O que pensa Aluízio


Prezados Leitores:

 

A partir desta segunda-feira, este blog tem um novo endereço: http://aluizioamorim.blogspot.com e também um novo nome: BLOG DO ALUIZIO AMORIM

 

Aguardo a visita e o apoio de vocês. Estou mudando para melhorar a qualidade do blog. Os blogueiros que me honram com link e desejam mantê-lo, peço o obséquio de promover a alteração da URL e o nome do blog: BLOG DO ALUIZIO AMORIM

 

Em razão das mudanças as atualizações estão meio prejudicadas, mas ao longo do dia de hoje tudo voltará ao normal.

 

Muito obrigado!



Escrito por Aluizio Amorim às 15h21
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A BOSSA ETERNAMENTE NOVA

Bebel singing like and angel

and João playing like a god

O título deste post recolhi de um comentário sobre este vídeo lá no Youtube. Há mais de 80 mil exibições deste vídeo e dezenas de comentários de fãs da bossa nova não só do Brasil como de várias partes do mundo.

 

Realmente Bebel canta com um anjo e João Gilberto toca como um deus. Mesmo sendo ainda uma menina menina, Bebel é afinadíssima e canta estritamente dentro do compasso e sob a severa exigência do pai, um perfeccionista.

 

Precisou que a bossa nova completasse meio século de existência para que o Brasil e, particularmente a grande mídia, redescobrissem esta que é a maior invenção do Brasil, ou pelo menos, de João Gilberto, Tom Jobim, Vinícius de Moraes, Roberto Menescal e mais meia dúzia de brasileiros iluminados dentro dessa escuridão kitsh e barroca que sempre dominou a cultura brasileira.

 

Não há registro lá no YouTube da data dessa apresentação de João Gilberto. Mas deve ser no final da década dos 60 ou início dos anos 70. Se alguém souber pode contribuir com esta informação nos comentários.

 

A bossa explode a partir de 1959 avança pela década dos 60 e depois vai aparecendo o que designam como, argh!,  MPB (música popular brasileira).

 

Mas é importante não confundir bossa nova com MPB. A bossa é uma coisa extremamente sofisticada e o único gênero musical internacional ao lado do jazz.

 

De toda sorte essa comemoração dos 50 anos da bossa nova é auspiciosa já que permite que se fale e discuta sobre a arte musical fato que permite refinar-se o gosto.

 

E gosto se discute sim. Até porque ao longo da história da arte permanece um padrão que nos permite distinguir a literatura superior e da trivial, a ópera da opereta, a comédia da farsa, e, sobretudo, entre aquilo que é bom e mau dentro desses gêneros.

 

Em tempo: no site do Estadão há algumas coisas interessantes sobre a bossa.



Escrito por Aluizio Amorim às 16h05
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O BOM HUMOR DO SPONHOLZ EM DOSE DUPLA




Escrito por Aluizio Amorim às 10h39
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DOLCE VITA

As mordomias do governador

do Ceará na viagem a Europa

A reportagem do Jornal da Globo fez uma cobertura completa da viagem de dez dias à Europa do governador do Ceará, Cid Gomes, constatando o chefe do Executivo cearense levou a esposa e a sogra, além de dois assessores e suas mulheres.

 

Segundo a Globo, o governador e seus acompanhantes hospedaram-se em hotéis de luxo que foram pagos com dinheiro público, incluindo o fretamento de avião especial que os levou à Europa. Veja o vídeo da reportagem.



Escrito por Aluizio Amorim às 01h18
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DÁ-LHE DIOGO MAINARDI!

Caiu na rede é peixe

 

Quem? Altemir Gregolin? Sim, Altemir Gregolin. É o ministro da Pesca. Para enquadrá-lo melhor: é do PT. Para enquadrá-lo melhor ainda: pertence à corrente mais à esquerda do partido, "A Esperança É Vermelha", cuja plataforma é "fazer do Brasil uma democracia digna desse nome".

 

Em 6 de outubro de 2006, Altemir Gregolin foi a Limoeiro do Ajuru, no Pará. Ele participou de um ato para a entrega de carteiras de pescador aos moradores locais.

 

Fato número 1: era um compromisso oficial, organizado pelo Ministério da Pesca e financiado com dinheiro público.

 

Fato número 2: o ato ocorreu em plena campanha eleitoral, espremido entre o primeiro e o segundo turnos. Altemir Gregolin, cumprindo a promessa de fazer do Brasil uma democracia digna desse nome, decidiu transformar o compromisso oficial num ato da campanha eleitoral de Lula. Lá pelas tantas, em seu discurso, ele disse o seguinte:

 

– Eu estou achando que vocês são peitudos. Vocês deram para o presidente Lula 6.495 votos, 54% dos votos daqui vocês deram para o presidente Lula. Eu quero agradecer em nome do presidente. Isso é muito importante, vou levar para o presidente, vou mostrar para o presidente.

Depois conclamou, em meio aos aplausos:

 

– E ainda vai aumentar mais essa votação no segundo turno, não é verdade?

 

Verdade. Lula aumentou seus votos no segundo turno. O tempo passou e, como todos os outros abusos cometidos no primeiro mandato, o assunto parecia definitivamente enterrado.

 

Até que, no último dia 10 de abril, Altemir Gregolin foi à CPI dos Cartões. Vic Pires, deputado do DEM, interrogou-o sobre os fatos de Limoeiro do Ajuru. O ministro, mais peitudo do que seus pescadores, negou que pudesse ter feito campanha política num ato oficial. A seguir, entrevistado na TV, desafiou Vic Pires a apresentar provas de sua denúncia.

 

Se é isso que ele quer, eu apresento as provas. O ato público foi todinho filmado. Fiz um pot-pourri dos melhores momentos do DVD e o descarreguei no site de VEJA. Está lá: a chegada do ministro, a entrega das carteiras, o ministro agradecendo em nome de Lula, o ministro pedindo votos para Lula no segundo turno.

 

Depois de ver as imagens, o deputado Carlos Sampaio o denunciou ao Conselho de Ética e à procuradoria-Geral da República. Declarou também que nunca viu um caso mais vexatório do que esse de uso da máquina pública e de improbidade administrativa.

 

Lula gosta de pesca e de pescado. Entre seus gastos sigilosos, disponibilizados pelo TCU, há desde o caviar comprado no Mercadinho La Palma até os 30 quilos de bacalhau que fartaram sua ceia de Natal.

 

Em 7 de abril de 2003, foi feita uma despesa de 1.480 reais para comprar 1 quilo de barbatanas de tubarão, iguaria conhecida por suas propriedades afrodisíacas.

 

A pesca de tubarões para a retirada de suas barbatanas é proibida no Brasil. A gente sabe, no entanto, que nada é proibido no Brasil lulista, nem a pesca de tubarões, nem o uso de dinheiro público para a pesca de votos.

 

Para quem já defendeu o impeachment de Lula, como eu, agora só resta defender o indiciamento do ministro da Pesca. É uma perspectiva bem mais mísera. Mas foi o que aconteceu com o país: nossas perspectivas se tornaram bem mais míseras. (Esta é a coluna de Diogo Mainardi na revista Veja que foi às bancas neste sábado, mas que só chega em Florianópolis no domingo). 



Escrito por Aluizio Amorim às 01h04
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O BOM HUMOR DO SPONHOLZ



Escrito por Aluizio Amorim às 18h01
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BUSH NÃO MATRAQUEIA EM PALANQUES

Bolsa-família existe nos EUA,

mas sem o conteúdo político.

Na Veja desta semana há uma matéria sobre a recessão americana e a situação dos pobres de lá, cujo contingente têm crescido nesses tempos de crise.

 

Entretanto, a pobreza nos EUA vive uma situação, digamos, um pouco diferente daquela que se vê aqui. Selecionei um trecho da reportagem de Veja, quando revela como funciona a bolsa-família americana. Sim, lá o Estado distribui vale-alimento (foods stamps) há mais de meio século.

 

Quem define o valor do benefício é o Congresso e jamais se vê o presidente George W. Bush trepado num palanque matraqueando a respeito dos benefícios do auxílio despendido pelo governo aos setores carentes.

 

Vejam como a coisa funciona nos Estados Unidos. O programa de ajuda aos pobres é um ato administrativo, jamais de conteúdo político. Este é um ponto crucial a ser pensado.

 

A crítica que se tem feito no Brasil na atualidade talvez esteja sendo mal conduzida. Eis que esta reportagem de Veja traz consigo uma boa idéia para um projeto de lei, por parte de algum parlamentar, no sentido de disciplinar a destinação de recursos para combater o crescimento da miséria.

 

Com uma paisagem social que, mesmo em crise, nem de longe rivaliza com a miséria brasileira, os Estados Unidos fazem um debate maduro sobre o assunto.

 

A questão central, sempre, é como conduzir seus depauperados para o mercado de trabalho, tirá-los da proteção estatal e dar-lhes autonomia. O programa de vale-alimentação, que fornece em média 120 dólares mensais por cabeça, tem uma mecânica distinta do Bolsa Família, por exemplo.

 

Nele, é difícil entrar, tanto que nem o desempregado Alfredo Arroyo, que vive de catar latas e garrafas nas ruas, conseguiu ser contemplado. Por outro lado, é fácil sair, já que todos podem receber uma qualificação profissional, e não há porta para a demagogia governamental.

 

O Congresso americano é que define as regras do programa – valor do benefício, condições para entrar, punições por abuso. A Casa Branca é que desembolsa os benefícios, conforme o Orçamento definido pelo Congresso.

 

E os governos estaduais é que bancam os custos operacionais e administrativos do programa. Nesse contexto, o presidente George W. Bush não pode subir num palanque e anunciar que aumentará o valor do vale ou que facilitará a entrada de mais gente no programa. Sabe-se que não é o presidente, mas os contribuintes, quem dá ajuda aos pobres.

 

A fórmula para ter acesso ao programa é um quebra-cabeça ininteligível, mas, em linhas gerais, os beneficiários não podem ter posses e a renda familiar tem de ser inferior a 600 dólares per capita.

 

Os contemplados recebem um cartão magnético com o qual só podem comprar alimentos – nada de bebida, refrigerante, produtos de limpeza, roupa ou remédio. É só comida mesmo.

 

Como ninguém precisa de escândalos para entender o óbvio, o cartão paga as despesas com comida do mercado, mas não saca dinheiro em terminal bancário. Sua grande utilidade tem sido para a compra de bens básicos, como leite, ovos e pão, cujos preços sofreram aumentos intensos nos últimos tempos.

 

Um instituto de estudos econômicos em Washington calcula que, em decorrência da inflação, a renda dos 20% mais pobres dos Estados Unidos caiu para cerca de 15.500 dólares anuais – ou seja, pouco mais de 2000 reais mensais.

 

Como se vê pelos próprios números, nada que se assemelhe à situação brasileira. Por isso mesmo, Tereza Monteiro, 32 anos, mãe solteira de dois filhos, de 1 e 3 anos, recebe 240 dólares mensais de vale-alimentação, mas nem pensa em voltar para a sua terra natal.

 

Nascida em Goiânia e criada em Brasília, ela está há oito anos em Nova York. Mora no Queens, região empobrecida, mas vive com dignidade.

 

Ganha seu salário trabalhando como babá de seis crianças em sua própria casa, paga 1200 dólares de aluguel, tem telefone fixo, celular, computador com internet e TV a cabo – com transmissão da Globo Internacional, pela qual paga 30 dólares mensais e tem direito a ver as novelas.

 

Ela contempla as paredes bem-cuidadas de seu pequeno apartamento e exclama: "Olha isso! Para quem já passou o que eu passei, estou bem, estou muito bem".



Escrito por Aluizio Amorim às 04h02
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O BOM HUMOR DO SPONHOLZ



Escrito por Aluizio Amorim às 17h05
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REMELEXO

Jogada de Kassab mexe fundo

no tabuleiro das forças políticas

Lideranças políticas não se produzem do dia para a noite e, nos últimos tempos, nem no longo prazo a Nação foi capaz de gerar novos líderes.

 

Dentre os partidos, o único que apresentou alguma novidade foi mesmo o Democratas, com o prefeito Gilberto Kassab em São Paulo que entrou na parada como vice de Serra e tem surpreendido pela boa performance administrativa.

 

E agora, num lance, digamos, ousado, agiu nos bastidores como raposa velha e parece ter selado um acordo com o PMDB de Quércia. Kassab é o novo mas teve que se socorrer do velho.

 

O PMDB é uma espécie de gigante sem cabeça. Vale pelo peso e não pela qualidade. De grande frente democrática que combateu a ditadura transformou-se numa espécie de legenda de aluguel.

 

Até agora o PMDB vem sendo o sustentáculo principal do lulopetismo. Sem ele os petralhas já teriam sido apeados do poder.

 

A jogada de Kassab em São Paulo pode não ser a melhor opção em qualidade, mas dá uma tremenda mexida no tabuleiro político.

 

UPDATE: O acordo entre Democratas e PMDB foi oficializado enquanto a direção nacional do PT proibiu a aliança petralha com os tucanos em Belo Horizonte.



Escrito por Aluizio Amorim às 16h53
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O BOM HUMOR DO SPONHOLZ



Escrito por Aluizio Amorim às 13h16
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SALVE O PRESENTE!

Os jornais velhos? Que sejam

enterrados com o passado.

A vida de cada um de nós se esvai num torvelinho sem fim. No interregno de uma vida – de meio século no mínimo – é possível testemunhar as mudanças que se operam nas ações e relações sociais em decorrência dos avanços da ciência e da tecnologia, que é a sua aplicação prática.

 

Nada do que foi será do jeito que já foi um dia, diz o verso da canção. 

 

Há uma verdade constatável e indiscutível nesse interregno que fixei em meio século: o passado não retornará de maneira nenhuma. Nem os segundos que antecederam o que estou agora digitando para escrever este post.

 

Nada é eterno porque a própria eternidade vai consumindo tudo. É como se todos os fatos sociais, ainda que impregnados de historicidade, caíssem numa gigantesca centrífuga virando suco.

 

Por que estou pensando nisto. Porque há pouco li um artigo do jornalista Luiz Weis no Estadão desta quarta-feira a respeito do impacto da internet sobre o jornalismo tradicional.

 

O amargor do texto é edulcorado pelas palavras cuidadosamente dispostas em frases bem elaboradas. Mas revela o amargor de um velho jornalista que vê se esfarelar os jornais ou, pelo menos, a forma como ainda vêm sendo feitos.

 

E, como não poderia deixar de ser, lá no finalzinho Weis cutuca os blogs e blogueiros, quando observa: a imprensa de qualidade de há muito adotou procedimentos de certificação de seu material, simplesmente fora do alcance do mais íntegro blogueiro individual. E, se mesmo assim, os jornais erram - e como erram! -, imagine-se a alternativa”.

 

Está na cara que Weis não se refere ao jornalistmo “alternativo” dos anos 70. Essa seria uma alternatividade “positiva”, enquanto os blogs são alternativas “negativas” ou pelo menos incomodativas.

 

Weis comete um equívoco quando afirma estar fora do alcance de um blogueiro individual a capacidade de certificação do material que produz.

 

Esquece ele que a individualidade do blogueiro é relativa, já que esse novo profissional do jornalismo tem em mãos não apenas uma resma de laudas com anotações ligeiras para produzir uma narrativa, mas um computador conectado com o mundo.

 

Se o blogueiro não for um jornalista amestrado nutrido à base de caraminguás oficiais e perseguir o caminho que o aproxime da verdade, tem ao seu alcance elevados procedimentos de certificação de seu material, ou não tem?

 

No mais, não adianta brigar com o presente que o passado não quer nem saber. Seja como for, a verdade é que a internet e os blogs estão aí. Crescem mais aqueles que praticam um jornalismo politicamente incorreto, opinam e abrem comentários aos leitores.

 

De minha parte, embora com os meus 60 anos de idade e quase 40 de jornalismo, exulto a internet, as novas tecnologias e saboreio tudo isso a cada dia e a cada hora, minutos e segundos.

 

Enquanto o meu cérebro funcionar, serei um homem contemporâneo, quando não um pouco à frente do meu tempo. E isto me diverte.



Escrito por Aluizio Amorim às 05h58
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JORNALISMO AMESTRADO

Lugo e Lula podem limpar as

cavalariças da corrupção???

Acabei de ler a coluna de Elio Gaspari na Folha de São Paulo desta quarta-feira. O destaque: "Juntos, Fernando Lugo e Lula poderão limpar as cavalariças da corrupção colorada".

 

Ao que eu retruco em forma de indagação: mas como Lula pode acabar com a corrupção colorada enquanto se encontra sub judice o denominado processo do mensalão; quando o rumoroso “dossiê aloprado” até hoje permanece um mistério e ninguém foi punido? Quando de dentro da Casa Civil do Governo emerge um dossiê contra FHC para tentar chantagear a oposição a fim de dissuadi-la de investigar o escândalo dos cartões corporativos?

 

Fico por aqui. Os leitores podem ler o artigo de Gaspari na íntegra e, a partir daí, formar o seu próprio juízo.

 

Nesta terça-feira recebi um email, desses que circulam à farta na internet, fundamentado em evidente “teoria conspiratória”. No texto, a certa altura, havia a alusão ao fato de que o governo petista estaria “comprando jornalistas amestrados” para dourar a pílula quando a notícia fosse desagradável ao governo.

 

Hummm...agora já não sei mais se é mesmo teoria conspiratória o email que recebi.

 

O artigo de Gaspari, que mereceu chamada de capa, tem por título: Itaipu não é o problema, é a solução. Na parte final o tinhoso jornalista, de mansinho, dá uma no cravo e outra na ferradura, como quem manda um recado para o leitor: olha, eu sou imparcial. Leiam:

 

O que menos importa na eleição de Fernando Lugo para a Presidência do Paraguai é o seu interesse em renegociar o Tratado de Itaipu. Mesmo que por algumas semanas esse tema seja transformado num circo, ele amadurecerá num nível onde se juntam presidentes, diplomatas e técnicos.

 

De boa-fé, nenhum dos dois governos transformará Itaipu num contencioso de 14 mil megawatts. A vitória de Fernando Lugo é uma boa nova porque sua melhor promessa é "fazer com que o Paraguai seja conhecido por sua honestidade e não por sua corrupção".

 

Lugo derrotou a cleptocracia do Partido Colorado. Em 1949, quando o novo presidente nasceu, os colorados estavam no poder havia três anos. De seus 58 anos de vida, Lugo passou 35 na ditadura do general Alfredo Stroessner (1954-1989, com sete reeleições sucessivas).


A cleptocracia colorada aninhou-se nas fímbrias de Itaipu, no contrabando de Ciudad del Este, nas lavanderias financeiras e na bandidagem da região da Tríplice Fronteira. Lastimavelmente, a cada malfeitoria de paraguaio corresponde outra, de brasileiro. Em alguns casos, a origem da delinqüência esteve ou está do lado de cá.


Por mais de meio século, 16 presidentes brasileiros deram uma mãozinha aos colorados. De todos os empreendimentos binacionais do período, o melhor, de longe, foi a construção de Itaipu. Em outras iniciativas, o governo brasileiro entrou com aquilo que Maradona chamou de "a mão de Deus".

 

Em 1996, Fernando Henrique Cardoso apoiou o presidente Juan Carlos Wasmosy quando ele viajou secretamente a Brasília e avisou que demitiria o general Lino Oviedo.

 

Três anos depois, FFHH ajudou a convencer o Raúl Cubas a deixar o palácio, evitando um conflito armado em Assunção. Em outros episódios, o governo brasileiro entrou com a pata do Tinhoso.

 

Entre os anos 60 e 70, as relações das duas ditaduras estiveram no nível das confrarias mafiosas. Antes que se falasse em Operação Condor, o governo brasileiro repassava ao general Stroessner planos de exilados que pretendiam depô-lo.

 

Em alguns casos, seqüestrou e deportou dissidentes. Numa época em que os generais falavam em nome da moralidade, uma das mais influentes incentivadoras da amizade brasileiro-paraguaia era uma peça que tinha uma perna no serviço público de Pindorama e outra nos serviços de cafetinagem.


A promiscuidade fez mal ao Brasil e ao Paraguai. Os dois países compartilham um grande empreendimento (Itaipu) e um problema que precisa do compromisso dos dois governos com o predomínio da lei e da ordem na região da Tríplice Fronteira.

 

Em 2006, ela foi listada pelo Departamento de Estado americano um dos quatro pontos cegos do mundo, onde a debilidade do Estado faz a força da delinqüência. (Os outros são a fronteira do Afeganistão, a Somália e o mar de Celebes, no Pacífico.)


Ex-bispo, Fernando Lugo é o segundo religioso americano levado à Presidência de seu país. Infelizmente, o primeiro foi o haitiano Jean-Bertrand Aristide, duas vezes eleito e duas vezes deposto (1996 e 2004).

 

Como Lugo, orgulhava-se da origem nas prédicas da Teologia da Libertação. Ambos chegaram ao palácio do governo pelo caminho dos pobres. Aristide acobertou assassinatos e roubalheiras. Quando os americanos mandaram-no para o exílio, não teve quem o defendesse.



Escrito por Aluizio Amorim às 04h32
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PADRE CONTINUA DESAPARECIDO. BALÕES FORAM ENCONTRADOS.

Padre voador que sumiu em SC

agora é notícia internacional

Austrália, Rússia e a Ilha de Malta, na Europa, estão entre os locais onde o caso do padre brasileiro Adelir de Carli, que desapareceu sobre o mar ao tentar bater um recorde de vôo com balões de festa, virou notícia.

O sacerdote católico está sendo chamado de "Daredevil Priest" (algo como "padre audaz") pelo Malta Star; mas a maior parte da mídia de língua inglesa, incluindo jornais de diversas cidades dos EUA e Reino Unido, optou por "Flying Priest" ("padre voador").

 

O noticiário australiano PerthNow, em despacho de correspondentes em Brasília, refere-se ao veículo usado pelo padre - uma cadeira suspensa por cerca de1.000 balões - como "contraption" ("engenhoca") e destaca que De Carli levava "água, barras de cereais e pílulas".

Da Rússia, a agência RIA-Novosti informa que o padre era um "pára-quedista experiente, e se refere à tentativa de recorde de De Carli como "jornada bizarra". 

 

A agência Associated Press, citada no jornal Detroit News, de Detroit (EUA), diz que o padre realizou seu Vôo para levantar fundos para uma "parada de descanso espiritual" para caminhoneiros.

 

De Carli pretendia chamar atenção para o trabalho de sua pastoral rodoviária.

 

Por sua vez, o noticiário online do Yahoo Reino Unido e Irlanda cita um "funcionário da Igreja" afirmando que o padre "sabia o que estava fazendo e estava totalmente preparado para qualquer incidente".

 

Além do vídeo acima, há outro do lançamento do vôo do sacerdote na CNN. (Do site do Estadão).

 

SAIBA TUDO SOBRE O ARRISCADO PROJETO VOADOR DO PADRE E AS BUSCAS. OS BALÕES FORAM ENCONTRADOS A 50 QUILÔMETROS DA COSTA CATARINENSE. CLIQUE AQUI



Escrito por Aluizio Amorim às 20h17
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QUEM É ESSE PADRECO PARA FALAR EM NOME DO BRASIL?

Está aí o padreco Beto falando em nome do governo brasileiro

Frei Beto diz que Brasil fará

revisão do acordo de Itaipu

Apresentado como "ativista político", mas falando em nome do governo brasileiro, o religioso Frei Betto, ex-aspone do Palácio do Planalto, desfilou em Assunção ao lado do presidente eleito do Paraguai, o ex-bispo Fernando Lugo, e, ao contrário do que afirmou Lula, fez a defesa veemente da revisão do tratado entre os dois países sobre a utilização da hidrelétrica Itaipu Binacional.

 

Uma foto de Frei Betto ao lado de Lugo cumprimentando eleitores foi publicada na primeira página da edição desta terça-feira no ABC Color, um dos principais jornais daquele país.

 

Segundo o jornal, sob o título "Brasil suaviza posição sobre Itaipú", o ex-aspone afirmou que o País estaria "consciente de que o Tratado de Itaipú é injusto" e que "estão dadas as condições para renegociá-lo".

 

Afanei esta informação do site do jornalista Cláudio Humberto que está comemorando 10 anos na web.

 

Com se vê, trata-se de um tremendo disparate. O padreco falando como se fosse uma autoridade brasileira. Depois que Lula e seus sequazes chegaram ao poder a esculhambação tornou-se a regra.

 

Um assunto dessa importância e gravidade, já que afetará seguramente a economia nacional e o bolso de cada brasileiro que fatalmente terá de pagar mais pela energia elétrica, é tratado de forma leviana pelo governo brasileiro.

 

Quem é Frei Beto para falar em nome da Nação brasileira no Paraguai?



Escrito por Aluizio Amorim às 17h35
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HÁ MUITO LIXO E POUCA TECNOLOGIA

Só os imbecis têm inveja de

Bill Gates. Ave, Microsoft!

Há o que presta e o que não presta na área de tecnologia. E o que presta é muito pouco, até porque, conforme já afirmei várias vezes aqui, 99,9% da humanidade é composta de imbecis. São humanos – por enquanto – os criadores das tecnologias, daí porque há muito mais lixo do que produtos de qualidade.

 

A prova do que eu afirmo é a teimosia de muitos em afirmar que o Windows, por exemplo, não presta. Que o Explorer também não vale nada.

 

Imbecis são burros dinâmicos. Normalmente preconceituosos e ressentidos, exatamente porque são burros.

 

Por enquanto a Microsoft lidera totalmente. E convenhamos. Isto não é de graça. É porque os seus produtos são bons. O mérito de Bill Gates, o homem mais invejado do universo, foi exatamente promover a universalização do uso do computador com o Windows.

 

Gates imprimiu escala na produção desse artefato tecnológico disseminando-o em todas as partes do mundo. Gates tem invulgar competência e inteligência. É empreendedor, inovador e, sobretudo, trabalhador.

 

Há pouco estava vendo aquele site do FNDC, o fórum petralha da “democratização da comunicação” falando sobre um tal comitê de tecnologia do governo e defendendo o uso do tal software livre. Pura bobagem.

 

Se o Linux, Firefox e assemelhados fossem ótimos softwares já teriam dominado o mercado pela qualidade e operacionalidade.

 

Ninguém quer comprar computador com o Linux. Os que adquirem essas porcarias mandam trocar imediatamente pelo Windows.

 

Ave Bill Gates! Ave norte-americanos competentes e trabalhadores que inventaram a internet e todas as principais tecnologias.

 

O resto é lixo.



Escrito por Aluizio Amorim às 16h36
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ATENÇÃO AUTORIDADES DE SEGURANÇA PÚBLICA

Transferência de valores põe

em risco a vida das pessoas

Uma pessoa morreu e seis ficaram feridas após uma tentativa de assalto a um carro-forte nas proximidades do Terminal Santo Amaro, na zona sul de São Paulo, no início da tarde desta terça-feira, 22.

 

O carro-forte estava abastecendo caixas eletrônicos e bilheterias do terminal quando os vigias foram surpreendidos por cinco homens. Após o tiroteio, um dos ladrões morreu, dois vigias e quatro pedestres ficaram feridos e foram encaminhados para o pronto-socorro Regional Sul. Os outros quatro criminosos fugiram de carro.

 

MEU COMENTÁRIO: estou postando esta matéria que está no site do Estadão para chamar a atenção das autoridades responsáveis pela segurança pública para um fato gravíssimo e perigoso: a transferência de valores pelas equipes de segurança em locais de grande movimentação de pessoas.

 

O caso desse assalto é um exemplo do que estou afirmando. Houve a tentativa de assalto justamente quando os funcionários da empresa de segurança estavam abastecendo caixas eletrônicos.

 

Ora, estas operações não podem ser feitas no meio do movimento do público, como em bancos repletos de gente, em lotéricas e caixas eletrônicos em horários de movimento. Se não houver outra hora para fazer isso esses locais deveriam sofrer interdição nessas ocasiões.

 

Dia desses estava numa lotérica quando chegou uma equipe de segurança com os guardas fortemente armados e com o dedo nos gatilhos das armas. Está certo que mantenham essa postura para entrar em ação caso seja necessário.

 

Neste momento eu estava sendo atendido no guichê. Largei tudo e sai imediatamente do local para retornar só depois que o transporte de valores havia concluído a operação.

 

Cumpre às autoridades buscar formas de dar maior segurança às pessoas determinando a interdição prévia do local em que se processará transferência de valores, já que as pessoas que por ali transitam sofrem sérios riscos de vida na eventualidade de um assalto.



Escrito por Aluizio Amorim às 16h09
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LULA É O SEXTO COLOCADO

Uribe, da Colômbia, é o mais

popular. Tem 84% de apoio.

Lula da Silva, com um governo aprovado por 55% dos brasileiros, é o sexto presidente mais popular da América, segundo o instituto de pesquisas mexicano Consulta Mitofsky.

 

De acordo com a sondagem, o chefe de Estado mais popular da região é o colombiano Álvaro Uribe, cuja gestão --68 meses depois da posse e 50 dias desde o ataque a um acampamento de rebeldes no Equador--, tem o apoio de 84% população.

 

Em segundo e terceiro no mesmo ranking aparecem, respectivamente, os presidentes do Equador, Rafael Correa, com 62% de aprovação, e o mexicano Felipe Calderón, com 61% de popularidade.

 

Na frente de Lula, também se encontram o chefe de Estado de El Salvador, Elías Antonio Saca (59%), e o boliviano Evo Morales (56%).

Já o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, aparece em oitavo, com 51% de aprovação. (Leia mais).

 

MEU COMENTÁRIO: é por isso que os tiranetes cucarachos odeiam tanto o presidente Álvaro Uribe, sem dúvida o único e verdadeiro estadista latino-americano.

 

O apoio do blog ao Presidente Uribe e fogo nos botocudos!



Escrito por Aluizio Amorim às 05h37
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PREPAREM-SE

Lugo, o paraguaio, já arranjou

uma boquinha para sua irmã.

Embora nem tenha tomado posse como presidente do Paraguai, o padreco Lugo já está mostrando a que veio. Sua primeira medida como eleito foi arranjar uma boquinha de “Primeira Dama”, para a sua irmã, segundo ele, “muito trabalhadora”.

 

Bom, depois virão outras novidades que os brasileiros decentes já conhecem e abominam.

 

Ainda bem que o General Augusto Heleno já mandou ver.



Escrito por Aluizio Amorim às 05h23
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PENSANDO

Um vídeo e uma reflexão

sobre o fato de ser ateu

A dica do vídeo acima veio do meu prezado amigo Mário Gentil Costa que mantém o excelente Blog do Magenco (link permanente na coluna ao lado mais abaixo). Magenco como este modesto escriba é ateu.

 

Magenco é médico otorrino e cirurgião, foi professor da Faculdade de Medicina da UFSC, é escritor, pintor e escultor, e ainda continua clinicando. Tem vários livros escritos e alguns já publicados. É uma figura de inteligência invulgar.

 

Seu blog contém crônicas e reflexões variadas com respeito a temáticas diversas, além da postagem de seus belos quadros e esculturas. Vale a pena visitar.

 

Faço a postagem deste vídeo em homenagem ao meu amigo Magenco. Não se trata de proselitismo ateísta, até porque, pelo fato de sermos ateus, não tem qualquer sentido a tentativa de converter alguém à nossa concepção cósmica. Tal desiderato é apanágio daqueles que crêem em deus.

 

Como libertários e cientificistas, nós ateus estamos mais preocupados em desvelar a realidade, embora estejamos conscientes de que a ciência sempre ilumina uma porção diminuta do cosmo e depende basicamente do quanto um homem pode despender de energia para se aproximar da verdade, a qual só emerge pela verificação da prova.

 

A evolução do conhecimento humano depende da capacidade cerebral. A ciência não tem limite. A lentidão do ato de devassar a realidade decorre das limitações cerebrais. Daí ser impossível que sejamos nós, esses seres frágeis e mortais, extremamente limitados, a imagem e semelhança de uma divindade criadora.

 

O que lhes posso assegurar é que nós, ateus, vivemos uma vida de serenidade, tolerância e reflexão permanente alimentada pelo ceticismo. Isto não quer dizer que somos indiferentes às iniqüidades do mundo e, por isso mesmo, lutamos arduamente, cada um ao seu modo e de acordo com as suas capacidades, na tentativa de encontrar linimento para os sofrimentos humanos.

 

O vídeo acima mostra alguns homens e mulheres que, no silêncio do seu ateísmo, sem qualquer fanatismo ou despotismo, deixaram algum legado científico e artístico, voltados para bem da humanidade. Alguns ainda permanecem em franca atividade. Outros tantos já se foram mas continuam na nossa memória em decorrência dos seus feitos.



Escrito por Aluizio Amorim às 03h31
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O BOM HUMOR DO SPONHOLZ EM DOSE DUPLA




Escrito por Aluizio Amorim às 03h24
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"DEMOCRACIA" CUBANA

As mulheres resistem à investida da polícia feminina em Havana

Ditadura comunista reprime o

protesto das Damas de Branco

Bate-paus de Fidel Castro reprimem manifestação das Damas de Branco em Havana que pedem pela libertação de seus familiares dissidentes políticos que estão presos. Vejam nesta foto que está no site do Estadão a ação da polícia contra as mulheres que foram retiradas a força do local.

 

E dizer que o governo de Lula e seus sequazes apóia essa ditadura sob o silêncio condescendente dos brasileiros. (Veja e leia mais).



Escrito por Aluizio Amorim às 13h25
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IDIOTICE

Afinal, o que nós temos a ver

com a pobreza dos outros?

Todo mundo sabe que o padreco Lugo venceu as eleições no Paraguai acusando o Brasil de imperialista e afirmando que irá rever o acordo de Itaipu.

 

Indagado pelos jornalistas em Gana, antes de embarcar de volta ao Brasil, sobre o assunto, Lula disse que o tratado será mantido, contrariando aparentemente as pretensões de Lugo. Em troca, anunciou que poderá ajudar o Paraguai de outras formas, com a construção de linhas de transmissão.

 

Celso Amorim, seguindo a fala do Apedeuta, disse a mesma coisa. Celso Amorim é hoje um petralha de carteirinha, um acólito menor do lulismo que repete como um papagaio a fala de Lula.

 

Enquanto os dois prometem ajuda para o Paraguai e para a África, os brasileiros morrem de dengue. Em maio, a data base para a maioria das categorias profissionais, a correção salarial será uma miséria. Em compensação os juros do mercado brasileiro representam as maiores taxas praticadas no mundo.

 

O Apedeuta fala como um ditador que não deve satisfação nenhuma ao povo brasileiro.

 

Transferência de recursos a outros países como ajuda, tem de passar pelo crivo da sociedade brasileira e isto é feito, nos regimes verdadeiramente democráticos, através de debate no parlamento.

 

E tem mais: o que nós temos a ver com a miséria do Paraguai ou de Gana? Eles que vão trabalhar e resolver os problemas deles.



Escrito por Aluizio Amorim às 13h03
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LULA EM GANA

Tá bom! Mas me expliquem

o que Lula foi  fazer em Gana.

Eis, após este prólogo, a matéria do enviado especial da Folha de São Paulo acompanhando a visita oficial de Lula àquele país africano na edição desta segunda-feira.

 

Segundo consta, Lula está participando de uma reunião da ONU (argh!) e, ainda por cima, inaugurou um escritório da Embrapa em Gana que atenderá todo o continente africano. E eu quero saber o que nós temos a ver com o atraso africano?

 

E, mesmo em Gana, onde não há nada para fazer, Lula aproveitou a deixa para continuar trepado no palanque, e sugeriu que o PAC seja adotado pelos países do terceiro mundo.

 

O homem não muda o disco. Tome pobrismo, parentes de escravos, miséria. Tá bom, Lula. Tá bom. São cinco anos falando de pobreza. Chega!

 

Suando e rodeado pelo rei Nii Azumah 5º e por sua corte, o presidente Lula conheceu o samba africano, apresentado a ele por um grupo de descendentes de ex-escravos baianos que migraram para Gana no século 19.

 

O povo tabom é um minúsculo, mas politicamente influente, grupo social no mosaico de culturas do povo ganense. O nome vem do hábito que os escravos trouxeram do Brasil de terminar as frases dizendo "tá bom?".


Lula foi o convidado de honra da inauguração da Brazil House, um museu encravado numa das principais favelas de Acra, capital de Gana.

 

Foi para essa casa que um grupo de oito famílias africanas, os primeiros tabom, se dirigiu, em 1829, após comprar a liberdade de seus senhores baianos.


A casa de dois pavimentos pintada de verde e amarelo foi restaurada pelo governo brasileiro com apoio do governo local. O rei Azumah continua sendo o líder tradicional dos tabom, que tem cerca de 2.000 descendentes apenas em Acra.


Ontem recebeu Lula em roupas tradicionais (túnica, coroa e sandálias) e o levou para um passeio pelas salas do museu, inclusive mostrando seu trono.

 

Depois, Lula foi ver o desfile da pequena escola de samba dos tabom, com cerca de cem pessoas. As cornetas homenagearam o brasileiro com a melodia do grito de guerra de suas campanhas presidenciais: "olê, olê, olê, olá... Lula, Lula..."



Escrito por Aluizio Amorim às 04h12
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O BOM HUMOR DO SPONHOLZ




Escrito por Aluizio Amorim às 01h21
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VEJA O QUE DIZ E PENSA O GENERAL HELENO

Veja lá no YouTube outros vídeos com o General Augusto Heleno, bem como a seqüência desta entrevista que ele concedeu à Band.



Escrito por Aluizio Amorim às 19h03
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PARAGUAI

Lugo, seus sequazes e as carpideiras prontos para meter a mão

 

Sem medo de ser infeliz

Lugo é uma espécie de clone do Apedeuta. Mas deverá ser pior ainda, pois é um ex-bispo católico. E como todos sabem, a igreja católica é a principal responsável pela organização dos tais movimentos sociais, como o MST, hoje transformado num grupo paramilitar que baseia suas ações na violência e na agitação. Também é ela o criatório do poder petralha.

 

O estado de anarquia e o atraso em que a América Latina está mergulhada decorre da ação nefasta da igreja.

 

E agora os padrecos não estarão apenas açulando as massas e agitando nas passeatas. Se Lugo vencer no Paraguai, a igreja católica passa a ter o poder direto sobre uma Nação que, embora pequena e pouco expressiva, é um país independente.

 

Estratégicamente, Lugo abandonou a batina mas, nem por isso deixa de ter o beneplácito da igreja católica que vê seu poder de outrora ser esfacelado. A América Latina parece ser o último bastião de resistência dessa igreja que já fez o diabo, tendo queimado muita gente na fogueira da inquisição e imposto um avassaldor atraso à sociedade humana.

 

O povo paraguaio realmente é um povo forte...hehehe...parece não ter medo de ser infeliz.

 

As eleições já foram encerradas por lá. Mas o resultado final só nesta segunda ou terça-feira. (Foto do site G1).

 

UPDATE: Lugo, como anteviam as pesquisas, ganhou. Mais um populista no poder. A conta da campanha do padreco acabará chegando pelo correio para todos nós, caro leitor.



Escrito por Aluizio Amorim às 18h18
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DEMOCRACIA PRESSUPÕE ORDEM E SEGURANÇA

Maior serviço social é conservar

todo o povo vivo e em liberdade

A propósito do debate surgido com relação às Forças Armadas, depois das denúncias do General Augusto Heleno, transcrevo, após este prólogo, mensagem do Clube de Aeronáutica, intitulada A perigosa vulnerabilidade da Defesa Externa do País, assinada pelo Almirante de Esquadra José Júlio Pedrosa; pelo General Gilberto Barbosa de Figueiredo e pelo Tenente Brigadeiro do Ar, Ivan Frota.

 

Depois da redemocratização do Brasil, após o período da ditadura civil-militar (é bom que se frise que a ditadura não foi apenas militar), as Forças Armadas brasileiras retornaram aos quartéis passando a desempenhar a sua missão com elevado espírito profissional, com convém às nações democráticas sujeitas aos ditames da Constituição do Estado.

 

Portanto, não existe a mínima condição de golpe militar e tenho absoluta certeza que as lideranças das Forças Armadas brasileiras e todo o seu efetivo estão conscientes disso.

 

E a minha certeza em torno disto ampara-se na própria reação daqueles que costumam ver na área castrense uma ameaça às instituições. Aliás, este é um cacoete idiota que é alimentado por certo setor dito esquerdista, para quem o enfraquecimento das Forças Armadas e a sua desmoralização interessa à viabilização do “democratismo”, mas não da democracia, já que esta pressupõe amplas liberdades civis sob o império da lei e da ordem, com a alternância do poder.

 

Todas as grandes e estáveis democracias do mundo desenvolvido dispõem de Forças Armadas poderíssimas e respeitadas, como por exemplo os Estados Unidos e a Inglaterra, para citar apenas duas grandes potências ocidentais.

 

A recente reação dos setores castrenses é de todo procedente já que, para cumprir a sua missão constitucional, as Forças Armadas dependem de adequado aparelhamento e, sobretudo, respeito e prestígio. Mormente quando essas forças posicionam-se profissionalmente em obediência estrita aos mandamentos constitucionais.

 

Entretanto, isto não quer dizer que os militares devam calar-se quando vêem que a instituição castrense, que é eminentemente democrática, é bom que se frise, seja injustamente perseguida e relegada a um segundo plano a ponto de por em perigo a segurança externa da Nação. Trata-se de uma cretinice sem tamanho o deletério estímulo à execração das Forças Armadas e o pouco caso dispensado a essa importante instituição do E
Estado.

 

Não há um só país que seja forte, democraticamente estável e desenvolvido economicamente, que prescinda das forças de segurança representadas pelas três Armas, as polícias militares e civis.

 

Atentem para o final desta mensagem do Clube de Aeronáutica quando afirma que “o maior serviço social que um governo pode prestar ao seu povo é conservá-lo vivo e em liberdade!

Eis na íntegra a mensagem:

As questões de orçamento do Ministério da Defesa e de salário das Forças Armadas sempre foram, equivocadamente, relegadas a um plano secundário pelos Governos da Nova República.

Tal situação alcançou um patamar tão baixo que a própria mídia, que sempre ignorou os anseios do segmento castrense, passou, recentemente, a dedicar espaços prioritários de seu noticiário para alertar a sociedade brasileira sobre tal fato.

Tensões políticas nas Américas, desrespeitos explícitos à soberania das nações, ofensas públicas entre governantes, tudo exarcebado por um crescimento intempestivo dos arsenais bélicos da Venezuela, acendem uma luz vermelha de advertência para o nosso subcontinente.

A política externa brasileira tem sido conduzida com base nos princípios do direito de autodeterminação dos povos e de não intervenção nos assuntos internos de outros países. Tal posição, essencialmente pacifista, entretanto, não é suficiente para garantir uma paz permanente.

Os desentendimentos internacionais surgem, na maioria das vezes, de forma inopinada, sem dar tempo para se começarem as providências a partir de tais momentos. É preciso, pois, estar sempre preparado.

É óbvio, pois, que estamos completamente “fora dos trilhos” para poder garantir à nossa população qualquer segurança contra uma eventual ameaça concreta.

Um País para garantir sua soberania e ser respeitado pela comunidade das nações, precisa construir, pelo menos, uma razoável capacidade bélica dissuasória. Esta é a nossa emergência do momento

Para construirmos uma Força Armada útil, precisamos dar-lhe equipamento adequado e operado por militares competentes e de moral elevada.

É necessário, pois, conceder excepcional prioridade para atendimento ao Ministério da Defesa, para o reequipamento das Forças Singulares e uma urgente atualização salarial do pessoal, tendo em vista sua atual flagrante desigualdade comparativa com as demais funções de Estado.

Um país realmente preocupado com sua população, tem que entender que - o maior serviço social que um governo pode prestar ao seu povo, é conservá-lo vivo e em liberdade!

 

Alte Esq José Julio Pedrosa
Clube Naval-Gen Ex Gilberto Barbosa de Figueiredo
Clube Militar-Ten Brig do Ar Ivan Frota
Clube de Aeronáutica



Escrito por Aluizio Amorim às 17h21
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AQUI SE LÊ O QUE A GRANDE MÍDIA ESCAMOTEIA

Ombudsman da Folha desanca

os blogs porque eles influem

Na Folha deste domingo há uma entrevista com o novo ombudsman desse jornal, Carlos Eduardo Lins da Silva. O papo recorrente é a crise dos jornais que agonizam enfrentando principalmente a internet.

 

Lins da Silva diz que os jornais brasileiros não perderam a credibilidade...hummm...pois eu considero que perderam e muito a credibilidade, particularmente a Folha de São Paulo, porque continua insistindo nessa de isenção e imparcialidade.

 

Exatamente na edição deste domingo fica muito evidente essa confusão editorial do jornal que pretende dar uma no cravo e outra na ferradura, ficando de bem e de mal com todo o mundo, algo que Lins da Silva considera salutar. Leiam por exemplo Jânio de Freitas, desancando o General Heleno; um artigo de Thomaz Bastos sobre política indigenista e vai por aí.

 

E, lá pelo meio da entrevista com Linz da Silva, surge ahá! os blogs. O ombudsman, de cara, afirma que no Brasil os blogs não têm influência política.

 

Pois este blog aqui, feito única e exclusivamente por mim, criado há pouco mais de dois anos, só tem crescido em audiência, ainda que seja completamente independente e não tenha o beneplácito e o marketing de um grande portal.

 

Estão aí o Site Meter e o Stats Counter que não me deixam mentir, porque são auditorias independentes livres de quaisquer jeitinhos.

 

Lins da Silva continua patinando no jornalismo do século passado. O impacto nas novas tecnologias diminui a cada dia a importância do tradicional jornal impresso.

 

Creio que não irá desaparecer, mas terá que mudar o conteúdo, assumindo a defesa da democracia de forma intransigente, opinando ostensivamente e, para isso, tem que descer do muro.

 

Do contrário, os jornais sobreviverão enquanto permanecerem vivas as gerações de infofóbicos.

 

Quanto mais Linz da Silva e o que resta de dinossauros nas redações implicam com os blogs, mais os blogs vão crescendo e ainda podem desdobrar-se em outras mídias digitais. Calcula-se que os recursos da internet são utilizados ainda em torno de 10 por cento de toda a sua potencialidade.

 

Vejam o que diz o ombudsman da Folha a respeito dos blogs. E vocês, caros leitores, podem opinar nos comentários e dizer por que vocês lêem blogs diariamente e qual a mídia que lhes assegura mais credibilidade. Eis aí um bom debate a ser travado nos comentários. O bom dos blogs é que os leitores podem participar ativamente.

 

FOLHA - A internet permitiu também a proliferação de blogs, muitos com enfoque político. Você acha que esses blogs já conseguem influenciar a opinião pública?
LINS DA SILVA - No Brasil, com certeza não. Nos EUA, sim. Essa influência está sendo sentida na eleição presidencial. No entanto, eu acho que é uma influência ruim, perniciosa. Os blogs tendem a acirrar as divisões. Por exemplo, eu acho que essa disputa entre a Hillary Clinton e o Barack Obama está sendo prejudicada pela divisão que os blogs atiçam entre negros e brancos, entre mulheres e homens, entre trabalhadores industriais e profissionais liberais, que é a divisão que se estabeleceu na demografia eleitoral da Hillary e do Obama.


No Brasil, é parecido, mas é muito menor porque é pequeno o número de pessoas com acesso à internet e que lêem esses blogs. Mas cria-se um mal-estar por causa do radicalismo de alguns deles, que não argumentam, ofendem. Descem a um nível que nem se pode chamar de debate. E isso contamina o tal formador da opinião pública, que muitas vezes lê esses blogs e acaba sendo contagiado pelo radicalismo, o que cria situações artificiais.


A disputa entre petistas e tucanos é muito artificial porque não há tanta coisa que distancie um partido de outro. Mas ela é muito prejudicada pelas pessoas que lêem e até participam desses blogs e se dividem de uma forma muito odiosa. (Assinantes lêem o resto da entrevista clicando AQUI).



Escrito por Aluizio Amorim às 04h24
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O BOM HUMOR DO SPONHOLZ EM DOSE DUPLA




Escrito por Aluizio Amorim às 02h34
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MENSAGEM DO CLUBE DA AERONÁUTICA

“Forças Armadas prontas para

irem às últimas conseqüências”

No site do Clube da Aeronáutica há uma mensagem de seu presidente, tenente-brigadeiro Ivan Frota, expondo o entendimento da sociedade castrense ante a questão da política indigenista.

 

Mas o pronunciamento militar vai mais além, ao chamar a atenção para o fato de que “em âmbito nacional, continuam atuando, livremente, grupos paramilitares, provalmente financiados com dinheiro público, os quais se utilizam de técnicas terroristas para atentar, violentamente, contra o direito de propriedade, sem que se veja das autoridades constituídas uma adequadavontade política para estancar, de vez, esses perigosos movimentos antes que seja tarde demais”.

 

Ao final, a mensagem é incisiva, advertindo que “felizmente, porém, as Forças Armadas representam, talvez, a última esperança de garantia de uma resistência inflexível contra todo esse contexto adverso. Por isso, já há algum tempo, têm sido alvo de planejada desatenção do Estado, visando ao seu enfraquecimento gradativo.

A principal atuação desse processo é sobre o moral da tropa que procura atingir, negando-lhe a atualização de equipamentos e congelando seus humilhantes salários, gritantemente desproporcionais às suas responsabilidades.

Porém, aqueles que assim agem enganam-se, se pensam que vão enfraquecer as convicções da sociedade castrense, ou que essa poderá deixar-se inibir por uma democracia ilegítima, construída sob o respaldo de uma maioria de eleitores corrompidos por degradantes esmolas pessoais.

Enganam-se, sim, porque as Forças Armadas sempre estarão prontas para ir às últimas conseqüências, a fim de preservar a segurança da Pátria e a integridade de seu Território.

 

Portanto, que o Governo não se omita e exerça sua responsabilidade constitucional de defender os legítimos interesses do País.

Se não o fizer, haverá quem o faça, o que já poderá ter começado...

Sempre foi assim e continuará sendo na História deste País”.

Aqui a íntegra da mensagem intitulada “Forças Armadas: o inexpugnável baluarte”:

 

O projeto alienígena de “balcanização” da Amazônia brasileira faz algum tempo encontra-se em plena marcha, ante a venal omissão e, talvez, conivência de órgãos governamentais dos mais elevados escalões, em particular, do Ministério do Meio Ambiente.

Desde a criação inconstitucional da “Reserva Ianomâmi”, de alcance binacional e de absurdas dimensões, o Brasil continua cedendo às mais leves pressões internacionais para o estabelecimento de novos “santuários” indígenas em seu espaço amazônico, como o recente caso da região Raposa Serra do Sol.

Legislação originada do Executivo, surpreendendo a opinião pública nacional, permite a concessão de imensas glebas de terras a estrangeiros, para exploração indiscriminada, por longos períodos, que atingem os limites de meio século.

Sem qualquer oposição do Governo, especialistas de outros países infiltram-se nessas reservas, impõem-lhes seus idiomas e costumes, proíbem a entrada de brasileiros e despertam-lhes sentimentos separatistas, induzindo-as à criação de nações próprias.

Paradoxalmente, dá-se extraordinária ênfase ao combate aos desmatamentos e ao trânsito de nacionais nessas reservas, porém não se vê qualquer medida efetiva para expulsar dessas áreas os milhares de estrangeiros clandestinos que por ali se estabeleceram.

Assim, a técnica do “retalhamento” e do sistemático bloqueio do desenvolvimento do imenso e rico território afigura-se como aspectos principais da estratégia dessa intenção.

Em âmbito nacional, continuam atuando, livremente, grupos paramilitares, provavelmente financiados com dinheiro público, os quais se utilizam de técnicas terroristas para atentar, violentamente, contra o direito de propriedade, sem que se veja das autoridades constituídas uma adequada vontade política para estancar, de vez, esses perigosos movimentos, antes que seja tarde demais.

Por outro lado, programas de mídia financiados por capital externo, com objetivos dúbios, “martelam”, diuturnamente, a opinião pública com dados meteorológicos distorcidos e exageradas previsões de desastres ecológicos iminentes, praticando verdadeiro terrorismo ambientalista.

É preciso denunciar, denunciar e denunciar, quantas vezes forem necessárias, que o objetivo verdadeiro dessa pantomima do teórico e ridículo “aquecimento global” não é outro senão o de frear o desenvolvimento dos países emergentes, dentre outros, a China, a Índia e, no caso do Brasil, o de impedir a ocupação e o desenvolvimento racional da Amazônia.

Tudo isso tem acontecido sob os olhos permissivos das autoridades dirigentes do País, que sucumbem, docilmente, às pressões políticas dos países centrais, bem como, vergonhosamente, submetem-se, impassíveis, às atrevidas bravatas de “chefetes” regionais.

Esse comportamento governamental revela uma personalidade frágil e amedrontada diante de qualquer tipo de oposição, com a preocupação única de manter-se no poder, a qualquer custo – internamente, pelo humilhante suborno das bolsas-voto – e, no campo externo, pela absoluta inação, frente aos claros objetivos de internacionalização de parcelas do nosso território.

Dentro desse quadro, o Brasil fica à deriva, ante a ausência total de lideranças que o protejam dessas ameaças antinacionais que proliferam livremente.

É fundamental, pois, que a sociedade válida identifique a gravidade dessa situação e se disponha a agir, emergencialmente, para exigir do Governo constituído, que impeça a continuação dessas absurdas investidas que países, ONG, entidades internacionais e a mídia mercenária têm praticado contra os legítimos interesses da Pátria brasileira, sob pena de incursão em crime de responsabilidade.

Felizmente, porém, as Forças Armadas representam, talvez, a última esperança de garantia de uma resistência inflexível contra todo esse contexto adverso. Por isso, já há algum tempo, têm sido alvo de planejada desatenção do Estado, visando ao seu enfraquecimento gradativo.

A principal atuação desse processo é sobre o moral da tropa que procura atingir, negando-lhe a atualização de equipamentos e congelando seus humilhantes salários, gritantemente desproporcionais às suas responsabilidades.

Porém, aqueles que assim agem enganam-se, se pensam que vão enfraquecer as convicções da sociedade castrense, ou que essa poderá deixar-se inibir por uma democracia ilegítima, construída sob o respaldo de uma maioria de eleitores corrompidos por degradantes esmolas pessoais.

Enganam-se, sim, porque as Forças Armadas sempre estarão prontas para ir às últimas conseqüências, a fim de preservar a segurança da Pátria e a integridade de seu Território.

Portanto, que o Governo não se omita e exerça sua responsabilidade constitucional de defender os legítimos interesses do País.

Se não o fizer, haverá quem o faça, o que já poderá ter começado...

Sempre foi assim e continuará sendo na História deste País.

Ten.- Brig. Ivan Frota
Presidente do Clube de Aeronáutica



Escrito por Aluizio Amorim às 15h50
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A T E N Ç Ã O !!!

Prezados Leitores:

 

Há muita coisa para ler e ver abaixo. Não deixe de rolar a página. Selecionei algumas matérias e fiz alguns comentários. Um excelente feriadão para todos vocês que me honram com a leitura. Mas o blog será atualizado normalmente.



Escrito por Aluizio Amorim às 11h42
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GUARDIÃO DA DEMOCRACIA

Karl Popper ao invés de Lenin

e Trotsky, recomenda Mendes.

Transcrevo a seguir o trecho inicial da entrevista que o ministro Gilmar Mendes concedeu à revista Veja que foi às bancas neste sábado. Mendes assume a presidência do STF nesta semana. Vale a pena ler:

 

O ministro Gilmar Mendes assume nesta semana a presidência do Supremo Tribunal Federal (STF). Seu mandato de dois anos coincidirá com alguns dos mais decisivos momentos dos 179 anos de existência da mais alta corte de Justiça do país. O STF está prestes a reiniciar o julgamento que deve legalizar as pesquisas científicas com células-tronco de embriões humanos.

 

A prevalecer o desejo de alguns políticos, o tribunal também deverá ser instado a se pronunciar sobre a proposta de emenda à Constituição que permitiria ao presidente Lula disputar um terceiro mandato. Aos 52 anos, ex-advogado-geral da União e ex-procurador da República, Mendes fala com a prudência que a posição exige, mas dá pistas – algumas bem claras – sobre o que pensa desses assuntos.

 

"Não vejo com nenhuma simpatia o tema", diz, referindo-se à emenda do terceiro mandato. Na entrevista a seguir, ele critica o ministro da Justiça, Tarso Genro, que defende a utilização de dossiês por governos com finalidades políticas, fala da leniência de juízes e lembra que o foro privilegiado pode ser confundido com impunidade.

 

Veja – Há um debate sobre a idéia de mudar a Constituição para permitir que o presidente Lula dispute um terceiro mandato. Uma proposta como essa tem amparo legal?
Mendes
– A Constituição tem sido alterada várias vezes por razões diversas. Tempo de aposentadoria, condições de contribuição de aposentadoria, estabilidade de servidor público – tudo isso vem demandando reformas. Mas tenho sérias dúvidas sobre reforma de mandatos eletivos. Não vejo nenhuma razão para isso. Caso seja introduzida essa idéia, teremos um intenso debate no STF. Precisaremos discutir se a emenda que permitiria um terceiro mandato consecutivo é compatível com a Constituição e com o estado de direito democrático. Será necessário analisar se isso não estará criando um modelo de continuísmo.

 

VejaO que o senhor acha?
Mendes – Não vou falar sobre isso. Esse assunto certamente chegará ao STF.

Veja – Mas, se o Congresso Nacional é soberano, uma reforma constitucional que permita o terceiro mandato seria teoricamente legal.
Mendes – No estado de direito não há soberanos. Todos estão submetidos às regras constitucionais. Todas as mudanças devem atender aos preceitos das cláusulas pétreas da Constituição Federal.

 

Veja – Sua resposta indica que o senhor é contra a mudança na lei que permitiria ao presidente Lula disputar um terceiro mandato.
Mendes – Não vejo com nenhuma simpatia o tema. Tem um fumus (fumaça) de casuísmo, não é? Tem forte sentido casuísta.

 

Veja – O ministro da Justiça, Tarso Genro, disse que fazer dossiês com fins políticos não é crime. Como o senhor analisa essa declaração?
Mendes – Fazer coleta de informações às quais eu tenho acesso simplesmente porque estou no governo, para uma finalidade política eventualmente de constrangimento ou de chantagem, pode não ser crime. Mas certamente não é uma atitude eticamente louvável. É uma atitude preocupante, que revela uma concepção autoritária e certo patrimonialismo. Embute-se nela o entendimento de que as informações que estão ao meu alcance pelo fato de eu estar no governo, o que é circunstancial, podem ser usadas para as finalidades que eu entender devidas. Isso é preocupante. Se alguém pensa assim, talvez tenha de repensar seu conceito de democracia. Talvez essa pessoa esteja lendo muito Lenin e Trotsky – e deveria ler mais Popper (Karl Popper, filósofo inglês nascido na Áustria, o maior defensor teórico da democracia liberal).

(Assinantes lêem a entrevista completa clicando AQUI).



Escrito por Aluizio Amorim às 11h41
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MILITAR NÃO FALOU SOZINHO

O General Augusto Heleno falando no Clube Militar: sem rodeios.

Uma questão levantada por

General que sabe das coisas

Aqui a matéria de Veja, que foi às bancas neste sábado, a respeito da palestra do general Augusto Heleno Pereira no Clube Militar, no Rio de Janeiro. A matéria sintetiza bem tudo o que aconteceu. No post seguinte, matéria correlata sobre a nota divulgada pelo Clube da Aeronáutica.

 

O general-de-exército Augusto Heleno Pereira é um dos poucos comandantes brasileiros com experiência em combate. Foi o primeiro chefe da missão de paz da ONU no Haiti. Já ocupou alguns dos postos mais altos da burocracia do Exército.

 

Hoje, é o comandante militar da Amazônia. Na semana passada, o general Heleno usou todo o seu prestígio para atacar a política indigenista do governo Lula. Durante uma palestra no Clube Militar, no Rio de Janeiro, declarou que a demarcação de reservas indígenas na fronteira do país ameaça a soberania nacional.

 

E foi além. O comandante da Amazônia chamou a atual política indigenista de "lamentável" e "caótica", por impedir não-índios de entrar em reservas e por abandonar as comunidades indígenas à miséria depois da demarcação.

 

As críticas, claro, repercutiram mal, e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva exigiu que o militar fosse disciplinado. Há poucas chances de que isso ocorra e nenhuma de que surta efeito.

 

O general Heleno fala com liberdade porque está no topo da carreira, não depende mais de promoções e pode vestir o pijama quando quiser. Em momentos como esse, é comum que os militares soltem a língua.

 

Em 1995, o general Murillo Tavares da Silva malhou um projeto de indenização das vítimas do regime militar. Dois anos antes, seu colega Benedito Leonel invocou a "cólera das legiões" para exigir reajuste nos soldos.

 

Eles, como Heleno, falaram respaldados por seus companheiros de caserna. As Forças Armadas estão justificadamente insatisfeitas com a política da União de entregar territórios vastos e contínuos aos índios, como no caso da reserva Raposa Serra do Sol, em Roraima.

 

Prova disso é que, dois dias depois do discurso de Heleno, outro general, Luiz Schroeder Lessa, publicou um artigo no qual classifica a criação de reservas na fronteira da Amazônia como "um dos maiores atentados à soberania brasileira com o apoio ostensivo do presidente Lula e a omissão criminosa de seu governo". Do ponto de vista militar, a avaliação é correta.

 

Os militares sabem que a Amazônia é uma região de difícil vigilância. De população rarefeita e fronteiras secas na selva fechada, ela se torna extremamente porosa e vulnerável.

 

A doutrina militar defende desde sempre a ocupação e a civilização da Amazônia como a melhor forma de protegê-la. A ameaça de invasão da região por traficantes e terroristas estrangeiros, como os das Farc, é real.

 

Só quem pode contê-la é o Exército. Por isso, é de bom senso sempre ouvir o que os generais têm a dizer sobre a Amazônia. (Foto: revista Veja).

 

EM TEMPO: há uma petição de apoio ao General Augusto Heleno Pereira neste endereço: http://www.petitiononline.com/xptoxpto/petition.html

Para assinar, é só ir até lá. No início desta madrugada já havia mais de 1.000 assinantes em apoio ao General Heleno.



Escrito por Aluizio Amorim às 02h48
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FALA DE HELENO AINDA REPERCUTE

Que o presidente não se atreva,

afirmam militares sobre Heleno

Segundo matéria do site Folha Online, os militares não concordam com as ameaças de repreensão ao general Heleno. Vejam aqui o que afirmam os militares:

 

O Clube da Aeronáutica reforçou a reação de militares à repreensão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao general Augusto Heleno Ribeiro Pereira.

 

O general Heleno criticou a política indigenista do governo federal. O presidente do clube, tenente-brigadeiro da Aeronáutica Ivan Frota, afirmou, em nota, que "o país conhecerá o maior movimento de solidariedade militar" caso as repreensões continuem.

 

A nota foi distribuída nesta sexta-feira a integrantes das Forças Armadas durante o terceiro dia do seminário "Brasil, ameaças a sua soberania", na sede do Clube Militar do Rio, no qual, anteontem, o general Heleno chamou de "caótica e lamentável" a política indigenista do país.

 

Frota disse que o discurso do general Heleno "representa a síntese do pensamento castrense atual" e criticou a atitude do presidente Lula de pedir esclarecimentos sobre a crítica ao ministro Nelson Jobim (Defesa).

 

"Que o presidente não se atreva a tentar negar-lhe [ao general Heleno] o sagrado dever de defender a soberania e a integridade do Estado brasileiro [...]. Caso se realize tal coação, o país conhecerá o maior movimento de solidariedade, partindo de todos os recantos deste imenso país, jamais ocorridos nos tempos modernos de nossa História", afirmou em nota o tenente-brigadeiro.

 

Também nesta sexta-feira, o general do Exército Gilberto de Figueiredo, presidente do Clube Militar, afirmou que as críticas do general Heleno não ferem nenhuma hierarquia ou disciplina. "Acho que ele [presidente Lula] não entendeu o que aconteceu. O general Heleno falou sobre algo de sua responsabilidade. Não é de hoje que essa área é polêmica", disse.

 

Presente no seminário, o almirante-de-Esquadra Marcos Martins Torres, chefe do Estado-Maior de Defesa, segundo na hierarquia do Ministério da Defesa, não quis comentar a reação do presidente Lula.

 

O general Mario Madureira, chefe do Estado-Maior do Comando Militar do Leste, também esquivou-se de polêmica e disse que é direito do presidente Lula pedir esclarecimentos, mas negou achar que houve ato de insubordinação.

 

Sobre as críticas dos clubes Militar e da Aeronáutica, afirmou que "os clubes militares têm todo o direito de se manifestar".



Escrito por Aluizio Amorim às 02h33
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MUNDO SOCIAL PETRALHA

Dilma depois de um banho de salão de beleza: estética petralha

Lula recebeu vaia quando

chegou para o casamento

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegou às 20h30 à Igreja São José, na região central de Porto Alegre, para a celebração do casamento de Eduardo Covolo e Paula Rousseff Araújo, filha única da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff.

 

Ao passar pela entrada da igreja, Lula recebeu uma leve vaia. Ele foi acompanhado da esposa, Marisa Letícia, e do ministro da Fazenda, Guido Mantega. Também estão presentes na igreja o presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP), a ministra do Turismo, Marta Suplicy, o ex-governador petista do Rio Grande do Sul Olívio Dutra, o governador do Paraná, Roberto Requião (PMDB) e a senadora Ideli Salvatti.

Questionada se a presença de tantos políticos seria uma forma de prestigiar Dilma, a senadora Ideli ressaltou que até a oposição, com seus ataques à ministra, acabam prestigiando-a, pois a colocam em evidência. "Imagine nós, que somos seus amigos e estamos aqui para comemorar uma data tão especial", disse Ideli.

 

Roberto Requião, ao entrar na igreja, fez questão de declarar que está presente no casamento por ser amigo pessoal de Dilma. (Texto e foto do site do Estadão).



Escrito por Aluizio Amorim às 02h10
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SOB O EFEITO DA POÇÃO BOTOCUDA

A grande farra dos socialistas

com dinheiro público via ONGs

Para ler alguma reportagem mais atilada a gente tem que esperar sempre pela revista Veja no final de semana.

 

Eis aí a íntegra da reportagem sobre as ONGs da Veja que foi às bancas neste sábado. Dá para se ter uma idéia dessa grande farra esquerdista com o dinheiro público. E dá também para sentir a arrepiante sensação de que as leis não valem mais nada. A Nação está sem dúvida anestesiada, depois que foi borrifada com a poção botocuda do governo petralha.

 

Leiam e tirem as suas próprias conclusões. Comentários democraticamente abertos no final do post:

 

As Organizações Não-Governamentais (ONGs) ficaram conhecidas nos últimos tempos como um instrumento eficaz de roubar dinheiro público. Sem observar critérios elementares de boa gestão, o governo federal despejou, nos últimos cinco anos, 12 bilhões de reais nos cofres dessas entidades.

 

Em vez de grandes resultados sociais, as ONGs vêm encabeçando uma infinidade de escândalos. Descobriu-se que muitas delas são entidades de mentirinha, cujos dirigentes, quase sempre subordinados a partidos políticos, simulavam serviços, montavam prestações de contas e dividiam os lucros entre si.

 

Uma CPI foi instalada no Congresso para tentar desvendar os caminhos do dinheiro desviado, mas pouco conseguiu até agora. VEJA localizou uma testemunha que ajuda a entender como muitas ONGs se transformaram em verdadeiras minas de ouro.

 

Do que ela confessa e pode provar, emergem as engrenagens criminosas de uma entidade de Brasília que se associou a comunistas e socialistas que comandam os ministérios do Esporte e da Ciência e Tecnologia e conseguiu desviar, sozinha, 3,4 milhões de reais. Fácil, fácil.

 

A testemunha chama-se Michael Vieira da Silva, ex-funcionário do Instituto Novo Horizonte, uma ONG que dizia oferecer cursos de treinamento a crianças pobres.

 

Ele conta que atuava como uma espécie de faz-tudo da entidade, mas seu grande trabalho foi abrir uma empresa de fachada, a T & Z, para fornecer notas fiscais frias à ONG, que assinou um convênio (que tem o sugestivo número 171) com o Ministério da Ciência e Tecnologia no valor de 1,8 milhão de reais.

 

Os recursos saíram dos cofres do ministério e desapareceram sem deixar vestígios. Os documentos apresentados por Michael revelam o destino final do dinheiro: a conta pessoal do responsável pela ONG, Luiz Carlos de Medeiros (veja o quadro).

 

O golpe é simples e de altíssima rentabilidade. A ONG simulava gastar a maior parte da verba que recebia em material didático. Investia, na verdade, apenas 5% do que declarava. A diferença, 95%, caía nos bolsos dos donos e de amigos que participavam do esquema.

 

"Havia pagamento a secretárias e funcionários dos ministérios", diz Michael. Ao emitir notas fiscais frias para comprovar as despesas falsas, Michael acabou sendo multado em 722 000 reais pelo Fisco estadual.

 

Luiz Carlos é um bem-sucedido ongueiro, embora quase nada apareça em seu nome. De origem humilde, mora hoje num apartamento de cobertura, dirige carros importados, promove festas requintadas, mas também é dono de uma ficha corrida na polícia.

 

A ONG Novo Horizonte, por exemplo, está registrada em nome de Antônio Carlos de Medeiros, irmão dele. "Não tenho nada, nada a ver com a Novo Horizonte. Sou uma pessoa humilde", diz Luiz Carlos.

 

Luiz tem amigos influentes em sua área de atuação. Um deles é o comunista Agnelo Queiroz, ex-ministro do Esporte e atual diretor da Anvisa. O outro é Joe Valle, secretário de Inclusão Social do Ministério da Ciência e Tecnologia.

 

"Luizinho é bom, sério, vai além do que o ministério exige", explica o ex-ministro. Em junho de 2006, três meses depois de Agnelo deixar o cargo, a ONG que Luiz diz que não é dele faturou um convênio de 1,6 milhão de reais com o Ministério do Esporte.

 

Meses depois, Luiz atuou na campanha de Agnelo ao Senado. Era tratado pelos funcionários do comitê como "assessor". "Sou fã do Agnelo e votei nele", diz Luiz. Segundo Michael, cerca de vinte computadores da ONG de Luiz Carlos foram cedidos ao comitê de Agnelo.

 

Agnelo perdeu a eleição, mas a amizade com o ongueiro continuou – e os negócios também. Em 2007, o Ministério do Esporte fez uma auditoria no convênio com a Novo Horizonte e descobriu que os serviços não foram prestados.

 

Uma das acusações graves que a testemunha faz trata do nível de intimidade entre o ongueiro e o ex-ministro. Michael Vieira afirma que um dos saques na conta da empresa fantasma T & Z, feito no dia 1º de outubro do ano passado, no valor de 150000 reais, teve como destinatário o ex-ministro.

 

Ele relata ter sacado o dinheiro do banco, acompanhado do irmão de Luiz Carlos e de um funcionário da ONG. "O dinheiro foi entregue para o Agnelo", garante Michael. Agnelo diz que a informação é "absurda". "Estão querendo me prejudicar", afirma.

 

Na semana passada, Michael prestou depoimento ao Ministério Público e entregou os documentos ao promotor Ricardo de Souza, que abriu procedimento para investigar o caso. Enquanto isso, Luiz Carlos, aquele que nada tem a ver com ONGs, segue a sua trajetória humilde.

 

Além de planejar sua candidatura a deputado pelo PCdoB, ele assumiu o Instituto Universo, sua nova ONG, e já conseguiu assinar um convênio no valor de 638000 reais com o Ministério do Esporte. A classe operária, ao que parece, encontrou nas ONGs o seu paraíso.



Escrito por Aluizio Amorim às 01h50
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DIOGO MAINARDI

O quilombo do mundo

 

Neste artigo que está na Veja que foi às bancas neste sábado, Diogo Mainardi foi ao ponto. Leiam:

 

Barack Obama, num debate eleitoral, na última quarta-feira, respondendo a uma pergunta sobre as cotas raciais:

 

– Se olharem minhas filhas, Malia e Sasha, e disserem que elas estão numa situação bastante confortável, então (raça) não deveria ser um fator. Por outro lado, se houver um jovem branco que trabalhe, que se esforce, e que tenha superado grandes dificuldades, isso é algo que deveria ser levado em consideração.

 

Barack Obama costuma mudar o discurso de acordo com a platéia. O que ele disse a uma platéia branca em Filadélfia pode perfeitamente ser desmentido daqui a uma semana, diante de uma platéia negra numa igrejinha batista, no interior da Carolina do Norte. Mas o fato é que ele quebrou um tabu e defendeu abertamente o fim das cotas raciais. O poder público, segundo ele, tem de ajudar os pobres em geral, conforme os méritos de cada um, e não os negros em particular.

 

O Brasil macaqueou o sistema de cotas raciais dos Estados Unidos. E macaqueou tarde, num momento em que o próprio candidato negro à Casa Branca já admite aboli-lo.

 

O Supremo Tribunal Federal está julgando a constitucionalidade das leis que instituíram as cotas raciais no Brasil. É uma chance para acabar de vez com o quilombolismo retardatário que se entrincheirou no matagal ideológico das universidades brasileiras.

 

O ministro Carlos Ayres Britto deu um voto a favor do sistema de cotas raciais, argumentando o seguinte: "É pelo combate a situações de desigualdade que se concretiza o valor da igualdade". Isso se aplicaria se a desigualdade se originasse na universidade.

 

A gente sabe que a realidade é outra. A gente sabe que a desigualdade nasce no ensino básico, e é lá que ela tem de ser combatida. A má qualidade da escola pública cria uma casta de párias analfabetos, os intocáveis da tabuada, dalits brancos e negros, que nunca poderão se igualar aos que estudam na escola particular.

 

É desolador ter de repetir sempre a mesma lengalenga. E a lengalenga é: o Brasil gasta dinheiro de mais na universidade e dinheiro de menos no ensino básico.

 

Se é para macaquear os Estados Unidos, temos de macaqueá-los por inteiro. A universidade pública americana cobra mensalidade dos alunos. Quem pode pagar, paga. Os outros se arranjam com bolsas, empréstimos ou bicos. Se o Brasil fizesse o mesmo, cobrando mensalidade na universidade pública, sobraria mais dinheiro para investir onde importa: no bê-á-bá.

 

O sistema de cotas raciais foi rapidamente introduzido na universidade brasileira, beneficiando-se de um ambiente que sempre soube acolher as idéias mais regressivas, como o petismo bandoleiro e o parasitismo estatal getulista.

 

O Brasil se refugiou no passado. O Brasil é o quilombo do mundo.



Escrito por Aluizio Amorim às 01h31
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ANARQUIA INSTITUCIONALIZADA

Índios com celular e camiseta regata: a fraude é muito evidente.

E nós, os trouxas, financiando

essa conversa mole de índios.

Numa audiência com Lula o índio saca do celular para registrar fotograficamente o encontro com o Apedeuta.

 

Depois a gente é obrigado a ouvir esses idiotas politicamente corretos ou esses oportunistas de primeira hora a defender esses índios que nem são mais aborígenes, são completamente aculturados e se utilizam inclusive dos confortos tecnológicos.

 

Esses tipos têm ancestrais silvícolas, mas hoje apenas se fantasiam de índio para fotos de jornais, imagens de televisão e reuniões para apologia do governo petista.

 

Hoje, com o petismo no poder, o sujeito que for branco, heterossexual, não usar drogas, não pertencer ao MST, defender a democracia e a alternância do poder, está despojado de seus direitos de cidadania. É na verdade um pária.

 

Não tem mais representação política nem no Congresso Nacional. Não conta com o apoio de nenhuma ONG, OCIP ou entidades assemelhadas.

 

Agora, basta o sujeito ser índio para ter um dia consagrado a ele, milhares de ONGs em suas defesa, e sequer precisa estudar, ralar atrás de um emprego. Índio é hoje uma espécie de ser supremo. A ele é dado terras, sem contar com o fato de que não precisa pagar um tico de imposto ao Estado. Ele é o único ser humano considerado realmente brasileiro.

 

O resto somos nós, reles branquelos classe média que só servimos para pagar impostos a fim de manter o bem-estar desses aborígenes de araque, dos pelegos da República Sindicalista e de meia dúzia de tubarões das finanças e da indústria.

 

Depois ainda há quem queira, como Arthur Virgílio e Lula, assacar contra o único homem público brasileiro que teve a coragem de peitar toda essa sacanagem, que foi o General Augusto Heleno Ribeiro Pereira.

(Foto do site UOL)



Escrito por Aluizio Amorim às 22h47
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"ESQUERDA ESCOCESA" SEGUE EM FRENTE

Dilma só disse a verdade.

Aquilo era sim um comício.

Neste vídeo vocês verão Dilma Rousseff, a ministra do Dossiê, chamar a cerimônia governamental de vistoria das obras do PAC de “comício”. Sim é isto aí. Num ato falho Dilma na verdade revelou a verdade.

Essa história de cerimônias relativas às obras do (argh!) PAC, não passam de comícios eleitorais na tentativa de fazer com que o nome da Ministra do Dossiê emplaque como sucessora de Lula.

 

Vocês têm de ver o vídeo até o fim, pois o discurso de Dilma aparece no final. Antes Lula deita e rola ante a galera de botocudos que delira com as palavras do Apedeuta.

 

A legislação eleitoral proíbe que o governo se valha da estrutura pública, a dita “máquina”, em proveito eleitoral do seu partido (incluído aí a base aliada comandada pelo imundo e pegajoso PMDB), já que em outubro ocorrerão as eleições municipais.

 

Aos poucos a “esquerda escocesa” vai conseguindo solapar as instituições e as leis passam a ser letras mortas, até que a Constituição desapareça por falta de utilidade, sendo então substituída pelo “direito botocudo”, sob a égide de Lula e seus sequazes.

 

Por enquanto a única figura pública a peitar essa imundice foi o General Augusto Heleno Ribeiro Pereira que, provavelmente, passará a ser perseguido por Lula e seus sequazes e pelos trombeteiros do petismo infiltrados em todas as redações.



Escrito por Aluizio Amorim às 01h29
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O BOM HUMOR DO SPONHOLZ



Escrito por Aluizio Amorim às 01h27
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SOBERANIA NACIONAL AMEAÇADA

General denuncia a nefasta

ação da “esquerda escocesa”

Considerado um dos principais adversários da demarcação contínua da reserva indígena Raposa Serra do Sol, em Roraima, o comandante militar da Amazônia, general Augusto Heleno Ribeiro Pereira, pediu ontem mudanças na política indigenista brasileira, que classificou de "lamentável" e "caótica".

 

Em palestra no Clube Militar, no centro do Rio, o general, vestindo uniforme de combate camuflado, apontou, para uma platéia de cerca de 600 pessoas - entre elas, militares da ativa -, a questão indígena como uma das "ameaças internas" à soberania brasileira na Amazônia. Também criticou o que chamou de "esquerda escocesa", que, disse, resolve os problemas brasileiros com uísque, e encerrou com o grito de guerra das unidades da área: "Selva!"

"Sou totalmente a favor do índio", afirmou o militar, no primeiro dia do seminário Brasil, Ameaças à sua Soberania. "Até porque não sou da esquerda escocesa, que, atrás de um copo de uísque 12 anos, aqui sentado na Avenida Atlântica, resolve os problemas do Brasil inteiro.

 

Eu não estou na esquerda escocesa. Eu estou lá. Já visitei mais de 15 comunidades indígenas. Estou vendo o problema do índio. Ninguém está me contando como é que é o índio, não estou vendo índio no cinema, não estou vendo índio no Globo Repórter. Estou vendo índio lá, na ponta da linha, e sofrendo com o que está acontecendo."

Para ele, o problema indígena não pode ser compreendido fora dos quadros da sociedade brasileira. "Quero me associar, para que a gente possa rever uma política que está demonstrado no terreno que não deu certo até hoje", afirmou. "É só ir lá olhar as comunidades indígenas para ver que esta política é lamentável, para não dizer que é caótica.

 

O que eu tenho encontrado de comunidade indígena carente de saúde, de perspectiva, voltada para o alcoolismo... Essa política indigenista tem que ser modificada. O Exército quer ser parceiro desta modificação."

Ele lembrou que boa parte da população indígena amazônica fica em torno dos pelotões que a Força mantém na região. O militar evitou, no entanto, criticar diretamente a demarcação da Raposa Serra do Sol. "Não tomei posição contra a demarcação, coloquei um problema", afirmou, em entrevista. "Em nenhum momento contrariei a decisão do presidente da República. A decisão está tomada e será cumprida por quem de direito."

Heleno criticou a ausência do Estado que, diz, "permite e incentiva o descaminho e a destruição do patrimônio e favorece a ação das organizações internacionais de todo tipo" na Amazônia. Também atacou a ação de ONGs e as dificuldades impostas à entrada de brasileiros nas reservas, enquanto missionários e entidades estrangeiras se movimentam à vontade.

Ele pediu o reaparelhamento militar. "A Amazônia é hoje a nossa hipótese mais provável de emprego das Forças, é a hipótese alfa." Uma das possibilidades externas à soberania brasileira na região, afirmou, seria o convencimento da opinião pública internacional de que o Brasil não é capaz de cuidar da Amazônia."

 

Na platéia, estavam pelo menos três ex-ministros do Exército: os generais Leônidas Pires, Carlos Tinoco e Zenildo de Lucena. (Do site do Estadão).



Escrito por Aluizio Amorim às 12h39
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O EXCELENTE HUMOR DO SPONHOLZ



Escrito por Aluizio Amorim às 20h38
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METENDO O DEDO NA FERIDA

Bolsonaro diz a verdade sob

o silêncio dos parlamentares

Ouçam e vejam o pronunciamento do deputado Jair Bolsonaro, normalmente acusado de direitista, milico, conservador, reacionário. No entanto a denúncia que ele faz tem tudo a ver com que está acontecendo.

Enquanto ele fala há um silêncio sepulcral no plenário. Nem um aparte, nada. Mas Bolsonaro tem razão. Total razão. Muitos poderão objetar ao que eu afirmo e assacarão contra mim acusando-me de reacionário. Mas o deputado Bolsonaro falou apenas verdades que não ouço de nenhum outro deputado ou senador, já que todos se rendem vergonhosamente ao patrulhamento imposto pelo rolo compressor do esquerdismo.

 

E isto demonstra que a maioria, senão a totalidade dos políticos, incluindo os ditos de oposição, se cala de forma oportunista ante a forma insidiosa com que Lula e seus sequazes vão minando as instituições democráticas e promovendo a corrupção, comprando a consciência da Nação.

 

Já disse aqui que a maioria dos brasileiros é uma sub-raça, uma horda de porcos, vagabundos, mentirosos e que vêem em Lula e seus sequazes e seu modus operandi a forma ideal do exercício da política que eleva ao máximo o patrimonialismo, ou seja a abjeta e deletéria promoção da (con)fusão entre o que é público e privado. O caso dos cartões corporativos é o emblema mais acabado dessa orgia, dessa roubalheira de dinheiro público que já foi sobejamente provada.

 

Todos se calam coniventes com a sacanagem institucionalizada pelo lulopetismo. Mas este blog jamais se curvará ante o patrulhamento solerte dos botocudos.

 

O Deputado Jair Bolsonaro tem carradas de razão, mas é ridicularizado pelo jornalismo companheiro que vive catando caraminguás ao redor desses banquete de abutres. Ouçam e vejam o vídeo.



Escrito por Aluizio Amorim às 16h53
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OPERAÇÃO BEM SUCEDIDA

BOPE é o melhor inseticida

social. É fogo nos botocudos.

Nove supostos criminosos morreram, 7 moradores ficaram feridos e 14 homens foram presos na ocupação policial feita pelo Batalhão de Operações Especiais (Bope), ontem, na Favela Vila Cruzeiro, na Penha, zona norte do Rio. O objetivo da operação, que não tem prazo para terminar, é cumprir 15 mandados de prisão e desobstruir os acessos à favela, que ainda se encontram com trilhos de trem colocados por traficantes.

O resultado da operação foi comemorado pela cúpula da Segurança Pública com uma frase polêmica: "A PM é o melhor remédio contra a dengue. Não fica um mosquito em pé. É o SBPM . O melhor inseticida social", declarou o comandante do Policiamento da Capital, coronel Marcus Jardim, numa alusão ao inseticida SBP. Jardim chefiava o 16º Batalhão da Polícia Militar (Olaria), responsável pela região da Vila Cruzeiro.

 

MEU COMENTÁRIO: o que está acima é o lead e o sub-lead de matéria do Estadão desta quarta-feira. Reparem como é reportado o fato dessa ação do  BOPE. O texto abre com “nove supostos criminosos morreram...”. Isto induz o leitor a ficar em dúvida. Afinal, são ou não são criminosos os nove eliminados pelo BOPE?

 

Se há dúvidas, é de se supor que o BOPE mate inocentes. A matéria do Estado induz a essa conclusão.

 

No sub-lead há o destaque para uma frase coronel Marcus Jadim, afirmando que o BOPE é “o melhor inseticida social”.

 

Mais uma vez a matéria induz o leitor a imaginar que esse BOPE é um bando de assassinos; que a polícia é preconceituosa e só mata os pobres e por aí vai...Uma frase dita pelo militar entra na matéria sem o cuidado de contextualizá-la.

 

Tenho dito várias vezes neste blog que, enquanto a polícia não for respeitada, remunerada com dignidade mínima, querida pela população e parar de ser alvo de malhação pelo jornalismo politicamente correto, não ser resolverá o problema da violência no Brasil; como tambem não se eliminará a corrupção que grassa nas corporações policiais em todos os níveis.

 

Não estou no Rio de Janeiro e não vi de perto a operação do BOPE, mas os sete mortos seguramente são marginais e devem ter resistido à ação policial.

 

Duvido que o BOPE persiga e mate as pessoas honestas, traballhadoras e decentes que vivem nas favelas do Rio de Janeiro.

 

Aqueles que reclamam contra o “caveirão” são áulicos das quadrilhas e portanto não são pessoas boas, decentes e honestas. Refiro-me àqueles que são sempre entrevistados por esses jornalistas que vão cobrir uma ação policial a procura de uma vítima. Após a operação ouvem sempre populares que estão ali prontos para malhar a polícia.

 

Engraçado. Nunca há uma só admoestação aos criminosos. Os entrevistados jamais acusam os bandidos. Em nenhum momento dessas matérias  alguém deplora o crime e os criminosos.

 

As reclamações e acusações são sempre contra a polícia.

 

EM TEMPO: acabei de escrever este post e fui dar uma olhada no site G1. Lá está um caso flagrante de edição destinada a malhar a ação da polícia. O título é o seguinte: "Pesquisa mostra que população quer mais ação social que policial".

 

A turma da Globo ouve o presidente da Federação do Comércio. Ele fala da tal pesquisa mas também revela que a população deseja o fim da impunidade e aplicação da lei...etc...mas isso tudo não serve para o jornalismo politicamente correto.

 

Ele dá um jeito de encontrar uma forma de ser contra a polícia.

 

Ora, nenhum país decente enfrenta a criminalidade com serviço social. Isto é delírio botocudo. Está certo que a promoção da educação e o apoio do Estado aos setores mais carentes é importante. Mas isto jamais irá substituir a ação da polícia.

 

Tem de descer o sarrafo nesses vagabundos, assassinos frios odiosos.

 

Além disso, tem de ser adotada a pena de morte para esses criminosos. Duvido se esses botocudos não pensarão duas vezes antes de cometer um delito.



Escrito por Aluizio Amorim às 12h57
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O BOM HUMOR DO SPONHOLZ EM DOSE DUPLA




Escrito por Aluizio Amorim às 12h22
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