Vendo este vídeo você vai entender por que há tanto petralha exercendo a patrulha na internet...hehehe...Trata-se de mais uma daquelas montagens com legendas em cima de cena de filme falado em alemão de indefectível sotaque hitlerista. Está engraçadíssimo. Pesquei lá no blog do Reinaldão depois de providencial aviso do meu sempre atento amigo Tambosi.
Não sei porque passei batido nesta. O extraordinário compositor e cantor francês Henri Salvadorse foi no último dia 13 aos 90 anos de idade. E já nem sei como acabei recuperando esta notícia. Notícia de ontem já é velha. Notícia do último dia 13 está a um passo para entrar para um compêndio de história. Embora esteja diariamente na internet, dancei. Ossos do ofício.
Mas voltando a Henri Salvador há entre ele e o Brasil uma ligação muito forte, principalmente por causa da música e especialmente da bossa nova. Em 1945 andou por aqui em uma turnê para retornar somente em 2006 quando foi homenageado no Rio de Janeiro.
Henri contava que seu famoso e belíssimo bolero “Dans mon Île”, que compôs em 1957 teria inspirado Tom Jobimno processo de criação da bossa nova. Jobim ouvira a melodia no filme italiano “Europa di Notte”, em 1959. A canção ficou mais conhecida no Brasil por uma versão de Caetano Veloso.
Numa homenagem póstuma a essa extraordinária figura que foi Henri Salvador, a Música do Blog traz para vocês este vídeo com Henri cantando “Dans mon Île”. A música é linda e, embora já contando com uns 88 anos, ou pouco menos, quando gravou este vídeo, Henri Salvador esbanja classe e elegância e bom timbre de voz. O arranjo está perfeito.
Vale a pena ouvir. Quem quiser saber mais siga os links que estão no texto e há inclusive um site dedicado a elena internet, cujo fundo musical, com ótima qualidade de som, é esse bolero fabuloso.
O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) afirmou hoje que Lula da Silva não deveria "cuspir no prato que está comendo". "O presidente Lula precisa olhar com mais respeito o povo e aqueles que o antecederam. Fica feio, todo dia ele cospe no prato que está comendo. Chega", disse FHC, no lançamento do livro Cultura das Transgressões, no Museu de Arte Moderna, em São Paulo.
As declarações de Fernando Henrique foram uma resposta a Lula que, ao comentar a mudança de patamar do Brasil de devedor para credor, disse que isso ocorreu porque seus antecessores foram "pé-frios", e ele tem sorte porque trabalha.
"Isto (declaração de Lula) foi um insulto ao povo brasileiro que trabalhou para conseguir melhorar a situação (do País) e aos governos anteriores também", disse FHC. "Que ele (Lula) seja pé-quente eu acho ótimo, agora não precisa xingar os outros, tenha paciência." (Leia mais).
MEU COMENTÁRIO:Lula não só cospe no prato onde come, mas em tudo que está a seu alcance. Age como um imperador. Deita e rola. Os botocudos lhe dão cobertura total. Afinal, a última pesquisa lhe conferiu quase 70% de apoio.
Como é ignorantão, ao invés de utilizar este grande apoio popular para governar direito, mete o pé pelas mãos. Afaga corruptos, diz e faz o que quer.
FHC não tem o que reclamar, já seu partido anda de mãos dadas com o Apedeuta. Todos estão sabendo que por traz do pano é urdido um acordão.
Nunca estivemos tão perto da dominância de uma única facção política. E para isto não será necessário nenhuma violência. É bem possível que em 2010 surja um arco de alianças envolvendo o PT, PSDB e PMDB.
Pronto. Não precisa mais de oposição. Até mesmo o Congresso deverá ser fechado por perder a sua razão de ser.
Este é Lorenzetti, o churrasqueiro de Lula que vai depor na CPI
CPI das ONGs vai convocar
o “churrasqueiro de Lula”
O governo sofreu hoje uma primeira derrota na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das ONGs. O ex-dirigentes da ONG Unitrabalho, Jorge Lorenzetti, que ficou conhecido como o "churrasqueiro do presidente Lula", foi convocado para prestar esclarecimento sobre desvio de recursos na entidade.
O requerimento apresentado pelo senador Álvaro Dias (PSDB-PR) foi aprovado com voto Minerva do senador Raimundo Colombo, presidente da CPI. A votação ficou em quatro a quatro e Colombo deu o voto de desempate. O relator da CPI, senador Inácio Arruda (PCdoB-CE) se absteve. (Do site do Estadão).
COMENTÁRIO: ponto para o senador catarinense Raimundo Colombo, presidente da CPI das ONGs. É isto aí. Fogo nos botocudos! Vamos puxar o fio desse novelo das ONGs.
Não resisti. Acabei de ler o que escreve o Elio Gaspari na Folha desta quarta-feira. Está reclamando do Reino Unido que não quer saber de brasileiros por lá. E Gaspari contra-ataca...hehehe...defende a diplomacia da reciprocidade. Dá para morrer de rir.
Ora, os ingleses estão certos. Têm toda a razão em evitar a entrada de botocudos. Principalmente os brasileiros que são o supra-sumo do lixo ocidental.
Acham que estou exagerando? Basta dizer apenas que cerca de 70% dos brasileiros apóiam o governo de Lula e seus sequazes. Acaso há uma razão superior a esta para os ingleses refutarem os brasileiros?
Gaspari, jornalista isento e imparcial, quer ironizar mais cai num tremendo ridículo. Chama o Brasil de "Pindorama". Aqui no blog é lixo ocidental, não tem mole não... e os habitantes deste fantástico lixão são os botocudos.
O vento sopra forte. A bandeira, improvisada em um mastro de bambu, tremula. Lênin Cauã, de cinco anos, interrompe a brincadeira no balanço. Olha a cena e diz:
– Esta é a nossa bandeira. E bandeira é um símbolo, sabia?
– O que é símbolo?
– É aquilo que mostra alguma coisa. Aprendi aqui na escola, responde o menino.
– O que essa bandeira está mostrando?
Pego de surpresa, ele vacila.
– O branco quer dizer paz.
Pega um galho de árvore e começa a rabiscar o chão. Com os olhos baixos, prossegue:
– O verde é a roça onde o meu pai trabalha, é onde planta a comida da gente.
De repente, dispara a falar:
– O vermelho quer dizer luta, sangue. Tem muita gente que já morreu. Na bandeira também tem um homem e uma mulher. É uma família.
– Mas não há crianças!
O garoto levanta os olhos do chão e, com segurança, contesta:
- É lógico que tem. Olha eu aqui. O pai e a mãe são sem-terra. Eu sou criança, eu sou um sem-terrinha.
O texto acima é o início de uma reportagem de capa da revista Criança, do Ministério da Educação. A reportagem mostra como são educadas as crianças brasileiras de acordo com a pedagogia do PT por meio do MST. Elas aprendem a venerar a bandeira do MST, um movimento ilegal que invade a propriedade privada.
A turma da ONU, que diz ter feito um raio X dos direitos humanos no Brasil provavelmente não saiba o que está acontecendo. Aqui no Brasil a violência começa na escola.
O MST não é e nunca foi um movimento em prol da reforma agrária para os agricultores carentes. O MST é uma organização política cuja meta é implantar o comunismo no Brasil.
Suas armas são o ódio, a destruição e o ressentimento elevados à virtude.
Barack Obama teria sido registrado como muçulmano...SARAVÁ...
Obama e o fatídico turbante.
Americanos coçam a cabeça.
Esta foto é de Barack Obama, em 2006, no Quênia, vestido exatamente como os quenianos, com direito ao indefectível e soturno turbante. Esta foto apareceu primeiro no blog Drudgereport e agora também já está no site da BBC. Pesquei lá no Reinaldão e recomendo que leiam o post que escreve a respeito.
A foto explodiu como uma bomba. Com razão, os americanos são gatos escaldados. E a publicação desta foto pode contribuir para que lhes caia a ficha e parem de brincar de politicamente corretos.
Com a idiotice do politicamente correto a dominar o mundo não será, todavia, um espanto se o presidente dos Estados Unidos passar a ostentar um vistoso e fatídico turbante na cabeça.
Há tempo suficiente para inverter esse sórdido jogo. À luta, Republicanos !!!....hehehehe... E vamos aguardar o que dirá o New York Times.
P.S.: Por enquanto não vi esta foto em nenhum portal da grande mídia botocuda, a não ser lá no blog do Reinaldão.
A ONU, essa entidade que mantém uma casta burocrática que não serve para nada, acaba de divulgar um relatório qualificado de raio X completo sobre a situação dos direitos humanos no Brasil.
É verdade que há desigualdade e impunidade, mas não racismo como acusam os tais especialistas da ONU. Se houvesse racismo o Brasil seria um país de branquelos e não é isto que acontece.
Se houvesse de fato racismo, a população brasileira não seria constituída de pardos, morenos e mulatos. Não houve apartheid no Brasil como se verificou na África do Sul e até mesmo nos Estados Unidos onde a adoção de políticas afirmativas foi necessária.
O que o relatório da ONU não fala é na desordem reinante que surgiu com Lula e seus sequazes no poder, com o aparecimento de centenas de ONGs que afagam criminosos. A ONU refere-se a que tipo de direitos humanos? Ao dos bandoleiros apenas? É o que sugere o que está sendo divulgado.
Não fala sobre a trágica inversão de valores que condena os cidadãos sérios e honestos a ter que viver em verdadeiras casamatas para se livrarem da violência botocuda.
E pelo que até agora foi divulgado o relatório da ONU fecha os olhos para uma questão crucial que é o aumento extraordinário da população brasileira nos últimos anos. Ninguém quer saber de falar sobre a providência mais eficaz para a solução de todos os problemas: o controle rigoroso da natalidade.
Já disse várias vezes e repito: há uma imperiosa necessidade de controlar a natalidade com a adoção das seguintes medidas:
1 – descriminação do aborto;
2 – esterilização em massa;
3 – incentivo estatal à vasectomia e ligaduras;
4 – incentivo remunerado para casais que não tenham filho ou que tenham no máximo dois.
O valente ex-operário Lula da Silva, hoje o presidente do Brasil, mandou ver num discursocheio de rompantes na inauguração de uma fábrica na zona Oeste do Rio de Janeiro – nunca antes neste país! – afirmando que “está na hora de parar de vender desgraça”.
A surrada verborragia do Apedeuta retomou a história do operário que chegou à Presidência da República, instando os trabalhadores a acreditar no futuro. Quanto a essa exortação eu concordo. Quem sabe no futuro, porque no presente as coisas estão difíceis.
Tá bom, Lula. Justifica-se o discurso otimista. Mormente quando sai da boca de um operário que se deslumbra com o poder e que se esconde atrás de “segredos de Estado” para fazer tabula rasa da lei.
Realmente nunca antes neste país se usou e abusou tanto do poder e se produziu tantos escândalos quanto os já descobertos nesses mais de cinco anos de governo do PT. E todos eles envolvem roubalheira de dinheiro público sem qualquer pudor, como o recente episódio dos cartões corporativos.
Só mesmo um país de tolos dirigido por espertalhões com o apoio de empresários vagabundos e com as unhas cravadas no Estado é capaz de dar crédito a esse turbilhão de desfaçatez.
Acabei de receber por email, do meu amigo e leitor do blog Edson Goeldner, esta foto incrível que foi tirada em 1918. A imagem da estátua da liberdade é composta por 18 mil homens que se preparam para a guerra num campo de treinamento em Camp Dodge em Iowa (EUA). E mesmo que seja fruto apenas de uma montagem permite uma reflexão.
A estátua da liberdade é um ícone norte-americano. Materializa a cosmovisão de seu povo. Não precisa dizer mais nada para entender as razões que fizeram dos Estados Unidos a maior potência do planeta.
Lá se ergue um monumento em louvor à liberdade; soldados posam diligentemente para honrar essa representação libertária. E o fazem porque acima de todos paira o credo igualitário que repousa sobre o postulado da liberdade.
É por isso que lá jamais alguém indagará de outrem em tom de ameaça: você sabe com quem está falando? É mais fácil ouvir alguém convicto de seus direitos proclamar: quem você pensa que é para me falar assim?
Este é um aspecto cultural, sim, mas que baliza a ação e a relação social. Só o marxismo de orelha é capaz de desprezar a importância da análise culturalista. O tecido social é formado por uma miríade de ações e relações sociais e cada ator social ao agir o faz orientando-se por uma noção valorativa.
O Estado, por exemplo, é o resultado da ação social. As estruturas sociais, as instituições e os valores dominantes em determinadas sociedades são reflexos daquilo que habita o cérebro da maioria de determinado grupamento humano.
O governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB), voltou a defender nesta segunda-feira, 25 a articulação para uma aliança entre petistas e tucanos na eleição municipal em Belo Horizonte.
Ele classificou como "natural" o eventual entendimento entre PT e PSDB na capital mineira. A costura do acordo vem sendo capitaneada por Aécio e pelo prefeito Fernando Pimentel (PT) em torno de um candidato de consenso. (Leia mais).
MEU COMENTÁRIO:sim, Aécio tem razão. É natural a aproximação entre tucanos e petralhas. O velho esqueminha mineiro deverá avançar além dos limites do município de Belo Horizonte.
Bom, os tucanos sempre estiveram mais para vira-bostas, também conhecidos como chupins, aquelas aves que vivem se servindo dos ninhos alheios.
Agora já não dá para saber quem é mais petralha, se José Serra ou Aécio Neves.
Sobram, por enquanhto na oposição, apenas os Democratas. Se souberem trabalhar livrando-se de qualquer tentação oportunística os Democratas têm tudo para abocanhar um naco substancial dos votos dados ao PSDB nas últimas eleições.
No momento em que o regime do ditador Fidel Castro acaba de realizar uma eleição fajuta para manter a ditadura comunista na Ilha, sob o silêncio complacente do esquerdismo botocudo, reproduzo um artigo irretocável de Mário Sabino, atual redator-chefe de Veja, publicado na edição de 7 de maio de 2003 da revista e resgatado pelo Reinaldo de Azevedo no seu blog nesta segunda-feira.
Apesar de já estar postado lá, decidi repetir aqui no blog porque o artigo está mais do que perfeito.
O texto resume bem a miséria intelectual da idiotia esquerdista que habita a mente de jornalistas, artistas e outros tipos que são erroneamente qualificados de “intelectuais”. O título do artigo parodia uma canção do idiota-mor da música brasileiro.
Apesar de você, Fidel,... ...e de seus amigos intelectuais e artistas, amanhã há de ser outro dia para Cuba
Intelectuais e artistas deveriam ser defensores intransigentes da liberdade de opinião, de expressão, de associação e de tudo o mais que compõe o cardápio básico dos direitos humanos.
Mas, desde que tomou o poder em Cuba, em 1959, no que se convencionou chamar de "revolução cubana", o ditador Fidel Castro conseguiu fraturar essa lógica de extração iluminista.
Maroto e dissimulado, ele vende a idéia de que tem o direito de perseguir, prender, torturar e matar seus opositores, para manter a pureza do regime socialista e sua ilha fora do alcance dos cavilosos imperialistas ianques.
Essa conversa fiada, que remonta ao período da Guerra Fria e hoje mais parece enredo de opereta, continua a ser comprada por escritores, músicos e similares de diferentes latitudes.
Há três motivos básicos que lhes obnubilam o juízo. Antes de mais nada, o antiamericanismo puro e simples, um fenômeno de idiotia generalizada que faz muita gente boa acreditar que George W. Bush é igual a Adolf Hitler e que Osama bin Laden é o vingador dos pobres e oprimidos.
Em segundo lugar, a nostalgia esquerdista que insiste em reerguer em sonho o Muro de Berlim. E, por último, mas não menos importante, o próprio fascínio exercido pela figura de Fidel Castro – uma espécie de paizão castrador que habita o inconsciente dos coraçõezinhos comunistas.
Depois que Fidel mandou para o paredón três coitados que seqüestraram uma lancha para tentar fugir de Cuba e condenou a penas de prisão elevadíssimas 75 pessoas que esboçavam uma oposição moderada ao regime, entre defensores dos direitos humanos, economistas e jornalistas, uma parte da intelectualidade e do meio artístico que apoiava o ditador finalmente resolveu debandar.
O primeiro a romper, e de maneira bastante vistosa, foi o escritor português José Saramago, prêmio Nobel de Literatura e comunista empedernido. Na semana passada, mais de cinqüenta artistas e intelectuais, na maioria espanhóis, também fizeram o mesmo, por meio de um manifesto. Entre eles, o cineasta Pedro Almodóvar e o cantor brasileiro Caetano Veloso.
"As injustiças e os crimes contra a humanidade têm de ser denunciados, venham de onde vierem e cometidos por quem quer que seja. Mantemos nossa solidariedade com o povo cubano, que sobrevive dentro e fora da ilha, mas não com quem já usurpou por tempo demais sua representação e sua voz", dizia o manifesto.
Fidel, a raposa vermelha, não demorou a articular uma reação. Em seu discurso no Dia do Trabalho, disse que os intelectuais que protestaram "sofrerão um arrependimento infinito, pois perceberão que suas declarações foram manipuladas pelos agressores para justificar um ataque militar a Cuba". Além disso, maquinou um manifesto de 160 intelectuais e artistas em favor do regime cubano.
Entre os que o assinaram, estão o ator americano Danny Glover, a escritora sul-africana Nadine Gordimer e o escritor colombiano Gabriel García Márquez. Este último, cobrado pela autora americana Susan Sontag (de esquerda) pelo silêncio em relação às execuções promovidas por Fidel, afirmara dias antes que era "contra a pena de morte, em qualquer lugar, motivo ou circunstância". Mas, depois de tomar um pito do ditador cubano, voltou atrás, dizendo que sua declaração havia sido "manipulada".
Aos cubanos condenados à prisão e aos parentes e amigos dos que foram executados, restam apenas dois caminhos. Se forem religiosos, pedir a Deus que livre a sua ilha quanto antes do flagelo castrista.
Mas não vale a pena pedir nada ao Deus do brasileiro Frei Betto, amigão do peito de Fidel. O Deus de Frei Betto zela pelo ditador que já fuzilou 17.000 pessoas, e é capaz de levar para o paraíso também o mau ladrão, desde que este renuncie ao neoliberalismo.
O outro caminho para os desesperados é esperar o tempo passar na janela, enquanto assobiam o samba Apesar de Você, de Chico Buarque, notório simpatizante do regime cubano. Aquele que diz "apesar de você, amanhã há de ser outro dia".
Os versos da música, para quem não lembra, foram feitos por Chico para espicaçar a ditadura militar brasileira. Como não se manifestou sobre os últimos acontecimentos em Cuba, é de presumir que Chico Buarque ache que ditadura de esquerda é melhor do que ditadura de direita.
É uma idéia bastante comum, essa, de que ditaduras de esquerda são males menores do que as de direita. Sobrevive mesmo depois que foram revelados os crimes de Stalin, Mao e caterva. O raciocínio por trás disso é que é possível separar a essência dos regimes socialistas (que seria boa e justa) daquilo que é qualificado de "desvio" (as execuções, a censura, o terror).
Trata-se de um equívoco monstruoso, visto que, na realidade, é impossível operar tal separação. Como não admite oposição nem alternância de poder, o socialismo marxista será sempre totalitário. E totalitarismo, não importa se de direita ou de esquerda, é essencialmente danoso.
Para que não pairem dúvidas a respeito do que seja o regime de Fidel, utilize-se uma das definições de totalitarismo presente no Dicionário de Política, organizado pelo pensador italiano Norberto Bobbio. O regime totalitário, está lá no verbete dedicado ao tema, é resultado da união de seis pontos:
- uma ideologia oficial que abrange todos os aspectos da atividade e da existência do homem e que critica, de modo radical, o estado atual das coisas e que dirige a luta pela sua transformação - um partido único de massa dirigido por um ditador e que se mistura com a burocracia do Estado - um sistema de terrorismo policial - o monopólio da direção de todos os meios de comunicação de massa - o monopólio de todos os instrumentos de luta armada - o controle e direção central de toda a economia.
Primeiro nome em uma lista de 31 candidatos ao conselho de estado cubano, Raúl Castro é o novo presidente de Cuba. A assembléia nacional confirmou o nome do general de 76 anos como sucessor do ex-ditador Fidel, que renunciou ao poder na semana passada.
A surpresa foi a indicação do comunista ortodoxo José Ramón Machado Ventura, de 77 anos, para a vice-presidência. Machado Ventura lutou ao lado de Fidel quando a revolução na ilha derrubou o governo de Fulgêncio Batista.
Ele também foi ministro da saúde cubano. Analistas esperam que Raúl faça reformas limitadas para melhorar a economia estatal da ilha, o único país comunista do ocidente. (Leia mais).
MEU COMENTÁRIO:A notícia acima é um despacho da Reuters que está no site do Estadão. Refere-se à surpresa pela escolha de um dos dinossauros da nomenklatura castrista como vice-presidente.
Raul, o irmão do caudilho comuno-fascita – ah! esta sim é a surpresa...hehehe... – foi eleito sucessor da dinastia castrista.
Já escrevi aqui neste blog que o castrismo, agora representado por essa dupla jurássica, buscará uma saída à chinesa na tentativa de garantir pelo menos três refeições diárias aos cubanos e segurar a ditadura por mais algum tempo.
Se a maioria da população cubana permitir o continuísmo comprova-se a minha tese segundo a qual o triunfo da estupidez na América Latina só pode ter um motivo: decorre da predominância de uma variável genética determinante na formação desse tipo de homem: o homini botocudus.
Em abril haverá eleição no Paraguai. E o candidato que tem tudo para vencer é um ex-bispo católico, um tal de Lugo, tipo híbrido do esquerdismo botocudo que encarna ao mesmo tempo Lula, Evo Morales, Chávez e, por que não, o moribundo Fidel Castro.
Sua plataforma de campanha eleitoral é mais ou menos esta: “Itaipu pertence ao Paraguai”, embora tenha sido construída com recursos brasileiros.
E você que está lendo este post é que pagará a conta de mais esse delírio esquerdopata latino-americano.
A menos que o Brasil – o que é improvável estando nas mãos do PT – inicie, se possível hoje mesmo, o envio de um forte destacamento das Forças Armadas para cuidar de Itaipu, antes que um aventureiro porra-louca lance mão dela.
O padreco maluco quer fazer com Itaipu o que Evo Morales fez com o gás.
Lula e Isaiah Berlin. Os dois nomes foram citados juntos, lado a lado, ombro a ombro, no mesmo parágrafo de um editorial de O Estado de S. Paulo. É sempre espantoso quando um encontro desses acontece:
– Isaías, apresento-lhe Lula. Lula, este é Isaías, o filósofo. Isaías, tente explicar ao Lula o significado do conceito "liberdade negativa". Não, Lula: liberdade negativa não é o abuso da liberdade, é o contrário. Isaías, tente explicar novamente, por cortesia. Não, Lula: "As pessoas escrevem o que querem e ouvem o que não querem" não pode ser considerado um exemplo de liberdade negativa.
Acho melhor a gente ir embora, Lula. O Isaías prefere ficar sozinho. Sim, Lula, o Isaías está morto.
No último domingo, testemunhei outro encontro inusitado: Claudia Leitte e Elias Canetti. Fui jantar com meus filhos num restaurante árabe de Copacabana. Meio de transporte: bicicleta.
Um filho na cadeirinha dianteira, outro filho na cadeirinha traseira. No caminho de volta para casa, fomos imersos pela gigantesca onda humana que acabara de assistir a um espetáculo da cantora Claudia Leitte, na Praia de Copacabana.
Imediatamente, pensei em Elias Canetti. Ele relatou que o evento decisivo de sua vida ocorreu em 15 de julho de 1927, quando foi arrastado por uma horda de arruaceiros que depredou e incendiou o Palácio de Justiça em Viena. Toda a sua obra foi inspirada pelo episódio.
Em particular, o romance Auto-da-Fé e o tratado Massa e Poder. Eu senti uma inquietude similar à de Canetti no último domingo, quando fui arrastado pelas centenas de milhares de pessoas que debandaram depois do espetáculo de Claudia Leitte, com meus filhos na bicicleta e a barriga cheia de homus e kebab.
Onda humana. Eu nunca uso figuras de linguagem. Nesse caso, ela cabe: Canetti identificou onze símbolos que representam as massas. Um desses símbolos é o mar. A massa de espectadores de Claudia Leitte era representada por um símbolo que não chegou a ser contemplado por Canetti: o Smirnoff Ice.
Para Canetti, o populacho revanchista que incendiou o Palácio de Justiça em Viena serviu como um prenúncio do nazismo. Aquela gente estava pronta para seguir o primeiro demagogo sanguinário que aparecesse.
Para mim, a massa bestializada que foi assistir ao espetáculo de Claudia Leitte em Copacabana, formada por uma gente embriagada, barulhenta, porca, feia e de pernas curtas, provou apenas que eu preciso sair menos de casa. O que demonstra de uma vez por todas – como se isso fosse necessário – que eu jamais serei um Elias Canetti.
Tenho bastante intimidade com Elias Canetti. Li suas memórias e sei praticamente tudo sobre ele, de seu nascimento até sua morte. Sim, Lula, o Elias também está morto.
A partir de agora, vou me dedicar ao estudo da vida e da obra de Claudia Leitte. Ela pode ser um prenúncio dos desastres do nosso tempo. (Coluna de Diogo Mainardi na Veja que foi às bancas neste sábado).
MEU COMENTÁRIO: "gente embriagada, barulhenta, porca, feia e de pernas curtas"? Ora, são os botocudos, Mainardi. E neste caso você errou: não se tratava de uma "onda humana", mas sim uma "turba de chimpanzés"...hehehe...
Nesta sexta-feira, dia 22, há um ótimo programa no Café dos Araçás na Lagoa da Conceição. A partir das 22 horas um time de craques mandará ver com o que há de melhor no jazz e na bossa nova.
O destaque da noite é o extraordinário guitarrista Genil Castro, que retornou à Ilha para gravar um CD no famoso estúdio Carajazz. O meu amigo Genil, que já ouvi uma dezena de vezes e com quem já tive a oportunidade de bater bons papos sobre música, é sem dúvida um dos melhores guitarristas brasileiros da atualidade. E não duvidem, está entre os melhores do mundo.
Além de Genil, o meu amigo Cássio Moura, outra fera da guitarra aqui da Ilha e mais o excelente Carlos Ribeiro Jr. no baixo acústico e o talentoso Mauro Borghezan na bateria, formam um quarteto de primeiríssima.
Quem gosta de jazz não pode perder a performance de hoje à noite no Café dos Araçás (Tel (48) 3232-1101 ou 8411-1101).
Se você quer ver agora mesmo uma palhinha de Genil Castro clique AQUI e vá direto à página do artista no My Space.
Todos os jornais desta sexta-feira anunciam em manchete que, nunca antes, na história deste país, o Brasil teve em suas reservas internacionais dinheiro suficiente para quitar toda a dívida externa – pública e privada.
Ora, a autoridade monetária não fechou estas contas ontem ou hoje, até porque não existe milagre capaz de zerar dívidas astronômicas de repente.
O governo atual colhe bons resultados econômicos em razão de um interregno de pujança da economia internacional e, sobretudo, da adoção de uma política econômica calcada num monetarismo draconiano que se apóia no arrocho salarial e em taxas de juros que institucionalizaram a agiotagem.
E tanto é verdade que qualquer boteco de esquina já se transformou em instituição financeira. Entretanto a política macroeconômica que vem sendo praticada pelo lulismo segue a cartilha do governo FHC. Há apenas uma diferença: o torniquete foi apertado ao máximo!
Da mesma forma a Petrobrás não descobriu da noite para o dia uma jazida petrolífera descomunal abaixo de uma quilométria crosta de sal.
Depois que o rei ficou nu, com a explosão do escândalo dos famigerados cartões corporativos, começaram a aparecer notícias muito estranhas.
Como por encanto surgiu o factóide do roubo dos segredos da Petrobras. Mas cá para nós. É uma história mirabolante. Já me refir a isto em post mais abaixo. Mas o jornalismo que se limita a guiar suas pautas pelos releases governamentais comprou o factóide, ao invés de por em campo o eficaz jornalismo investigativo.
Durante alguns dias este factóide do roubo de segredos ultra-secretos da Petrossauro que viajaram dentro de um contêiner ordinário, foi o abre de página dos jornais. Eis que no momento em que esta surpreendente notícia começou a gerar desconfiança apareceu uma pesquisa dando quase 70% de apoio a Lula.
Todos esses assuntos, contudo, não conseguiram desviar a atenção em relação à escandalosa dilapidação dos cofres públicos, porque no Congresso segue o processo de criação da CPI dos Cartões Corporativos e há, ainda, a CPI das ONGs que pode gerar informações nada auspiciosas para o governo.
Se a oposição se comportar como oposição e puxar o fio desse novelo, vem coisa séria por aí.
Ao que parece o governo decidiu então antecipar o que seria um maná em véspera de eleição: a independência econômica do Brasil, zerando o histórico e crônico endividamento que remonta ao império.
Não deixa de ser uma ótima notícia o equilibrio da contas nacionais, fato que por si só referenda os propalados sólidos fundamentos da economia brasileira.
Mas como não existe almoço grátis, esta conta fabulosa tem um custo que foi socializado à maneira petralha, ou seja, rateado entre os cidadãos brasileiros, particularmente a classe média, vítima do arrocho salarial e tributário e que paga seus últimos tostões em juros para os agiotas a fim de não despencar no desfiladeiro da miséria.
Ninguém compra mais nada à vista. A não ser os endinheirados ou quem, por fazer parte da nomeklatura petista, possui cartões corporativos. Não conheço os números do endividamente existente hoje no Brasil com pr