O que pensa Aluízio


AO LEITORES

FELIZ ANO NOVO!!!

 

Feliz Ano Novo para todos vocês estimados leitores do blog. Que 2008 seja um ano excelente para todos nós. Recebam todos o meu caloroso abraço e os meus melhores agradecimentos.

 

QUE VENHA 2008!!!



Escrito por Aluizio Amorim às 17h59
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O BOM HUMOR DO SPONHOLZ



Escrito por Aluizio Amorim às 11h23
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CRUZES! É O APOCALIPSE!

Febre amarela, o calor e os

botocudos enlouquecidos.

Toda a grana que já foi arrecadada com a CPMF e outros impostos diversos escoam pelo duto que liga o erário aos bolsos sequiosos dos donos do poder e não sobra nada para aplicar em saneamento. E, por isso mesmo, este Brasil brasileiro não é capaz de controlar nem a febre amarela que já está até mesmo dizimando os macacos que habitam as matas que circundam o Distrito Federal.

 

Hoje um casal de macacos foi encontrado morto numa piscina de um bairro grã-fino de Brasília e os especialistas suspeitam que os bichos morreram de febre amarela. Há mais dois casos registrados nos arredores da Granja do Torto, a residência do Apedeuta.

 

Mais do que depressa os mata-mosquitos borrifaram com inseticidas, hoje, a Granja do Torto, onde o Apedeuta e seus sequazes passarão o “revelhom” amanhã.

 

A população de Brasília está temendo um surto da moléstia, embora as autoridades garantam que 90% da população está imunizada. Mas a vacina contra febre amarela tem de ser repetida a cada 10 anos. E, como todos sabem, a memória dos botocudos é limitada.

 

Aqui no Sul, o pedacinho razoavelmente civilizado do Brasil está sendo literalmente invadido por botocudos de todos os quadrantes do país.

 

Florianópolis está uma loucura total. Descobriram a Ilha. Há até celebridades em festas burguesas (epa!), mas o grosso dos invasores é constituído de botocudos.

 

Um dos balneários mais famosos aqui da Ilha, o Jurerê Internacional, também foi tomado por novos ricos botocudos. Aquilo lá já foi um lugar agradável, limpo. Até que os botocudos descobriram. Pronto. Virou uma zona.

 

Faz muito calor aqui em Florianópolis, o trânsito para as praias está infernal. Se alguém deseja antever o que seria o tal apocalipse, venha passar a temporada aqui em Florianópolis.

 

O Sul precisa separar-se do Brasil, constituir logo um outro país e passar a exigir vistos para todos os tipos de estrangeiros, especialmente os botocudos do Brasil. Trata-se, antes de mais nada, de uma questão de saúde pública.

 

Uma das primeira medidas a ser tomada deverá contemplar o fechamento das fronteiras para livrar a população da febre amarela, esquistossomose, dengue, tuberculose, lepra, sarampo, catapora, poliomielite, enfim, essas moléstias que o mundo desenvolvido já erradicou mas que grassam de São Paulo para cima.

 

Já proponho o lema a ser inscrito na bandeira deste novo país: FOGO NOS BOTOCUDOS!



Escrito por Aluizio Amorim às 14h56
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O BOM HUMOR DO SPONHOLZ



Escrito por Aluizio Amorim às 14h08
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QUEREM REMEXER O PASSADO? ÓTIMO! VAMOS LÁ!

Democracia constitui-se por

si só no repúdio à ditadura

Com o pedido de extradição dos envolvidos na Operação Condor, por parte da justiça italiana, a história recente do Brasil envolvendo o período da ditadura começa a ser remexida. Isto é ótimo. Em boa hora um militar decidiu romper o silêncio.

 

Trata-se do general-de-divisão da reserva Agnaldo Del Nero Augusto. O militar afirmou que o Exército brasileiro prendeu militantes montoneros e de outras organizações da extrema-esquerda latino-americana e os entregou aos militares argentinos. "A gente não matava. Prendia e entregava. Não há crime nisso."

 

Para ele, em "uma guerra irregular", como a que ocorreu na América Latina, regimes democráticos ficavam diante de um dilema: impor restrições ao Estado de Direito ou correr sério risco de serem derrotados.

 

"Os terroristas não obedecem a lei nenhuma, mas querem usufruir das garantias que a democracia oferece. O grande erro (do governo) foi, quando foi feito o AI-5, não ter declarado (estado de) guerra. Olha: ‘Nós estamos em guerra’." (Leia mais).

 

MEU COMENTÁRIO: e se for para remexer o passado e punir os crimes cometidos nesse interregno da história da República, que sejam levados às barras dos tribunais os torturadores e os terroristas. A primeira iniciativa a ser tomada é cassar essas pensões vitalícias milionárias que vêm sendo pagas pelo Estado à meia dúzia de agitadores profissionais e falsos guerrilheiros.

 

Ou alguém considera que autodenominados “guerrilheiros de esquerda” são agentes da liberdade?

 

A verdade que ninguém tem a coragem de admitir é que se os tais “guerrilheiros de esquerda” fossem vitoriosos o Brasil teria sido simplesmente cubanizado, transformado num país comunista botocudo.

 

Se isto aqui já é uma merda com democracia, imagine sob o tacão de uma ditadura comunista?

 

A discussão que se levanta em torno do período da ditadura é algo bizarro, uma perda de tempo e de energia. Trata-se, antes, de louvar a democracia e deplorar qualquer tipo de ditadura.

 

O Brasil precisa de paz, concórdia, muito trabalho, respeito à lei e à ordem, instituições democráticas fortes e intocáveis e, sobretudo, de capitalismo.

 

O resto é conversa fiada alimentada por um bando de espertalhões que se utiliza do passado para construir as suas mordomias do presente.

 

Comunismo e fascismo são verso e anverso da mesma moeda. Ou seja: merda.  A história está aí comprovando de forma absoluta que só a democracia é o regime civilizado e que permite que uma Nação seja forte e livre.

 

O exercício da democracia, por si só, é o maior repúdio à ditadura, seja ela erigida em qualquer tipo de matiz ideológico.



Escrito por Aluizio Amorim às 08h32
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O MUNDO COMO UM BARRIL DE PÓLVORA

Até março de 2008 saberemos

se virá vendaval ou furacão

Transcrevo após este prólogo três excertos da análise formulada pelo meu amigo jornalista Toni Bulhões e postada no ABKnet, o pioneiro site brasileiro de notícias no exterior. Bulhões vive há anos na Alemanha, conhece boa parte do mundo e é muito bem informado.

 

Observa Bulhões, como muita propriedade, que 2007 não foi um ano comum. Fatos aparentemente isolados estão na verdade entrelaçados. Seja crise financeira ou atentados.

 

Os paradoxos adquirem sentido, principalmente quando se trata de fatos alarmantes como a perseguição a judeus na Venezuela. Sinal de que 2008 tem que ser um ano de combate. Ou a venda da ilusão de que uma líder populista seria solução em um país dominado pela anarquia e terrorismo, como o Paquistão. Sinal de que a humanidade parece querer enganar a si própria.


Resta agir e tentar fazer de 2008 um ano novo, como realmente deveria ser, adverte.

 

Portanto, vale a pena clicar aqui para ir direto ao ABKnet (link permanente na coluna Troca-Links ao lado mais abaixo) e ler o artigo completo.

 

“Possivelmente as próximas conseqüências serão a bolha do cartão de crédito, a bolha do automóvel, a bolha do supermercado, já que a quebradeira de quem sequer pode pagar as prestações da casa própria, poderá ter efeito dominó nos bolsos de uma sociedade acostumada a viver de dívidas.

 

O golpe fatal, segundo os mais pessimistas, será dado entre si, de forma antropófaga, pelos próprios bancos e fundos, os quais, desconfiados de quem cairá primeiro e de quem esconde o quê, evitarão os refinanciamentos mútuos corriqueiros no mundo da especulação e dos especuladores.

 

As previsões mais otimistas falam do que seria um poderoso "freio de arrumação", as mais pessimistas alertam para uma profunda recessão. Até março de 2008 saberemos se virá vendaval ou furacão”.

(...)

“O Paquistão sempre foi, e todos os serviços de inteligência ocidentais bem o sabem, o quartel-general de terroristas islâmicos do mundo inteiro. Foi lá que nasceu o Taleban afegão e é lá que estão os principais centros de treinamento e logística das facções radicais, entre elas o Al-Qaeda.

 

Há anos, mesmo antes do 11 de setembro de 2001, que toda a área noroeste do país está fora de controle do governo. Ali regem as leis dos clãs locais sob a luz da interpretação fanática do Corão. O país tende agora à generalização do caos por todo seu território.”

(...)

“O grande aliado dos iranianos é o presidente Hugo Chavez, da Venezuela. O resultado da aliança é sintomático: Compreensivamente, até certo ponto, elegem os EUA como inimigo principal mas, no dia a dia, movidos pela covardia política, preferem perseguir os judeus, culpando-os pelos males do mundo.  Nada mais fácil em uma receita própria do obscurantismo.


Os resultados vêm se acumulando aos poucos. Uma nota divulgada em 5 de dezembro passado pela Confederação de Associações Israelitas da Venezuela, por exemplo, informava sobre a invasão, por efetivos policiais, no dia 2, do Centro Cultural e Desportivo Hebraico de Caracas.”



Escrito por Aluizio Amorim às 19h52
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SALVE, SPONHOLZ!

Caro Sponholz:

 

Desejo consignar aqui os meus melhores agradecimentos a você que nos brinda diariamente com o seu humor competente, alegre e mordaz quando a situação política exige que assim seja. Não existe humor a favor. Não existe humor sem liberdade.

 

A ausência de humor é apanágio do fanatismo. Bom humor é a claridade; mau humor é a escuridão, a tristeza e a depressão.

 

Não é à toa que ditaduras não suportam o humor e, principalmente, aquele humor que com poucos traços, num só quadrinho, é capaz de dizer mais do que uma grande reportagem ou extenso editorial, fustigando e denunciando os antidemocratas de plantão.

 

Desejo para você, meu caríssimo amigo Sponholz, todo o sucesso, a prosperidade e a paz no decorrer de 2008, de forma extensiva aos seus familiares.

 

Tintim! Spon. Vamos que vamos rumo a 2008.



Escrito por Aluizio Amorim às 12h41
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CLIMA DE VINDITA NÃO CONSTRÓI A DEMOCRACIA

Domínio da lei diferencia a

democracia das ditaduras

Está perfeito o editorial da Folha de São Paulo deste sábado e, por isso, o transcrevo na íntegra como segue após este prólogo. O título original é “Moral, justiça, política”. Nunca é demais assinalar, ainda, que é muito comum os regimes ditatoriais viverem em permanente confronto com algum inimigo. Nem que estejam mortos ou suficientemente execrados pela sociedade em função de deletérias atividades no passado.

 

MORAL, jurisprudência e bom senso político parecem estar em conflito no complexo caso da Operação Condor. A Justiça italiana pede a extradição de 11 policiais e militares brasileiros (quatro deles já estão mortos), sob a acusação de envolvimento naquela rede clandestina de repressão a atividades subversivas durante os anos de regime autoritário.


Horacio Campiglia, cidadão italiano e argentino, estava no aeroporto do Galeão, no Rio, quando foi seqüestrado, em 1980. Foi visto tempos depois numa prisão argentina, antes de desaparecer. Lorenzo Viñas, também ítalo-argentino, conheceu o mesmo destino num ônibus que fazia o trajeto Buenos Aires-Porto Alegre.


Não foram os únicos a cair nas garras de um sistema de repressão que, desde 1975, inspirava entendimentos entre organismos brasileiros e seus equivalentes em outros regimes militares da América do Sul.


Que não se ignore a vileza dos envolvidos na Operação Condor: os nomes dos responsáveis por ela devem ser conhecidos pelas gerações futuras. Que o intuito punitivo que despertam, contudo, não ultrapasse o limite da lei.


A Constituição proíbe a extradição de cidadãos brasileiros, e a vontade da Justiça da Itália é irrelevante, por questão de soberania, diante do que dispõe a Carta do Brasil. Além disso estão prescritos os crimes de que os ex-agentes das forças de segurança são acusados. Do ponto de vista legal, pois, parece impossível levar alguém a julgamento.


Do ponto de vista político, as atitudes dos países envolvidos divergem. O Brasil, até porque a repressão resultou em menos assassinatos e desaparecimentos do que na Argentina, no Chile ou no Uruguai, tende a ver esse capítulo como página virada. A Lei da Anistia funcionou -e ainda funciona- aqui como instrumento de conciliação nacional.


Ponderados os ganhos e as perdas para o sistema democrático, percebeu-se que haveria avanço ao ignorar as responsabilidades individuais de quem tenha cometido crimes por motivação política no período. Foi um preço a pagar, como acontece em toda negociação desse gênero.

As vítimas do regime, vale lembrar, não poderiam considerar-se, na maioria dos casos, militantes da democracia. Alguns mataram inocentes em nome de um ideal que, quando realizado, nenhum respeito aos direitos humanos manifestou.



Escrito por Aluizio Amorim às 12h37
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O BOM HUMOR DO SPONHOLZ



Escrito por Aluizio Amorim às 12h33
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CAI A MÁSCARA

Está aí. CPMF só servia para

financiar bandalha do lulismo

Com o fim da CPMF, o governo criou nesta sexta-feira, 28, outro instrumento de fiscalização com base na movimentação financeira dos contribuintes. A Receita Federal baixou norma exigindo que as instituições financeiras repassem semestralmente ao fisco informações sobre as operações financeiras realizadas por clientes pessoa física que ultrapassem R$ 5 mil. As informações de operações feitas por empresas terão que ser encaminhadas quando ultrapassarem R$ 10 mil. (Leia mais).

 

MEU COMENTÁRIO: quer dizer: aquela história que a CPMF permitia flagar lavagem de dinheiro e outros trambiques financeiros é furada!

 

Quem sabe agora o governo conseguirá flagrar de onde partem dólares e reais que são carregados em cuecas ou em malas para comprar dossiês fajutos.

 

Essa turma do PT é a campeã da hipocrisia e da cara-de-pau.

 

Termina mais um ano e até hoje ninguém sabe a origem de R$ 1,750 milhão que os aloprados (apelido dado pelo próprio Apedeuta aos seus valentes sequazes) levavam para comprar o famigerado dossiê fajuto contra a oposição na última campanha eleitoral.

 

UAU! FALTA POUCO PARA O FIM DA MALDITA CPMF. SE VOCÊ TIVER QUE FAZER ALGUMA TRANSAÇÃO FINANCEIRA AGUARDE ATÉ O DIA 2 DE JANEIRO.

 

SEGURE AS PONTAS. NÃO DÊ DINHEIRO AOS PETRALHAS. USE CAIXAS ELETRÔNICOS SÓ A PARTIR DO DIA 1° DE JANEIRO DE 2008.



Escrito por Aluizio Amorim às 21h49
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DANDO UM TEMPO...

Cansado de tanto trabalhar Lula

anuncia que vai tirar uma folga

Ufa! Cansado de tanto trabalhar, Lula anunciou que irá tirar “uma folga” após os festejos de ano novo. Sorry, periferia.



Escrito por Aluizio Amorim às 20h01
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NELSON MOTTA, NA FOLHA:

Pela pureza botocuda

 

Quando estive pela primeira vez em Lisboa, em pleno salazarismo, todos pareciam velhos, andavam de preto e morriam de medo. Mas o mais patético era a proibição de palavras estrangeiras, que produzia ridículos hilariantes, como um pub ser chamado de "pabe".


Na Itália, até hoje, a herança mussolinista exige que os filmes sejam dublados em italiano. Os de Woody Allen ficam tão absurdos quanto os de Spike Lee ou "Cidade de Deus" falado em italiano: "Dadinho é il cazzo, il mio nome é Zé Piccolo!".

 

A versão original legendada só passa em raros cinemas de arte. Mas agora é tarde, e o povo já se acostumou. Mas os italianos alfabetizados estão perdendo boa parte do valor desses filmes.


As ditaduras, de esquerda e de direita, e o autoritarismo em geral adoram proteger a pureza da língua pátria, para melhor nos defenderem das influências maléficas e das ameaças que o estrangeiro sempre representa.

 

Pela soberania e a união nacional, como diziam Franco e Stálin.

A ignorância também odeia as línguas que não entende, inveja os que as falam, finge desprezá-los ao valorizar coisas como a sabedoria da vida real, a linguagem sem palavras, o idioma universal dos sentimentos e outras baboseiras.


Agora o Congresso vai votar uma lei do deputado comunista monoglota Aldo Rabelo que proíbe o uso público de palavras estrangeiras e pode nos levar, em plena era da globalização e da comunicação instantânea, a perdas irreparáveis na rica língua falada no Brasil, que tem a sua dinâmica própria e se transforma a cada dia.

 

Tem sido assim desde sempre, senão não teríamos o português que se fala (e alguns até escrevem muito bem) no Brasil moderno. Se dependesse dos defensores da língua pura, estaríamos falando tupi até hoje.

 

Nelson Motta, ao lado de Diogo Mainardi e do Reinaldão, é dos poucos articulistas da grande mídia que não se tem rendido à presepada politicamente correta e muito menos ao lulismo.

 

Adorei o título deste artigo: “Pela pureza botocuda”...hehehe...



Escrito por Aluizio Amorim às 19h00
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O BOM HUMOR DO SPONHOLZ EM DOSE DUPLA




Escrito por Aluizio Amorim às 18h50
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Escrito por Aluizio Amorim às 03h51
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DIOGO MAINARDI

Ficamos mais bestiais

 

Luiz Moyses perdeu a mulher na tragédia da TAM. Na tragédia do Aeroporto de Congonhas. Na tragédia do Airbus. Na tragédia da Anac. Na tragédia da Infraero. Na tragédia de Lula. Chame do jeito que quiser.

 

Luiz Moyses era de Porto Alegre. Depois do acidente, a TAM o acomodou no Hotel Blue Tree, em Moema, perto de Congonhas. Em 31 de agosto de 2007, à noite, ele estava no bar do hotel, acompanhado por dois outros familiares de vítimas do Airbus. No mesmo dia, ocorrera a abertura do III Congresso Nacional do PT.

 

Mais de 150 delegados do partido também estavam hospedados no Hotel Blue Tree. O PT sempre se deu bem com o Hotel Blue Tree. Um dos delegados petistas foi confraternizar com Luiz Moyses, imaginando que ele fosse um correligionário.

 

Luiz Moyses repeliu-o dizendo que Lula era o culpado pela morte de sua mulher. O delegado petista tentou agredi-lo. Insultou-o. Disse que os parentes dos mortos da TAM estavam chorando demais. O agressor só foi contido pelo deputado baiano Joseph Bandeira e pelos guarda-costas do partido.

 

O próprio Luiz Moyses relatou-me o episódio alguns meses atrás. Nesta semana, à procura de uma imagem que sintetizasse o ano, lembrei-me dele. Mais do que pelo acidente de Congonhas, 2007 ficará marcado pela bestialidade que deflagrou.

 

Da alegria indecente de Lula na posse de Nelson Jobim ao top, top, top de Marco Aurélio Garcia quando o Jornal Nacional falou sobre o reversor pifado, o Brasil desceu mais uns degrauzinhos na escala de civilidade.

 

Em 2005 e 2006, o conflito foi entre lulistas e antilulistas, entre achacadores e achacados, entre quadrilheiros de um bando e de outro. 2007 foi pior: o conflito passou a ser mais essencial, mais primário, entre a selvageria e a humanidade.

 

Os fatos do Hotel Blue Tree resumem idealmente o que aconteceu no país nos últimos tempos. Num artigo pomposo como este, em que se analisa o passado em busca de ensinamentos para o futuro, cai bem citar um autor ilustre.

 

É kitsch, mas cai bem. Pensando em Lula, em Marco Aurélio Garcia e no agressor de Luiz Moyses, cito o autor mais manjado de todos, Samuel Johnson: "A piedade não é natural ao homem. Crianças são sempre cruéis. Selvagens são sempre cruéis. A piedade é adquirida e aperfeiçoada pelo cultivo da razão".

 

A mulher de Luiz Moyses chamava-se Nádia. Foi sua primeira namorada. Eram casados havia sete anos. Quando Nádia morreu, Luiz Moyses vendeu sua empresa e mudou-se de Porto Alegre. Atualmente, ele tenta reconstruir sua vida em outro lugar, ao mesmo tempo que coordena as atividades do grupo de parentes dos 199 mortos de Congonhas.

 

Chegou a ser recebido por Lula no Palácio do Planalto. Perguntou o motivo do descaso do governo com a segurança nos aeroportos. Lula respondeu, segundo ele, que "o povo brasileiro nunca pediu segurança, pediu que modernizássemos os terminais". Lula teria acrescentado que o Brasil "possui os melhores terminais do mundo, com shopping center e tudo o mais".

 

O ano acabou. A tragédia da TAM ficou para trás. Menos para Luiz Moyses e todas as pessoas que perderam parentes ou amigos. Eles continuam a buscar respostas para os acontecimentos daquele fim de tarde de julho. Reúnem-se, confortam-se, trocam mensagens.

 

A última suspeita que circula entre eles é que o piloto do Airbus teria pedido autorização para aterrissar no Aeroporto de Guarulhos, mas tivera seu pedido negado pelos controladores.

 

Em 2007, o Brasil pediu para aterrissar numa pista longa e segura, mas acabou numa pista incerta e escorregadia, "com shopping center e tudo o mais".

 

Esta é a coluna de Diogo Mainardi na Veja que já está indo às bancas com uma completa retrospectiva de 2007. Vale a pena conferir porque a Veja é a única publicação que pratica um jornalismo de verdade. E este texto de Diogo resume em poucas palavras a que ponto chegou “este país” e o caráter dos sequazes do lulismo.

 

Bom, agora mesmo o sargento top top top Garcia embrenha-se na selva colombiana ( será mesmo?) para confabular com os seus amigos narcoterroristas das FARC.

 

Conclusão: quem apóia Lula e seus sequazes é conivente com os narcoterroristas. E não me venham contar lorotas e cometer agressões nos comentários, seus narcoterroristas botocudos!



Escrito por Aluizio Amorim às 03h31
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Escrito por Aluizio Amorim às 19h00
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ARTIGO

A formiga sempre paga a

conta da farra da cigarra

Por Paulo Castellari Filho (*)

 

É época de celebração, não de más notícias

 

Palavras do ministro José Múcio sobre o discurso positivo do Presidente Lula. E há quem elogie Lulla pela sua inteligência emocional, seu saber sobre política e outros predicados.

 

Para uma pessoa medianamente informada as coisas não são tão positivas assim. No presente momento de distribuição de dinheiro, distribuição de cargos na maquina pública, distribuição de bolsas esmolas, tudo vai bem, parece. Mas a conta por essas benesses virá. O caso é que o Brasil precisava deixar os sindicalistas manejarem o poder, afinal, eles eram a única parte importante da política brasileira, que permanecia pobre.

 

Eles governam como se o futuro não existisse. Pelo menos não o futuro das próximas gerações, eles governam para o futuro deles. Uma vez que sentiram o gosto do poder, não vão querer largar o osso, doa a quem doer, faça-se o que tiver de se fazer.

 

Roubar, mentir, manipular informações, são coisas corriqueiras na política nacional, mas na época do sindicalismo, isso foi levado aos extremos, sem pudor. Agora vale tudo para a manutenção do poder, e como a maioria é pobre, assinam embaixo da bandalheira, desde que tenham um pequeno quinhão à mesa.

 

Mas a Zelite tomou parte dos recursos da festa, pelo menos por alguns meses. Acabou com a CPMF. Ocorre que os sindicalistas e operários que pagam o imposto malvado, gostaram muito de saber que irá sobrar uns tostões a mais no final do mês para tomar uma cerveja no boteco, e Lulla foi obrigado a se calar diante de seu próprio eleitorado.

 

O estelionatário é esperto, sacou que pode, e vai, dar o troco.  A Zelite vai pagar a conta, ora se vai. Aumento de outros impostos é uma certeza. O governo ainda conta com o aumento da arrecadação, que esse ano foi muito maior do que o valor esperado  pela arrecadação da CPMF ano que vem.

 

A economia capitalista vive de ciclos. Um após o outro eles vem e vão. A bonança e a penúria se alternam nos tempos. É bom governar nos tempos de bonança, pode se usar os feitos econômicos dos outros a seu favor para cabalar votos. Quem constrói o Brasil é quem produz com seu trabalho, quem paga imposto. Não quem se apropria dele.

 

De qualquer forma, temos pela frente uma crise internacional. Os valores econômicos dessa crise, pelo menos o que se sabe até agora, são vinte vezes maiores do que os valores que causaram a última recessão nos EUA, e a crise no resto do mundo em 2001, assim como os gastos públicos nacionais são também muito maiores do que em 2001.

 

Quem enxerga um palmo à frente de seu nariz já antevê o desastre que o governo sindicalista trará ao país, mas quem se importa não é? Estamos discutindo e alardeando a bonança. Mais cedo ou mais tarde o cardápio da festa  mudará. Quem de torneiro mecânico se tornou presidente da republica, e milionário, dá o exemplo de que basta esperar que um dia se acerta a sena. Bem, as chances de isso acontecer, sabemos todos quantas são, mas nem todos.

 

Então a crise irá tirar do mercado algumas instituições financeiras desta vez. Nada de empresas pontocom como da última vez, que apenas tinham valor de face em suas ações. Desta vez estamos falando de bancos que emprestaram centenas de vezes mais dinheiro do que têm como lastro para assumir o risco dos empréstimos.

 

Estamos falando de que as pessoas não estão pagando seus empréstimos hipotecários nos EUA. Estamos falando de trilhões de dólares de prejuízo, valor que, sem a menor sombra de dúvida, abalará os alicerces da tão falada “Liquidez Internacional”. Estamos falando da aceitação do nível de risco que a economia estará disposta a tomar depois do calote geral. Esse calote, diga-se de passagem, vai deixar o calote argentino parecer esmola de bolsa família.

 

O presidente brasileiro não iria querer que o povo americano se enterrasse antes de morrer não é? E morrer antes de lutar, não é do feitio dos americanos. Mas contar com o ovo no traseiro da galinha é feitio do brasileiro.

 

Hoje veremos a cantoria sindicalista do “espetáculo do crescimento” sem o menor pudor e vergonha. A conta no futuro da distribuição farta da cigarra nesse período será paga apenas pelas formigas, podem ter certeza disso.

 

Mas verdade seja dita, o sindicalista deu um nó na zelite.

 

(*) Paulo Castellari Filho é expert em bolsa de valores, tem um blog é professor e opera em São Paulo sendo conhecido no mercado financeiro por Nathal. Eventualmente colabora aqui no blog com artigos contendo análises do comportamento do mercado.



Escrito por Aluizio Amorim às 18h38
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A CRÔNICA DO BLOG

Fim de ano

 

Olsen Jr. (*)

 

Sinceramente, não gosto dos “fins”, aprecio mais os “inícios” ou “começos”, como queiram. O ano que passou foi “dose”, pelos amigos que não vou rever mais, pelos artistas, músicos, escritores, gênios das ciências que existem mas não acompanho, física, química, biologia, matemática e outras que a minha pequenez também não persegue, enfim, pelo que a humanidade ficou mais pobre. É isso!

 

Naquela noite fui dormir cedo. É pelos padrões e pelas circunstâncias, a verdade é que estava “pregado”. Lembro que fizemos a distribuição dos presentes logo depois da ceia, os nossos filhos e noras se comportando como se tivessem na flor dos seus 11 ou 12 anos, agiam como crianças, com pressa, curiosos, ávidos por abrirem todos os embrulhos que estavam embaixo da árvore e nós fomos na mesma balada, integrados no espírito daquele fim de ano...

 

...”Vejo-me ali no boulevard da Lagoa da Conceição, em frente ao que chamam “Barca dos Livros”, chego atrasado para prestigiar um lançamento dos amigos escritores Tabajara Ruas e Nei Duclós. Eles estavam saindo, quer dizer, tudo já havia terminado quando cheguei. A moça que recepcionava não quis saber de conversa, disse que lamentava mas não podia fazer nada. Um pouco desolado mas contente por rever dois bons amigos, saímos juntos caminhando pelo píer.

 

Começo de noite ou final de tarde, era dia ainda, os barcos atracados oscilavam placidamente sobre as águas e avançamos em direção ao centrinho... Paramos ali no Oliveira, um restaurante à beira da água, pedimos uma cerveja, o filho do Tabajara disse que se lembrava de mim, de uma paleta de ovelha que  tinha comido lá em casa, e também de dois pôsteres que faziam alusão a vitória do Internacional na Copa Libertadores da América e do Campeonato do Mundo no Japão o ano passado... É bom tratar bem as crianças, penso, elas têm uma memória de elefante, ao contrário dos adultos, jamais se esquecem...

 

“A conversa ia amena quando ouço o Taba indagar “mas tchê, você tem de publicar os teus livros fora daqui. Tenho um amigo que está numa grande editora e me pediu para indicar autores novos de talento... Eu próprio estou impedido porque já estou em uma grande editora, me pagam bem, não posso reclamar, mas vou indicar o teu nome.

 

Pegou o celular e ali mesmo ligou para o tal editor. O cara disse que já me conhecia e era para eu enviar alguns livros para ele analisar, sem compromisso. Disse também que tinham comprado os direitos autorais de toda a obra do antropólogo Darcy Ribeiro, do escritor gaúcho Walmir Ayala, do outro gaúcho, Fausto Wolff e claro, por que não, de um Catarina de Floripa...

 

“Saímos dali, estava mais animado, tomamos um sorvete que o Tabajara pagou acrescentando que era muito caro, onde já se viu R$8,00 por duas pequenas bolas de sorvete, mas falou baixinho para que o filho não escutasse.

 

“Depois nos despedimos e fiquei com a consciência de que tinha uma boa coisa para lembrar, e também, de que deveria enviar um pacote com os livros mais expressivos para o Rio de Janeiro, era uma boa oportunidade e não deveria fazer como na frase do Bernard Shaw “tem gente que não perde a oportunidade de perder uma oportunidade”.

 

“Estava muito quente, tinha a sensação que iria virar suco, como no filme “O Homem que Virou Suco”... Não iria desistir, não agora, quando tudo parecia encaminhado... Foi quando o Sérgio Bonson, cartunista, grande amigo de Blumenau na década de 1970 me aparece com sua voz arrastada afirmando “viu bicho, a tua luta foi recompensada, não perde essa” e a sua imagem vai desaparecendo numa espécie de neblina até se perder e fico achando tudo aquilo estranho porque o Bonson tinha morrido, eu mesmo me recusei a ir ao seu enterro... Depois em sucessão, o Olívio Lamas com sua mão em meu ombro afirmando “esta não perdemos mais”... e o Horácio Braun “Disse que um dia chegaríamos lá”... E o meu pai “você foi o escritor da família”... O calor insuportável”...

 

Acordo suando, o travesseiro molhado, uma sensação de desconforto e levo algum tempo para assimilar que tudo tinha sido um sonho... Foi quando decidi ligar para o Tabajara para ver se a história dos livros era pra valer, vá que estivesse brincando mesmo no sonho.

 

(*) O meu amigo Olsen Jr. é um competente escritor e jornalista catarinense.



Escrito por Aluizio Amorim às 18h06
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DESCENDO O SARRAFO

Schwarzenegger botocudo

promete ser o xerife do Rio

O entrevistado no vídeo acima é o deputado estadual Wagner Montes, do PDT do Rio de janeiro. Ele aparece à frente de pesquisa de intenção de votos do instituto DataFolha para a prefeitura do Rio de Janeiro em 2008.

Wagner tem dito que o Rio precisa de um “xerife”... Hummmm...

 

Ao que eu retruco. Nem o Rio de Janeiro e nem o Brasil precisam de xerife nenhum. Bastaria que o Brasil se livrasse dos brasileiros botocudos para acabar com a criminalidade.

 

Isto exigiria o restabelecimento do respeito à lei e a ordem. E não há necessidade de mexer nem mesmo em uma vírgula da legislação existente.

 

Mas não será com populismo e demagogia barata que os problemas brasileiros serão resolvidos.

 

Os leitores cariocas que conhecem de perto esse Schwarzenegger botocudo, podem opinar nos comentários.



Escrito por Aluizio Amorim às 02h34
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ALERTA GERAL !!!

Enlouquecidos, petralhas vão

jogar tudo na luta de classes.

Vocês já imaginaram o Zé Guerrilha entrevistando o Porra-Louca do Nordeste? Pois bem. Há pouco, dando uma geral pela internet achei – bingo! – lá no blog do Cubano, como não poderia deixar de ser, a chamada para uma entrevista que o mensaleiro José Dirceu comete com o Ciro Gomes.

 

E qual é o título do post do Cubano: “Adversários querem inviabilizar governo Lula”. Cubano, lulista desde criancinha, posta inclusive uma foto dos dois botocudos.

 

Caraminguá? Não! Não! Afaste do Cubano este cálice...hehehehe...

 

A chamada está justamente em cima do trecho em que Ciro Gomes cai de pau na oposição pelo fato de ter inviabilizado a aprovação da CPMF.

 

Os petralhas continuam inconsoláveis e, nesse interregno das festas de final de ano estão urdindo o plano diabólico para golpear definitivamente as instituições democráticas que ainda estão de pé, dentre elas, o Congresso Nacional.

 

Imaginem agora o que vai acontecer no decorrer de 2008. O discurso do Porra-Louca Nordestino já está delineado. Exultará o pobrismo e baixará o sarrafo na classe média. Ciro quer se habilitar como o único candidato capaz de suceder Lula e, por isso, já se aliou ao Zé Guerrilha.

 

E, como já afirmei aqui no blog em artigo mais abaixo, a sucessão de Lula passa pela eleição municipal de 2008. Preparem-se. Será uma guerra encarniçada.

 

Já dá para prever que o estilo da campanha será, como nunca, rasteiro, pusilânime, na linha adotada pelo tiranete da Venezuela e pelo índio de araque da Bolívia.

 

A última eleição presidencial foi apenas o aperitivo. Agora será tudo ou nada. Lula e seus sequazes, entre os quais se inclui uma vasta parcela do jornalismo botocudo, já escolheram o inimigo em quem baterão sem dó: a classe média.

 

Açularão até dizer chega a luta de classes e o racismo e promoverão uma agitação política jamais vista da história da República. Para isto contarão com os tais movimentos sociais, constituídos de hordas de botocudos financiados com o dinheiro público lavado por meio das centenas de ONGs que proliferam por todos os cantos do País.

 

Lanço daqui uma advertência. O Brasil viverá daqui em diante um período extremamente perigoso nas mãos de um governo enlouquecido pelo poder e que descobriu na luta de classes o mote principal de sua campanha. Trata-se, como está claro e insofismável, que estamos nas mãos de um bando de irresponsáveis.

 

Um rastilho de pólvora já está aceso. Não podemos permitir que chegue ao paiol.

 

FOGO NOS BOTOCUDOS !!! FOGO NELES !!!

 

EM TEMPO: aviso que manterei plantão permanente no blog durante todo este final de ano. Os comentários continuam abertos democraticamente. Os leitores também poderão deixar avisos e links nos comentários, alertando para qualquer movimento petralha.

 

Utilize o blog para denunciar quaisquer manobras antidemocráticas.



Escrito por Aluizio Amorim às 00h41
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O BOM HUMOR DO BLOG

 

 

 

 

 

Mr. Bean, o extraordinário comediante inglês e suas caretas incrivelmente engraçadas. Esta gif foi enviada pelo meu amigo MaGenCo.



Escrito por Aluizio Amorim às 17h17
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A MÚSICA DO BLOG

O catarinense Luiz Henrique e

Liza Minnelli dão uma palhinha

A música do blog traz hoje um vídeo que é uma raridade: o cantor e compositor catarinense Luiz Henrique Rosa e Liza Minnelli na intimidade de um momento de descontração, quando a cantora esteve aqui em Florianópolis no auge de sua carreira. É que Luiz Henrique viveu durante uns 10 anos nos Estados Unidos quando a bossa nova explodiu em sucesso internacional nos anos 60.

Neste vídeo Liza pede que Luiz Henrique canta “Alicinha”, música que compôs em homenagem à sua filha Alice. Liza passou alguns dias aqui na Ilha lá pelo final dos anos 70. A gravação foi feita numa casa de praia aqui na Ilha onde Liza se hospedou. Era carnaval. Luiz Henrique foi namorado de Liza nos EUA onde fez muito sucesso e gravou com músicos como Walter Wanderley, Sivuca entre outros feras da bossa nova e do jazz.

 

Nessa época eu trabalhava no jornal O Estado, então o mais influente diário de Santa Catariana, sediado aqui em Florianópolis. Liza, acompanhada por Luiz Henrique, visitou o jornal e concedeu uma entrevista coletiva no saguão do prédio da qual tive a satisfação de participar.

 

Depois que Luiz Henrique retornou dos Estados Unidos mantive com ele uma boa amizade, bati com ele longos papos e o assisti em vários shows, inclusive com o lendário Sivuca, com o qual gravou um CD em Nova York.

 

O filho de Luiz Henrique, o meu amigo Raulino, criou o site www.luizhenrique.org e postou no YouTube diversos vídeos enfocando fragmentos de shows e clips de seu pai, entre os quais um trailler do documentário lançado recentemente

 

Luiz Henrique faleceu num insólito acidente de automóvel aqui em Florianópolis aos 40 e poucos anos de idade em plena forma e atividade artística. Era um sujeito extremamente modesto, simples e calmo.

 

Seus discos remasterizados e disponíveis em CDs não se encontram no Brasil. Mas continuam fazendo sucesso nos Estados Unidos, Europa e Japão.



Escrito por Aluizio Amorim às 02h51
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O BOM HUMOR DO SPONHOLZ



Escrito por Aluizio Amorim às 22h05
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A MENSAGEM DO BLOG

BOAS FESTAS !!!

 

Desejo a todos vocês, honrados leitores, os melhores votos de boas festas e os meus sinceros agradecimentos pela força e o apoio que vocês conferem ao blog. São vocês a razão de ser do blog.

 

E esses votos são também para aqueles que, embora não concordem a linha editorial do blog, também passam por aqui e, às vezes, postam seus comentários.

 

O dissenso faz parte da democracia e esta somente é capaz de se aprimorar através da ampla liberdade de opinião.

 

A todos, portanto, o meu caloroso abraço!



Escrito por Aluizio Amorim às 19h04
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LÁ SE FOI UM PERFECCIONISTA

O pianista Oscar Peterson, durante um festival de jazz em 2004.

Jazz perde Oscar Peterson,

um dos gigantes do piano.

A imprensa canadense anunciou nesta segunda-feira, 24,  a morte do pianista Oscar Peterson, um dos maiores nomes do jazz mundial. Segundo a emissora de televisão CBC, Peterson, que tinha 82 anos, morreu no domingo, de falência renal.


Durante suas seis décadas de carreira, o pianista canadense superou dificuldades financeiras no início, em Montreal, e passou a ser um dos mais respeitados músicos do gênero, recebendo, em 1997, o Grammy pelo conjunto de sua obra.

 

Aos 14 anos, Peterson venceu um show de talentos promovido pela CBC e, aos 19, lançou seu primeiro single, I Got Rhythm.

 

Nos anos seguintes, tocaria com lendas como o trompetista Dizzy Gillespie e o saxofonista Charlie Parker.


Peterson era conhecido pela sua versatilidade ao piano, exercitando sua criatividade em estilos variados como o bebop e o boogie woogie. (Texto e foto do site do Estadão).

 

MEU COMENTÁRIO: confesso que fico muito triste quando morre um artista. Gostava muito da música de Oscar Peterson. Ainda bem que a tecnologia permite que sigamos ouvindo o extraordinário som que ele extraía do piano. Era um virtuose e dominava apurada técnica. Uma das suas interpretações que mais gosto é "Triste", do Tom Jobim, onde ele mistura a bossa nova com o jazz num arranjo esplendoroso.

 

Que triste despedida, Oscar Peterson!



Escrito por Aluizio Amorim às 18h41
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A MÚSICA DO BLOG

Depois de Buddy Rich sobram

apenas tocadores de tambor

Neste show fantástico, Frank Sinatra apresenta o baterista Buddy Rich. Depois de você ver e ouvir o que Buddy faz com a bateria, todos os bateristas depois dele serão apenas tocadores de tambor. É simplesmente genial.



Escrito por Aluizio Amorim às 04h05
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DESTINO FATÍDICO !!!

"Momento mágico" da economia faz Florianópolis explodir!

Engarrafou geral. Hordas de

botocudos invadem Floripa.

Em inúmeras oportunidades tenho alertado aqui no blog que fazer turismo em Florianópolis é uma roubada. Entretanto, as pessoas teimam.

 

Para que não me acusem de exagerado, eis aí a situação das rodovias que dão acesso às cantadas e decantadas 42 (ou 44 ?) praias maravilhosas dessa Ilha magnífica neste domingo que antecede a véspera de Natal (epa!) essa festa da cristandade. Já imaginaram no “reveilhon”? quando hordas de botocudos invadem Florianópolis?

 

Dado ao fato de que se vive um “momento mágico” da economia, segundo exalta o Apedeuta, Florianópolis deverá nesta temporada bater o recorde do turismo botocudo.

 

Salve-se quem puder!



Escrito por Aluizio Amorim às 15h55
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VEJAM VOCÊS:

Ainda existem alguns idiotas

defendendo a maldita CPMF

Em seus dez anos de existência, a Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) injetou R$ 102 bilhões no Orçamento da União especificamente para a saúde.

 

O valor, equivalente a 38% das fontes de recursos da pasta, pouco ajudou para a melhoria do atendimento. Ainda hoje, 13 milhões de hipertensos e 4,5 milhões de diabéticos não têm acesso ao Sistema Único de Saúde (SUS).

 

Situação semelhante é enfrentada pela legião de pacientes de tuberculose, malária e hanseníase. Estima-se que 25% dos portadores dessas doenças estão sem tratamento. Além disso, 10 milhões de obesos não são atendidos de forma adequada no sistema público. (Leia mais).

 

MEU COMENTÁRIO: este levantamento que está no site do Estadão mostra bem para onde iriam os recursos da CPMF. E ainda há quem defenda  esse maldito imposto. Bom, o cérebro dos botocudos só não encontra limite para a estupidez.



Escrito por Aluizio Amorim às 12h33
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DÁ-LHE, DIOGO MAINARDI!

Que matéria!

 

A coluna do Diogo Mainardi da Veja que foi às bancas neste sábado está impagável. Não deixe de ler. Segure-se. Você vai rir um bocado...hahahahaha...está aí o humor, a inteligência e a criatividade que a “Tropa de Elite do jornalismo companheiro” não tem e jamais terá...hehehe...

 

Paulo Henrique Amorim e eu no Fórum de Pinheiros, em São Paulo. Ele como acusador, eu como réu. Encontramo-nos na última segunda-feira, na ante-sala da 1ª Vara Criminal. Fui até ele, cumprimentei-o e perguntei:

 

– Onde está sua bota cor-de-rosa?

 

Eu me referia ao programa de Tom Cavalcante, na Rede Record. Duas semanas atrás, Paulo Henrique Amorim participou do quadro B.O.F.E. de Elite, que está circulando na internet com o título "Jornalista de Elite".

 

B.O.F.E. de Elite, segundo seus autores, é "uma tropa gay, chiquetérrima". Os soldados trajam roupas pretas e botas cor-de-rosa. No programa, Paulo Henrique Amorim desempenhou o papel de um jornalista sério.

 

Em primeiro lugar, perguntou o que teria de fazer para se tornar ele próprio um membro do B.O.F.E. de Elite. O aspira 011 ("Porque 11 é um atrás do outro") respondeu: "Tem de saber segurar no fuzil com carinho".

 

Em seguida, o cantor Tiririca, intérprete do aspira 08 ("Além de macho, ele come biscoito"), soltou o grito de guerra do B.O.F.E. de Elite ("Pochete, gilete, agasalhamos o croquete/Me bate, me arranha, me chama de piranha").

 

Paulo Henrique Amorim curvou-se de tanto rir. Em outra cena, um ator de filmes pornográficos, Alexandre Frota, mandou o jornalista ficar de costas para poder "analisar melhor a sua matéria".

 

Paulo Henrique Amorim obedeceu prontamente, dando um rodopio sensual e recebendo um galanteio do chamado Capitão Monumento: "Que matéria!".

 

Esse é um bom resumo de 2007. Se estivéssemos num romance de Chico Buarque, eu diria que, no instante em que cumprimentei Paulo Henrique Amorim, o ano inteiro passou diante de meus olhos.

 

O Brasil mergulhou de vez na chanchada. Os aspectos mais grotescos da nacionalidade eliminaram aquele pingo de pudor que a gente ainda fingia conservar. Consagrou-se a burrice, a obtusidade, o descaramento. O lado mais rasteiro do lulismo contaminou o resto da sociedade.

 

Paulo Henrique Amorim me processou duas vezes por um comentário sobre seu blog no iG. O primeiro processo eu ganhei. Na segunda-feira, apresentamos as testemunhas do segundo.

 

Ele argumenta que, quando eu o acuso de ser a voz do PT, trata-se de uma calúnia. Quando ele me acusa de ser fascista e caluniador, trata-se de uma simples opinião. De acordo com ele, minha coluna afetou seriamente sua imagem.

 

Ele disse à juíza: "A senhora confiaria num jornalista que escreve a soldo? A senhora não deve acreditar no que eu escrevo porque eu sou um jornalista sem credibilidade". Pelo contrário: ele tem toda a credibilidade que se confere a um jornalista do B.O.F.E. de Elite.

 

Paulo Henrique Amorim saiu enfurecido do tribunal, berrando:"Perdi! Não vou conseguir metê-lo na cadeia". Ele tinha uma viagem marcada para nova York. Perguntei se ele ficaria em um de seus dois apartamentos na cidade. Ele respondeu que sim. Perguntei se os dois apartamentos haviam sido declarados ao imposto de renda. Ele respondeu mais uma vez que sim.

 

Enquanto Paulo Henrique Amorim se afastava, analisei-o de costas e pensei:

 

– Que matéria!

 

Eis aqui o B.O.F.E:

 



Escrito por Aluizio Amorim às 01h10
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MINHA ANÁLISE

Ódio e ressentimento são as

armas políticas do petismo

A ascensão do PT ao poder no Brasil inaugurou uma nova era que sufoca a beleza e inaugura um período kitsh, cujos estereótipos são os barracões de lona preta do MST, a greve de fome ridícula desse bispo maluco, a implantação de uma TV estatal para estimular a luta de classes, a predominância da visão politicamente correta que liquida o mérito acadêmico nas universidades, corroendo-o pela adoção de cotas raciais enquanto o Presidente da República passa a mão na cabeça de tiranetes de republiquetas bananeiras.

 

Com a negativa do Senado em aprovar a CPMF, Lula e seus sequazes deram uma aliviada. Mas não se iludam. A turma do PT sempre age de forma calculada. Quando está em perigo a aprovação de leis antidemocráticas os petralhas ficam quietinhos.

 

Fingem que aceitam as regras da democracia. Passado o susto, retomam o velho e surrado discurso comuno-fascista e voltam a açular a luta de classes baseada naquele discurso que culpa as elites (leia-se: classe média) pela indolência dos botocudos.

 

Neste interregno das festas de final de ano os petralhas, ainda acuados pela paulada que levaram no Senado, estarão contidos.

 

Mas voltarão à carga destilando ódio, rancor e ressentimento tão logo passe esse período de férias que termina já no começo de fevereiro. O carnaval, essa festa primitiva e nojenta, acontecerá no início de fevereiro, abreviando este período em que a Nação fica paralisada.

 

Neste caso a avalanche de ódio dos petistas retornará antes mesmo que fevereiro se finde. Ódio redobrado, porque o ano de 2008 será marcado pela campanha eleitoral voltada à renovação dos cargos de prefeito e vereador.

 

O ano de 2008 promete ser pródigo para a crônica política. Lula e seus sequazes jogarão tudo nessa campanha. Tentarão cobrir a Nação com a lona preta do esquerdismo botocudo já que a campanha de 2008 será, na verdade, o início da luta pela sucessão do Apedeuta.

 

E nisto contarão, como não poderia deixar de ser, com esse bando de jornalistas mistificadores que domina a grande mídia.

 

Notem bem: a partir do ano que vem faltará pouco para o início da campanha da eleição presidencial. Consumado o pleito municipal, raia no horizonte a campanha de 2010.

 

Se a oposição preza a democracia e a liberdade terá que adotar uma posição firme logo que se iniciem os trabalhos no parlamento após o recesso. Principalmente o PSDB e seus dois candidatos à presidência, Serra e Aécio.

 

Se permanecerem nesse apoio cretino a Lula e seus sequazes se transformarão nos coveiros da democracia. Aquela pesquisa recentemente publicada dando conta de que a população brasileira rejeita o continuísmo do terceiro mandato foi um aviso muito claro. Sinalizou uma tendência que reclama a sintonia da oposição com os desejos da maioria da população brasileira.

 

Lula e seus sequazes jogam apenas com uma ficha: a luta de classes. Ódio e ressentimento são os condimentos do discurso petista e o mote de sua estratégia política. Preparem-se. Os comuno-fascistas desejam sufocar a Nação brasileira com a lona preta da miséria. Eles precisam transformar o Brasil num grande acampamento do MST para se manter no poder.

 

Lula e seus sequazes só triunfarão se triunfar a miséria. A claridade do desenvolvimento, da civilidade, da lei e da ordem os ofusca. Não sobrevivem em meio à beleza e à leveza da democracia e da liberdade. Eles desejam o império do kitsh, ou seja, da estética botocuda que degenera num ambiente onde não há lugar para o bom humor, a elegância e a civilidade. E este é o ambiente cultural produzido pelas ditaduras.



Escrito por Aluizio Amorim às 12h33
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A MÚSICA DO BLOG



Escrito por Aluizio Amorim às 02h45
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TUDO POR CAUSA DOS ECOCHATOS

Acautele-se turista. Ameaça

de apagão em Florianópolis.

No início de novembro passado escrevi e postei artigo no blog versando sobre a ameaça de apagão energético aqui em Florianópolis nos interregnos de maior presença de turistas, principalmente na passagem de ano e no carnaval. O artigo foi publicado também no site Diego Casagrande, de Porto Alegre, onde sou articulista permanente.

 

Como está para iniciar a temporada, resolvi postar mais uma vez o artigo e com isto advertir os turistas para o fato de que a ameaça de apagão existe mesmo. A causa desse lamentável inconveniente resulta da ação dos ecochatos.

 

Eis o meu artigo. Não deixe de ler e envie também para os seus amigos que escolheram Florianópolis como destino turístico. A advertência partiu do presidente da Anel, quando esteve na  capital catarinense em novembro.

 

Por conta dos ecochatos que infestam Florianópolis, a capital catarinense corre o risco de viver um verão marcado pelos apagões de energia elétrica. É que a temporada atrai milhares turistas. A Ilha, onde está a maior parte do município da capital, possui 42 praias e belezas naturais arrebatadoras e, por enquanto, uma razoável qualidade de vida em comparação com a média brasileira.

Nos últimos anos foi "descoberta" pelo Brasil e pelo mundo. Tanto é que recentemente até o festejado e premiado diretor de cinema americano, Francis Ford Coppola, aportou por aqui e perambulou durante três dias pela Ilha com um corretor de imóveis a tira-colo, em busca de um terreno para construir um resort e até mesmo para morar.

Os ecochatos caíram de pau, através de seus representantes infiltrados nas redações dos jornais locais. Nada mais deletério do que o jornalismo ecochato.

A cidade e todo o interior da Ilha, bem como a região metropolitana composta por mais quatro municípios têm crescido vertiginosamente. Isto tem imposto necessidade urgente de obras de infra-estrutura, entre elas, a transmissão de energia elétrica do continente para a Ilha.

No início desta semana, o presidente da Agência Nacional de Energia Elétrica, Jérson Kelman, esteve aqui em Florianópolis e proferiu um vaticínio preocupante, advertindo que na temporada deste verão a Ilha corre o risco de apagão energético, segundo noticiou o jornal Folha de São Paulo desta quinta-feira.

E não será por falta de energia elétrica disponível, mas porque, segundo ele, não foram construídas linhas de transmissão ligando a capital catarinense ao restante do país porque os órgãos ambientais municipais e a Câmara de Vereadores não autorizam.

E arrematou: "Florianópolis perceberá a contradição entre a qualidade de vida e uma postura ambiental muito firme. Há uma alta probabilidade de acontecer pequenos blecautes quando houver picos de consumo no reveillon e no carnaval".

Recentemente, para o gáudio dos ecochatos, a Polícia Federal desencadeou a "operação moeda verde" que colocou em causa vários empreendimentos na Ilha que teriam sido erguidos com obtenção de ambientais através da corrupção de agentes dos órgãos públicos. Isto é, as licenças teriam sido conseguidas por meio de propinas.

Ninguém, em sã consciência pode concordar com a corrupção, como também não pode anuir ao descaso com relação ao meio ambiente. Mas o bom senso indica que se tem de encontrar uma saída capaz de dotar a Ilha de infra-estrutura necessária e de empreendimentos que movimentem a economia, com a geração de renda e emprego.

Entretanto, os ecochatos continuam dominando triunfantes e não se vê uma autoridade, um deputado, capaz de peitar essa gente. Não há uma iniciativa nem local e nem nacional voltada a atualizar e racionalizar a legislação pertinente ao meio ambiente. O descompasso da legislação face à realidade econômica é a principal causa da prática das propinas para fazer prosperar os processos de licença e sua autorização.

Embora Florianópolis esteja numa Ilha, não possui uma marina e, muito menos, o transporte coletivo marítimo. Com isso perde economicamente. Não há atracadouro para grandes embarcações turísticas que têm de fundear a sua âncora a quilômetros da costa e fazer o traslado dos turistas em lanchas.

alguns anos, o empresário catarinense Realdo Guglelmi, já falecido, quis construir um hotel de luxo na Avenida Beira Mar Norte, num local que se denomina Ponta do Coral, uma ponta de terra que avança para o mar. O projeto foi abortado por uma ampla campanha deflagrada pelos ecochatos.

Hoje, neste local, há uma verdadeira favela embora nenhum ecochato que levante a voz contra o cortiço lá erguido. Da mesma forma, os ecochatos não se opõem à ocupação desordenada dos morros da Ilha. Praias como Ponta das Canas, Campeche e Ingleses, por exemplo, já foram completamente favelizadas. Nem um pio dos ecochatos.

A Ilha não possui sistema de esgoto. Há um incipiente que cobre parte do centro da cidade. No restante os dejetos vão diretamente para o mar. Inúmeras praias da Ilha já são impróprias para banho. Entretanto, os ecochatos jamais levantaram a bandeira defendendo obras de infra-estrutura de saneamento urbano para Florianópolis.

Recentemente foi inaugurado um grande e moderno shopping Iguatemi aqui em Florianópolis. No dia seguinte lá estavam os ecochatos agitando faixas e cartazes contra ao empreendimento. A obra foi erguida obedecendo a normas técnicas de alto padrão e a empresa construtora que é aqui de Florianópolis, comandada pelo empresário Paulo César da Silva, um dos mais arrojados empreendedores nativos, chegou até mesmo a bancar todas as obras públicas viárias de acesso ao shopping.

Quando foi deflagrada a operação moeda verde os ecochatos cogitaram até mesmo a demolição do shopping! ou ainda, desapropriá-lo para implantar uma escola, embora os botocudos locais, como no restante do país, sejam notoriamente avessos aos estudos.

O futuro de Florianópolis está seriamente ameaçado por uma legislação anacrônica no que respeita ao meio ambiente. Tão anacrônica que tolera que as cidades sigam crescendo sem esgoto sanitário. Aliás, a quase totalidade das cidades brasileiras não possui esgoto. As que possuem o têm de forma precária. Mas os ecochatos jamais levantam a voz contra isso.

Os ecochatos adoram chafurdar no lodaçal dos dejetos e do atraso. Afinal, a maioria dos ecochatos é de esquerda. E, como tal, são petralhas e militam em prol do atraso e da pobreza. Eles precisam disso para que Lula e seus sequazes mantenham-se no governo concedendo-lhes o privilégio de usufruir suas boquinhas no serviço público.

Os ecochatos de Florianópolis, como das demais cidades do resto desse imenso Brasil fizeram um pacto em favor da volta aos tempos do boi e do arado. Aqui na Ilha já estamos adquirindo lamparinas e velas para enfrentar o verão. Quem estava planejando vir para Florianópolis neste verão, esqueça. A não ser que queira se incomodar.



Escrito por Aluizio Amorim às 14h46
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BEATLES FOREVER

Os quatro ainda no início da carreira numa foto pouco comum 

“The Beatles – A Biografia”:

o calhamaço já chegou aqui

Já chegou ao Brasil “The Beatles – A Biografia”, de autoria do jornalista e escritor americano Bob Spitz. Trata-se de um calhamaço de 982 páginas editado pela Larousse e que promete ser a mais completa biografia dos denominados fab four.

 

Spitz é autor de vários livros sobre a música pop, como Making of Superstars, Barefoot in Babylon e uma alentada biografia de Bob Dylan. Escreve regularmente para publicações como New York Times Magazine, In Style e Esquire. A edição brasileira de The Beatles - A Biografia tem prefácio de Sérgio Dias, dos Mutantes. A conferir.

 

Há uma matéria especial no site do Estadão assinada por Jotabê Medeiros que dá um aperitivo do livro e, de quebra, uma entrevista com Bob Spitz, o autor e, ainda, uma galeria de fotos da banda. Se você, como eu, gosta dos Beatles, clique aqui para ler.

 

Em tempo: Tambosi, só aceito comentários a favor. Não vem que não tem...Hehehehehe...



Escrito por Aluizio Amorim às 12h21
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CPMF NÃO INCIDIU SOBRE ESSA GRANA

O dinheiro do dossiê flagrado em poder do PT: livre da CPMF.

Um montão de dinheiro vivo cuja origem permance um mistério.

CPMF era eficaz para flagrar

lavagem de dinheiro? Onde?

A turma do PT, auxiliada pelos jornalistas e cronistas “companheiros” continuam a fazer o lobby em favor da CPMF argumentando que a famigerada “contribuição provisória” acabou por revelar-se uma ferramenta no combate à sonegação fiscal, à corrupção, à lavagem de dinheiro, aos caixas dois e a todas as fraudes criadas para espoliar a sociedade em benefício de bandidos e suas quadrilhas.

 

Mentira! E a prova de que não é e nunca foi instrumento para evitar a corrupção e o caixa dois está no fato de que até hoje a Polícia Federal ainda não descobriu a origem de R$ 1,750 milhão que a turma do PT carregava para pagar por um dossiê fajuto contra a oposição.

 

Trata-se do maior escândalo eleitoral da história da República.

 

Por meio da CPMF as autoridades não conseguiram flagrar o crime do mensalão, ainda que nele esteja envolvida, segundo denúncia do PGR, uma quadrilha integrada por 40 pessoas.

 

Pela CPMF as autoridades também não conseguiram identificar a origem da grana que um funcionário do PT carregava escondida na cueca. Isto para ficar apenas em dois exemplos.

 

Trata-se, portanto, de um argumento fajuto, furado e, sobretudo mentiroso essa suposta função meritória do execrável imposto.



Escrito por Aluizio Amorim às 10h47
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A HOMENAGEM DO BLOG

Bornhausen: o principal artífice da derrubada da CPMF.

Jorge Bornhausen: o político

mais importante do Brasil.

A coluna Radar, da Veja desta semana, foi ao ponto. Numa nota curta disse tudo a respeito do ex-Senador Jorge Bornhausen:

 

Jorge Bornhausen não tem mais mandato, não é mais presidente de partido, mas não se pense que vestiu o pijama. Foi ele quem, sem alarde, ajudou a mover várias peças-chave para derrotar o governo na quinta-feira. Foram três movimentos importantes. O primeiro, quando botou seu filho, o deputado Paulo Bornhausen, para liderar uma campanha na Câmara pela extinção da CPMF. Depois, quando trabalhou nos bastidores para fazer de Kátia Abreu a relatora da CPMF no Senado. E, finalmente, quando convenceu FHC de que a CPMF prorrogada dificultaria a volta da oposição ao poder.

 

Ao que eu aduzo: Jorge Bornhausen é o mais importante e influente político brasileiro. Uma de suas virtudes no âmbito da política é a coerência, algo extremamente raro na biografia dos políticos brasileiros.

(Foto: revista Veja)



Escrito por Aluizio Amorim às 03h01
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MINHA ANÁLISE

Oposição fraqueja e turma do

PT exerce o lobby do imposto

Enquanto a oposição dorme de touca, o governo vai promovendo seu lobby, com a ajuda dos jornalistas “companheiros”, em favor do aumento de impostos.

 

Neste momento a turma do PT está desesperada com o fato de não poder contar com cerca de R$ 40 bilhões para fazer a campanha de seus candidatos a prefeito no ano que vem. Esta é a questão que precisa ser denunciada.

 

Se o país vive o tal “momento mágico” da economia alardeado pelo Apedeuta, basta que se deixe a economia andar, não é mesmo?

 

Enquanto prevalecer essa absurda crença de que o país não vive sem o Estado o Brasil continuará nessa condição de Nação periférica, engessada por um patrimonialismo que agiganta o Estado, espreme o mercado, desestimula o empreendedorismo e promove a corrupção.

 

A derrubada da CPMF, além de aliviar a carga tributária excessiva que penaliza sempre os assalariados e, particularmente a classe média, abre uma boa oportunidade para se pensar a respeito dessa relação promíscua entre a sociedade brasileira e o Estado.

 

A oposição recebe mais uma vez a faca e o queijo. Entretanto parece que está acuada pela avalanche de matérias plantadas nos jornais pela turma do PT.

 

Está na hora de os partidos oposicionistas mobilizarem seus assessores econômicos e produzirem um estudo completo sobre a realidade financeira do Brasil e fazer com que seja estancada essa torrente de mentiras que adquire o ar de verdade quando vira matéria de jornal.



Escrito por Aluizio Amorim às 12h56
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IDIOTIA TRIUNFA NAS REDAÇÕES

Assassinos das FARC que os jornalistas denominam guerrilheiros

Imprensa botocuda exalta

PT e não cobre o essencial

O que segue abaixo são o lead e os três parágrafos subseqüentes de uma ampla reportagem do jornal espanhol El Pais que denuncia a deletéria cobertura que Chávez, o tiranete bufão da Venezuela, concede às autodenominadas Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC), que operam uma vasta rede internacional do narcotráfico.

 

É importante que os brasileiros tomem conhecimento dessa realidade de brutaliza o continente latino-americano. E não se trata de um caso à parte do Brasil, já que Lula da Silva é amigo de Hugo Chávez e inclusive esteve na Venezuela e subiu no palanque do bufão durante a campanha eleitoral venezuelana pedindo votos para o colega.

 

Cada vez mais somos obrigados a buscar na imprensa internacional as informações que o jornalismo botocudo escamoteia. Em troca os jornais brasileiros costumam trazer matérias tecendo loas a tiranos como Chávez, Morales e Caldera.

 

Não encontro em nenhum jornal brasileiro um editorial firme denunciando esta afronta que é o Presidente da República apoiar regimes antidemocráticos aliados ao narcotráfico e exultar o tal Foro de São Paulo que há alguns anos reuniu o esquerdismo latino-americano na capital paulista. Nessa ocasião um assento também teria sido reservado aos narcotraficantes das FARC.

 

Aliás, dia desses, num de seus discursos, Lula referiu-se ao Foro de São Paulo. Curiosamente a grande mídia continua ignorando solenemente esse famigerado Foro, como de resto ignora pautas como esta do El Pais que evisceram a realidade latino-americana.

 

A grande reportagem morreu na imprensa botocuda. Os jornalistas, com as raríssimas exceções, sempre foram idiotas. Com a ascensão do PT ao poder a idiotia passou a dominar as redações tornando os jornais ridículos e fracotes, completamente rendidos ao governismo.

 

Os jornalistas brasileiros em sua maioria entopem os jornais com louvaminhas ao operário que chegou à Presidência, como um fato capaz de conferir a Lula o status de semideus.

 

A leitura da grande reportagem de El Pais comprova o que estou afirmando. Traduzi os parágrafos iniciais, mas recomendo que clique aqui para ler tudo. Depois tire as suas próprias conclusões desta reportagem cujo título é sugestivo: “O narcosantuário das FARC”.

 

A guerrilha colômbiana das FARC encontra seu santuário na Venezuela de Hugo Chávez. Quatro desertores e várias fontes dos serviços de inteligência e diplomático detalharam ao jornal espanhol EL País a extensa e sistemática cooperação que determinadas autoridades venezuelanas brindam as FARC em suas operações de narcotráfico.

 

Alguns desertam da guerrilha colombiana porque se sentem traídos por seus chefes, abatidos antes a percepção de que o capitalismo selvagem do narcotráfio tem suplantado o altruísmo socialista que lhes encorajou a pegar em armas. Outros se vão porque sentem necessidade de voltar à vida familiar. E outros porque, de repente, se convencem de que, se não fogem, morrerão, como é o caso de Rafael, que desertou em setembro após um ano e meio operando e uma das bases das FARC detrno de território venezuela.

 

A lógica de Rafael é, a primeira vista, perversa. Por um lado porque, como guerrilheiro desertor, que regressou à Colômbia, sabe que viverá o resto de seus dias sob a ameaça permanente de que seus ex-companheiros o assassinem; por outro, porque a lógica diz que para as FARC a vizinha Venezuela é um refúgio seguro. As FARC compartilham a ideologia bolivariana do presidente Hugo Chávez, e o Exército colombiano não se arricaria a violar a lei internacional e cruzar a fronteira.

 

“Tudo isso é verdade”, explicou Rafael. “O Exército colombiano não cruza a fronteira, e a guerrilha tem um pacto de não agressão com os militares venezuelanos. O governo venezuelano deixa as FARC operar livremente porque comungam com o mesmo pensamento bolivariano, e também porque as FARC pagam subornos à sua gente”. (A foto acima é do site do El Pais).



Escrito por Aluizio Amorim às 19h32
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A ARTE DE ILUDIR

Genoíno: cara de caipira; astúcia e malandragem de mensaleiro

Genoíno tira o seu da reta em

depoimento sobre o mensalão

Em depoimento de quase duas horas na 10ª Vara da Justiça Federal, em Brasília, o deputado federal José Genoino (SP), ex-presidente do PT e acusado de envolvimento no caso mensalão, negou qualquer participação no núcleo central da "quadrilha".

 

De acordo com a denúncia do procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza, o esquema consistia na compra de votos de deputados em troca de apoio a projetos do Executivo.

 

Interrogado pela juíza Maria de Fátima Costa, Genoino atribuiu a outros dirigentes do PT o exercício das funções em que supostamente teria praticado irregularidades mencionadas na denúncia ao Supremo Tribunal Federal (STF).

 

O deputado afirmou que não tinha a atribuição de lidar com dinheiro ou administração financeira no partido, e que essa tarefa era do secretário de Finanças, Delúbio Soares.

 

"Minhas atribuições eram essencialmente políticas e de representação. Não cuidava das finanças, não cuidava da administração da sede (do partido) nem fazia indicações para cargos no governo." (Leia mais).

 

MEU COMENTÁRIO: Genoíno continua sendo o grande mestre em como tirar o seu da reta. O Apedeuta está fazendo escola?



Escrito por Aluizio Amorim às 18h20
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A FORÇA DA DEMOCRACIA

O Deputado Paulo Bornhausen que liderou a campanha Xô CPMF

Democratas cresce em SC e

exulta vitória contra a CPMF

Na última reunião do ano da executiva estadual catarinense do Democratas, realizada nesta segunda-feira 17, o presidente Raimundo Colombo cumprimentou, em nome do partido, o deputado Paulo Bornhausen, pela luta brilhante da campanha “Xô CPMF”, num movimento que começou tímido e sem muito crédito, e pela vitória importante conseguida, afinal, no Senado, juntando, para o Democratas, a repercussão, o agradecimento e a simpatia nacional. “Foi uma grande contribuição ao país, que faz com que encerremos o ano de forma consagradora”, declarou Colombo.

 

Bornhausen reconheceu as dificuldades iniciais para mobilizar - “as pessoas resistem, até por comodismo” - mas valorizou a boa montagem da campanha e o trabalho coletivo, que deram resultados.

 

“O movimento mostrou que o partido está preocupado com as pessoas e, também, que temos parceiros na sociedade civil, que, apenas, esperam por uma boa bandeira. Basta ir buscá-los”, disse. O deputado ainda avaliou que o DEM ganhou muitos simpatizantes e filiados com a campanha contra a CPMF, “por estar ligado na agenda da sociedade”.

 

Crescimento

Para o senador Raimundo Colombo, o Democratas encerra o ano com festejando seu crescimento em Santa Catarina: o acréscimo de 5.963 filiados, nas contas do Tribunal Regional Eleitoral, o que deixa o partido com exatos 116.707 filiados em Santa Catarina; e a sinalização de pesquisas que o governo comemora, mas que não são “tão boas assim.

 

Lula, segundo a última Ibope/SNI, mantém a massa de seguidores fiéis só no Nordeste, decrescendo no Centro Oeste, Sudeste e Sul, onde atinge as suas piores marcas”, observou o Senador Colombo.

 

Otimismo

O presidente estadual do DEM, senador Raimundo Colombo, encerrou a última reunião da executiva de 2007, e o ano, agradecendo a companhia, a participação e o trabalho dos democratas - integrantes da executiva, parlamentares, prefeitos, dirigentes partidários, colaboradores, filiados, simpatizantes, eleitores, parceiros, sociedade, imprensa.

 

“Foi um ano bom, que concluímos da melhor maneira, com as nossas convenções estadual e nacional e com a votação da CPMF. Isto nos deixa felizes e confiantes para 2008, acreditando no sucesso das eleições municipais”, disse. Anunciou que, por causa das férias de verão do diretório estadual, as próximas reuniões da executiva serão em 28 de janeiro e 11 de fevereiro de 2008.



Escrito por Aluizio Amorim às 17h47
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O BOM HUMOR DO SPONHOLZ



Escrito por Aluizio Amorim às 17h30
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PT FAZ CONFUSÃO PARA CONTROLAR TVs

Petralhas aproveitam projeto

de lei para impor a censura

Em post abaixo manifestei estranheza sobre uma nota no site do Cláudio Humberto, a respeito de um projeto de lei proposto pelo deputado catarinense Paulo Bornhausen, do DEM, que instituiria cotas de programação nacional nas TVs por assinatura.

Entretanto, o projeto original de Bornhausen não trata disso. O que houve, segundo o site Liberdade na TV hoje e sempre, da Associação Brasileira de Televisão por Assinatura (ABTA) é que o deputado petralha Jorge Bittar aproveitou para introduzir modificações no projeto incluindo as tais cotas. Sabem como é, essa gente do PT adora cotas e quer por que quer introduzir a censura nos meios de comunicação.

 

Há dois comentários no post em questão, mais abaixo. Um do meu amigo Tambosi e outro do leitor Eduardo Balduíno, de Brasília, ambos chamando a atenção que a nota do site de Cláudio Humberto não se refere ao fato de que Bornhausen é contra a introdução desse penduricalho petralha no projeto.

 

Provavelmente o Cláudio Humberto deverá na sua próxima coluna esclarecer melhor os leitores para não cair na esparrela da turma do PT.



Escrito por Aluizio Amorim às 01h42
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O BOM HUMOR DO SPONHOLZ



Escrito por Aluizio Amorim às 00h23
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MUITO ESTRANHO...

Governo aproveita um projeto

do DEM para controlar as TVs

Está no site do jornalista Cláudio Humberto uma informação relevante e preocupante a respeito da tentativa de controle pelo governo da TV por assinatura. A televisão brasileira já é uma merda. Agora pensem como ficará com 40 a 50% de conteúdo nacional. Argh!

 

Incrível é que esse projeto é de autoria do deputado Paulo Bornhausen, do DEM aqui de Santa Catarina. Custo a crer, mas em política no Brasil tudo é possível.

 

A nota do site do Cláudio Humberto informa o seguinte:

Querem controlar a TV paga

Após forçar os canais de televisão a classificar suas programações e criar a tevê pública, o governo agora quer controlar até mesmo o conteúdo dos canais fechados: está na Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara o projeto de Lei 29/07, do deputado Paulo Bornhausen (DEM-SC), que impõe um mínimo de 40% de conteúdo nacional no total da programação da TV por assinatura, e pelo menos 10% por canal, mesmo os estrangeiros.

 

Só piora

O governo Lula gostou da idéia de controlar a TV paga: João Maia (PR-RN) propôs, em substitutivo, impor 50% de conteúdo nacional na programação.

 

Todos contra

A Associação Brasileira de TV por Assinatura lançou, dia 4, uma campanha contra o projeto: até agora mais de 100 mil pessoas já aderiram à idéia.

 

MEU COMENTÁRIO: O problema da TV por assinatura não é falta de conteúdo nacional. Falta é conteúdo de qualidade, seja ele nacional ou estrangeiro. O que interessa é a qualidade da programação. Lixo é lixo. Tanto estrangeiro como brasileiro.

 

Outro problema que abrange a TV por assinatura é a picaretagem da NET, por exemplo, que de repente retira certo programa da grade adquirida pelo usuário afirmando que não consta do “pacote”. Isto já aconteceu comigo e com outras pessoas que procuraram o blog para denunciar.

 

Há algum tempo a Net aumentou o preço da mensalidade e argumentou que entraria no “pacote” o canal do Telecine Premium. Depois de muito tempo cortaram este canal e argumentaram que não está incluso na programação que havia comprado. Recentemente a mesma coisa aconteceu com a minha irmã. Retiraram o canal de filme da programação com o mesmo argumento.

 

São casos como esses que merecem a atenção dos parlamentares e não a propositura de projetos que só abrem espaço para que o governo tente controlar a programação e implantar formas sub-reptícias de censura.



Escrito por Aluizio Amorim às 16h12
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CHEGA DE IMPOSTOS

Recriar a CPMF? Aqui, ó!

para vocês petralhas !!!

A oposição recebeu ontem como uma provocação a declaração do ministro da Fazenda, Guido Mantega, defendendo a criação, por medida provisória, de um imposto nos moldes da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), derrubada na quinta-feira em votação no Senado. A proposta de Mantega foi revelada ontem com exclusividade pelo Estado.

“Se essa declaração do ministro for para valer, trata-se de um desafio frontal do governo ao Congresso e à democracia. Querer recriar algo que foi derrotado no Congresso é querer confronto entre Poderes”, advertiu o líder do DEM no Senado, José Agripino Maia (RN).

“Falar em criar imposto através de MP em um momento como este é pequenez”, afirmou o senador Alvaro Dias (PSDB-PR). “A derrubada da CPMF no Senado foi a tentativa de aliviar do lombo do brasileiro a carga tributária. Recriar impostos é frustrar expectativas, já que é unanimidade no País que o povo paga imposto demais.”

 

MEU COMENTÁRIO: o rechaço da oposição à manobra governista está correta. Vamos ver se a tucanalha mantém a coerência e a responsabilidade perante a Nação.

 

Se o Senado já derrubou a CPMF não há mais como recriá-la, ainda mais através de medida provisória.

 

O governo deve começar a fazer cortes de gastos, por exemplo, vendendo o aerolula e cancelando os cartões de crédito corporativos utilizados pelos funcionários governamentais e mordomias correlatas.

 

Outra boa providência para eliminar os gastos é privatizar a jurássica Petrobras, paraíso dos amanuenses e, de quebra, a Caixa Econômica e o Banco do Brasil.

 

Banco estatal é uma coisa de doido. Pare para pensar, prezado leitor. Imagine um banco nas mãos da burocracia estatal! Por ser público, não tem dono, não tem quem cobre resultados e economia de gastos. Bancos e empresas estatais são a maior praga que existe para uma Nação.

 

A primeira providência para colocar ordem nessa orgia e gastança é diminuir drasticamente o tamanho do Estado, que se deve limitar à educação, saúde e segurança.

 

E, finalmente, a principal providência, a definitiva, desalojar os petralhas do poder. Só assim serão restabelecidos o respeito à lei e à ordem e a segurança dos cidadãos.

 

A oposição não pode fraquejar. A CPMF já era. Está definitivamente derrubada e não haverá volta. Não há segundo turno. Podem babar e espumar à vontade petralhas. CPMF AQUI, Ó!



Escrito por Aluizio Amorim às 02h31
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ANENCEFALIA

Mão-de-obra botocuda obriga

empresa a recrutar no exterior

“Embora não tenha por que surpreender, a notícia de que a Companhia Vale do Rio Doce decidiu procurar mão-de-obra qualificada no exterior, divulgada segunda-feira pelo jornal Valor Econômico, dá idéia da escala do problema com que se defronta o empresariado brasileiro em conseqüência do crescente desnível entre as suas necessidades de quadros aptos a desempenhar funções profissionais no âmbito da atividade econômica, regida mais do que nunca pelo conhecimento, e o que têm a oferecer as levas que batem às suas portas em busca de emprego, egressas de um sistema educacional que vai de mal a pior”. (Leia o editoral na íntegra, vale a pena).

 

MEU COMENTÁRIO: o que está acima é o parágrafo inicial do editorial do jornal O Estado de São Paulo deste domingo. Aborda uma questão crucial para o desenvolvimento brasileiro: qualificação profissional. Empresas como a Vale do Rio Doce, que a turma do PT odeia e quer reestatizar é uma das que mais cresce no mundo depois que foi privatizada.

 

Entretanto, apenas botocudos batem em suas portas atrás de emprego e a demanda é por gente qualificada. O jeito mesmo é partir para o exterior em busca em busca dessa mão-de-obra que não sofre de anencefalia.



Escrito por Aluizio Amorim às 01h27
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REJEIÇÃO AO PROGRESSO

A mais importante Nação da

África está sendo cubanizada

Jacob Zuma tem o hábito de levantar o punho para o céu no fim de seus discursos inflamados. Ele faz danças guerreiras zulus trajando, às vezes, uma pele de leopardo e berra um canto de batalha chamado Awuleth’ umshini Wami, que, traduzido livremente, seria algo como “Quero a minha metralhadora”. (Leia mais).

 

MEU COMENTÁRIO: os empresários já paralisaram os investimentos e estão dando no pé da África do Sul onde o populismo já parece ser hegemônico. É o país mais desenvolvido do continente africano. Logo, logo será cubanizado.

 

Eis aí uma boa oportunidade de buscar os capitais que estão sendo afugentados pelos botocudos locais. Pena que o Brasil, sob o tacão do caudilhismo comuno-fascista do PT deixa de ser uma opção para esses investidores.

 

Claro, eles correrão para os países europeus democráticos, liberais, capitalistas e civilizados.



Escrito por Aluizio Amorim às 01h07
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