O que pensa Aluízio


JORNALISMO JURÁSSICO

Blogueiro vestido de dinossauro invadiu o aquário dos jornalistas

Ironia nos vidros em cartazes com a acusação: pterorepórteres

Campus Party: blogueiros

arrasam com dinossauros.

Os blogueiros que estão participando do Campus Party na bienal em São Paulo armaram a maior gozação em cima dos jornalista da grande mídia que, confinados num “aquário”de onde enviam suas matérias para as redações, são classificados de “jornalistassauros” e “pterorepórtes”.

 

Um blogueiro vestido de dinossauro fez a festa da galera e, ainda por cima, vários cartazes foram colados nos vidros  do aquário, sarrando dos “jornalistas jurássicos”.

 

Na verdade esta ironia representa a mais pura verdade! Para quem como eu, profissional do jornalismo e hoje blogueiro e que conhece como a palma da mão o “outro lado”, sabe que os blogueiros do Campus Party estão certíssimos.

 

E não adianta sapatear porque o jornalismo no estilo em que vem sendo feito ainda sofrerá – e já está sofrendo – a avassaladora e corrosiva ação da internet.

 

Insisto. Quem está na internet e navega pelos blogs independentes sabe o que está acontecendo. E tem mais. Não adianta ir para a internet, criar um blog, postar diariamente e achar que deu a volta por cima.

 

Engano. O jornalismo bloguístico tem outra linguagem, outro comportamento, outra forma de tratar a informação. Por isto mesmo, há dezenas de jornalistas blogueiros jurássicos por aí...hehehe...principalmente nos grande portais e sites de jornais e televisões.

 

Usam o computador como uma velha máquina de escrever e escrevem como se estivessem num jornal impresso. Muitos não fazem nada além do que uma página de um jornal convencional ou uma coluna referente determinado assunto, como a política, por exemplo.

 

Isto não quer dizer que estou renegando a mídia tradicional. Ela ainda continua sendo a grande formadora da opinião pública e dispõe da melhor estrutura técnica e profissional para buscar a informação.

 

A grande mídia e seus jornalistas, embora jurássicos, ainda são importantes. Principalmente aqueles que não são amestrados e que se negam a fazer “jornalismo a favor”. Enfim, aqueles que não foram abduzidos pela ideologia esquerdóide.



Escrito por Aluizio Amorim às 16h44
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ROUBALHEIRA É GERAL E IRRESTRITA

Tesoureiros do PT usam

o cartões corporativos

Enquanto a Oposição fraqueja e a Nação é cúmplice pelo seu silêncio ante essa escandalosa apropriação do Estado brasileiro pela bandalha petista,

a roubalheira prossegue.

 

A matéria que segue após este prólogo está na Folha de São Paulo desta sexta-feira, mas o jornalismo companheiro que domina a redação da Folhona escamoteou a informação na capa do jornal.

 

A manchete é uma nota que a Petrobras plantou na mídia desde ontem alardeando suposto furto de dados estratégicos num lance – pasmem – de espionagem industrial. Voltarei ao assunto.

 

Só mesmo jornalistas amestrados são capazes de dar em manchete uma história dessas, enquanto a notícia mais importante é esta que transcrevo a seguir e que revela o espantoso aparelhamento do Estado brasileiro transformado numa fantástica máquina partidária do petismo. Não deixe de ler:

 

Dirigentes regionais do PT estão entre os usuários de cartões corporativos do governo federal, incluindo três tesoureiros de diretórios estaduais.

Pelo menos mais sete integrantes de executivas ou diretórios petistas, além de um ex-prefeito e de três candidatos a deputado estadual em 2006, estão entre os encarregados por diversos ministérios de fazer saques e comprarem com os cartões. Um deles, candidato em Alagoas, sacou 41% do total do ano nas três semanas que antecederam a campanha.


Levantamento feito pela Folha com base em dados do Siafi (sistema de acompanhamento de gastos do governo) pela assessoria de Orçamento do DEM identificou 46 petistas em cargos de confiança em oito ministérios e na Presidência que usaram cartões de 2005 a 2007. Neste período, gastaram R$ 719 mil -61,5% em compras e 38,5% em saques.


O uso dos cartões por pessoas comprometidas com a política partidária não é ilegal, mas pode dar margem a conflitos de interesse. Um exemplo ocorre no Amazonas, onde o superintendente estadual da Secretaria da Pesca, Estevam Ferreira da Costa, usa cartão corporativo para cuidar das finanças da pasta de segunda a sexta, das 9h às 17h.

 

Encerrado o expediente, Costa, tesoureiro estadual desde 2001, dirige-se ao diretório do PT em Manaus onde, das 18h às 19h, trata do dinheiro do partido. "Passo uma hora por dia trabalhando para o PT", diz ele, que sacou R$ 8.900 com cartão em 2007. A maior parte, segundo ele, para comprar combustível para barcos.


Em Tocantins, o tesoureiro estadual do PT Leontino Pereira de Sousa usa intervalos no trabalho como delegado estadual do Ministério do Desenvolvimento Agrário para resolver problemas do partido. "Aproveito a hora do almoço para pagar contas do PT." Sousa gastou, em 2007, R$ 3.889 com cartão, 89% em saques.


Em Goiás, a tesoureira do PT até dezembro era Laisy Moriere, a principal responsável na Secretaria de Políticas para Mulheres por organizar as viagens da ministra Nilcéa Freire. É ela quem paga hotéis e restaurantes, com o cartão.


A dupla função é conseqüência do loteamento da administração federal. Conforme revelou a Folha no domingo, 44% dos cartões estão com funcionários comissionados, muitos deles, indicações políticas.


A maioria dos militantes petistas ocupa gerências estaduais da Secretaria Especial de Aqüicultura e Pesca, cujo titular, Altemir Gregolin, é um dos ministros que têm gastos com cartão investigados. Há também exemplos em Desenvolvimento Agrário, Minas e Energia, Trabalho, Agricultura, Integração Nacional e na Secretaria de Políticas para Mulheres.


Além dos tesoureiros, há petistas com cartão em cargos como secretário de Formação Política, de Organização, de Assuntos Sindicais e de Assuntos Agrários -todas posições estratégicas.

 

Nas eleições de 2006, ao menos três petistas com cartão corporativo tentaram a sorte para Assembléias. Apenas um se elegeu.



Escrito por Aluizio Amorim às 11h45
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O BOM HUMOR DO SPONHOLZ



Escrito por Aluizio Amorim às 03h08
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REPRISE

Lula e os cartões corporativos

No último domingo, dia 10, às 21h17 (já está nos arquivos) postei este vídeo que faz uma paródia em cima de cena do filme A Queda. O título é pra lá de sugestivo: Lula e os Cartões Corporativos Federais.

 

Tanto é que alguns leitores que ainda não viram solicitaram que postasse aqui. Então está aí. Faz o maior sucesso no YouTube, com mais de 127 mil acessos até esta hora.

 

Quem não viu, não pode deixar de ver.



Escrito por Aluizio Amorim às 02h49
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A BURRICE NÃO TEM CURA

Jornalismo amestrado põe

a idiotice acima dos fatos

Acabo sempre na correria porque não posso ficar na internet nem um segundo a mais. Eis que surge sempre algo não posso deixar de registrar para os leitores.

 

Há um artigo da jornalista Cora Rónai em O Globo, transcrito também pelo Reinaldo Azevedo que foi aponto. Como afirmou o Reinaldão, honra o jornalismo brasileiro. Digo mais: é um poderoso libelo contra esses cães amestrados que abanam o rabo para todo o tipo de sacanagem cometido pela bandalha esquerdopata que uiva nas redações exercendo a nefasta patrulha, mentindo e confundindo a opinião pública para livrar os larápios das malhas da lei.

 

Em post de ontem, quarta-feira, 13, e que está mais abaixo, também fiz uma análise parecida com o título Imparcialidade malandra desnatura a grande mídia e que também foi destaque no site Diego Casagrande, onde sou articulista permanente. Neste meu artigo identifico a forma solerte do jornalismo a favor praticado por esses cãezinhos amestrados

 

Fecho com o Reinaldo Azevedo rendendo as minhas homenagens e os meus cumprimentos a Cora Rónai. Transcrevo na íntegra o artigo. Não deixe de ler:

 

Não há ideologia que justifique

Eu ainda acredito, como diz o Millôr, que imprensa é oposição, o resto, armazém de secos e molhados (para quem chegou ontem: pequena loja de bairro, precursora dos supermercados). Acho o jornalismo uma das mais nobres profissões, sobretudo em sua filosofia básica; o mesmo eu poderia dizer da filosofia da profissão médica, por exemplo, embora, numa e noutra profissão, muitos nem percebam a glória do que fazem, tornando-se indignos da "missão" que exercem.

Pode ser efeito colateral do joelho quebrado, pode ser ataque de saudosismo, mas o fato é que já vivi um tempo em que o, digamos, “ecossistema”, me dava mais alegrias. É claro que havia, como sempre houve, jornalistas a favor – há quem diga a soldo -- do governo. Bajular os poderosos dá lucro, quando não prestígio, que tantos perseguem.

Mas as águas de então estavam bem divididas: eles eram “eles”, nós éramos “nós”. Havia um inimigo comum. Além do que, e não é pouco!, tínhamos menos de 30 anos, às vezes pouco mais de 20. “Eles” tinham colunas e empregos públicos, candidatavam-se, enveredavam pela política sem constrangimento. “Nós” acreditávamos, sem duvidar, que o papel da imprensa era combater a ditadura, e que, derrotada esta, estariam derrotadas também a corrupção e a impunidade. Ganhávamos pouco, às vezes ridiculamente pouco. Não chegávamos, como a Amélia, a achar bonito não ter o que comer -- mas não faltava muito para isso.

Até que, um dia, apareceu um agrupamento político chamado PT, e o meio de campo começou a embolar. Isso não ficou claro à primeira vista, pelo menos não para aqueles de nós que ou éramos mais ingênuos, ou já não andávamos diretamente envolvidos em política. Eu me enquadrava nas duas categorias, e ia em frente. Mas minha ficha caiu quando, um dia, voltando de uma feira de tecnologia, com a jaqueta enfeitada com lindos pins e buttons de sistemas operacionais e de chips, levei um dedo no nariz de uma estagiária do JB que, até então, me parecera boa pessoa:

— Por que não está usando o button do PT?!

Levei um susto. Aquele gesto e aquela voz autoritária podiam ter saído de qualquer zona histórica "alienígena", sinistra.

— Exatamente por causa disso, respondi, mas acho que ela não entendeu. Eu, porém, entendi. Não havia mais "nós" e "eles". Havia patrulha e rancor, também entre "nós". Não havia mais o bom combate ou o livre pensar; havia apenas uma ideologia, como todas muito cômoda, construída com bloquinhos de lugares comuns que não exigiam grande raciocínio de ninguém. Ai de quem não compactuasse.
* * *
Quando Lula ganhou as eleições, achei que o mundo das redações voltaria à normalidade. Poder é poder. Imaginar que existe poder "de esquerda" é de uma ingenuidade que não combina com o cinismo e a desconfiança que, em tese, andam de mãos dadas com o jornalismo.

 

Mas, obviamente, maior ingenuidade ainda é supor que quem se ajeita a uma bitola ideológica, por interesse ou por idealismo, guarda alguma capacidade de pensar por conta própria. Sobretudo quando a tal bitola começa a se mostrar lucrativa.
* * *
Já me prometi mil vezes não falar mais nisso e esquecer que hay gobierno soy contra, até porque o governo não está nem aí para o que nós, imbecis também conhecidos como contribuintes, achamos ou deixamos de achar. Quando o sangue me ferve nas veias (vale dizer todos os dias, quando pego o jornal), brinco de faz-de-conta: tento acompanhar o noticiário como se morasse em outra galáxia.

 

O diabo é que há coisas que não há Star Trek que resolva. Agora mesmo, não sei o que me deixa mais perplexa e indignada na farra dos cartões corporativos, se o roubo descarado do nosso dinheiro, ou o contorcionismo mental de colegas, que já considerei gente de boa reflexão, tentando defender essa nojeira.

Os argumentos são espantosos. Aquela ex-ministra racista, que acha tão normal negros odiarem brancos, está, obviamente, sendo vítima de pessoas que não a conhecem; ora, se até o Zé Dirceu já garantiu que ela não agiu por má-fé! Roubou sem querer, a coitada, e a Grande Imprensa, branca e machista, lá, nos seus calcanhares.

 

O outro comprou uma tapioca de míseros oito reais, e a Grande Imprensa, uivam os jornalistas amestrados, dá o fato em manchete. Como se o que estivesse em discussão não fosse o como, mas o quanto.

 

Para não falar na eterna ladainha do governo, repetida como um press-release que, a essa altura, sequer tem o benefício da novidade: “na época do FhC era a mesma coisa”. Mas, perdão: não foi para isso que a atual corja foi eleita?! Para mudar tudo o que estava errado?! Para implantar um sentido ético no trato da coisa pública?!
* * *
O pior é que tanto faz quanto tanto fez. Enquanto o nosso dinheiro paga qualquer leviandade protegido pelo manto putrefato da “Segurança Nacional”, enquanto jornalistas arrastam a profissão na lama defendendo a corrupção, os poderosos, às nossas costas, se entendem. As famiglias ficarão a salvo.

“Eles” venceram.



Escrito por Aluizio Amorim às 20h05
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A FARRA DEVE CONTINUAR

O novo ministro, dep.Edson Santos, não abre mão do cartão.

Novo ministro da igualdade

racial avisa que usará cartão

O deputado Edson Santos (PT-RJ), anunciado nesta quinta-feira, 14, como novo ministro da Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), afirmou em entrevista coletiva que a equipe da secretaria vai continuar utilizando o cartão corporativo para pagamento de despesas da pasta. A ex-titular da Seppir Matilde Ribeiro deixou a secretaria após denúncias de uso indevido do cartão.

 

"De acordo com a orientação do governo do presidente Lula, nós iremos continuar usando o cartão corporativo, na medida em que a administração pública tem situações emergenciais, que precisam ter condição de atendimento rápido. E se o cartão corporativo é hoje o mecanismo mais adequado e mais transparente para se tocar o cotidiano da secretaria, nós iremos usá-lo de acordo com as normas estabelecidas pelo governo", afirmou. (Leia mais).

 

MEU COMENTÁRIO: não comentarei nada agora. Deixo aos leitores a tarefa de comentar o fato. Compromissos profissionais impedem que neste momento produza análises e comentários a respeito dos desdobramentos do escândalo do cartão corporativo. Mas ainda nesta noite ou madrugada pretendo analisar os últimos lances dessa nova novela policial.



Escrito por Aluizio Amorim às 19h12
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O BOM HUMOR DO SPONHOLZ EM DOSE DUPLA !!!




Escrito por Aluizio Amorim às 17h07
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HOMENAGEM AO MEU AMIGO PICOLÉ

Peixoto, o Picolé: um craque na publicidade e na pintura.

Peixoto mostra com quantos

pincéis se faz obra de arte

Logo mais às 20 horas o meu amigo George Peixoto mostra toda a sua categoria como criativo artista plástico no Museu de Arte de Santa Catarina, no Centro Integrado de Cultura (CIC).

 

Peixoto é um ilhéu de boa cepa e o decano da publicidade e propaganda em Santa Catarina e, quiçá, no Brasil. Está na agência Propague, fundada pelo veterano Antunes Severo, desde o seu início da agência que comemora este ano 45 anos de existência! Aliás a propaganda começa em Santa Catarina com agência organizada com a fundação de Propague.

 

Hoje o dono da Propague é o meu amigo Roberto Costa. Bom sujeito, embora às vezes seja um pouco temperamental e autoritário. Depois que o blog foi ao ar parece que ele está maneirando...hehehe...

 

Voltando ao Peixoto. Dizem que a vida começa aos 40 e o Picolé, apelido de Peixoto, comprova – em parte – este velho adágio. No ano em que completa 40 anos de Propague, já que há muito tempo vendeu a sua parte na sociedade e continuou na agência até hoje como diretor de arte, decidiu dar um tempo à publicidade para entregar-se à pintura.

 

E, para comemorar os 45 anos de existência e os 40 da dedicação de Picolé à agencia, a Propague decidiu organizar a exposição “Peixodelic – Interpretações em traço e cor” que abre às 20 horas de hoje.

 

Programa de primeira. Meus cumprimentos à iniciativa do Roberto Costa que reconhece o magistral trabalho de George Peixoto. Além de ser bom de publicidade e propaganda, dá um banho de arte com sua pintura e traço sui generis. Além disso, Picolé é uma extraordinária figura humana.

 

Todos lá para prestigiar o Picolé.



Escrito por Aluizio Amorim às 16h51
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FLAGRADO NO SHOPPING

Numa fração de segundos,

um clic. E eis o blogueiro.

Dia desses no Shopping Iguatemi, verdadeiro bunker anti-botocudo de Florianópolis – o melhor e mais completo de Santa Catarina -, fui flagrado quando saia do Barão do Grão, café do meu amigo Carlos, que fica no hall da entrada principal. A câmera de Adriana Barcelos, que fotografava a família, apanhou este blogueiro ao fundo.

Acabei conhecendo a família e pedi a Adriana para ver a foto e solicitei que me enviasse. Aí está. Não conhecia a simpática família, que é do Rio de Janeiro e se refugiou aqui em Florianópolis, para se livrar da ameaça botocuda carioca.

 

Muita gente boa e honrada do Rio de Janeiro e São Paulo está vindo morar em Florianópolis. Para nós é uma honra. No entanto o crescimento da nossa Capital está sendo turbinado perigosamente.

 

Está na hora as autoridades começarem a definir algo concreto para garantir a relativa tranqüilidade da Ilha. Mas isto terá de ser pensado em termos de região metropolitana, envolvendo os cinco municípios que a compõe.

 

As eleições municipais vêm aí. Estarei atento ao pleito e o blog irá se manifestar. Ah...vai sim!

 

O meu agradecimento a Adriana por ter enviado a foto. Valeu!



Escrito por Aluizio Amorim às 12h06
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ENGRAÇADO E MORDAZ

Sponholz: absoluto.

Nesta quarta-feira, já no começo da noite, depois de verificar o noticiário em torno da CPI fajuta dos cartões corporativos acabei passando lá pelo Reinaldo Azevedo que, numa de suas análises, ironizou afirmando que a tal CPI estava mais para tucano assado do que para pizza.

 

E aí imaginei uma charge. Um tucano sendo introduzido num forno. Imediatamente enviei um email para o meu amigo Sponholz, dizendo apenas que via no tucano assado a idéia para uma charge. Entretanto, nem toquei nessa história do forno e que tais.

 

Pouco tempo depois Sponholz brindava seus leitores com esta charge que aí está. Generoso, citou o meu nome e o do Reinaldo.

 

Roque Sponholz não é apenas um humorista. É também um arquiteto competente e um artista plástico e, o que é mais importante, uma extraordinária figura humana.

 

Distribui gratuitamente suas charges – consideradas as mais criativas e engraçadas da imprensa brasileira – e as oferece também no seu site (link permanente na coluna ao lado).

 

Dentre todas estas qualidades ainda falta citar uma que é fundamental: Sponholz não se rendeu ao politicamente correto e muito menos alugou sua caneta para o poder petralha.

 

Na próxima semana Tambosi e eu iremos até Balneário Camboriú para um encontro com Sponholz. Nosso chargista estará descansando durante alguns dia por lá.

 

E mesmo despojados de cartões de crédito corporativos curtiremos, por certo, uma mesa farta de peixes e camarões sob a brisa suave que vem do mar que banha Cambu. A conta será paga com o nosso próprio dinheirim...hehehe...

 

Spon é um work-a-holic do humorismo. Incansável. Há dias em que é capaz de criar três ou quatro charges. Portanto, bem que merece uma folga.

 

Os petralhas podem ficar sossegados. Nem sempre uma conversa a três é um complô...hehehe...mas as orelhas do Inácio vão ferver...hahahaha...

 

Valeu, Grande Sponholz! Até semana que vem.



Escrito por Aluizio Amorim às 03h03
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O BOM HUMOR DO SPONHOLZ



Escrito por Aluizio Amorim às 20h59
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MINHA ANÁLISE

Imparcialidade malandra

desnatura a grande mídia

Compulsando os dois principais jornais do país nesta quarta-feira vê-se que há uma deliberada ação da grande mídia para jogar água fria no caldeirão de denúncias de irregularidades gravíssimas que pesam contra o governo de Lula e seus sequazes.

 

O Estadão, em editorial, toca de leve no assunto, enquanto a Folha passa ao largo e dá uma paulada no prefeito Gilberto Kassab. Pelo que se sabe, o atual prefeito paulistano parece estar entre os melhores que essa gigantesca metrópole teve nos últimos anos.

 

A grande mídia, como o Congresso Nacional, são espelhos da consciência nacional. E ambos estão sendo pusilânimes, como pusilânime é a maioria da população brasileira, incapaz de erguer um miserável cartaz de protesto contra a apropriação indébita do dinheiro público por meio dos cartões corporativos.

 

Entretanto, a manada politicamente correta e ávida por caraminguás governamentais que domina as redações da grande mídia, não descansou enquanto não conseguiu ridicularizar e destruir o movimento Cansei, que tinha por objetivo mobilizar a população contra as sucessivas falcatruas perpetradas pelo governo petista.

 

Pois nos jornais de hoje não se vê um só colunista referindo-se ao mais grave escândalo já ocorrido na República em que se constitui o execrável episódio do uso criminoso dos cartões corporativos.

 

Não há um só jornalista da grande mídia criticando o fato de que o direito está sendo pisoteado de forma farsesca quando se pretende criar comissões parlamentares de inquérito baseadas em ilações e hipóteses, descurando-se o fato determinado.

 

Não há também um só editorial reportando-se a ação que o PPS deu entrada no STF peticionando pela não recepção pela Constituição de 1988 de legislação da ditadura destinada a tornar sigilosa parte dos gastos dos recursos do erário.

 

Como também não há nenhum editorial ou um artigo analítico mostrando a realidade dos fatos que cercam essa CPI fajuta, que não passa de mais uma armação ordinária de Lula e seus sequazes para evitar qualquer investigação conseqüente. Nada pode ir além da punição de bagrinhos e lambaris.

 

Quem, como este modesto escrevinhador, trabalha exclusivamente com a web, constata o quanto os jornais desta quarta-feira se distanciam dos fatos, quando não se entregam às louvaminhas ao poder dando curso a notícias indicando que o Brasil está ótimo, que cresce e que tem bons fundamentos econômicos.

 

O press-release, que é um instrumento de comunicação oficial, não pode ser transformado em si mesmo numa agência de notícias. Quando seu conteúdo é apenas declaratório e não contem qualquer viés contraditório, tudo bem. Mas no momento em que passa a orientar a edição de um jornal, rádio ou televisão, tem-se o anti-jornalismo.

 

Aqueles leitores que costumam freqüentar diariamente os blogs jornalísticos independentes este aqui, sabem do que eu estou falando.

 

A verdade é que a internet já ultrapassa em boa medida aquilo que nos anos 70 se convencionou chamar de “jornalismo alternativo”. Primeiro porque aquela imprensa marginal era de viés esquerdista e fazia uma leitura crítica dos fatos à luz de um marxismo botocudo em plena guerra fria brandindo a foice e o martelo. 

 

Na atualidade, a internet, com os blogs, inaugura uma nova forma de análise dos fatos e da própria mídia. Com muito mais agilidade e isenção. Ao mesmo tempo começa a desenhar o novo perfil do jornalismo colocando em xeque o instituto da imparcialidade.

 

Ora, a imparcialidade radica na verdade e no direito. Quando é utilizada de forma malandra e oportunística, com na imprensa brasileira, conspurca-se a sua essência e finalidade e o resultado disso pode ser verificado todos os dias quando se abre um jornal ou liga-se o rádio ou a televisão.



Escrito por Aluizio Amorim às 13h00
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IMPRESSIONANTE !!!

Bispo insufla as invasões

pelos arruaceiros do MST

Enquanto corre solta a farra dos cartões corporativos pelo governo petralha os padrecos de passeata se encarregam de insuflar os bandoleiros do MST. Este é caso do bispo de Presidente Prudente, José Maria Libório Saracho, representante da Comissão Pastoral da Terra (CPT), da Igreja Católica de São Paulo, ao afirmar que vai incentivar os sem-terra a continuarem ocupando fazendas no Pontal do Paranapanema, a região com o maior número de conflitos agrários do Estado.

 

"O único jeito de chamar a atenção do governo para a reforma agrária é invadir e criar uma situação de insegurança", afirmou o bispo.

Até ontem, 18 fazendas foram ocupadas na região, no chamado "Carnaval Vermelho" do líder do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST), José Rainha Júnior. "Animo o pessoal para que continue invadindo. As multinacionais não vão querer vir para cá se a situação for de insegurança. A cana-de-açúcar vai ser um fracasso e o governo vai ter de fazer alguma coisa pelo povo”, desafiou o prelado.

 

Trata-se, como se vê de um ato fora-da-lei. Incentivar ocupação de propriedade e, mais ainda, insuflar desordeiros a invadirem constitui crime. (Leia a matéria completa clicando AQUI).



Escrito por Aluizio Amorim às 01h52
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O BOM HUMOR DO SPONHOLZ EM DOSE DUPLA




Escrito por Aluizio Amorim às 01h24
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JORNALÕES NÃO PODEM COLOCAR PANOS QUENTES

Grande mídia tem o dever de

repudiar a orgia dos cartões

O DEM rejeita o acordo firmado pela base governista para a formação de CPI mista para investigar o uso dos cartões corporativos e ameaça obstruir a pauta de votações no Senado, como contou em entrevista ao UOL News o líder do Democratas, José Agripino Maia (RN).

Ele afirmou ser equivocado analisar o uso dos cartões desde 1998 e disse "nem considerar" que presidência e relatoria da comissão fiquem com PMDB e PT, respectivamente, classificando a manobra de tentativa de "auto-investigação" por parte do governo.

 

MEU COMENTÁRIO: as palavras do líder Agripino Maia diferem muito do que está nas matérias veiculadas à farta pela grande mídia desde ontem no final da tarde e nos jornais de hoje. A mídia tem o dever de reportar a verdade e manifestar a sua indignação.

 

Vejam o que ele diz nesta entrevista e comparem com o que está nos jornais desta terça-feira.

 

A grande mídia acabará completamente desmoralizada se persistir nessa idiotice de contribuir para esvaziar as denúncias que indicam claramente o maior abuso e a maior roubalheira já vista na história da República.

 

Este escândalo tem proporções maiores do que aquele do mensalão. Expõe toda a podridão em que foi transformado o Estado brasileiro.

 

Com razão os cidadãos de bem, honrados e trabalhadores estão revoltados. Em todos os lugares que se vai as pessoas levantam o assunto dos cartões corporativos e se mostram estarrecidas.



Escrito por Aluizio Amorim às 18h38
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SÓ LIMINAR DO SUPREMO ABRE CAIXA PRETA

PPS ajuíza ação no STF

contra sigilo de cartões

O que está acontecendo no Brasil é algo de tamanha gravidade que ninguém ainda parou para pensar. Mas o presidente do PPS, Roberto Freire, foi ao ponto ao dar entrada em ação no Supremo contra o sigilo dos cartões corporativos de Lula.

 

Embora não tenha em mãos a íntegra da petição inicial, pela matéria que está no site do Estadão sinto no ar o democrático aroma do fumus boni iuris que exala da peça processual. O Supremo deverá, portanto, conceder liminar.

 

Ou o país tem uma Constituição ou não tem. Ou é estado de direito democrático ou uma autocracia sindical-botocuda. Essa história de segurança nacional pega bem em Cuba ou em Burkina Faso.

 

Mais uma vez o Poder Judiciário é chamado pela sociedade brasileira a determinar o respeito à Constituição e, por extensão, revigorar a lei e à ordem.

 

Enquanto isso a oposição entregou-se a um suculento almoço para encontrar uma saída capaz de livrar-se da pressão da opinião pública que cresce. A decisão do PPS de ir ao Supremo é, por isso, o acontecimento político mais importante dos últimos dias.

 

Eis excerto da matéria sobre a ação que o PPS ajuizou hoje:

 

O presidente do PPS, Roberto Freire, ajuizou nesta terça-feira, 12, no Supremo Tribunal Federal (STF), uma ação para impedir que o governo use um decreto do tempo da ditadura como argumento para manter sob sigilo gastos feitos com cartões corporativos da Presidência da República.

 

Na ação - uma argüição de descumprimento de preceito fundamental (ADPF) -, Freire argumenta que o decreto-lei 200, de 1967, que seria usado pelo governo manter o sigilo das contas, não foi "recepcionado" pela Constituição, promulgada 21 anos depois.

 

O fato de o decreto preceder a promulgação da Constituição, inclusive, impede que o partido conteste a norma por intermédio de uma ação direta de inconstitucionalidade.Freire pondera na ação que a Constituição privilegia o princípio da publicidade e não o sigilo previsto no decreto-lei.

 

"A regra geral é a publicidade dos atos da administração, que só poderá ser excepcionada quando o interesse público assim exigir", disse Freire na ação. "É lamentável que o presidente Lula use um instrumento como esse", acrescentou ao protocolar o texto no STF.

 

A ação pede que o Supremo, em caráter liminar, suspenda o sigilo das contas com cartões corporativos. No mérito, defende que o STF declare a "não recepção" do decreto e, portanto, a sua revogação.

 

Independente de a ação ser aceita pelo Supremo, a CPI Mista que será criada para investigar os gastos com cartões corporativos pode quebrar o sigilos dos dados supostamente sigilosos. (Lei tudo clicando AQUI).



Escrito por Aluizio Amorim às 18h13
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A FOTO DO DIA

Pela cara que Sarkozy está fazendo dá para ter uma idéia do que ele pensa sobre Lula. O francês não conseguiu dissimular. É o efeito cartão corporativo em nível internacional.

 

O quê, afinal, Sarkozy está pensando e querendo dizer?

 

Os comentários estão abertos. Quem tem alguma sugestão?

(Foto do site do Estadão).

 

ATENÇÃO: caríssimos leitores os comentários de vocês são sempre bem-vindos. As ironias idem. Mas por favor, evitem palavras chulas e ofensas pessoais.  



Escrito por Aluizio Amorim às 17h30
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O BOM HUMOR DO SPONHOLZ



Escrito por Aluizio Amorim às 17h22
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TRIUNFO BOTOCUDO

Farra dos cartões prossegue.

Não há qualquer providência.

As coisas estão mais ou menos assim: a CPI dos cartões corporativos tende a dar em nada. O governo de Lula e seus sequazes prossegue com a farra dos cartões. Até agora não se viu nenhuma disposição em sustar a roubalheira.

 

Agora pela manhã os partidos estão empenhados nas tratativas designar presidente e relator dessa CPI, enquanto a tropa de choque do governo trabalha no sentido de transformar essa comissão em mais uma pantomima congressual como aconteceu com a CPI das ONGs.

 

E o PMDB é o partido que viabiliza a manutenção do PT no poder. O PMDB é o emblema da vagabundagem, da cara-de-pau. É uma cloaca.

 

Por isto mesmo o Brasil é o lixo ocidental. Uma republiqueta bananeira vagabunda e povoada por quase 200 milhões de semoventes. Não tenho dúvida de que o problema é de ordem genética. Brasileiro é um semi-chimpanzé, uma excrescência da natureza.

 

Até porque a natureza, por ausência de qualquer desígnio, só é boa na cabeça dos ecochatos, esses bobalhões.

 

Se a natureza fosse realmente essa mãe que apregoam os ecochatos não teria produzido o povo brasileiro.

 

O Brasil e seus botocudos é a maior prova do que estou afirmando.

 

E lanço daqui um repto: provem o contrário. Os comentários estão abertos democraticamente.



Escrito por Aluizio Amorim às 12h37
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ZORRA TOTAL

Cartões corporativos são

emitidos sem o empenho

O Ex-blog, boletim diário escrito pelo prefeito César Maia, transcreve correspondência anônima que recebeu de funcionário de um Ministério a respeito do escândalo dos cartões corporativos. Vejam:

 

“Sou contador e trabalho em um ministério, que não vou citar para não sofrer perseguição. Um dado que não tem sido divulgado é que as informações sobre o uso de cartões se referem às faturas no Banco do Brasil.

 

Os cartões são entregues a seus titulares, quase sempre, sem que a despesa relativa tenha sido empenhada. O Banco do Brasil naturalmente debita nas contas do Tesouro, que dão cobertura automática. Mas os titulares não estão preocupados se há empenho prévio para estas despesas.

 

Em geral a cobertura orçamentária é dada depois da despesa realizada. Realizar despesa sem empenho é grave irregularidade no setor publico. A forma de corrigir é o reconhecimento a posteriori da despesa e a justificativa de urgência, em cada caso.

 

Nada disso é feito. Uma auditoria no uso desses cartões vai demonstrar isso: não há empenho prévio. Aqui no ministério é assim. Perguntei a colegas em outros ministérios, que confirmaram a mesma coisa.

 

Se o TCU abrir auditoria vai ter muita gente tendo que responder a processo”.



Escrito por Aluizio Amorim às 12h04
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O BOM HUMOR DO SPONHOLZ



Escrito por Aluizio Amorim às 01h58
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QUEM ROUBOU TEM DE IR PARA A RUA

DETONEM A CPI FAJUTA!

ABRAM A CAIXA PRETA!

Enquanto a grande mídia patina feio nessa história da CPI dos cartões corporativos e os blogs a ela vinculados contam histórias de carochinhas, escondendo-se atrás da pretensa imparcialidade, os líderes do DEM no Senado começam a pressionar.

 

Graças ao DEM essa CPI fajuta montada por ordem de Lula tem tudo para desmoronar. Mas repito. Graças aos senadores do DEM que foram ao ponto: CPI tem de ter fato determinado para ser criada e não pode apenas basear-se em meras hipóteses e ilações. Tem de haver uma denúncia concreta e verdadeira.

 

Neste momento a única denúncia concreta e verdadeira é a vagabundagem do governo petralha com os cartões corporativos.

 

Se esta CPI não investigar os gastos da Presidência da República com esses famigerados cartões corporativos não tem qualquer sentido a sua criação. Tem de ser aberta essa fantástica caixa preta que esconde essa vergonhosa roubalheira.

 

Os cidadãos brasileiros que suportam uma carga tributária das maiores do mundo têm o direito de saber sim para onde está indo o dinheiro público e o que fazem com ele os detentores do poder.

 

Se estiverem roubando o dinheiro público têm de ir para a rua. E que se convoque uma nova eleição. Isto é que democracia, o resto é empulhação.

 

ATENÇÃO: acabei de ler no site UOL que o Sérgio Guerra, presidente dos vira-bostas já está atuando como bombeiro enquanto o líder do DEM, o Agripino, teria dito que a CPI está de bom tamanho. Ué? Na matéria do Estadão a conversa é outra.

 

Afinal, o DEM vai ou não vai manter a palavra e detonar essa excrescência que é a CPI fajuta do Lula? e partir para a abertura da caixa preta?



Escrito por Aluizio Amorim às 19h47
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VADE RETRO, VAGABUNDOS !!!

Vira-bostas fazem acordo com

o PT e assinam CPI de araque

Pois não é que os tucanos aliviaram? Fizeram acordo com Lula e seus sequazes, através senador Romero Jucá, notório estafeta do governo petralha. Assim, a CPI dos cartões corporativos ficará restrita a investigar bagrinhos e lambaris.

 

Isto significa que a farra dos cartões continuará garantindo as mordomias da nomeklatura petralha.

 

Agora é necessário uma uma CPI para investigar os vira-bostas, ave também conhecida como chupim e, no meio político brasileiro, lhe chamam de tucano.

 

Vejam esta matéria que está no Estadão. É algo asqueroso, nojento e vergonhoso:

 

O líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), fez nesta segunda-feira, 11, com o deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP),  um acordo pela desistência da CPI dos cartões corporativos apenas no Senado, como havia proposto na semana passada, e aceitou a CPI mista, cujas assinaturas estão sendo coletadas pelo deputado tucano.

 

Sampaio disse que ficou acertado que a CPI investigará os gastos do governo Fernando Henrique Cardoso, mas que deve deixar de lado os do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da primeira-dama, para não passar a idéia de a CPI estaria "xeretando" o chefe de Estado.  

"Todos os gastos (da Presidência) serão conhecidos, mas não necessariamente checado o que foi gasto ou não pelo presidente e sua família", afirmou o tucano.

 

Antes de fechar o acordo, governo e oposição discutiram sobre a abertura ou não do sigilo dos cartões corporativos, especialmente os da Presidência da República.

 

Os governistas não aceitavam que os gastos que incluem despesas do presidente e da primeira-dama Marisa Letícia e de vários assessores próximos ao presidente fossem devassados. (Clique AQUI para ler o resto deste lixo).



Escrito por Aluizio Amorim às 15h03
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O BOM HUMOR DO SPONHOLZ



Escrito por Aluizio Amorim às 14h42
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NO SUBMUNDO DAS "DIVERSÕES"

Fatura de cartões de casas de

massagem tem nome-fantasia

O ex-blog do prefeito César Maia, faz vir à tona mais um lance que pode esquentar toda essa história dos gastos do governo do PT com os cartões corporativos.

 

O ex-blog revela correspondência que recebeu de um auditor fiscal federal do Rio Grande do Sul, chamando a atenção para o fato de que muitas “casas de massagem” usam nomes-fantasia na fatura dos cartões de crédio.

 

Ao que eu acrescento: boates também utilizam nomes-fantasia nas faturas de cartões de crédito com a finalidade de garantir o anonimato de seus freqüentadores.

 

Eis a correspondência que o ex-Blog recebeu e que está na sua edição desta segunda-feira:

 

“Sou auditor fiscal federal e lembro que muitas casas de massagem usam nomes-fantasia de oficinas, lojas de autopeças, etc... na fatura dos cartões de crédito com o objetivo de não levantar suspeitas e não expor quem foi "massageado". Dois anos atrás soube que se usavam estes cartões de governo para isso e com toda a cobertura. Sugiro fazer um cruzamento, o que é simples com meios informáticos”.



Escrito por Aluizio Amorim às 11h30
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