar pela independência da TV pública, será constituído por quatro ministros de Estado e um representante dos funcionários, bem como por 15 “representantes da sociedade civil” indicados na forma do Estatuto (aquele, feito pelo presidente da República). Ou seja, o governo indica os componentes dos órgãos de direção da TV que deveria ser pública e, quando não o faz diretamente, obedece a regras cozidas no Palácio do Planalto.
Para o ministro da Comunicação Social, Franklin Martins, não poderia ser diferente. “Se não for o presidente, quem vai indicar? Na Inglaterra, é a rainha.” De fato. Mas, na Inglaterra, a rainha não governa, reina. Ela não é filiada a partido político nem está sujeita às injunções das disputas eleitorais.
Além disso, quando a BBC roça a linha que separa o interesse público do interesse governamental, o Parlamento dispõe de meios para fazê-la voltar aos trilhos. Aqui, o ministro da Comunicação Social tem outra fórmula: “A sociedade vai fiscalizar. Se não for independente, (a TV pública) não vai dar certo.”
A “sociedade” não tem como fiscalizar a TV pública. Poderá apenas dar-lhe ou negar-lhe audiência - que é o que tem ocorrido com as televisões públicas em funcionamento. Mas não terá como impedir que essa rede seja um instrumento de proselitismo eleitoral e de propaganda ideológica.
Cabe ao Congresso rejeitar essa medida provisória para que a Nação não lamente, mais tarde, restrições maiores à liberdade de opinião e expressão.
A música do blog traz novamente para vocês o extraordinário quarteto da pianista Joanne Brackeen, sendo destaque Donald Harrison, no sax, sopro vigoroso e excelente improviso. No baixo Lonnie Plaxico e na bateria Danny Gottilieb. É uma performance no Jazz Open Stuttgart, na Alemanha. Postei no dia 24 de julho passado um vídeo com este quarteto com outra música desta mesma apresentação. É show. Jazz de primeira. Vale a pena ouvir.
AINDA BEM QUE OS ESTADOS UNIDOS ENTRARAM DURO NA PARADA
Dá-lhe Presidente Bush!
Esmague os ditadores!
E ainda há quem queira questionar a vocação democrática do Presidente George W. Bush. Hoje o presidente americano anunciou um novo pacote de sanções contra a Birmânia. Os EUA não aceitam a mudança do nome para Mianmar e estão se posicionando claramente contra a odiosa ditadura desse país asiático.
Enquanto isso, aqui no lixo ocidental, o governo petralha não emitiu sequer um piu contra a junta militar golpista que está torturando e matando os opositores do regime.
Salve os Estado Unidos. Dá-lhe, Presidente Bush. Esmague os ditadores assassinos e restaure a democracia na Birmânia.
O Ministério Público Federal em Santa Catarina vai entrar nos próximos dias com uma ação por improbidade administrativa contra o presidente da Petrobras, Sérgio Gabrielli, por repasses que considera ilegais, no valor total de R$ 2,59 milhões, a uma ONG do Estado. Segundo o procurador Celso Antonio Três, o caso também será enviado à CPI das ONGs, recém-instalada no Senado.
Em novembro, Celso Três enviou uma recomendação a Gabrielli, "visando cessar desvio de recursos públicos". O procurador solicitava a suspensão de transferência de dinheiro, a título de patrocínio/publicidade, ao Projeto Baleia Franca, operado pela Coalizão Internacional da Vida Silvestre. A ONG é comandada por José Truda, indicado pelo Ministério das Relações Exteriores como integrante da Comissão Internacional da Baleia.
"Inexiste qualquer comprovação científica da mínima validade técnica dos trabalhos desenvolvidos pela Coalizão. José Truda, seu criador e único titular, sequer ostenta qualquer formação técnica à atuação ecológica", escreveu o procurador.
"O Conselho Nacional do Ministério Público estabeleceu que, se uma recomendação é feita e a autoridade não toma providências, o procurador tem que entrar com uma ação", disse Três à Folha.
O procurador reiterou a recomendação em maio deste ano, ressaltando que, se os repasses não fossem suspensos, ele entraria com a ação, solicitando que o dinheiro fosse devolvido à estatal.
O patrocínio ao projeto começou em 2002, com R$ 290 mil. De lá para cá, as transferências aumentaram. Somente neste ano, já foram repassados pela estatal R$ 666 mil.
Por meio de sua assessoria, a Petrobras informou que não vê motivos para a interrupção do patrocínio e que o projeto tem conteúdo técnico e coordenação técnica especializada.
"Por seu turno, a Petrobras ignora o conteúdo científico, aportando dinheiro sem sindicar a idoneidade do projeto", escreveu o procurador.
Segundo Celso Três, há vários órgãos "sabidamente qualificados" em trabalhos científicos sobre baleias que não recebem recursos da Petrobras.
Ele citou como exemplo a APA (Área de Proteção Ambiental) da Baleia Franca, instituída por decreto presidencial em 2000, também em Santa Catarina. Segundo o procurador, como a Petrobras lança os repasses à ONG na conta de publicidade, a estatal teria de ter feito licitação, o que não ocorreu.
Celso Três citou dois exemplos que considera "aberrantes" em relação ao Projeto Baleia Franca. Segundo ele, a Petrobras paga R$ 150 mil anuais para incluir o logotipo da empresa no veículo da entidade, mais R$ 150 mil por conta de 10 placas de sinalização nos pontos de observação das baleias.
"Eles só ficam tirando fotos e catalogando baleias. Não há nenhuma comprovação técnico-científica do trabalho deles", disse Celso Três. (Da Folha de São Paulo desta sexta-feira).
O geneticista americano James Watson pediu desculpas ontem por declarações racistas dadas a um jornal britânico, que despertaram uma enxurrada de críticas no mundo inteiro.
Em entrevista nesta semana ao "Sunday Times", Watson, co-descobridor da estrutura do DNA, disse ser "inerentemente pessimista em relação ao futuro da África" porque "todas as nossas políticas sociais são baseadas no fato de que a inteligência deles é igual à nossa -quanto todos os testes dizem que não é bem assim". Não explicou que testes são esses.
Ontem, Watson escreveu um artigo para o jornal "The Independent" dizendo ter sido mal interpretado. "Àqueles que inferiram das minhas palavras que a África enquanto continente é de alguma forma geneticamente inferior, só posso me desculpar sem reservas."
No entanto, o cientista, de 79 anos, insistiu que questionar as bases genéticas da inteligência "não é ceder ao racismo".
Leia a íntegra do artigo:
A ciência e a controvérsia andam de mãos dadas. A busca da descoberta, do conhecimento, é muitas vezes desconfortável e desconcertante. Eu nunca deixei de dizer aquilo que acredito ser a verdade, por mais difícil que isso seja. Às vezes isso me deixa em maus lençóis.
Raramente, no entanto, mais do que agora, quando me encontro no centro de uma enxurrada de críticas. Porque, se eu realmente disse o que me foi atribuído, então só posso admitir que estou atônito com a declaração. Àqueles que inferiram das minhas palavras que a África enquanto continente é de alguma forma geneticamente inferior, só posso me desculpar sem reservas. Não foi isso o que eu quis dizer. E o que é mais importante, do meu ponto de vista, é que não há base científica para tal crença.
Eu sempre defendi que nós devemos basear nossa visão do mundo no nosso conhecimento, nos fatos, e não naquilo que gostaríamos que fosse. É por isso que a genética é importante. Porque ela nos levará a respostas a várias das grandes e difíceis questões que têm atormentado as pessoas por centenas ou milhares de anos.
Mas essas respostas podem não ser simples, porque, como eu bem sei, a genética pode ser cruel. Meu próprio filho pode ser uma das suas vítimas. Aos 37 anos, Rufus não pode viver uma vida independente por causa da esquizofrenia. Quando ele passou para a adolescência, eu comecei a temer que a origem de sua vida diminuída estivesse nos genes.
Foi essa percepção que me levou a ajudar a estabelecer o Projeto Genoma Humano.
Ao fazer isso, eu sabia que novos dilemas morais surgiriam para estabelecer os componentes éticos, legais e sociais do genoma. Desde 1978, quando uma jarra de água foi jogada no meu amigo de Harvard E. O. Wilson por dizer que os genes influenciam o comportamento humano, o ataque à genética do comportamento tem sido duro.
Mas a irracionalidade deve recuar logo. Em breve será possível ler mensagens genéticas individuais a custos que não quebrarão nossos sistemas de saúde. Ao fazermos isso, eu espero que vejamos se mudanças na seqüência de DNA e não influências ambientais resultam em diferenças de comportamento. Finalmente, nós poderemos estabelecer a importância relativa da natureza em oposição à criação.
Ao descobrir o tamanho da influência dos genes no comportamento moral, também poderemos entender como os genes influenciam a capacidade intelectual. Agora mesmo, no meu instituto nos EUA, estamos trabalhando em falhas genéticas no desenvolvimento do cérebro que levam ao autismo e à esquizofrenia. Poderemos também descobrir que diferenças nesses genes também levam a diferenças nas nossas habilidades para executar diversas tarefas mentais.
Em alguns casos, a forma como esses genes funcionam pode nos ajudar a entender variações no QI, ou por que alguns são excelentes poetas mas péssimos em matemática. Freqüentemente, pessoas com habilidade matemática alta têm traços autistas. Por isso, ao estudar o autismo e a esquizofrenia, acreditamos que chegaremos perto de uma melhor compreensão da inteligência e das diferenças na inteligência.
Ainda não entendemos direito a maneira pela qual os diferentes ambientes do mundo teriam selecionado os genes que determinam a nossa capacidade de fazer diferentes coisas. O desejo esmagador da sociedade hoje é assumir que poderes iguais de raciocínio são uma herança universal da humanidade. Mas simplesmente desejar que seja esse o caso não basta. Isso não é ciência.
Questionar isso não é ceder ao racismo. Esta não é uma discussão sobre superioridade ou inferioridade, é sobre tentar entender diferenças, sobre por que alguns de nós são grandes músicos e outros, grandes engenheiros.
É muito provável que 10 ou 15 anos se passem até que tenhamos um entendimento adequado da importância relativa da natureza e da criação na conquista de objetivos humanos importantes. Até lá, nós, enquanto cientistas, devemos tomar cuidado ao dizer verdades inquestionáveis sem o apoio de evidências. (Da Folha de São Paulo desta sexta-feira).
Salvador, região do Elevador Lacerda, ao anoitecer desta quarta-feira através da lente manejada com extrema habilidade e equilíbrio pelo meu amigo Zenóbio Tomio, catarinense, fotógrafo profissional, cidadão do mundo e que atualmente vive e trabalha em Salvador (BA).
Na verdade, são quatro fotos montadas de forma meticulosa para oferecer essa paisagem exuberante. Trabalho de relojoeiro. Salve a foto no seu computador, amplie e veja o que é bom para a tosse.
Não por ser meu amigo, verdeiro irmão, que recomendo os serviços profissionais do Zenóbio. Sem qualquer favor é um craque e grande figura humana. Os contatos podem ser feitos aqui mesmo, através do blog nos comentários ou no email do blog na coluna ao lado.
Os senadores do DEM reforçaram nesta quinta-feira (18) a posição do partido contrária à prorrogação da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF). Boa parte da reação foi provocada pelas declarações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva que, em seu sétimo giro pela África, chamou o partido de José Agripino Maia (RN), líder da sigla no Senado, de "demos".
"O presidente Lula tem tido uma postura arrogante e auto-suficiente. Não somos 'demos', somos democratas e temos por filosofia não aceitar que a carga tributária do Brasil continue sendo a mais alta de todas", afirmou o senador.
Agripino disse que a declaração de Lula vai na contramão da postura do presidente em exercício José Alencar que, ontem, esteve com ministros no Senado acenando com uma negociação para aprovar a prorrogação da CPMF o mais rápido possível, como quer o Planalto.
"Um dia o José Alencar vem aqui todo cortês e, no dia seguinte, o presidente se refere ao nosso partido de forma descortês e injusta. Que confronto com a atitude do presidente em exercício, que veio propor um diálogo num gesto de gentileza", discursou o líder dos Democratas na tribuna do Senado.
Apesar da decisão de se manterem contrários à CPMF, os próprios integrantes do DEM no Senado - são 14 - acreditam que a matéria será aprovada na Casa, pois o Planalto "jogará pesado" para atingir seu objetivo.
"O governo vai fazer o diabo. Será cooptação a qualquer preço", previu Agripino. "Isso para eles [governistas] são R$ 40 bilhões", prosseguiu. (Do site G1).
MEU COMENTÁRIO:E a turma do PSDB está quietinha. Afinal, foi o governo deles que inventou a CPMF. Alimentam a esperança de vencer a próxima eleição para meter também a colher.
Entretanto, se permanecerem fazendo esse sórdido jogo duplo, os petralhas votarão a dar um baile.O PSDB parece já fazer parte da base aliada à camorra. Que vergonha!
O desmoronamento da ex-União Soviética, a queda muro de Berlim e o fato de que todos os regimes socialistas descambaram para ditaduras cruentas e restritivas da liberdade que caíram de podres e enterraram o marxismo e suas variantes, são fatos irretorquíveis.
Mas no Brasil e de resto em toda a América Latina, de forma extemporânea e em descompasso com a realidade, as viúvas do marxismo continuam a terçar armas contra esses fatos, viajando pelas teorizações idiotas. Uns fazem isso por pura malandragem como alternativa para melhor executar a pilhagem do aparelho estatal; outros por ingenuidade e, sobretudo, por burrice.
Em ambos os casos, os prejuízos para o Brasil são incalculáveis. Basta dar uma voltinha pelo site da Fundação Perseu Abramo, do PT, para se ter idéia do que defendem os “intelequituais” petralhas. Chegando lá, experimenta-se a sensação de uma viagem ao passado, podendo-se extrair pérolas como esta:
“Na concepção de Gramsci, o processo de transição para o socialismo implica em desenvolver um novo Estado a partir de um princípio hegemônico alternativo, estabelecendo-se uma nova relação entre uma sociedade civil ampliada e um Estado restringido em suas funções coercitivas. Esta noção é, então, fundamental para pensar um princípio democrático de transição ao socialismo”.
Este é o plano do petismo. Usar as liberdades democráticas para, mais adiante, golpeá-las!
Watson enfiou a mão num vespeiro e leva cacete de todo lado
Cientista põe em causa a
inteligência dos africanos
Uma entrevista do biólogo James Watson, 79, com declarações racistas anteontem a um jornal britânico atraiu uma enxurrada de críticas de cientistas, sociólogos, políticos e ativistas de direitos humanos.
Watson, ganhador do Prêmio Nobel por ter descoberto a estrutura do DNA juntamente com Francis Crick, em 1953, afirmou ao jornal britânico "The Sunday Times" que africanos são menos inteligentes do que ocidentais e, em razão disso, se declarou pessimista em relação ao futuro da África.
"Todas as nossas políticas sociais são baseadas no fato de que a inteligência deles [dos negros] é igual à nossa, apesar de todos os testes dizerem que não", afirmou o cientista. "Pessoas que já lidaram com empregados negros não acreditam que isso [a igualdade de inteligência] seja verdade."
A declaração verbal foi apenas um jeito um pouco menos delicado de expor o que ele já havia escrito em seu recém-lançado livro "Avoid Boring People" (Evite Pessoas Chatas): "Não há razão firme para crer que as capacidades intelectuais de pessoas geograficamente separadas evoluam de maneira idêntica. Nosso desejo de considerar poderes iguais de raciocínio como uma herança universal da humanidade não vai se prestar a isso."
Pessoas que apontaram erros na declaração de Watson afirmam que a reação ao cientista precisa ser contundente. O cientista chegou ontem a Londres para divulgar seu livro, e já foi recebido com críticas -teve uma palestra cancelada no Museu de Ciência de Londres.
"Isso é Watson no nível mais escandaloso", disse Steven Rose, fundador da Sociedade para Responsabilidade Social em Ciência do Reino Unido. "Ele já havia dito coisa parecida sobre mulheres, mas eu nunca o ouvira entrar no terreno do racismo. Se ele conhecesse literatura sobre o assunto, saberia que está totalmente enganado cientificamente, além de socialmente e politicamente."
Dono de opiniões polêmicas, Watson ganhou o apelido de "Honest Jim". Em seu livro "Genes, Girls and Gamow", Watson se declarou favorável a um tratamento genético para deixar mulheres feias mais bonitas. Em outra ocasião, defendeu o direito ao aborto, se as grávidas pudessem saber se a criança nasceria homossexual.
Entre os cientistas que reagiram de maneira mais dura contra Watson estão os próprios geneticistas.
"Definitivamente, isso não faz sentido nenhum e é totalmente estapafúrdio", disse à Folha Sérgio Danilo Pena, da Universidade Federal de Minas Gerais. "É uma falácia de autoridade. Ele não é especialista no estudo de evolução de populações humanas. Ele estuda biologia molecular pura." Pena, cujo trabalho sobre populações brasileiras contribuiu em grande medida para derrubar o conceito biológico de raças humanas, afirma que a maioria das pessoas "não vai levar Watson a sério", mas que ele pode "inflamar os ânimos" daqueles que já são racistas.
Sobre a situação da África, Pena diz que nem sequer é uma questão de inteligência. "O Watson confunde uma situação histórica e social da África com uma situação biológica", disse. "O que acontece é que os africanos foram vítimas de uma colonização brutal por parte dos europeus." (RAFAEL GARCIA) (Matéria e foto da Folha de São Paulo desta quinta-feira).
Cassetete elétrico e aparelhinho: descarga de 150.000 volts.
Empresa oferece engenhocas
elétricas para defesa pessoal
É incrível a que ponto estamos chegando face à violência que campeia por todo o Brasil. Empresas de eletrônica fabricam aparelhos de defesa pessoal que descarregam choques de alta voltagem e baixa amperagem. Já estão criando engenhocas para a corpo-a-corpo com os botucudos.
A página da Eletrônica Santana, na internet, oferece aparelhos de choque manual. Segundo a empresa, esses aparelhos cujas figuras ilustrativas estão acima, são destinados à defesa pessoal e para lidar com animais ferozes ou rebanhos com descarga na ordem de 150.000 volts, porém de baixa amperagem. Informa ser um eficiente inibidor de agressões, sem causar danos físicos e funciona com bateria.
Informa também que o fabricante é aITM, empresa que produz os aparelhos Eletric Fire desde 1992, e tem vendido esses aparelhos para todo o Brasil e também os exporta. Embora sejam aparelhos geradores de um choque altamente inibidor, esclarece que “nunca soubemos que tivessem causados danos físicos de qualquer natureza em pessoas ou animais”.
No Recife manifestação pela paz: população está desprotegida.
Pais caminha para convulsão
social sob o desgoverno do PT
Não conheço estatísticas, mas depois que o PT chegou ao poder houve um aumento brutal da violência em todo o Brasil. Agora é em Pernambuco que acontecem manifestações pela paz, coisa restrita anteriormente ao Rio e São Paulo.
De janeiro a setembro deste ano, 3.473 pessoas foram assassinadas em Pernambuco. No ano passado inteiro foram registrados 2.097 homicídios, segundo informa o site G1.
É interessante notar que esse aumento da violência mostra que bolsa família, pro-Uni, ações afirmativas, cotas em universidades, bolsa-família e outras medidas similares voltadas à inclusão social de nada adiantarão se não forem acompanhadas daquilo que venho defendendo neste blog, que é o respeito à lei e à ordem.
E isto só será conseguido com algumas medidas radicais que incluem: tolerância zero, controle severo da natalidade e a adoção da pena de morte.
Quando digo que esta escalada da violência coincide com a chegada do PT ao poder isto fica provado por apenas um detalhe: não há uma só manifestação de protesto por parte dos tais movimentos sociais, com MST, UNE, CUT e assemelhados que são controlados pelo PT.
Essas organizações, quando se manifestam, normalmente é para invocar os direitos humanos e protestar contra ações policiais e nunca em defesa das vítimas desses odiosos botocudos.
O pensamento politicamente sobrepõe-se à razão e está conduzindo o país para o caos. A leniência do governo do PT conduz o país a uma convulsão social sem precedentes.
Há uma evidente tolerância ao banditismo pelo governo do PT e o desprezo às Forças Armadas, à polícia e a ações voltadas à segurança pública, ao respeito à lei e à ordem. (Foto: site G1).
No sábado o Globo publicou uma matéria onde fez relembrando o Massacre de Katyn, quando em 1940 as forças soviéticas massacraram 22 mil poloneses, a grande maioria oficiais do Exército da Polônia, católicos e críticos do regime soviético.
O caso foi descoberto em 1943, entretanto os ditadores comunistas da URSS negaram de forma veemente a autoria, mais tarde demonstrada em pesquisas de campo. Como sempre, a esquerda age assim. Esquerdistas, incluindo os socialistas e comunistas, são todos eles assassinos frios, mentirosos, golpistas.
Mas em 1990, a máscara caiu oficialmente, quando a chacina foi reconhecida pelo presidente Gorbatchev, o líder do movimento que pôs fim ao odioso regime comunista da União Soviética.
Lamentavelmente não vi o programa da Globo, mas foi devidamente registrado no ex-blog do Prefeito César Maia, que forneceu o link para o vídeo acima, France Actualité, da época, reportando a descoberta dos corpos empilhados em vala comum.
Mais um fato que comprova o horror, o terrorismo e o assassinato feito em nome dos pobres, discurso análogo àquele comumente proferido ad nauseam por Lula e seus sequazes.
Notem: regimes socialistas só são implantados na base da ditadura. Todos os esquerdistas, socialistas e/ou comunistas ou são assassinos ou assassinos em potencial e por isso têm de ser combatidos e banidos do convívio social.
Não se enganem. Todos os socialistas chegaram a poder brandindo a bandeira democrática, a defesa dos pobres e oprimidos e dos direitos humanos. Uma vez no poder transformaram-se em ditadores cruéis e sanguinários.
Esquerdistas são todos iguais. Pérfidos, vagabundos, falsos e traidores.