O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), "expulsou" na manhã desta quarta-feira (14), o empresário chinês Law Kin Chong da capital. "O senhor é um bandido, senhor Law. Sai fora da cidade de São Paulo. Se não sair por bem, vai sair no camburão", disse o prefeito, em meio a dezenas de blusas, bolsas, bonés e relógios contrabandeados.
Os objetos estavam guardados em uma das lojas do prédio do Shopping Pari, empreendimento de Chong na região central da cidade, onde ele também tem o Shopping 25 de Março. A sala teve de ser arrombada para a entrada dos policiais.
Com previsão de abrigar 1,2 mil barracas e 400 lojas em 30 mil metros quadrados, o centro comercial tinha previsão de inauguração até o fim de novembro. "Enquanto eu for prefeito, este shopping aqui não abre", completou Kassab. (Clique aqui para ler a matéria e ver o vídeo com a reportagem e a entrevista do Prefeito Gilberto Kassab, que está dando um banho de administração em São Paulo).
O pit bull é uma espécie de botocudo em forma de cachorro
Luiz Henrique, aprova logo
lei anti-pit bull. Fogo neles!
Eis aí, finalmente, uma providência de origem parlamentar digna de nota. Pelo menos aqui em Santa Catarina quem possuir cães pit bull terá que obedecer a uma rígida legislação que prevê, entre outras coisas, a esterilização desses animais que vêm aterrorizando a população, enquanto seus donos, que também são pit bull travestidos de gente, arcarão com pesada multa caso seus cães ataquem pessoas.
Sei que muitos poderão objetar à campanha que venho fazendo aqui no blog contra os cães pit bull. Seu eu fosse autoridade simplemente proibiria e instituiria uma legislação duríssima com pena de cadeia para quem ousasse manter ou criar esse monstrengo. O pit bull é um cão botocudo!
Agora está na mão do governador Luiz Henrique. Hei! Luiz! Caneta firme e aprova logo essa lei. Cumprimentos do blog ao deputado Marcos Vieira. É isso aí!
A Assembléia Legislativa de Santa Catarina aprovou em plenário, ontem, o projeto de lei que proíbe a criação, comercialização e restringe a circulação de cães da raça pit bull no Estado. O documento, de autoria do deputado Marcos Vieira (PSDB), chega na próxima segunda-feira à mesa do governador Luiz Henrique da Silveira (PMDB), que terá 15 dias para decidir sobre a aprovação da lei.
De acordo com o texto, todos os cães da raça devem ser esterilizados a partir dos seis meses de vida e só poderão ser conduzidos por maiores de 18 anos, com o uso de guia com enforcador e focinheira. O condutor será responsabilizado pelos ataques dos pit bulls, com multa inicial prevista de R$ 5 mil, que deverá ser aplicada em dobro, e, dessa maneira, progressivamente, nos casos de reincidência. (Do site do Estadão).
Autores do Manual do perfeito idiota latino-americano lançaram novo livro, A Volta do idiota. No Brasil a obra já está nas livrarias, editada pela Odisséia Editorial. Neste livro, tão bom quanto o primeiro, os autores criticam a volta do populismo de esquerda na América Latina.
Ao longo de todo o século XX, os líderes populistas da América Latina levantaram bandeiras marxistas, praguejaram contra o imperialismo e prometeram tirar seus povos da pobreza.
Sem exceção, todas essas políticas e ideologias fracassaram, o que levou ao recuo dos homens fortes e das ilusórias utopias da esquerda. Agora, uma nova geração de suposto “revolucionários” tenta ressuscitar os métodos ineficazes de seus antecessores. O venezuelano Hugo Chávez, o índio de araque boliviano Evo Morales e, como não poderia deixar de ser, Lula, o imperador do Brasil, coadjuvado por uma penca de sequazes que não hesitam em botar a mão no jarro em nome da salvação dos pobres.
Por isso, a Volta do idiota, escrito por Álvaro Vargas Llosa, Plinio Apuleyo Mendoza e Carlos Alberto Montaner é leitura obrigatória, um verdadeiro antítodo contra a idiotia imperante.
Como reconhecer um idiota?
Os Idiotas latino-americanos, tradicionalmente, se identificam com os caudilhos, figuras autoritárias quase sobrenaturais que têm dominado a política da região, vociferando contra a influência estrangeira e as instituições republicanas. Por outro lado, a visão de mundo do Idiota, vez por outra, encontra eco entre intelectuais ilustres na Europa e nos Estados Unidos.
São pontificadores, que aliviam o peso na consciência apoiando causas exóticas em países em desenvolvimento. Suas opiniões atraem fãs entre os jovens do Primeiro Mundo, para os quais a fobia da globalização oferece a perfeita oportunidade de encontrar satisfação espiritual na lamentação populista do Idiota latino-americano contra o perverso Ocidente.
Os autores de A volta do idiota demonstram que esses observadores estrangeiros estão deixando de compreender um ponto essencial: o populismo latino-americano nada tem a ver com justiça social.
Populistas têm características básicas comuns: o voluntarismo do caudilho como um substituto da lei, a denúncia do imperialismo (com o inimigo geralmente focado nos Estados Unidos), a projeção da luta de classes entre os ricos e os pobres para o terreno das relações internacionais, a idolatria do Estado como uma força redentora dos pobres, o autoritarismo sob a aparência de segurança e o clientelismo, uma forma de paternalismo pela qual os empregos públicos — em oposição à geração de riqueza — são os canais de mobilidade social e uma forma de manter o voto cativo nas eleições.
O legado dessas políticas é claro: quase metade da população da América Latina é pobre, com mais de um em cada cinco vivendo com 2 dólares ou menos por dia. E entre 1 milhão e 2 milhões de migrantes procurando os Estados Unidos e a Europa a cada ano, em busca de uma vida melhor.
Notem que nenhum desses migrantes procura Cuba, China ou Irã. Correm todos para os EUA, na maioria e, outro tanto, para a Suíça, Inglaterra e Alemanha. Buscam, portanto, os melhores países do mundo, que são verdadeiramente capitalistas, democráticos e liberais.
Tudo indica que o processo contra os 40 do Mensalão do PT corre o risco de acabar em nada em decorrência da prescrição.
Embora tenha sido extremamente eficiente e rápido na decisão de acolhimento da denúncia, o primeiro passo da ação penal só foi dado ontem, quando o Ministro Joaquim Barbosa estipulou o prazo de 60 dias para os interrogatórios dos réus.
Mas em poucas semanas, segundo nota matéria no site do Estadão, já surgirão obstáculos ao prosseguimento do feito: o recesso do Judiciário. Há ainda o fato de que alguns tribunais funcionam com escalas de plantão em janeiro e os interrogatórios podem atrasar.
Inverte-se o velho adágio: a Justiça tarda e falha.
Em post que está mais abaixo datado desta segunda-feira, abordei a questão relativa à crise da mídia tradicional a partir de matéria veiculada pela Folha no domingo a respeito dos blogs.
Os motivos que fazem os leitores de jornaismigrarem para os blogs independentes estão em artigos com este da jornalista Eliane Cantanhêde na Folha desta terça-feira, que transcrevo na íntegra após este prólogo.
A articulista trata o bufão venezuelano de forma condescendente, como convém a um jornalismo que insiste numa imparcialidade burra. Alude ainda ao fato de que Chávez consagrou-se através de eleições e plebiscitos.
Condena-o, de forma secundária, pelo fato de querer eternizar-se no poder. Mas resgata apoios de personalidades da política internacional ao caudilho. Dentre eles aquele formulado pelo português Mário Soares.
Ora, mesmo que seja o festejado líder socialista português que tenha tecido loas ao tirano, pau nele e no gorila.
Um governo que fecha uma emissora de televisão, que arma falanges fascistas para alvejar estudantes e que monta um plebiscito de cartas marcadas para eternizar-se no poder tem de ser repudiado.
Entretanto, ao invés de denunciar o bufão, Cantanhêde no final não esconde o seu lamento pelo fato de que Chávez usa um discurso personalista que afugenta aqueles que o apóiam. E não sente qualquer constrangimento em afirmar que "o problema do projeto Chávez é o próprio Chávez!" Fala sério, Cantanhêde!
O jornalismo tem que ter compromisso com os fatos, defender a democracia e a liberdade de imprensa. Quando se afasta desta orientação os leitores buscam outros canais informativos.
Leiam o que afirma Cantanhêde no seu artigo intitulado Cale-se!:
Rodou mundo a cena em que o rei Juan Carlos, da Espanha, mandou o presidente Hugo Chávez, da Venezuela, calar a boca. "Por que não se cala?", irritou-se ele, interrompendo um jorro de impropérios de Chávez contra o ex-presidente espanhol José Maria Aznar, a quem chamava de "fascista". O rei é adversário de Aznar, mas tudo tem limite.
Apesar disso, é um erro imaginar que o mundo inteiro considera Chávez ditador, maluco ou perfeito idiota. Em recente jantar em Brasília, por exemplo, os amigos José Sarney e Mário Soares monopolizaram as atenções, Sarney atacando, e o ex-presidente de Portugal defendendo o venezuelano.
Num outro jantar, também em Brasília, meses atrás, o assunto era criticar a Venezuela, ridicularizar Chávez e ironizar o seu "bolivarianismo", até o uruguaio Enrique Iglesias, ex-presidente do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), correr em sua defesa.
Você acha esquisito Soares e Iglesias defenderem Chávez? Eu também. Mas, para eles, Chávez é uma esperança numa região aviltada pela concentração de renda. Aplaudem os avanços na saúde, na educação, na habitação. A "loucura" seria só na forma, uma tática.
Essa visão, um tanto romântica, condiz com o início do projeto Chávez, produto de uma Venezuela espoliada e corrupta e polido por regras democráticas. Não é demais lembrar que Chávez passou por três eleições/plebiscitos.
O problema do projeto Chávez é o próprio Chávez. Ao falar demais, constranger visitantes estrangeiros e querer se eternizar no poder, ele perde importantes aliados internos e credibilidade externa.
Mário Soares e Iglesias (como parcelas respeitáveis do continente, inclusive no Brasil) aplaudem o projeto original, mas são antes de tudo humanistas e democratas. É gente assim que Chávez afugenta com suas investidas personalistas.
Mônica Veloso, a gestante que deu uma filha ao senador Renan Calheiros, mudou-se para Belo Horizonte. Nada de mais, afinal BH é uma das cidades desse imenso Brasil com uma qualidade de vida invejável. Pode-se dizer que Belo Horizonte é uma cidade onde se encontra de tudo com preços honestos. Da alimentação ao vestuário e do aluguel ao supérfluo, nada foge do aceitável. A especulação imobiliária ainda não chegou por aqui.
Mas, voltando ao assunto, objeto deste artigo, a nossa personagem da semana, Mônica Veloso, nasceu em Minas e morou por um bom tempo na capital desse Estado, quando do seu primeiro casamento. Como todos já devem saber, a ex de Renan Calheiros teve dois casamentos anteriores ao affaire republicano. Conto mais ainda, Mônica é vizinha de apartamento de uma amiga de minha família à qual visito frequentemente.
O prédio fica no bairro Anchieta e é habitado pela classe média alta belohorizontina. Nessas visitas não deixo de passar pela área de lazer do condomínio, pois, quem sabe, numa dessas não dou de cara com a mulher que “abalou a República” naqueles trajes propícios a um banho de piscina?
Acredito que mataria a curiosidade mais das mulheres do que dos homens, se aquilo tudo na moça é de fábrica ou se houve uma restauração digital. Confesso que até o momento em que escrevo estas linhas não tive o menor sucesso.
Soube que dona Mônica tem freqüentado muito pouco o prédio em conseqüência de seus compromissos culturais pelo país, ora ensaiando os passos de rainha de bateria de uma escola de samba carioca, ora autografando a sua principal obra literária, a revista Playboy de outubro.
Curiosamente, a capa da revista Playboy com Mônica Veloso trouxe um fato novo no comportamento dos leitores brasileiros. Pelo que sei, quem compra uma revista tipo Playboy é para ver mulher nua e se deliciar, cada um a sua maneira. No caso específico do número de outubro observei que muitos dos que adquiriram a revista não eram leitores habituais daquele tipo de publicação.
Pelo contrário, percebi que senhores de “moral inabalável” faziam, constrangidamente, filas nas bancas para levar o seu exemplar para ler no banheiro do escritório, é claro. Em casa nada feito, a patroa não iria tolerar tamanha desfaçatez. E as crianças, o que iriam pensar do próprio pai, defensor intransigente da moral e dos bons costumes.
Na verdade, o objeto de fetiche desses novos leitores não era propriamente o nu da “jornalista” Mônica Veloso, mas a decadência de um poder da República se rendendo aos prazeres oferecidos por uma mulher desconhecida a um dos seus pares.
Mais do que as curvas da nossa personagem, o que estava em questão no campo lúdico-político era ver, de perto, quem seria a mulher que teria levado um senador da República, presidente da Casa, a cair num ridículo nunca visto antes na história deste país. O que teria aquela mulher para fazer um senador destruir toda uma carreira política de anos, muitos anos?
Antes que me perguntem vou continuar visitando a minha amiga do bairro Anchieta. Nunca se sabe o dia de amanhã.
(*) Nilson Borges Filho é doutor em direito, professor, escritor e colaborador deste blog.
Está certo. Fumar é prejudicial à saúde, evidentemente. O Temporão, que começou bem no Ministério, foi contaminado pelo politicamente correto do petralhismo e abobou por completo. A sua grande façanha agora é perseguir os fumantes proibindo o fumo em qualquer lugar fechado.
Mas Temporão, como os demais patrulheiros antitabagistas, não têm coragem de proibir a bebida alcoólica, uma droga pesada que não afeta apenas os alcoólatras, mas é responsável por crimes, brigas, assassinatos e a maioria dos acidentes de trânsito, fato que não acontece com o uso do fumo.
O álcool está entre a drogas pesadas mas ninguém ousa proibir o seu consumo. Bares ficam abertos à noite toda e a bebida é vendida até mesmo nas ruas e consumidas à vontade por menores de idade. Isto sem falar na chatice que é ter por perto um sujeito com a caveira atolada de 51.
Há uma série de bobagens afirmadas como verdade, como por exemplo a de que existem “fumantes passivos”. Ora, como bem afirmou certa vez o genial Millor Fernandes, que nunca foi fumante, “aquele que morre com a fumaça alheia não merece viver”.
Enquanto a dengue come solta no Brasil, além de outras moléstias já banidas dos países desenvolvidos, o Ministro da Saúde se preocupa com os fumantes.
Mas Temporão, como o resto dos semoventes que habitam o lixo ocidental, não se incomoda nem um pouco com o fato de que as cidades brasileiras não possuem esgoto sanitário. As que têm esgoto, o tem parcialmente, como é o caso de Florianópolis, onde a maior parte dos dejetos é lançada diretamente no mar!
Aquelas que não têm mar jogam o cocô nos rios, córregos e lagoas. Com quase 200 milhões de habitantes o Brasil possui estatísticas comparáveis às mais atrasadas regiões afro-asiáticas no que respeita à infra-estrutura de saneamento básico.
É de admirar que Temporão é médico. Eu não. Mas sei que a higiene é o melhor antídoto contra a doença.
Não conheço até hoje um só bom caráter que exerça a patrulha antitabagista.
E, para finalizar, eu fumo e duvido quem se importa verdadeiramente com o fato de eu fumar. Trata-se de uma hipocrisia sem tamanho. Ninguém se importa com ninguém. Afinal, o egoísmo na verdade é que mantém, por paradoxal que possa parecer, a manutenção da vida e a proliferação da espécie.
O altruísmo só acontece em caso de grande comoção social e catástrofes climáticas (determinadas pela “mãe natureza” – digam aí ecochatos...hehehe...) justamente em obediência aos insondáveis desígnios da natureza que determinam a proliferação da espécie.
Passado o episódio adverso, tudo volta a ser como antes. Em clima de paz em tranqüilidade o egoísmo aí funciona como propulsor da proliferação, amparado no mais funesto e deletério defeito dos “seresumanos”, que é a hipocrisia. A riqueza, indispensável ao progresso e que financia as pesquisas da ciência em busca das soluções para os problemas humanos, só é acumulada à custa do egoísmo. Ou alguma pessoa vai empreender gratuitamente?
Diga aí Temporão! terminei este post e vou acender um cigarrinho...hehehehe...Ufa!
Charges como esta do Sponholz não estão na grande mídia
Só os blogs admitem que o
muro de Berlim veio abaixo
A Folha de São Paulo de domingo trouxe uma matéria sobre blogs a partir de outra em que mostra números indicando que esse jornal ainda é o de maior circulação no Brasil, embora tenha caído nos últimos tempos, como de resto toda a mídia convencional.
Em contrapartida, os blogs crescem adoiado em todo o mundo. Isto não quer dizer que os jornais vão acabar. Não faço coro com os que vaticinam o fim do jornalismo convencional, ainda que o impacto da internet sobre o modo de como se faz jornal ainda esteja no começo.
Creio que o Reinaldo de Azevedo resumiu tudo no último parágrafo da análise que faz da discussão levantada pela Folha:
“Uma das novidades trazidas pelos blogs — e aqui está uma boa pauta — é o exercício do pensamento fora dos cânones do politicamente correto, subproduto da esquerda esclerosada. O Muro de Berlim já caiu faz tempo. E caiu sobre a cabeça das esquerdas. Mas, nos jornais, tem-se ainda a impressão de que foi o contrário.”
O recente anúncio pelo governo informando ter achado uma mina de petróleo fenomenal foi noticiado pela grande mídia como se esta fosse um apêndice do governo Lula. Não que o fato em si não seja importante. Mas cabe ao jornalismo separar o que é notícia do que é marketing.
E todas as pessoas razoavelmente inteligentes sabem que nessa história há muito mais de marketing do que de notícia já que, por maior que seja esse lençol de óleo, não irá espantar o fantasma do apagão e nem mitigar a crise do gás. Os técnicos estimam que Tupi poderá ser viável daqui a uma década.
É por essas e outras que os jornalões vão ficando para trás e têm o sabor de uma coisa antiga para aqueles leitores que já se acostumaram a buscar nos blogs aquilo que falta na mídia convencional: a opinião e o ceticismo. Afinal, aquilo que é evidente é o que costuma não ser pensado!
Sempre gostei muito de concursos de miss e principalmente de ver o desfile. Vi alguns. Entretanto, não sei a razão, mas decretaram que esses certames de beleza (eita!) são kitsch.
Pois está aí um dos concursos mais interessante já inventado pelo homem e, quando flagro um deles, mando ver aqui no blog e dou a maior força, homenageando as mulheres, particularmente aquelas bonitas, charmosas, gostosas e, especialmente doces. Se forem razoavelmente inteligentes melhor ainda.
A eventual ausência de algum prodígio cerebral é preenchida tranquilamente pela doçura, a feminilidade e, claro, a sensualidade. Nada mais deplorável e triste do que a rudeza do feminismo. Concursos dessa natureza contribuem para a harmonia social, porquanto são poderosos antídotos contra o desagregador feminismo e a masculinização da mulher.
Na foto acima as vencedoras do concurso de Miss Terra, a partir da esquerda: a venezuelana Silvana Santaella Arellano (Miss Água), a canadense Jessica Nicole Trisko (Miss Terra), a indiana Pooja Chitgopeker (Miss Água) e a espanhola Angela Gomez (Miss Fogo), durante a coroação, em Manila. (Site G1 – foto: Reuters).
Todas são muito bonitas. Mas dentre elas fico com a espanhola, a Miss Fogo Ângela Gómez. E nem precisa saber tocar castanholas...hehehe...ela é muito gata. Ela é linda, linda, linda!
Num post que escreveu hoje em seu blog e que reproduzo após este prólogo, Aguinaldo vai ao ponto, coincidindo em muito com a minha visão política e social da atualidade.
Se a novela está levantando polêmica, criando algum tipo de discussão civilizada como ocorre com o cinema nos EUA ou Europa, por exemplo, tudo bem. Acontece que Aguinaldo Silva está sendo ameaçado de morte por causa dos assuntos que aborda na novela!
Ora, isto é fascismo puro. Intolerância zero com a cultura, com debate e o contraditório que tipificam um ambiente democrático e tolerância total ao banditismo, à imoralidade e à cretina inversão de valores.
Isto é um sinal dos tempos e o apogeu da mediocridade e da idiotia sob o pontificado de Lula e seus sequazes. O petismo faz como Chávez na Venezuela. Estimula e financia falanges fascistas de bate-paus para assacar contra todos aqueles que se negam a professar uma ideologia das trevas, ou seja, o esquerdismo que já foi varrido das repúblicas que integravam a ex-URSS e que se encontra moribundo na Ilha de Fidel Castro. Lá os cubanos esperam apenas o charuto apagar.
Aqui no lixo ocidental renasce depois de morto, como monstro de filme de terror de terceira categoria.
Devo este post à amiga Nariz Gelado, cujo blog merece ser acessado diariamente. Nariz, sempre atilada, deixou um comentário aqui avisando sobre a ameaça de morte que Aguinaldo Silva sofre por parte dos bate-paus da esquerda rançosa e jurássica. Ela também escreve sobre isso lá no seu blog. Parece mentira, mas é a verdade. Leiam o post de Aguinaldo na íntegra:
“Em 1978, quando a ditadura já seguia em velocidade de cruzeiro e muitos intelectuais de esquerda haviam dado um jeito de mamar de novo nas tetas do governo que supostamente ainda condenavam, eu ganhei o I Prêmio Abril de Jornalismo no gênero “melhor reportagem individual”, com uma matéria intitulada “Pobres Homens de Ouro”.
Os Homens de Ouro, se vocês não sabem, era o ovo da serpente do qual nasceu o Esquadrão da Morte e seus afiliados da época, todos de sinistra memória. Então, aos olhos de todos, inclusive os meus, os mocinhos (ou seja, a polícia) eram os bandidos.
Esse foi um cacoete que adquirimos naqueles tempos difíceis, e do qual muitos não se livraram até hoje: para estes, a polícia não presta. E os bandidos, mesmo aquele psicopata sedento de sangue do ônibus 174, são apenas heróis românticos, justiceiros dispostos a expropriar o que lhes pertence e que nós, a chamada “elite”, lhes roubamos, porque temos o atrevimento de trabalhar e ganhar dinheiro.
Naquela época, os Homens de Ouro, que eram sete e incluíam o famoso Mariel Mariscot, era o que havia de mais temível. Ao escrever sobre eles, e mostrar como eles progrediram na vida através do terror e da mão grande, eu fui premiado, mas causei preocupação aos amigos, que me perguntavam a toda hora: “você não tem medo?”
Eu tinha. Então eu era – desculpem a falta de modéstia – uma das “estrelas” dos jornais alternativos Opinião e Movimento, para os quais fazia matérias semanais Muitas vezes eu saía de madrugada de minha casa no então ameno bairro de Santa Teresa para entregar meus textos na redação dos jornais no Jardim Botânico.
E enquanto atravessava a Rua das Laranjeiras, o Cosme Velho e o Túnel Rebouças no meu Fusca, tinha a nítida sensação de que estava sendo seguido. Em geral estava. Mas as ameaças nunca passavam disso.
Então eu já tinha sido preso (fiquei 70 dias na Ilha das Flores, 45 dos quais incomunicável), e também fui processado três vezes, sempre por delitos de opinião, que permitiam ao então Ministro da Justiça, o dr. Armando “no coments” Falcão, me enquadrar na Lei de Imprensa.
Podia, por causa da prisão e dos processos, ter pedido indenização ao governo atual, como fizeram muitos. Mas não acho que o povo tenha que pagar pelos agravos que sofri em virtude de minhas convicções políticas.
Por isso prefiro viver às minhas próprias custas. E se tem alguma coisa da qual vou me orgulhar na hora da morte é de sempre ter vivido do meu trabalho e jamais ter mamado nas tetas de nenhum governo.
Sim, na época eu tinha medo. Mas por mais sangrenta que fosse a ditadura, as aflições que então sofríamos por causa disso não tinham tanto peso quanto têm as aflições de hoje, quando somos supostamente livres.
É que na época os militares até podiam impor arbitrariamente sua vontade. Mas pelo menos não eram fundamentalistas, não achavam que tinham a missão divina de reorganizar e assim salvar o mundo. E agora...
Agora os que não concordam com o que está aí também sentem medo. E são seguidos na calada da noite. E são ameaçados. E têm suas contas bancárias secretamente devassadas. E recebem telefonemas sinistros disparados de celulares com IDs privados. E morrem sim, porque alguns, como aquele prefeito lá de Santo André, são mortos nunca se sabe porquê nem como.
Digo a vocês sem maiores rodeios. Neste momento eu sinto medo, e tenho sérias razões pra isso. A julgar pelo que dizem os telefonemas disparados dos tais celulares com IDs privados, por motivos alheios à minha vontade posso até nem terminar a novela DUAS CARAS, que tanta discussão está gerando.
Mas fica o aviso: se eu parar não será por minha própria vontade. E embora, no final de contas, o que eu faço seja “apenas Chinatown”, ou seja, uma novela, se eu não puder terminá-la porque amanheci, como dizem os tais telefonemas: “com a boca cheia de formigas”, espero que um dia Mamãe História se pronuncie e alguém venha a ser responsabilizado por isso.
Mas não se preocupem. Isso ainda não é uma despedida. Até o próximo texto!” (Para ler o blog do Aguinaldo Silva clique aqui).
No final do século XIX e início do século XX, a astrologia sofria um grande declínio, porém voltou a florescer durante os anos 70, e atualmente é quase impossível encontrar alguém que não saiba qual é o seu signo ou que nunca tenha lido no jornal o que os astros lhe reservaram para aquele dia.
Outros vão mais longe e consultam os astros para tomar decisões do tipo quem contratar para um emprego ou em quais ações investir. Outros prevêm os resultados de eleições presidenciais.
Clique aqui para saber tudo sobre a astrologia e livrar-se do perigo de cair na mão dos charlatões.
Embora o PT já tenha quase 30 anos de vida até hoje não conseguiu amealhar quadros e lideranças fortes com preparo intelectual e competência capazes de conferir à legenda a habilitação ao exercício do poder.
A prova da fraqueza desse partido, que na verdade nunca ultrapassou o âmbito sindicalista, aconteceu já no início do primeiro mandato na montagem dos ministérios. Foi então que surgiu a pergunta: afinal, onde estão os quadros do PT, seus intelectuais? lembram-se?
Para começo de conversa, embora com todos esses anos de atividade política, o PT teve sempre um eterno candidato à presidência: Lula. E, mesmo com quase seis anos detendo o poder, o partido continua na estaca zero naquilo que concerne a fazer surgir novas lideranças com cacife eleitoral e que reúnam condições mínimas para o exercício de um mandato, seja ele executivo ou legislativo.
Embora se possa fazer ressalva à oposição e, principalmente ao PSDB, o certo é que essa agremiação, ainda que de postura titubeante, apresenta para o eleitorado dois candidatos à presidência da República inegavelmente fortes: José Serra e Aécio Neves.
E mesmo o DEM, que tem sofrido avarias nos seus quadros e promovido até mesmo algum expurgo, faz surgir novas lideranças, como o prefeito Gilberto Kassab, que está mudando a cara do município de São Paulo. Isto é um fato inegável e basta dar uma volta pela capital paulista para ver que Kassab está promovendo uma verdadeira limpeza urbana.
Pelo que consta, Serra também faz um governo eficiente, igualmente seu colega mineiro, por mais que tenhamos restrições à estratégia política desses dois governadores tucanos com sua tolerância ao lulismo.
Agora experimentem encontrar algum novo político de expressão no PT? Nada. Nada além de sindicalistas que aparelham todos os órgãos estatais e, onde metem a mão, destroem o mínimo de organização que existia, como no caso do transporte aéreo, sem falar no fato de que a incompetência e a incúria do petismo ameaçam castigar o país com um funesto apagão energético que já começou com a crise do gás. Não há uma obra de infra-estrutura conseqüente na área da energia que é vital.
Em rápidas pinceladas o quadro político é este aí. E, com 2010 cada vez mais perto, o desespero começa a tomar conta dos milhares de apaniguados do PT empregados nos organismos públicos, sem falar no fato de que ONGs, sindicatos e os tais movimentos sociais estão todos dependentes diretos do Estado. Não admitem perder o poder nem que a vaca tussa. Como já deu sobejos exemplos, a democracia do petismo é aquela do partido único.
Os petistas postam-se como os detentores da verdade universal: "nunca antes neste país", entremeia o Apedeuta em cada frase que profere.
À falta de qualquer nome de peso para concorrer ao pleito de 2010 só resta ao PT a recondução de Lula para um terceiro mandato. Não se iludam. Aprovada a CPMF começa o segundo tempo desse jogo de cartas marcadas voltado a construir as condições para transformar o pleito do ano que vem num plebiscito.
Os petistas no momento estudam uma fórmula capaz de revestir de legalidade o ato de rasgar a Constituição para eternizar Lula e seus sequazes no poder. (O texto completo deste meu artigo está lá no site do Diego Casagrande, banner-link ao laod, onde sou articulista permanente. Lá incluou o conteúdo da denúncia do ex-Blog como está no post inferior. Quem não conhece vale a pena ler o site do Diego Casagrande, prestigiado e conhecido jornalista de Porto Alegre).
Destituído de quadros e lideranças fortes capazes de disputar a próxima eleição presidencial, o PT já começa a preparar um golpe branco, isto é, revestido de legalidade, para dar a Lula o 3º mandato.
Eis que no seu boletim de hoje, denominado o ex-Blog, o Prefeito do Rio de Janeiro, César Maia, publica uma correspondência interceptada na comunicação entre dois dirigentes do PT. Leia e tire as suas próprias conclusões:
"Agora sim, o procedimento que vamos adotar está lido, relido e analisado por dois grandes juristas, cujos nomes já lhe informei pessoalmente. O memorando dele é objetivo e claro. Os passos serão os seguintes, na Câmara e no Senado. A novidade que ele confirmou, é que com este procedimento se prescinde de emenda constitucional prévia. A) Decreto legislativo convocando plebiscito em 2008, na data da eleição municipal aprovando a segunda reeleição, ou terceiro mandato consecutivo. B) Basta a assinatura de 1/3 dos deputados e depois dos senadores. C) Presença no painel em plenário: 50%. D) Votação se dá por maioria simples independente do numero de votos. Uma vez realizado o plebiscito com a vitória inevitável pró segunda reeleição ou terceiro mandato, a legitimidade da tese e a pressão popular, seriam avassaladoras. Aí sim se faria tramitar a PEC como simples ratificação da vontade popular. Irresistível. Ideal seria que a proposta de Decreto Legislativo fosse apresentada simultaneamente nas duas casas já com 1/3 dos deputados e senadores. Mas é importante que a primeira votação seja na Câmara. Lembro que nenhum parlamentar de nossa base que não queira se comprometer terá problemas. Basta se ausentar da votação. Um terço temos fácil e depois garantir o quorum de 50% e se ausentar, e deixar para os mais firmes a maioria simples em plenário, é outra vez muito fácil. Depois do plebiscito, que deputado ou senador terá coragem de votar contra a PEC? O terceiro mandato sairá das ruas".
O blog não poderia deixar de falar do anúncio da Petrobrás sobre o descobrimento de uma fabulosa jazida petrolífera sob o mar territorial brasileiro.
O certo é que descoberta como essa não ocorre do dia para a noite. É algo que vem sendo pesquisado há muito tempo. Provavelmente o resultado da pesquisa estava guardado na gaveta dos amanuenses da Petrobras para ser largado, digamos, num momento politicamente oportuno. Quem sabe junto com a campanha da reeleição do Apedeuta? É possível.
Entretanto, a agudeza da crise energética que se abate sobre o país em razão da incúria governamental obrigou a turma do PT a desovar a boa nova de forma antecipada. Até mesmo para atenuar a paulada que o governo dará com um aumento no preço do gás que pode ir de 15 a 20%.
Incompetente completamente para administrar o país, em compensação essa turma do PT é bamba no marketing, sem falar na montagem de esquemas eleitoreiros tipo dossiê fajuto, por exemplo. Quando não tem descoberta de petróleo, os petralhas (eita! trocadilho), vão de mensalão, dólares na cueca, Freud, dossiê, e trambiques correlatos.
Entretanto, todo esse petróleo que afirmam estar lá no fundão só poderá vir à tona, se tudo correr bem e houver dinheiro, daqui a uma década. Até lá salve-se quem puder.
O aumento no preço do gás terá um impacto inaudito na economia com óbvios reflexos sobre o sistema político. Isto sem falar na ameaça de apagão energético.
Mesmo com esse achado monumental o país segue de mal a pior. Seria preferível que não houvesse uma gota de óleo, mas a Nação se visse livre dessa república sindicalista que nos leva a passos largo de volta ao tempo do boi, do arado e da lamparina.
Petrobras faz negócios com
terroristas e perde parceria
UPDATE - O governador do estado americano da Flórida, Charlie Crist, que lidera uma missão comercial de seu país no Brasil, cancelou nesta quinta-feira (8) uma reunião de negócios com diretores da Petrobras, alegando que a estatal mantém relações com o governo do Irã.
"Continuaremos seguindo o caminho moral e prudente de não fazer negócios com companhias que apóiam o terrorismo e assim estabelecer um exemplo para os demais estados e nações", disse Crist, segundo um comunicado no site do governo da Flórida. (Clique aqui para ler mais).
Lisa Ekdahl é uma cantora sueca adorável. Voz cálida, afinadíssima, delicada e muito charmosa. Esteve agora no Brasil no Tim Festival. Estava pronto para ir vê-la, mas depois fiquei imaginando ter de enfrentar os aeroportos brasileiros. Desde junho, quando estive participando como debatedor do programa do Cazé, na MTV, não tirei mais os pés aqui da Ilha, pois naquela oportunidade fiquei vagando uma noite inteira no aeroporto de Guarulhos.
Outro fato que me desestimula a ir a São Paulo são os botocudos que dominam essa extraordinária metrópole. O sujeito quando transita por São Paulo sente no ar que o perigo lhe cerca. Está certo que aqui em Florianópolis as coisas não são as mil maravilhas como costumam afirmar jornalistas da grande mídia. Entretanto, é um pouco melhor. Há botocudos, é claro, mas em número menor. Ufa!
Epa! Me desviei da Música do Blog. Retomando as linhas iniciais falava que essa sueca linda e de voz doce e sensual canta jazz. E, pasmem, bossa nova também. E bossa nova da pura, da legítima.
No vídeo acima ela canta a conhecidíssima It Had to Be You, com o apoio do competente Peter Nordahl Trio. Reparem o improviso do piano. É o que eu denomino de “música civilizada”, com arranjo sofisticado e de raro bom gosto.
No vídeo abaixo, num clip muito bem feito, Lisa canta L’Aurore, bossa nova autêntica. Está aí. Enquanto suecos, americanos, italianos, japoneses, alemães e ingleses curtem adoidados a bossa nova, aqui no lixo ocidental nem um nota musical dessa criação eminentemente brasileira. E tome pagode, sambão e chorinho. O tal do choro dá a idéia do Brasil velho e mofado. O pagode e o sambão lembram os botocudos. Argh!
Aliás, a bossa nova é a única coisa realmente boa, perfeita do ponto de vista musical e artístico criada aqui. Do Brasil só presta a bossa e nada mais. E tanto é que continua sendo gravada pelos mais importantes e criativos artistas do mundo civilizado. Às vezes, custo a crer que tenha sido mesmo invenção de brasileiros.
Há muito que o kitsch vem dominando a cultura brasileira. E as coisas ficaram muito piores depois que estética petralha tornou-se dominante. Não é à toa que a bossa nova surgiu exatamente no interregno mais democrático da história brasileira. Coincidiu com o governo JK, com a industrialização, com a chegada da primeira montadora de automóveis e com desenvolvimento econômico e a modernização.
E um fato curioso é que o governo JK nunca mais foi lembrado nos discursos dos políticos da atualidade. Em contrapartida, tecem loas ao ditador Getúlio Vargas. O Brasil do século XXI inspira-se no mais autêntico ambiente kitsch. A estética, em filosofia, é o tratado do belo e, também, a forma pela qual desvelamos o mundo.
Dito isto, convido-os a verem e ouvirem Lisa Ekdahl. Um bom antídoto contra o botocudismo imperante. Mesmo que você, caro leitor, não seja aficionado em jazz e bossa nova como este modesto escrevinhador blogueiro, clique e dê pelo menos uma olhadinha.
Estudantes faziam uma passeata pacífica contra Chávez
Gorilas de Chávez disparam
contra estudantes em Caracas
Na Venezuela há sério confronto entre estudantes acossados por paramilitares chavistas, pelo que indicam as fotos, que alvejaram estudantes com tiros.
É incrível, mas o noticiário internacional dos jornais brasileiros continua fracote no que respeita aos acontecimentos da Venezuela onde cresce a oposição do governo do ditador Hugo Chávez e a sua tentativa de se eternizar no poder através de um plebiscito fajuto marcado para o próximo mês.
Por enquanto apenas o site do Estadão está publicando uma seqüência de fotografias da qual pinçamos estas três. Isto já dá uma idéia do que está ocorrendo naquele país.
Update 1:
Pelo menos duas pessoas são
feridas pelo fascismo chavista
Agora há uma matéria, incipiente e mal apurada, da agência Reuters, no site do Estadão sobre a repressão chavista contra os estudantes. Ao que tudo indica Chávez teria agora na mão um pretexto para ocupar os campi das universidades com tropas militares. A matéria da Reuters não alude sobre os atiradores, em trajes civis e mascarados. Trata-se de uma clara ação paramilitar do tipo fascista.
O que está acontecendo é que essas agência de notícias internacionais parece que também estão aparelhadas por um jornalismo cretino e stalinista. Onde já se viu uma agência do tamanho da Reuters fazer uma reportagem ouvindo uma testemunha desses eventos, quando eles estão acontecendo praticamente todos os dias na Venezuela.
Estranho também que os grandes jornais brasileiros, como Folha e o Estadão não enviam repórteres especiais para cobrirem esses fatos gravíssimos que atentam contra a democracia e a liberdade no continente latino-americano.
Resta esperar pela revista Veja deste final de semana que, por certo, haverá de reportar esses tenebrosos acontecimentos por conta da truculência do ditador bufão. Veja, por isso mesmo, continua sendo a única publicação cuja redação não está aparelhada por um bando de idiotas como acontece com o restante da mídia brasileira. Uma vergonha. Logo a mídia cuja sobrevivência depende da democracia e da liberdade de expressão.
Eis a matéria ridícula da Agência Reuters que, por certo, também tem sua redação infestada de idiotas latino-americanos ou politicamente corretos que compõem a idiotia européia e americana. Lá também existe essa praga, porém em menor quantidade:
Pelo menos duas pessoas foram baleadas na quarta-feira numa universidade venezuelana depois de uma grande passeata estudantil contra a reforma constitucional com que o presidente Hugo Chávez pretende obter o direito de se reeleger indefinidamente.
Várias pessoas foram hospitalizadas por causa de incidentes no campus depois da passeata que reuniu milhares de estudantes. (Clique aqui para ler toda a matéria).
CLIQUE AQUI PARA LER O QUE ESTÁ NO SITE DO JORNAL VENEZUELANO EL NACIONALE AQUI PARA IR AO SITE DA TV GLOBOVISION, ATÉ QUE A MÍDIA BOTOCUDA RESOLVA APURAR ESSES ACONTECIMENTOS QUE, REPITO, ATENTAM CONTRA A DEMOCRACIA E A LIBERDADE!
Update 2:
Do site do canal de televisão venezuelano Globovision:
El país se opone a la reforma constitucional que intenta imponer por todos los medios el Presidente Chávez. Las manifestaciones estudiantiles, las expresiones de los políticos de todas las tendencias, incluidos las de organizaciones afectas al régimen y la posición de militares hasta ahora actores principales de la revolución, muestra que definitivamente los venezolanos no estamos dispuestos a entregar nuestra libertad y nuestra tranquilidad a un grupo minoritario que pretende imponer un sistema político, económico y social que nada tiene que ver con el sentimiento de los venezolanos y con el perpetuarse en el poder.
O artigo do ex-Senador e ex-governador catarinense Jorge Bornhausen, que integra o Conselho dos Democratas, na Folha de São Paulo de hoje está perfeito e merece ser lido atentamente. Por esta razão reproduzo aqui na íntegra:
ERRO DE script ou, quem sabe, uma precipitação no cronograma de eventos do esquema lulista- tornou público os planos de promover um plebiscito com as eleições municipais de 2008 para permitir um terceiro mandato ao presidente da República. E com a prorrogação -de quatro para cinco anos- do atual mandato de Lula.
Mas ninguém dirá que o autor da proposta, o deputado Devanir Ribeiro, sindicalista da confiança pessoal do presidente, é um livre atirador. Pelo contrário, trata-se de uma voz autorizada e prestigiada.
Não era para ser assim. Como tudo no governo Lula -um jogo político em que pouco importam os meios, tudo é feito apenas para manter e ampliar o poder-, a questão da CPMF seria um bom pretexto.
Embora seja uma ação legislativa absurda (emendar a Constituição para criar um tributo provisório que se extingue no dia 31/12/2007), a tramitação da CPMF foi escolhida como biombo para aprovar a segunda reeleição do presidente da República.
Não se esperava pela proclamação judicial da vigência plena do princípio da fidelidade partidária, que se transformou na última instância para burlar a lei, explorando fraquezas e motivações inconfessáveis de alguns vira-casacas. Ao fazê-los trocar de partido e esvaziar as bancadas da oposição, montou-se o rolo compressor (que eles chamam eufemisticamente de "base governista") para aprovar a segunda reeleição de Lula.
Num país em que já são cobrados 64 tributos diferentes e certamente ocorre a maior desproporção entre o peso dos impostos sobre a população e a retribuição desse dinheiro em serviços e fortalecimento do Estado, a CPMF é indefensável.
Seja do ponto de vista da técnica tributária, seja pela incidência perversa sobre os mais pobres, seja pelo desestímulo ao desenvolvimento -a incidência de 0,38% em todas as operações financeiras de um único evento desorganiza qualquer sistema de produção-, a CPMF não resiste a nenhuma lógica.
Portanto -e por tudo o que esse tributo tem de inconstitucional, como se justificam com cinismo os negociadores governistas-, o disfarce para a mobilização não deixa de ser bem engendrado.
Sem limites éticos, o governo Lula atinge os seus fins: a remoção do obstáculo representado pela capacidade da oposição de desfrutar de seu peso específico -obtido pelo voto, em eleições diretas- nas decisões do Congresso, ao menos quando se tratar de maiorias qualificadas. Daí a votação da prorrogação da CPMF, o imposto do cheque, ter se transformado numa batalha decisiva para a democracia brasileira.
Sua aprovação será a partida para o país começar a descer o plano inclinado do chamado "golpe institucional", quando os avanços discricionários cumprem falsos rituais democráticos. Sem nenhum obstáculo, a implantação de um governo absolutista satisfaz a preocupação natural do grande grupo de incompetentes e desqualificados que, graças ao uso da "estrelinha" partidária, e só por isso, ocupam as dezenas de milhares de cargos públicos de confiança. E não terão o que fazer se perdê-los.
A eles se aliarão os inescrupulosos que, por meio de ONGs de fachada, se alimentam dos cofres governamentais. Serão todos capitães da brigada de choque do novo queremismo.
("Queremismo" deriva de "Queremos Getúlio!", que por vez sintetizava a pregação de "Constituinte com Getúlio", que equivalia a "democracia com um ditador".) Trata-se de uma variante golpista brasileira de 1945. Getúlio já havia se rendido à exigência dos oficiais da FEB que, voltando vitoriosos do front da Segunda Guerra Mundial, não aceitavam que o Brasil vivesse a opressão política fascista que acabavam de derrotar na Europa. Desesperados, burocratas do Estado Novo tentaram uma reação.
Não desejavam perder seus cargos e se mobilizaram para conciliar o inconciliável, que era associar o Estado democrático de Direito com a ditadura que estava caindo.
O queremismo não pegou, mas o vírus da doença tropical se mantém hibernado. Ou pode-se interpretar de outra maneira a implantação surpreendente da nova TV estatal, mobilizando recursos e pessoas que dificilmente se disporiam a trocar carreiras e tempo de serviço, com excelentes salários, por uma aventura de fim de governo? Esse tipo de operação tem nome e modelo conhecidos na política brasileira. É queremismo.
A bancada de senadores do PSDB acaba de fechar posição contra a emenda que prorroga até 2011 a vigência da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF). Dos 13 senadores do partido, nove votaram pelo encerramento já das negociações com o governo e decidiram que votarão contra a emenda no plenário do Senado.
Os quatro votos favoráveis ao governo foram dados sob a alegação de que o partido deveria esticar a negociação. Nessa linha se pronunciaram os senadores Tasso Jereissati (CE), presidente nacional do partido, o senador Sérgio Guerra (PE), que assumirá o comando o partido no final do mês, e os senadores Eduardo Azeredo (MG) e Lúcia Vânia (GO).
"Encerrou (a negociação). Acabou, e não tem mais conversa. Votamos contra", afirmou, ao sair do gabinete de Jereissati, o senador Álvaro Dias (PSDB-PR). Ao final da reunião, a cúpula do PSDB decidiu comunicar sua decisão aos governadores do partido. O líder da bancada, senador Arthur Virgílio (AM), telefonou para o governador de Minas Gerais, Aécio Neves, e o senador Jereissati deixou recado para o governador de São Paulo, José Serra, com o qual não conseguiu falar diretamente.
MEU COMENTÁRIO:O texto o que está acima é do site do Estadão. Entretanto, decisão tucana não dá para confiar nunca. Bem que pode se tratar de outra jogada desses infelizes, como Jereissati, sempre de olho nos seus interesses muito particulares. Basta dar uma olhada como ele faz lá no seu feudo, o Ceará.
Outra coisa: reparem nos sites dos jornalões agora à tarde. Há inúmeras matérias sobre a suposta desautorização de Lula a respeito da campanha pelo terceiro mandato. Até entrevista no Palácio do Planalto com Berzoíne aconteceu.
A nação está na mão de um bando de crápulas, oportunistas e mentirosos.
É como já disse o ex-Senador Jorge Bornhausen. Votar a favor da CPMF significa dar o voto de apoio definitivo à reeleição de Lula para um terceiro mandato.
O fato está posto. O corre-corre dos petralhas hoje para desmentir a intenção clara de Lula que busca um terceiro mandato no estilo chavista é a prova mais concreta dessa manobra espúra e antidemocrática.
E prossegue a ópera bufa da CPMF. Odioso é ver a forma traiçoeira como age o PSDB, virando as costas para cerca de 40% do eleitorado que o apoiou nas eleições presidenciais e que deplora qualquer negociação com esse governo espúrio que está lançando o Brasil no abismo.
O que está acontecendo na Venezuela não é suficiente, embora antecipe o que está por vir também aqui no Brasil. Até a deplorável igreja católica através da CNBB entrou em campo para apoiar o governo, sem falar no fato de que também manifestou apoio ao 3º mandato do Apedeuta e à aprovação da CPMF.
Os petralhas devem ter prometido alguma coisa para esses padrecos. E, de quebra, também para senadores do PSDB ou acenado com alguma verbinha para o Serra e o Aécio.
Finalmente apareceu uma matéria, fraca, é bom frisar, do que está acontecendo na Venezuela. Foi no Jornal Nacional e agora há pouco postada no site G1. Faço transcrição abaixo após este prólogo. É que praticamente não há noticiário procedente da Venezuela, mas se sabe através de sites e fóruns de discussão na internet que o clima naquele país é tenso. Há protestos de estudantes em vários pontos. Fala-se em forte repressão, prisão de estudantes e feridos.
No entanto, a matéria do G1 é insuficiente. Cadê a grande reportagem dos veículos de comunicação brasileiros? Será que estão todos eles dominados pelos jornalistas petralhas que apóiam de forma descarada o ditador bufão?
O texto do G1 chama Hugo Chávez de “presidente”. Argh! É um déspota que está a um passo de acabar com a democracia na Venezuela e tentar subordinar o restante do continente à sua sanha pelo poder.
Além disso, o texto de agora há pouco no G1 é contido, diz apenas que “as mudanças provocam preocupação, dentro de fora da Venezuela”.
E bota preocupação nisso. No final da matéria o site ouve o professor Demétrio Magnoli. E só. O jornalismo “imparcial e isento” dos veículos da mídia tradicional precisa sempre ouvir alguém para falar por eles.
Ora, num momento em que de forma dramática a democracia vai sendo demolida na Venezuela e enquanto aqui no Brasil Lula e seus sequazes promovem uma campanha destinada a lhe dar o 3º mandato, rasgando a Constituição, a grande mídia tem o dever de se posicionar francamente contra esta ameaça.
Vejam só o que o gorila Venezuela propõe nessa reforma fajuta da Constituição. E não tenham dúvidas. A Venezuela hoje é o Brasil amanhã. A menos que as forças democráticas se unam para abortar este plano insano e diabólico montado pelo esquerdismo botocudo.
A proposta de Hugo Chávez altera 69 artigos da constituição. Os principais são:
- o mandato presidencial passa de seis para sete anos, sem limite para reeleição. Chávez poderia então se perpetuar no poder;
- o executivo passa a ter poderes para nomear administradores locais. O prefeito da capital Caracas, por exemplo, deixaria de ser eleito pelo povo;
- bens podem ser expropriados em nome do chamado “interesse coletivo”, sem direito à reclamação judicial;
- acaba a autonomia do Banco Central. Na prática, o presidente passa a mandar na política monetária;
- Chávez pode decretar estado de exceção, que autoriza a prisão de cidadãos sem acusação formal, e a censura aos meios de comunicação;
- o presidente também quer a criação de um estado geopolítico que reúna povos e governos da América Latina em um projeto supranacional de socialismo.
“A política externa chavista está ligada à idéia da criação da ‘pátria grande’. Ou seja, um bloco político e econômico, liderado por Chávez, no qual as nações latino-americanas se reuniriam em oposição ao chamado imperialismo norte-americano”, explica o sociólogo Demétrio Magnoli.
Apesar de a constituição venezuelana estabelecer um prazo de até dois anos para que reformas como essa sejam aprovadas, o Conselho Eleitoral começou, na sexta-feira, a organizar o referendo. Para a oposição, a pressa tem um motivo claro: Chávez não quer dar muito tempo para o debate popular porque as manifestações contrárias às mudanças estão aumentando.
Os protestos têm se repetido na capital. A polícia tenta reprimir. Na avaliação de Magnoli, se as medidas forem aprovadas, será o fim da democracia na Venezuela. “O que Chávez pretende é concentrar poder e transformar a Venezuela em um país que pode ser governado a partir, unicamente, do palácio presidencial. O nome disso é ditadura”, conclui o sociólogo.
Neste sábado (3), em Caracas, a oposição organizou mais um protesto e anunciou um plano de ação contra as reformas.
Clique aqui e aqui, para saber o que realmente está acontecendo na Venezuela e ver ao vivo a Globovision. Já há até mesmo uma organização nos Estados Unidos integrada pelos asilados venezuelanos. Temos que reagir!
Organização das Nações Unidas (ONU) se transformou numa grande ONG politicamente correta e já perdeu completamente a sua finalidade.
Tanto é que está prevista para as 14 horas de hoje uma cerimônia de entrega do 1º Premo Internacional Objetivo de Desenvolvimento do Milênio, no Palácio do Planalto, com a as glórias para o Apedeuta.
O tal prêmio é uma parceria da ONU com, pasmem, as ONGs. Com esta iniciativa a ONU tem em mira reconhecer as ações dessas entidades por seus esforços no combate à exclusão social.
Os burocratas e aspones politicamente corretos da ONU provavelmente não sabem, ou fazem vistas grossas, ao fato de que aqui no Brasil essas organizações estão sob suspeita de uma CPI por malversação de dinheiro público. Sim, porque embora “não governamentais”, as ONGs no Brasil vivem exclusivamente de dinheiro público.
A CPI e como a maioria dos brasileiros decentes e razoavelmente inteligentes, desconfiam que essas organizações se transformaram nas maiores “lavanderias” de dinheiro drenado dos cofres públicos. Com a ascensão do PT ao poder as ONGs passaram a proliferar e são protagonistas de vários escândalos.
Ao invés de serem proibidas, as ONGs continuam mamando nas tetas do governo e, ainda por cima, recebem as honrarias da Organização das Nações Unidas.
Um excerto de matéria que está na revista Época desta semana:
"Não vou para a cadeia. Se continuarem me evitando, vou fazer a delação premiada e conto tudo", teria dito um transtornado Marcos Valério ao interlocutor. Segundo essa versão, num dos momentos mais tensos da conversa, Valério ameaçou comprometer Lula.
Ao ouvir do interlocutor que não teria munição para tanto, Valério teria afirmado: "Se eu falar, fica sendo verdade".
De acordo com antigos parceiros, Valério ainda guarda dois tipos de informação com potencial comprometedor: os nomes de empresários que teriam contribuído ilegalmente com o PT para obter favores do governo e também o de novos parlamentares envolvidos no mensalão. (Clique aqui e leia tudo).
Este vídeo mostra o que está acontecendo verdadeiramente na Venezuela. Quem garante que amanhã, nós brasileiros, não estejamos sujeitos a essa mesma trágica realidade? E veja mais clicando aqui e aqui. Já há uma legião de asilados políticos venezuelanos nos Estados Unidos. Eles organizam a resistência.
Quem garante que este leite não acabe numa caixa longa vida?
Você ainda tem coragem de
tomar leite aqui no Brasil?
Você ainda tem coragem de tomar leite? A foto acima, da Folha de São Paulo deste domingo, mostra produtor tirando leite da vaca numa estrebaria na região de Uberaba, Minas Gerais.
A cada três litros de leite comercializado no Brasil, um não passa por nenhum tipo de fiscalização do governo, segundo revela matéria que está na mesma edição da Folha.
Bem, para um país que é um curral parece não fazer muita diferença. Leia a íntegra da matéria:
A cada três litros de leite produzidos no Brasil, um, em média, é feito no mercado informal, não passa por fiscalização do governo e não é tributado.
Por não pagar impostos e gastar pouco com equipamentos para a conservação do leite, os produtores informais conseguem vendê-lo por preço abaixo do de mercado.
A produção de leite no Brasil foi colocada em xeque após a Polícia Federal prender 28 pessoas acusadas de adulterar o produto, adicionando substâncias impróprias como soda cáustica e água oxigenada.
Dados da Leite Brasil (Associação Brasileira dos Produtores de Leite) mostram que, dos 26 bilhões de litros de leite obtidos anualmente no país, ao menos 9 bilhões (34%) não obedecem a instrução normativa nº 51, de 2002, do Ministério da Agricultura, que estabelece critérios de qualidade.
A associação chegou a esse número subtraindo da quantidade total de leite produzido o que as cooperativas e empresas do setor dizem processar. O total é calculado pelo IBGE.
Normalmente, o produtor informal mora em regiões pouco urbanizadas e tem uma pequena propriedade, com poucos animais e de baixa produtividade. A retirada, o manuseio e a conservação são com técnicas caseiras. Quase toda essa produção paralela é vendida de porta em porta, em feiras livres e em estradas.
O destino mais comum desse leite é ser transformado em queijo. Assim, fica mais fácil o transporte e a conservação, já que queijos duram mais mesmo sem refrigeração.
Para Marcos Veiga dos Santos, professor da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da USP, a produção desse mercado informal gera um problema de saúde pública e concorrência desleal.
Como esses produtos não sofrem a pasteurização -aplicação de uma grande diferença de temperatura ao leite-, podem conter microorganismos transmitidos pelo bovino, entre eles os causadores da tuberculose e da brucelose (infecção que provoca febre, anemia, nevralgias).
O presidente da Leite Brasil, Jorge Rubez, afirmou que as condições higiênicas dos pequenos produtores nem sempre são ruins. "A ordenha manual pode ser mais eficaz do que a mecânica. Tudo depende dos cuidados de cada produtor." Mesmo assim, ele vê necessidade de mais fiscalização.
Produtores confirmaram que, por não terem máquinas que purifiquem o leite, os fabricantes informais tendem a ser mais cuidadosos. Mas como não são fiscalizados pelo governo, não há dados oficiais que mostrem o grau de pureza ou de higiene.
O leite ou o queijo produzido informalmente não tem a marca em sua embalagem do SIF (Serviço de Inspeção Federal), órgão de fiscalização do Ministério da Agricultura.
Artigo da jornalista velha de guerra, Dora Kramer no jornal O Estado de São Paulo, pretende desnudar os bastidoresdas negociações entre o PT e o PSDB no que respeita as próximas eleições presidenciais e às regras do jogo. No Brasil é assim. A cada eleição, mudam as regras. É o lixo ocidental, como convém a uma republiqueta bananeira.
Segundo ela a campanha do 3º mandato do Apedeuta configura apenas o “bode”. Na verdade há uma negociação para por fim à reeleição com a ampliação do mandato de cinco anos para o Presidente da República, alternativa que tanto a tucanalha como os petralhas em tese concordariam. A ver.
Aqui de Florianópolis, muito longe dos palácios do poder em Brasília, São Paulo e Minas Gerais e a léguas do convívio com os jornalistas que transitam por essas esferas, arrisco um modesto palpite: o PT já está em campo para o terceiro mandato de Lula.
Depois de serem aprovados os projetos da CPMF e da TV Petralha os tucanos verão o que é bom para a tosse.
Nessa parada os Democratas não são protagonistas. A tucanalha parece que está esnobando pela intimidade que julga ter com os petistas.
E os cidadãos brasileiros? Estão fora, como sempre estiveram. Serão chamados apenas para convalidar o que for acertado.
Mas insisto. Os petralhas não irão largar o filé mignon. Só saem de lá a pau, embora o PSDB acredite que Lula e seus sequazes professam a democracia. Quem viver verá, conforme adverte com toda a propriedade o velho adágio.
Setores oposicionistas venezuelanos concitaram neste sábado a população para "sair às ruas" em defesa democracia e rejeitar o referendo convocado para o próximo dia 2 de dezembro sobre a reforma constitucional impulsionada pelo presidente da Venezuela, Hugo Chávez.
No primeiro ato opositor na campanha do referendo, dirigentes políticos afirmaram perante milhares de seus seguidores reunidos em uma avenida do centro-oeste de Caracas, que o dilema nacional "não é votar ou não votar" no referendo, mas "impedir" a reforma "inconstitucional" que impulsiona o "ilegítimo" governo de Chávez.
Hermann Escarrá --ex-governista e ex-membro da Assembléia Constituinte que redigiu a Constituição vigente e dirigente do CNR (Comando Nacional da Resistência)-- anunciou que esse grupo dará a conhecer nos próximos dias um plano de ação contra a reforma.
O advogado disse que a reforma de Chávez contém normas "que só aparecem em algumas legislações alemãs e italianas em tempos do fascismo", e "copia" a Constituição cubana em assuntos como a limitação à propriedade privada.
Chávez, por sua vez, convocou para domingo uma "grande marcha" de sua claque em Caracas a favor da reforma, que será o primeiro ato governista no marco da campanha pelo "sim" no referendo do próximo 2 de dezembro. (Leia mais).
A lição de von Mises sobre
o fatídico erro do confisco
A propósito do que está acontecendo na Venezuela, na Bolívia e se encaminhando para acontecer no Brasil, caso o PT logre seus objetivos do 3º mandato de Lula, vale a pena ler um excerto, conforme segue depois deste prólogo, sobre A Filosofia do Confisco, de Ludwig von Mises, considerado, é claro, um reaça pelos iditiotas latino-americanos.
Mises é um clássico da filosofia da denominada escola austríaca. Descobri esta tradução lá no blog Ação Humana, mantido por Guilherme Roesler, um jovem estudante de Direito que se dedica a pesquisar e traduzir textos dos grandes pensadores liberais.
Recomendo a leitura do blog de Guilherme, cujo link permanente se encontra na coluna Troca-Links ao lado mais abaixo. Vamos ao texto:
Está implícita no intervencionismo a idéia de que interferir nos direitos de propriedade não afeta a produção. Daí porque, ingenuamente, se costuma recorrer ao intervencionismo confiscatório. O fruto das atividades produtivas é considerado um dado que independe das disposições, meramente contingenciais, da ordem social vigente. A tarefa do governo consiste em distribuir a renda nacional, “equitativamente”, entre os vários membros da sociedade.
Os intervencionistas e os socialistas sustentam que todas as mercadorias são produzidas por um processo social de produção. Quando esse processo chega ao seu término e são colhidos os seus frutos, tem início a um segundo processo, o da distribuição, que aloca uma parte a cada membro da comunidade. O traço característico da ordem capitalista é a desigualdade na alocação destas quotas. Algumas pessoas – os empresários, os capitalistas e os proprietários de terra – se apropriam de uma parcela maior do que a lhes caberia. Consequentemente, as parcelas de outras pessoas fica diminuída. Cabe ao governo, por uma questão de justiça, expropriar o excedente dos privilegiados e distribuí-los entre os não privilegiados.
Ora, na economia de mercado, esse pretenso dualismo de dois processos independentes, o da produção e da distribuição, não existe. Só há um processo em marcha. Os bens não são primeiro produzidos e depois distribuídos. Não existem bens sem dono, esperando o momento de serem distribuídos. Os produtos, quando começam a existir, já são propriedade de alguém. Para distribuí-los é preciso primeiro confisca-los. Certamente, para o aparato governamental de compulsão e coerção, é muito fácil recorrer ao confisco e à expropriação. Mas isso não quer dizer que um sistema durável de colaboração social possa ser estruturado com base no confisco e na expropriação.
Quando os vikings, após uma pilhagem, deixavam atrás de si uma comunidade de camponeses autárquicos, as vítimas sobreviventes começavam a trabalhar, a lavrar a terra e a reconstruir o que tivesse sido danificado. Quando os piratas retornavam, alguns anos mais tarde, encontravam de novo algumas coisas para saquear.
Mas o capitalismo não resiste a essas reiteradas incursões predatórias. A acumulação de capital e os investimentos baseiam-se na expectativa de que não haverá expropriação. Se não houver essa expectativa, as pessoas preferirão consumir seu capital ao invés de conservá-lo para que seja expropriado. Esse é o erro inerente a todos os planos que pretendem fazer coexistir a propriedade privada e a expropriação.
O texto que segue após este prólogo está na Folha de São Paulo de hoje. A Aneel, anuncia que haverá um aumento no custo da energia elétrica e, ainda por cima, o risco de racionamento, ou seja, um apagão.
Só há uma solução imediata para o Brasil. Tirar o do PT do poder. Esse bando de incompetentes e pilhadores do erário levará o país a um apagão total.
A redução na quantidade de gás natural fornecida pela Petrobras às usinas térmicas imporá um "imediato aumento no custo de energia elétrica", além de risco de racionamento de energia, afirmou à Folha o diretor-geral da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), Jerson Kelman. "É um cobertor curto", argumentou, sobre a oferta insuficiente de gás para atender o consumo crescente do produto e a conseqüente competição entre usinas térmicas, indústrias e veículos que usam o produto como combustível.
No caso do abastecimento das usinas térmicas, o consumo de gás não é contínuo e depende muito do nível de água dos reservatórios das usinas hidrelétricas -quando estão baixos, usa-se o gás.
Mas a Petrobras, por meio de um termo de compromisso assinado em maio, se comprometeu a entregar combustível suficiente para a geração de 2,3 mil megawatts de energia no segundo semestre do ano caso a seca fizesse acionar as usinas térmicas.
Kelman avalia que a impossibilidade de a Petrobras cumprir o compromisso imporá uma "repactuação" do acordo para fornecimento de gás. Sem a garantia de combustível para o funcionamento das usinas térmicas, argumenta o diretor da agência, o sistema elétrico operará com incertezas que elevarão o custo da energia.
"No curto prazo, isso vai afetar os grandes consumidores", concluiu Kelman. O aumento do custo da energia vai se refletir no chamado mercado livre, ao qual recorrem consumidores de mais de 3 MW/hora. Nesse grupo estão indústrias e até alguns shoppings centers.
A Aneel é quem fixa os preços para a energia elétrica. Por lei, cabe à agência regular e fiscalizar a produção, a transmissão, a distribuição e a comercialização de energia elétrica.
No mercado livre ou spot, o preço é calculado mensalmente por meio de modelos matemáticos que levam em conta o custo de produção adicional de energia elétrica. Esse preço é influenciado pelo nível de armazenamento dos reservatórios das usinas hidrelétricas, pelo ritmo da demanda e pela disponibilidade atual e futura de energia.
O sistema atualmente funciona de forma a evitar a repetição do apagão de energia de 2001, quando os reservatórios de água das hidrelétricas ficaram reduzidos a 21% da sua capacidade. Os reservatórios da região Sudeste chegaram a 52% em média na seca deste ano.
Quando o nível de água baixa, o sistema aciona as usinas térmicas que usam gás como combustível. O consumidor paga por essa espécie de "seguro" antiapagão.
O termo de compromisso entre a Aneel e a estatal prevê a possibilidade de adequação do cronograma de fornecimento de gás às térmicas quando ocorrerem fatos que "comprovadamente escapem ao controle da Petrobras".
Segundo Kelman, esse é o caso da liminar concedida pela Justiça a pedido do governo do Estado do Rio de Janeiro. A liminar determinou que a Petrobras restabelecesse o suprimento de gás à CEG, a distribuidora local, reduzido em 17%. A estatal recorre da decisão e seu presidente, José Sérgio Gabrielli, já disse que não há como atender o crescimento da demanda por gás.
Não é a primeira vez que o termo de compromisso entre Aneel e Petrobras é descumprido. Em agosto, pouco mais de três meses depois da assinatura do acordo, a Aneel multou a estatal em R$ 84,7 milhões por falha no fornecimento de gás às usinas térmicas. Recurso da Petrobras contra o pagamento da multa é analisado pela direção da agência reguladora.
O termo de compromisso estabelece garantia de fornecimento crescente de gás às usinas térmicas até 2011.
A expectativa do governo é que a produção de gás no país cresça a partir do ano que vem. "A estratégia de maior oferta de gás só vai começar a se concretizar em 2008, e parte dos investimentos vão melhorar a situação a partir de 2010", acena o presidente da EPE (Empresa de Pesquisa Energética), Maurício Tolmasquim.
Segundo estudo do Serasa, que rendeu manchete do jornal O Estado de São Paulo deste sábado, as empresas brasileiras tiveram a melhor rentabilidade da década. Também pudera, com os preços livres e os salários comprimidos por uma inflação oficial mentirosa e mais o derrame de crédito “pingadinho” para a pobreza, mas que no conjunto soma bilhões e mais o aumento do salário mínimo, diga-se de passagem, uma titica, mas que também no total representa outros bilhões, os empresários só podem estar com o bolso cheio.
Qualquer dinheirinho no salário é imediatamente drenado para supermercados e demais segmentos do coméricio e boa parte para o Estado.
E olhem o que afirma o coordenador de estudos do Serasa, Márcio Torres: “A principal é a melhora da atividade no mercado interno, favorecida pela expansão da massa salarial, ampliação do crédito e redução dos juros.”
Bacana, não? Maravilha! Esplêndido! Ora, trata-se de uma tremenda empulhação, uma mentira deslavada e não tem nada a ver com a economia real. Onde é que os juros baixaram? Me diga, Márcio Torres. Me admira o Estadão ouvir esse empulhador.
Enquanto isso, a classe média vai sendo destroçada e sujeita saciar a voracidade fiscal do imposto de renda. Ninguém fala mais por ela. A não ser que também passe à condição de beneficiária da bolsa esmola, o que não deve demorar muito.
Os empresários vagabundos, que misturam soda cáustica e água oxigenada no leite e, provavelmente falsificam outros produtos, além de sonegar impostos e pagar uma merreca para seus funcionários, estão felizes e contentes.
E a verdade é que o comércio só funciona no finalzinho do mês, quando sai a folha de pagamento das empresas e do governo. Isto dura uma semana, no máximo. Depois, lojas e shoppings ficam às moscas e se mantêm abertos apenas para receber as prestações em dinheirinho contado da massa assalariada e da classe média, esta eternamente pendurada em cheques especiais que cobram, no mínimo, cerca de 8% ao mês.
Em contrapartida, a poupança e CDBs, as aplicações mais conservadoras do mercado, não chegam a pagar 1%. Banqueiro no Brasil transformou-se em agiota.
Notem que várias empresas varejistas já criaram suas próprias financeiras. Faturam no produto que vendem e nos juros absurdos cobrados nas prestações. São uns ladrões.
Além do quê os supermercados praticam um marketing criminoso e alteram os preços todos os dias. De forma insidiosa os empresários impedem o consumidor de memorizar os preços. Isto é crime!
Ninguém sabe ao certo qual é o verdadeiro preço de uma lata de leite em pó. Cada vez que o consumidor vai ao supermercado há um preço diferente para cada produto.
E cabe assinalar também que os produtos brasileiros estão entre os mais vagabundos do mundo. São de péssima qualidade. Não há inovação e a tecnologia está atrasada em alguns anos. Poucos segmentos têm nível de qualidade internacional. A pauta de exportações brasileira é complosta de commodities.
A manchete do Estadão contém meia verdade. Modéstia à parte, quem quiser saber mais e trocar em miúdos essa propaganda mentirosa do governo petralha tem que recorrer aos blogs independentes como este aqui.
Não é à toa que quem costuma usar a internet e ler os blogs durante o dia, à noite o Jornal Nacional dificilmente constitui novidade. Os jornais do dia seguinte servem apenas para embrulhar peixe em quitanda de subúrbio. Refiro-me aos blogs jornalísticos independentes e que não vivem de caramiguás do governo.
Os jornais e as televisões são correias de transmissão da propaganda do governo petralha. Tudo que é noticiado anestesia a população e pavimenta o caminho para o terceiro mandato. E os petralhas ainda querem mais. Querem uma TV Petralha para se derramar em elogios a Lula e seus sequazes, defender bandidos e difundir a luta de classes.
Se formos nos louvar nesta manchete do Estadão o Brasil é um paraíso. Na verdade, é o lixo ocidental, completamente dependente em tudo dos países centrais.
Isto aqui continua e continuará a ser o lixo ocidental. James Watson tem carradas de razão ao se espantar por que determinados países nunca conseguem resolver os seus problemas nem que sejam entupidos de dólares.
Difícil crer que um povo de sábios viva nessas condições, não?
Como pode o lixo e a confusão
provirem de sabedoria milenar?
Certos botocudos têm um fascínio pela Índia, outros pela África, alguns pelas China ou pelo Japão. Citei quatro regiões do globo que até hoje são culturalmente refratárias ao modo de vida ocidental.
Botocudos adoram falar sobre a sabedoria milenar dos que povoam a Índia, por exemplo.
Resta porém uma indagação altamente perturbadora. Se a Índia tem um povo dotado de tamanha sabedoria porque continua a viver no meio do caos como mostra esta foto acima? Sei que por lá existem ilhas de excelência e tecnologia. Mas são ilhas. E se existem são decorrência do esforço e da pesquisa encetados pelos Estados Unidos e pela Europa anglo-saxônica.
Tal fato explica, por si só, a razão pela qual não foi no Oriente que surgiu a ciência moderna que deu conformação à civilização ocidental.
A ciência que hoje encontra a cura e o linimento à dor das moléstias que acometem os humanos e lhes proporciona longevidade e qualidade de vida, teve apenas um exclusivíssimo ponto de partida que foi a Europa anglo-saxônica.
As variáveis que contribuíram para isso se perdem na imensidão das eras ao longo do processo de evolução da espécie. Acredito e não tenho nenhuma dúvida que a ciência não tardará a explicar por que em certos grupamentos sociais predominam os botocudos e em outros não. A explicação deste fato resultará das teorias de Darwin combinadas com a engenharia genética.
Continua a reverberar pela mídia aquela entrevista do cientista James Watson quando aludiu ao fato de que a ciência explicará por que continentes como a África patinam no atraso. Os botocudos aproveitaram a deixa para acusar o cientista americano de racismo e exercitar o politicamente correto na sua forma mais deplorável.
Trata-se da maior cretinice. Repito, pois já afirmei isso em outro escrito, que Watson quis apenas dizer que ciência tem tudo para, mais adiante, explicar este fenômeno. Ora, explicando-o abre caminho para uma pesquisa subseqüente destinada a encontrar fórmulas capazes de melhorar as condições de vida de alguns povos.
Entretanto, os botocudos politicamente corretos são relativistas, preconceituosos, obscurantistas. São cretinos e idiotas completos.
Contudo outros iluminados geniais com o James Watson vão proliferando, com parcimônia é claro, nos laboratórios e centros de pesquisas dos Estados Unidos e da Europa anglo-saxônica.
Sorry, botocudos. Mas a ciência é inelutável. Ainda bem.
LULA E O PT SEGUEM O MESMO CAMINHO DO GORILA BOLIVARIANO
Vejam como o esquerdismo é
falso, traiçoeiro, vil e imoral.
Neste vídeo o apresentador da Univision, emissora de televisão venezuelana repete uma entrevista que lhe concedeu Hugo Chávez no dia 5 de dezembro de 1998, um dia antes das eleições que o levaram pela primeira vez ao poder.
Nessa entrevista de 1998, Chávez mente três vezes: afirma que entregará o poder ao sucessor em cinco anos; não nacionalizará nenhuma empresa e não negará nenhuma concessão às emissoras de televisão privadas. Até hoje Chávez não entregou o poder, nacionalizou diversas empresas e negou a renovação de concessão à RCTV.
Se atentarmos para o que está acontecendo na América Latina pode-se ver de forma clara que está em andamento a União das Repúblicas Socialistas da América Latina – URSAL como decorrência do Foro de São Paulo, um movimento articulado pelos setores de esquerda e que, estranhamente, a grande mídia passa ao largo. Não dá um pio sobre isso.
Da mesma forma os partidos de oposição silenciam, porque seus parlamentares negociam à sorrelfa, em conciliábulos, no recôndito do Congresso Nacional, os seus interesses particulares.
Não há nenhum questionamento sério e responsável sobre esse plano diabólico que se utiliza da democracia e vai aos poucos liquidando-a com a implantação de ditaduras populistas que se utilizam da ignorância das massas e do oportunismo rasteiro e barato de parte da classe média, dos empresários e banqueiros grudados nas tetas do Estado.
Da mesma forma que Chávez mentiu descaradamente, Lula fez o mesmo aqui no Brasil durante a campanha que o levou pela primeira vez à presidência da República. E continua mentindo, negando a autoria e o comando de um grande movimento destinado a lhe garantir o terceiro mandato.
Brandindo a bandeira da defesa da população pobre, como faz Chávez e Kirchner, transferindo recursos da classe média para sustentar a bolsa família, açulando as milícias em que se transformaram os tais movimentos sociais no sentido da luta de classes, Lula e seus sequazes solapam a democracia e seguem destruindo todas as instituições democráticas, fazendo tábula rasa dos valores morais e éticos.
Lula e seus sequazes estão degenerando o Brasil e sepultando os últimos resquícios da dignidade nacional.
Tudo isso em nome de uma pretensa causa “revolucionária”, mas que na verdade esconde apenas o desejo de gozo ilimitado de poder.
Os principais culpados de tudo isto que está acontecendo são as lideranças do PSDB. A começar pelo ex-Presidente Fernando Henrique Cardoso, os governadores José Serra e Aécio Neves, e o coronel nordestino Tasso Jereissati que preside o partido tucano. São lenientes, fracotes, oportunistas e incompetentes.
Apelo neste momento aos democratas brasileiros que ainda atuam em alguns poderes da República, como o Legislativo, o Judiciário e as Forças Armadas, para que se levantem e, pelo menos uma vez na vida façam alguma coisa pelo bem da Nação.
alerto aos petralhas que não vou tolerar comentários ofensivos e rasteiros. serão simplesmente deletados.
que vão comentar lá nos blogs dos vagabundos petralhas ou nos grandes blogs dos “jornalistas independentes e imparciais”, como o cubano, josias, mino carta, nassif et caterva.
este aqui é um blog jornalístico, mas parcial. não estou aqui para puxar o saco de fascistas fantasiados de democratas.
o meu compromisso é com o estado de direito democrático, com a lei e a ordem, com o respeito à constituição, com a alternância do poder através de eleições livres e diretas.
aqui neste blog não haverá nenhum tipo de hipocrisia e muito menos meias palavras que buscam a comodidade do aconchego ao poder petralha.
o blog também não ouvirá nunca o “outro lado”, porque o “outro lado” é constituído de golpístas, fascistas, vagabundos e mentirosos.
este blog tem um compromisso inarredável com a democracia e a liberdade. deplora qualquer tipo de ditadura como a de cháves e aquela que lula e seus sequazes desejam implantar no brasil.
o lema do blog é fogo nos botocudos !!! fogo neles !!!
AQUI NESTE BLOG OS HONRADOS LEITORES SABEM QUE nunca haverá a mentira e notas plantadas pelos áulicos do poder.
Centenas de milhares foram as ruas defender a democracia
Crescem os protestos contra o
gorila da Venezuela. Pau nele!
E o pau está comendo na Venezuela por causa da “reforma política” que mexe na Constituição. Igualzinho como o PT quer fazer aqui. Lá os estudantes e professores estão nas ruas protestando. Um estudante perdeu dois dentes depois que levou uma paulada de um gorila de Chávez.
Não tenham dúvidas petralhas. Se vocês tentarem armar para o terceiro mandato a galera vai para a rua. Pode crer.
O nosso grito de guerra é FOGO NOS BOTOCUDOS !!! FORA LULA !!! FORA CUT !!! FORA MST !!! FORA ESQUERDALHA VAGABUNDA !!! FORA FASCISTAS !!!
ATENÇÃO COMUNIDADES DO ORKUT FORA LULA! GRANDE VAIA! E OUTRAS EU REÚNEM DEMOCRATAS CONTRA O CONTINUISMO PETRALHA.
O ex-senador catarinense é o político mais lúcido e coerente
Bornhausen adverte PSDB
e denuncia manobra petista
Mais uma vez o ex-Senador Jorge Bornhausen, integrante do Conselho dos Democratas é uma voz solitária a traduzir a apreensão de todos aqueles que se preocupam seriamente com o Brasil e temem que esteja em marcha uma ruptura institucional armada para conduzir Lula a um terceiro mandato. E tem muita razão ex-Senador catarinense quando responsabiliza o PSDB pelo insano ato que negociar num “acordão” a votação da prorrogação da CPMF, abrindo caminho para o terceiro mandato presidencial.
Reparem que a análise que Bornhausen faz da cena política nacional é única. Mesmo sem mandato o ex-Senador continua sendo a figura política mais importante da República. Ele assinala: "A CPMF é um teste político para que o governo verifique com quantos votos pode contar. Em toda votação importante, há sempre um requerimento apresentado antes, que dá uma mostra do que será o resultado da votação principal. Nesse caso, podemos dizer que a CPMF é o requerimento para a PEC do terceiro mandato", concluiu Bornhausen.
Podem tomar os jornais e verificar se é possível encontrar algum político que já formulou uma análise do quadro político nacional como faz Jorge Bornhausen? Não. Não há nenhum político brasileiro atualmente com a coragem, a responsabilidade, a inteligência, a independência e sobretudo a coerência de Bornhausen.
E, com a autoridade e o conhecimento que lhe conferem 40 anos de vida pública, Bornhausen arremata, afirmando não ter mais nenhuma dúvida da articulação para o terceiro mandato de Lula e indaga: "Onde é que o governo vai colocar os analfabetos que ocupam cargos em comissão? O que vai fazer com as organizações não-governamentais que vivem mamando no governo? Por quê uma TV Pública? E por quê o deputado Devanir Ribeiro (PT-SP) - amigo de Lula - fez a proposta?", questionou.
No entanto, o ex-senador espera que os tucanos "tenham juízo suficiente para fechar questão contra a CPMF".
Teme-se que a esperança de Bornhausen naufrague nas águas turvas do lodaçal corruptivo que praticamente colheu o PSDB inteiro, encalacrado no seu equivocado projeto de poder, porquanto se baseia na estratégia idiota de contemporizar o petismo, ao invés de o partido e seus próceres assumirem a condição de oposição e, mais ainda, postar-se como vigilantes da Constituição e de seus postulados democráticos, dentre os quais aquele que determina a alternância do poder.
É muito lamentável que apenas um somente um político brasileiro – Jorge Bornhausen – levante todas essas questões, quando na verdade deveriam ser pontos inegociáveis por parte da oposição democrática. Digo “oposição democrática” porque gravitam em torno do poder petista os ditos partidos de esquerda que fazem apenas um jogo de cena e se posicionam integralmente favoráveis ao terceiro mandato de Lula, pois que são coveiros da democracia. Não passam de um bando sórdido de fascistas e oportunistas.
Transcrevo, após este prólogo, na íntegra, matéria que está hoje na Folha de São Paulo e que mostra a degenerescência moral que atinge todas as esferas do poder da República. O jabaculê, gíria comumente usada em redação de jornal, que significa afago a jornalistas com presentes, extrapola essa área e sobe os degraus do poder. Leiam:
Uma semana antes da votação do relatório final da CPI do Apagão Aéreo no Senado, a TAM, um dos objetos da investigação, distribuiu 400 ingressos do espetáculo "Alegría", do Cirque du Soleil, a congressistas e autoridades em Brasília, entre eles o comandante da Aeronáutica, Juniti Saito, o presidente da CPI, Tião Viana (PT-AC) - hoje presidente interino do Senado -, e mais quatro integrantes da comissão.
Todos eles compareceram ao espetáculo, fechado pela TAM só para convidados --cerca de 1.600, entre eles clientes, jornalistas e beneficiários de entidades assistenciais. O evento ocorreu na noite de quarta-feira da semana passada.
O relatório aprovado ontem pela comissão sugere que as empresas aéreas sejam auditadas por conta da crise aérea.
Anteontem, o Cirque du Soleil apresentou o "Alegría" em sessão fechada, dessa vez bancada pela TV Globo, para funcionários, deputados, senadores e autoridades convidadas, como o ministro do STF Marco Aurélio Mello, que "bailou" com uma cantora do espetáculo, e Gilberto Carvalho, chefe-de-gabinete de Lula.
"Recebi um convite de amigos, não levei em conta essa questão. Nunca saio do Palácio, não tomei ciência do preço do ingresso. De fato, há um código de ética, deveria ter tomado esse cuidado", disse Gilberto.
"Demos lá umas rodadas. Estranhei um pouco porque geralmente nós conduzimos a dama. E ela, talvez por ser uma atriz, procurou conduzir. Depende da platéia avaliar, mas acho que não fui tão mal", disse Marco Aurélio, que não vê inconveniente no convite.
O Bradesco também realizou três sessões fechadas para convidados, entre eles congressistas e autoridades.
Os políticos e as autoridades que foram de graça ao espetáculo e as empresas que distribuíram os ingressos disseram não ver conflito de interesse na situação. Elas não forneceram as listas dos convidados.
O grupo canadense Cirque du Soleil está em turnê pelo Brasil e estreou na capital federal em 19 de outubro. Os ingressos vão de R$ 150 a R$ 450, e as autoridades foram colocadas, geralmente, nos lugares cujos ingressos são os mais caros.
"Não vejo qualquer relação com a CPI. É vínculo zero, não houve nenhum contato com diretor", argumentou Tião Viana. "Ali dava quórum para votação no plenário", brincou Ideli Salvatti (SC), líder do PT e também membro da CPI.
A Folha confirmou que os outros três integrantes da comissão que assistiram ao espetáculo na quarta da semana passada são Romero Jucá (PMDB-RR), Sérgio Guerra (PSDB-PE) e Inácio Arruda (PC do B-CE).
Vários outros senadores também foram ao evento, como José Nery (PSOL-PA), Eduardo Suplicy (PT-SP) --que disse ter sido convidado pela "produção do evento"--, Augusto Botelho (PT-RR), Marco Maciel (DEM-PE), Heráclito Fortes (DEM-PI) e Pedro Simon (PMDB-RS). "O que a gente comentou lá é que eles poderiam melhorar um pouco o atendimento do passageiro em vez de gastar aquela montanha de dinheiro", disse Simon.
Alguns senadores convidados pela TAM disseram ter recusado. "Comprei ingresso e fui com minha família outro dia. Deu R$ 1.037. Não aceitei os convites, até porque eu estou batendo muito nisso [crise aérea]", disse Mário Couto (PSDB-PA), da CPI. Outros lamentaram não terem sido convidados. "Me deixaram de fora dessa. Queria ir, mas fui olhar o preço dos ingressos e dava R$ 1.000", disse Sibá Machado (PT-AC), também da CPI.
"Comprei ingresso para 9 de novembro. Não posso fazer prejulgamento. Você tem os camarotes de empresa no Carnaval, na festa de Parintins [AM]. Soube que a TAM convidou, que a Globo convidou, mas não aceitei porque já havia comprado", disse o senador José Agripino (DEM-RN). "Eu não, que convite o quê? Comprei ingresso e fui na sexta. Vocês da Folha me amam, hein?", reagiu Wellington Salgado (PMDB-MG), membro da CPI.
Criado em comemoração ao décimo ano do Cirque du Soleil, em 1994, o "Alegría" é o segundo espetáculo do grupo - que já havia vindo ao Brasil.
Comedores de Batatas, de Van Gogh: antevisão de Florianópolis.
Florianópolis terá apagão
por causa dos ecochatos
Por conta dos ecochatos que infestam Florianópolis, a capital catarinense corre o risco de viver um verão marcado pelos apagões de energia elétrica. É que a temporada atrai milhares turistas e aumenta muito a demanda de energia elétrica. A Ilha, onde está a maior parte do município da capital, possui 42 praias e belezas naturais arrebatadoras e, por enquanto, uma razoável qualidade de vida em comparação com a média brasileira.
Nos últimos anos foi “descoberta” pelo Brasil e pelo mundo. Tanto é que recentemente até o festejado e premiado diretor de cinema americano, Francis Ford Coppola, aportou por aqui e perambulou durante três dias pela Ilha com um corretor de imóveis a tira-colo, em busca de um terreno para construir um resort e até mesmo para morar.
Os ecochatos caíram de pau, através de seus representantes infiltrados nas redações dos jornais locais. Nada mais deletério do que o jornalismo ecochato.
A cidade e todo o interior da Ilha, bem como a região metropolitana composta por mais quatro municípios têm crescido vertiginosamente. Isto tem imposto necessidade urgente de obras de infra-estrutura, entre elas, a transmissão de energia elétrica do continente para a Ilha.
No início desta semana, o presidente da Agência Nacional de Energia Elétrica, Jérson Kelman, esteve aqui em Florianópolis e proferiu um vaticínio preocupante, advertindo que na temporada deste verão a Ilha corre o risco de apagão energético, segundo noticiou o jornal Folha de São Paulodesta quinta-feira.
E não será por falta de energia elétrica disponível, mas porque, segundo ele, não foram construídas linhas de transmissão ligando a capital catarinense ao restante do país porque os órgãos ambientais municipais e a Câmara de Vereadores não autorizam.
E arrematou: “Florianópolis perceberá a contradição entre a qualidade de vida e uma postura ambiental muito firme. Há uma alta probabilidade de acontecer pequenos blecautes quando houver picos de consumo no reveillon e no carnaval”.
Recentemente, para o gáudio dos ecochatos, a Polícia Federal desencadeou a “operação moeda verde” que colocou em causa vários empreendimentos na Ilha que teriam sido erguidos com obtenção de ambientais através da corrupção de agentes dos órgãos públicos. Isto é, as licenças teriam sido conseguidas por meio de propinas.
Ninguém, em sã consciência pode concordar com a corrupção, como também não pode anuir ao descaso com relação ao meio ambiente. Mas o bom senso indica que se tem de encontrar uma saída capaz de dotar a Ilha de infra-estrutura necessária e de empreendimentos que movimentem a economia, com a geração de renda e emprego.
Entretanto, os ecochatos continuam dominando triunfantes e não se vê uma autoridade, um deputado, capaz de peitar essa gente. Não há uma iniciativa nem local e nem nacional voltada a atualizar e racionalizar a legislação pertinente ao meio ambiente. O descompasso da legislação face à realidade econômica é a principal causa da prática das propinas para fazer prosperar os processos de licença e sua autorização.
Embora Florianópolis esteja numa Ilha, não possui uma marina e, muito menos, o transporte coletivo marítimo. Com isso perde economicamente. Não há atracadouro para grandes embarcações turísticas que têm de fundear a sua âncora a quilômetros da costa e fazer o traslado dos turistas em lanchas.
Há alguns anos, o empresário catarinense Realdo Guglelmi, já falecido, quis construir um hotel de luxo na Avenida Beira Mar Norte, num local que se denomina Ponta do Coral, uma ponta de terra que avança para o mar. O projeto foi abortado por uma ampla campanha deflagrada pelos ecochatos.
Hoje, neste local, há uma verdadeira favela embora nenhum ecochato que levante a voz contra o cortiço lá erguido. Da mesma forma, os ecochatos não se opõem à ocupação desordenada dos morros da Ilha. Praias como Ponta das Canas, Campeche e Ingleses, por exemplo, já foram completamente favelizadas. Nem um pio dos ecochatos.
A Ilha não possui sistema de esgotos. Há um incipiente que cobre parte do centro da cidade. No restante os dejetos vão diretamente para o mar. Inúmeras praias da Ilha já são impróprias para banho. Entretanto, os ecochatos jamais levantaram a bandeira defendendo obras de infra-estrutura de saneamento urbano para Florianópolis.
Recentemente foi inaugurado um grande e moderno shopping Iguatemi aqui em Florianópolis. No dia seguinte lá estavam os ecochatos agitando faixas e cartazes contra ao empreendimento. A obra foi erguida obedecendo a normas técnicas de alto padrão e a empresa construtora que é aqui de Florianópolis, comandada pelo empresário Paulo César da Silva, um dos mais arrojados empreendedores nativos, chegou até mesmo a bancar todas as obras públicas viárias de acesso ao shopping.
Quando foi deflagrada a operação moeda verde os ecochatos cogitaram até mesmo a demolição do shopping! ou ainda, desapropriá-lo para implantar uma escola, embora os botocudos locais, como no restante do país, sejam notoriamente avessos aos estudos.
O futuro de Florianópolis está seriamente ameaçado por uma legislação anacrônica no que respeita ao meio ambiente. Tão anacrônica que tolera que as cidades sigam crescendo sem esgoto sanitário. Aliás, a quase totalidade das cidades brasileiras não possui esgoto. As que possuem o têm de forma precária. Mas os ecochatos jamais levantam a voz contra isso.
Os ecochatos adoram chafurdar no lodaçal dos dejetos e do atraso. Afinal, a maioria dos ecochatos é de esquerda. E, como tal, são petralhas e militam em prol do atraso e da pobreza. Eles precisam disso para que Lula e seus sequazes mantenham-se no governo concedendo-lhes o privilégio de usufruir suas boquinhas no serviço público.
Os ecochatos de Florianópolis, como das demais cidades do resto desse imenso Brasil fizeram um pacto em favor da volta aos tempos do boi e do arado. Aqui na Ilha já estamos adquirindo lamparinas e velas para enfrentar o verão. Quem estava planejando vir para Florianópolis nesta temporada, esqueça. A não ser que queira se incomodar.